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Essa história passa-se há muito tempo, entre a idade da pedra e a civilização, num mundo primitivo e intocado. Os Ragnicks, um grupo alegre de artistas vivem em harmonia juntamente com sua rainha Canary. Esse clima de tranquilidade é invadido por um tirano, Kadar, que ambiciona possuir o rubi e assim adquirir todos os poderes mágicos proporcionados pela pedra. Ele será enfrentado por dois irmãos gêmeos que mandou para morrer na arena dos gladiadores.
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Definitivo tem obras que devem fica lá na infância, naquela epoca seus efeitos e mirabolices faziam todo sentido, divertiam, tinham sua magia, depois que o cinema amadurece e você junto muita coisa revendo é troncho, malacabado, um arremedo...
Os barbaros é um exemplo, uma trupe circense aqui chamada de tribo Ragnicks, tem uma rainha sexy seguida por mambembes e garotas californianas com pouca roupa, um vilão feito pelo eterno senhor de todos os vilões dos anos 80 Richard Lynch, uqer a milf rainha e seu rubi (pedra e duplo sentido) magico que trás poderes e cioisitas e tal...
Nesse enredo que sai os gêmeos Paul, que passam o filme todo sendo completos retardados, andando como bonecos do he-man, com coreografias de luta horrendas e fazendo barulhos esquisitos, acompanhados de uma guria que quase nao faz nada no filme só ri...mas la pro final a conveniência de roteiro da seu jeitinho de inseri-la melhor...
Destaque também para Bruxa gata, e o dragão piroca, sim um dragão que parece um Falo gigante...Caras o filme é uma bomba divertidinha, melhor que muita coisa nesse tempo, mas mesmo assim bem thrash...
Tinha uma boa lembrança da época de criança nos anos 90 de ter assistido. Fazia tempo que procurava. E encontrei... pura nostalgia das boas épocas de cinema em casa...
Filme B que divertiu uma juventude inteira nas sessões da tarde, uma coprodução EUA/Itália de aventura com guerreiros e monstros numa civilização perdida. Por isso o filme não tem um tempo certo, é uma fantasia maluca entre a Idade da Pedra e a Idade Média, sem preocupação com a História – há neandertais, arena de gladiadores do Império Romano, cavaleiros das Cruzadas e monstros mitológicos – ou seja, um mundo um tanto distópico e estranho.
É um filme descontraído para ver sem exigências, sem reclamar dos canastrões que desfilam na tela. Dois deles são os irmãos gêmeos protagonistas, David e Peter Paul, fisioculturistas e ex-lutadores de luta livre, que depois fizeram filmes de comédia e ação como ‘Confusão em dobro’ (1992) e ‘Duas babás nada perfeitas’ (1994) – David faleceu em 2020, enquanto Peter continua se apresentando na TV. Richard Lynch faz um vilão, um violento senhor da guerra – o ator fez mais de 150 filmes, muitos como antagonista, como ‘Invasão U.S.A.’ (1985) e ‘A volta do mestre dos brinquedos’ (1991).
O filme deu prejuízo na época e foi mal-recebido pela crítica. Todo rodado na Itália (para ter custo de produção mais baixo), conta com figurinos reaproveitados de uma fita parecida, ‘Guerreiros de fogo’ (1985), com Arnold Schwarzenegger. A trilha sonora é do italiano Pino Donaggio, de ‘Vestida para matar’ (1980).
Outro italiano era o diretor, Ruggero Deodato, falecido recentemente, que assinou um dos trabalhos mais provocadores de terror dos anos 80, ‘Holocausto canibal’ (1980), vendido como um ‘filme proibido’, um snuff sobre canibalismo que até levou Deodato para a cadeia. Rodou nos EUA alguns longas, mas nunca deixou a Itália. ‘Os bárbaros’ é seu longa mais popular e cultuado, lançado recentemente em DVD pela Obras-primas do Cinema numa boa cópia.
POR FELIPE BRIDA - Texto no Blog 'Cinema na Web' (blogspot).
Filme bem tosco, com cenas de luta fajutas, direção amadora, mas é divertido. Cópia descarada de Conan. Os dois 'astros' principais são bem burros e engraçados. Não é tudo ruim, tem belas locações e mulheres.
Pino Donaggio compositor italiano fez incríveis trilhas para o cinema, sobretudo, grandes parcerias com o renomado diretor Brian de Palma. Mas, após, meados dos anos 80 Pino Donaggio começou a assinar trilhas em fitas pra lá de duvidosas à ruins. Ele assina a trilha dessa verdadeira piada dirigida pelo também italiano Ruggero Deodato, uma espécie de Conan epicamente descerebrado com dois trogloditas atuando. O problema não acaba sendo nem a trilha de Pino Donaggio, mas no filme em si. Quando vi o nome do músico nos créditos iniciais nem acreditei! Como um artista renomado como ele emprestaria seu talento para uma picaretagem (!?). De certo o dinheiro envolvido.
O filme não tem nada demais bem bobinho, típico filme de Bárbaros daquele período. A fotografia consegue se destacar e as locações. E só.