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Uma aventura burlesca na misteriosa Ilha de Babaloo envolve a trágica família de um industrial com punhos de ferro, rei do quiabo e do jiló no ano dos acontecimentos extraordinários que se seguem. Paraíso perdido, o lugar é dominado por Madame Bouganville, por sua filha, e pela empregada.
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- o cinema marginal é sensacional! representa demais a bagunça que é nosso país
- esse é mais um bebe bastante do estilo do sganzerla e do bressane mas a trama é mais coesa
- helena ignez, aparece e rouba a cena, como sempre
Legal... Tem uma coerência narrativa bem mais lúcida que os filmes de Bressane e Sganrzela.
Gente, não sei vocês mas eu particularmente adoro assistir esses filmes do cinema marginal não tanto pela história, mas mais pelas críticas contra o sistema e o governo da época. Aqui acho que um desses destaques ocorre
[/spoiler]na cena que a família tá andando de carro cantando a música da seleção de 70 ("Todos juntos vamos, pra frente Brasil, salve a seleção") as rodas dele parecem girar pra trás, repararam?😁😁😁
[spoiler]
eu adoro o conceito de humor irônico com a high society, essa temática sempre funciona pra mim. aqui vemos uma família onde todo mundo é totalmente fútil, animalesco, bizarro e presos numa ilha que representa o império. a bagunça e gritaria do cinema marginal é perfeita pras ironias que o filme busca e provoca. e a helena ignez é um mujerão né.....
Eternos vivas a este povo que grita no Cinema Marginal! Que elenco, que roteiro, que esculhambação da zorra! Genial, genial, genial! Por vezes, eu gargalhava; por vezes, eu prendia a respiração, de tanta identificação pervertida. A montagem é muito bem introduzida, e a fotografia escurecida prejudica um pouco, mas, dada a esperteza na alocação de recursos, tudo isso vira motivos para aplausos: filmaço, filmaço! Orson Welles ficaria satisfeito com a paródia do poder! kkkkkkkkkkkk (WPC>)