É 1641, o vigésimo terceiro ano da Guerra dos Trinta Anos. Vogel (Omar Sharif), antes um professor, é agora um mendigo de rua desde que toda a sua família foi chacinada na loucura da guerra. Ele encontra um grupo de mercenários implacáveis que estão cavalgando por um vilarejo próximo. Quando os mercenários começam o seu ritual de massacre dos moradores do vilarejo, Vogel corre para salvar sua vida e escapa para um tranqüilo vilarejo num belo vale. Neste caso, o vilarejo ainda está intocado pela carnificina da guerra.
Tempos depois, os mercenários acham a pequena cidade, e trazem com eles a tensão, a disputa e a batalha que acompanham a guerra.
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Um dos últimos filmes de Clavell.Volta a realizar algo estrondoso assim como "Fugindo do Inferno.Temos um duplo protagonismo fortíssimo.Omar e Caine em ótimas apresentações.No mais,uma fotografia memorável.
>Maratona Michael Caine - Assistido em 12 de Novembro de 2024
09/04/18
Em uma vila alemã escondida em um vale, Vogel (Sharif), um homem outrora rico e agora vivendo como errante, faminto e exausto, entende que a paz reinante lá era preciosa, já que no meio da Guerra dos 30 anos católicos e protestantes estavam destruíndo o continente. Com a chegada de um pequeno exército de saqueadores comandados pelo pragmático Capitão (Caine), Vogel propõe uma tregua entre os católicos e protestantes locais e sugere que o Capitão governe a vila, fazendo-o entender que é lá é refúgio quase paradisíaco. Tentado pela ideia, Capitão aceita, com uma forma peculiar de governar, o que gera conflitos entre os seus.
O famoso escritor James Clavell, de Shogun, dirige, mas percebe-se que não é o seu forte, já que o filme é irregular em seu ritmo, visivelmente mal editado, com interpretações caricatas ou pouco esforçadas, e as cenas de ação são pouco inspiradas. Caine e Sharif se destacam, mas mesmo assim é muito pouco.
O Filme é Muito Bom, Tenho Ele Em Meu Acervo, Tem um Elenco Maravilhoso, e a Produção é Ótima, Conteúdo é Super Carregado de Hipocrisia e Sede Por Poder, Coisas Que infelizmente Reflete ate o Dias de Hoje, e Como Sempre a Religião é a Desgraça de Tudo!