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Data de lançamento
25 Set. 2009Duração
Em 500 anos a humanidade estará migrando do Planeta Terra pois ele estará morrendo. É quando dois homens acordam em uma nave espacial. Sem saber onde estão, o que estão fazendo lá e quanto tempo se passou, uma sensação imediata de vazio é substituída pelo medo que logo se tornará em algo inimaginável. Com as poucas lembranças de fatos passados nas suas vidas eles terão que lutar pela sobrevivência de todos.
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Tem momentos que mal se enxerga o que acontece em tela.A edição ten muitos cortes o que dificulta o entendimento das cenas. Ponto alto é o bom elenco e uma ou outra sequência.
Que filme meia boca, chato, dá vontade de dormir assistindo, o filme tem uma ideia interessante, mas esse negócio de pandorum é muito ruim e mal explorado durante o filme, só papinho, o filme se alonga em certos momentos e mostra coisas que parecem que vão ser relevantes pra trama e no fim somem, como os embriões animais que são mencionados dito que são super importantes e depois nunca mais são citados, personagens esquisitos, como o protagonista que em certas horas parece um cagão e em outras se acha o fodão, personagens sem desenvolvimento algum, estão lá porque sim, os personagens se apresentam como sua função original como engenheiro, agrônomo, mas isso é irrelevante pra trama, eles poderiam ser faxineiros, por exemplo, o objetivo principal do protagonista é concertar o reator e fazer a nave funcionar, aí chega no final, ele aperta dois botões e a nave tá inteira, o filme tem uns flash backs esquisitos, tudo branco, parece um sonho, e muito desnecessários, um diálogo dos personagens já serviriam pro propósito. E o final é muito tosco, aquelas jogadas de câmera simulando uma loucura, muito tosca, a motivação do antagonista é idiota, o cara não ficou dois minutos ali pra perceber que eles estavam embaixo da água, nossa, que merda. Esse filme é muito chato, tenebroso.
Não curti na época em que saiu em DVD na Internet e, agora que acabei de reassistir, continuo sem gostar, mas o filme tem alguns momentos muito bons e um elenco competente.
Não achei um filme ruim ao todo, ou uma bomba "trash", etc e tal, mas também não achei um bom filme, excelente, ou marcante. Mas "dá pra ver", "distrai", me distraiu pelo menos, mesmo com seus defeitos.
Faltou um certo "quê a mais", um tempero/talento na sua concepção e com sua execução, para torna-lo mais interessante. Faltou cuidado, capricho, principalmente no roteiro, perdido, esquisito, mal polido, com motivações estranhas (ou ausência delas) para seus personagens, os deixando à mercê das circunstancias, ou do que o momento pede na hora, cabendo aos atores "se virarem" a "própria sorte", presença/talento, nessa bagunça, "amarrada" por um conceito interessante, porém super raso.
Inclusive, até um bom ator que se destaca(va) com vários papéis coadjuvantes, ou de antagonista, entregando boas performances com segurança e intensidade como Ben Foster ("Os Indomáveis" (2007), "Refém" (2005), "Alpha Dog" (2006), "O Grande Herói" (2013), "Bang, Bang Você Morreu!" (2002), entre outros), mas que aqui, no papel principal, "municiado" de um mau roteiro e direção, o deixa muito aquém de suas capacidades, parecendo perdido, inconsistente e (quase) apagado. Infelizmente.
Seu personagem um hora é um "chorão", sem ação, demonstrando vulnerabilidade/medo (coerente em uma situação dessas), mas outra hora tenta parecer "badass" (fodão), e com ausência total de sentimentos, "resolvendo tudo" (porque está "no plot", sem muita coerência), mas não sabe o mínimo do que está fazendo, nem para onde está indo, pois não tem desenvolvimento e nem equilíbrio entre seus atos.
De novo, MAU ROTEIRO e péssima direção de atores, sendo Foster, o mais prejudicado. Mas sua presença como ator ainda consegue tornar o filme uma coisa assistível, se fosse um ator ruim ou incompetente, tenho minhas dúvidas.
O mesmo serve para "seus companheiros" na nave. Igualmente perdidos e sem propósito (quando tem) na trama. O ator "Cung Le", se sai até """um pouco melhor""", pois não fala um língua compreensível, e seu personagem se baseia em ações/atitudes, e tem situações para ele ser "útil", não é nada impressionante mas tem, porém, nenhum desses personagens tem um background construído, ou no mínimo interessante. Só existem na trama, "porque sim", e é isso. Mesmo podendo ter todo um plano de fundo bacana.
Dennis Quaid está "ok"/"bem", é veterano, e já sabe como levar esse "tipo de produção", além do seu personagem não fazer muita coisa, ele é "o comandante", "fica na sala", "dá coordenadas", e é isso. Mas é outro que consegue ser prejudicado pelo "guardanapo" (roteiro) muito fraquinho. Todos aliados ainda ao velho clichê "xexelento" da "falta de memória".
Dá a impressão que esse filme tinha um conceito, um ideia bacana, e acabou ficando só nisso, não desenvolveu em nada para ser refinado, melhorado, e ficou só no que era no rascunho, sendo filmado assim mesmo.
O diretor Christian Alvart, claramente deu "um paço maior que a perna", porque além do roteiro dele ser ruim, o que já prejudica bastante, ele não demonstra muito talento, competência ou destreza para criar planos sequências interessantes, ou gerar algum tipo de suspense mais atrativo ou significativo, se mantendo com uma câmera bem padrão, ok, "bê-á-bá" de filmes de terror no espaço, que qualquer um que tenha assistido Alien (1979), e queira se aventurar no gênero, no mínimo, tem que saber fazer.
Alvart ainda abusa, de forma pouco criativa e excessiva, de "shaky cam" ("câmera trêmula/tremida"), que é um dos recursos mais manjados, clichês e vagabundos, daqueles que não sabem fazer um bom plano sequência criativo, ou criar uma coreografia inventiva, sendo usado aqui em sensações de "paranoia" e para dar aos monstros uma "sensação de rapidez", ou super velocidade que, de depois de trocentos takes assim começa a ficar meio chato, bem repetitivo e enjoativo, se mostrando limitado até em suas técnica por trás das câmeras.
O cara escreve uma coisa, vai aplicar na prática sem ao menos se dar ao trabalho de melhorar ou refinar o que tem. Enfim. Bizarro.
A sorte dele, SORTE, é que esse filme tem um direção de arte bacana, efeitos prático, maquiagem, sangue, e o mínimo, O "MÍNIMO do bê-á-bá no espaço", porque mesmo com todos esses defeitos, pra não dizer completamente defeituoso, o filme ainda, AINDA consegue contar alguma coisa, AINDA tem alguma coisa pra entreter, e por mais que seja bem "qualquer coisa", AINDA tem início, meio e fim e não vai além disso. Ele fez um feijão, mas não botou mais nada, por incrível que pareça.
Acaba servindo pra quem já tá meio cansado dessas ficções meio "padrão Black Mirror" e sente falta do bom e velho "terror (em nave) espacial".
Pra mim o entretenimento foi/é regular (2 Estrelas). Mesmo ele sendo, em "tese", "irregular" na sua abordagem e defeituoso. PRA MIM, ainda passou. Não é tão ruim quanto dizem, mas também não é um bom filme. Só. Tem coisa pior por ai.
Revisto: 03-05-2025
O longa mistura elementos de terror psicológico e ação, a atmosfera claustrofóbica e a reviravolta na trama é muito bem feita, mas a falta de originalidade e o roteiro confuso atrapalham a boa experiência que o filme poderia ser.
Para quem gosta de filmes de ficção científica com uma atmosfera tensa e reviravoltas na trama, pode achar o filme interessante. No entanto, quem procura um filme original e com um roteiro claro, pode se decepcionar.
Um grande momento no filme é o final mostrando a bela paisagem do planeta.