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Data de lançamento
4 Fev. 1953Duração
Jean-Paul (Cornel Wilde) se rebela contra a tirania de seu tio, o marquês de St. Malo (George Macready) e enfrenta uma jornada até as montanhas maias da Guatemala, à procura de um tesouro escondido. Ele é o herdeiro legítimo ao título de seu tio e as terras, e vai para a Guatemala para ganhar sua fortuna e voltar e reivindicar sua herança.
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O Tesouro do Condor de Ouro 1953 não chega nem a ser um filme bom de aventura. Cornel Wilde fracassa em ser um herói que se rebela contra a tirania de seu tio, o marquês de St. Malo (George Macready) e enfrenta uma jornada até as montanhas maias da Guatemala à procura de um tesouro escondido.
As paisagens da Guatemala parece e soam bastante artificiais no que concerne a veracidade geográfica da região. E apesar do bom elenco envolvido o filme não empolga. Delmes Davis já rodou vários filmes melhores.
na moral vi dublado no yt no cine antiqua, devia ter legenda pq so entendi 1/5 do filme
eh de matar
Sinceramente, tento gostar dos filmes protagonizados por Cornel Wilde não é de hoje. Isto porque ele me recorda um tempo nostálgico que ficou na infância. Com filmes como "Aladin e a Princesa de Bagdá, 1945" e "O Filho de Robin Hood, 1946", por exemplos. No entanto, a cada experiência de reviver esta minha infância cinematográfica é um desastre. Talvez ao perder a inocência com a inexorável maturidade, que afinal, chega para todos, eu tenha deixado as fantasias no passado. Mas não deixei de gostar de cinema, e mesmo filmes sobre fantasias(!), apenas sou mais exigente. No caso deste filme, a premissa era alentadora, pois parte do fato de que o roteiro foi baseado na obra de Edison Marshall (1894–1967), que entre outros, o maior sucesso alcançado nas telas parece ter sido "The Vikings, 1958" com Kirk Douglas. Tony Curtis, Janet Leigh e o grande Ernest Borgnine. Mas, infelizmente, "O Tesouro do Condor de Ouro" não chega nem perto de ser bom, quanto mais um ótimo filme. Tinha tudo para ser, mas não é. O filme se divide em três partes: o início quando nos é apresentado o drama do protagonista; a segunda parte, quando nosso herói parte em aventura em busca da solução do seu problema; e a última parte, quando tenta a sua própria redenção e a salvação dos seus. A primeira parte foi razoável. A segunda, embora tenha sido filmado em locações e não em estúdio, faltou o que precisava ter tido, aventura. Além do simplicismo do roteiro que não oferece dificuldade nenhuma para os "aventureiros". Apostei na terceira parte. Mas novamente o roteiro nos deixa órfãos de uma conclusão bem costurada e bem conduzida. Clichês e mais clichês. Não que seja errado fazê-los, mas tem que ser bem feito. Sem contar a parte técnica. A coreografia da luta final, por exemplo, péssima. E por fim, a partir da metade do filme, já podia-se imaginar a sua sequência básica, e até o final! Infelizmente. Posso estar errado, é claro.
Quanto a Cornel Wilde, os melhores filmes dele que já assisti, foram: "Amar Foi Minha Ruína" e "À Noite Sonhamos", ambos de 1945. Dos filmes de aventuras destaco "A Prova do Leão, 1965". Um filme baseado num argumento simples, mas com roteiro enxuto e bem direto. Impossível alguém que goste de filmes de aventuras não gostar.
Todos estes três filmes fazem parte da minha coleção particular, que com as revisões, às vezes, aumenta, mas na maioria das vezes, diminui. A culpa é da idade, com certeza.
Apesar de assistir como “Faroeste”, é um estilo muito pouco explorado no cinema. Parece que o filme não teve muitos recursos técnicos, mas não é uma obra inferior. A trama de desenvolve bem com várias reviravoltas. Só achei muitas vezes o protagonista ingênuo demais. Pra que gosta de ver filmes antigos é uma boa opção.