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Data de lançamento
22 Abril 2021Duração
Em uma missão com destino a Marte, a tripulação sofre um acidente longe demais da Terra. Com recursos diminuindo rapidamente, a pesquisadora da nave surge como a única voz que vai contra a sua comandante e o biólogo da nave, que já decidiram a favor de um desfecho sombrio.
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⚠️ Aviso de Spoilers: Se você ainda não assistiu esse filme, corra daqui.
Quem teve a experiência de ver o trailer de "Gravidade" do Alfonso Cuarón no cinema, com a Sandra Bullock sendo lançada no espaço e depois viu o filme, viveu uma página da ficção no cinema. Aquilo era filme de espaço. E depois "Interestelar" do Christopher Nolan fez uma geração inteira olhar para as estrelas, sem ter um sabre de luz nas mãos. A Netflix olhou tudo isso, babou de inveja e resolveu fazer o seu filme de espaço. O resultado? "Passageiro Acidental", uma bomba arrastada que dá saudades da turma do Darth Vader, e de ter o sabre de luz dos dois nas mãos de novo.
O filme do Joe Penna leva três astronautas rumo a Marte — Marina Barnett, Zoe Levenson e David Kim (Toni Collette, Anna Kendrick e Daniel Dae Kim) —, mas logo após a decolagem eles descobrem um quarto passageiro... um técnico de suporte que simplesmente desmaiou e ficou preso no teto do painel antes do lançamento!
Mano, na moral, como uma agência espacial lança um foguete de bilhões de dólares sem checar se tem um cara preso e sangrando nas engrenagens? Só faltou voar com a porta aberta igual aos trens de Sampa nos anos 80 e 90. Para piorar, o infeliz cai exatamente em cima do purificador de ar, destrói o sistema e fode a missão.
A partir daí, o filme vira uma matemática do tédio, onde só tem oxigênio para três pessoas numa viagem que dura dois anos. Em vez de fazer um suspense psicológico afiado e visceral, sobre quem vai ser o boi de piranha, a gente é condenado a acompanhar duas horas de reuniões burocráticas e conversas sussurradas dentro de maquetes baratas de estúdio, de cientistas no ódio puro, mas que disfarçam a desgraça com um sorriso amarelo.
Quando os atores finalmente saem da nave para buscar oxigênio nos tanques externos, a tentativa de simular gravidade zero é patética. A sequência é zero vertigem, zero perigo e zero peso dramático. Zero "0". Parece um ensaio de teatro de faculdade com os atores em slow-motion pendurados por cabos dentro de um tubo de PVC.
"Passageiro Acidental" da Netflix é um tédio claustrofóbico e asséptico. É o puro vácuo narrativo de alguém que não tinha nada para falar e fez um discurso. É um filme arrastado e pretensioso que consegue a proeza de fazer uma viagem a Marte parecer uma reunião de condomínio dentro de vagão de trem. Tenta se vender como uma experiência profunda e humana sobre sacrifício, mas só entrega um vácuo de ritmo, emoção e efeitos visuais.
Nem do final eu me lembro.
Eu concordo com o comentário do Matt Lynch, eu tenho uma paixão por Aventuras - ou melhor: Desventuras - no espaço. Stowaway logo me chama a atenção por não se tratar em um "Alien Problen", mesmo que ao humano sair do planeta Terra ele torna-se o Alien. O longa nos trás uma situação plausível causada pela ação humana cuja comandante Marina Barnett (Toni Collette) precisa lidar em toda sua capacidade como líder. Apesar de momentos tensos e, como quase todo filme fora da atmosfera terrestre, os acidentes vem ocorrendo e as personagens presas naquela situação precisam se resolver; Sowaway não chega ao ápice da loucura dos astronautas e mostra algo bem profissional da parte da equipe designada para tal missão.
Não acostumado com essa situação, notei outros aspectos que o filme mostrou; como a pressão que todas as personagens sofrem e o preparo físico e principalmente psicológico desenvolvidos em questão de poucos dias e como Joe Penna trabalhou com tal mostrando cada uma das personagens em seus respectivos laboratório sozinhos; apresentando ao menos alguns minutos para compreendermos como eles estavam assimilando toda a situação.
Fora isso, o filme me pareceu um pouco genérico nas motivações das personagens e até como as mesmas lidam no final. Não obstante, isso não diminui a qualidade do filme, é apenas algo que parece demasiadamente conclusivo e fácil - para toda a situação que vimos nas horas passadas.
não entendi o hate tacado no filme. o roteiro é bem amarradinho, com todos os acontecimentos sendo justificados:
o oriental não poderia ir porque ele não aguentaria nova travessia. não dava pra esperar porque o 02 estava vazando e acabaria atéo fim da tempestade solar. não amarrar o cilindro foi uma falha humana que pode acontecer em casos de tensão alta. ela se sacrificar tem a ver com a personalidade dela, conforme o roteiro deixou claro. a tempestade solar era um evento possível, tanto que a nave tinha uma cápsula de isolamento. o passageiro não poderia ir porque não conseguia usar a trava. enfim, completamente ajustado o desfecho do filme, sem um deus ex machina.
No final do filme nao explica legal se
A Zoe morreu, vai morrer, vai se jogar no espaço... pq teoricamente, se ela pegou radioatividade solar em grande quantidade, voltar para a nave contaminaria todos..
Drama de escolhas e dilemas, mas com um roteiro que brinca com o bom senso né...
Perai, serio que uma misssão tão importante a orra da Kendrick nao amarra, prende, cola, enfia no rabo a orra do cilindro...
Não era mais fácil voltar já que deu tudo errado mesmo...
Não dava para esperar a tempestade passar...antes aguentava meia viagem..depois nao podia algumas horas....
Só tinha dois cilindros na nave toda...
Como o Michael esta na orra da agencia, troca repinboca do foguete, se prende em um compartimento e nao sabe fazer porra nenhuma lá dentro...como esse cara conseguiu o emprego...era fxineiro e tirou uma soneca no foguete??
Essas e outras questões permeiam a cabeça do caboclo depois de terminar o filme...mas as cenas do espaço são boas...