Mel Coplin (Ben Stiller) tem uma bela esposa, Nancy (Patricia Arquette), e um filho de 4 meses. Aparentemente sua vida é boa, mas algo lhe atormenta: Mel sabe que foi adotado e não pode solucionar isto sem conhecer seus pais biológicos, o que aborrece seus pais adotivos. Mel decide que está na hora de conhecê-los e acabar com esta aflição de uma vez por todas. Ele viaja através dos Estados Unidos com a família e Tina Kalb (Téa Leoni), uma estudante de psicologia que se ofereceu para gravar o evento para uma pesquisa, que pretende registrar o "nascimento" da mãe de Mel. Após alguns minutos com a "verdadeira" mãe descobrem que foi um engano, pois se dirigiram para a pessoa errada. Um segundo encontro, desta vez com o suposto pai, mostra ser outro erro. Após algum tempo Mel, Nancy e Tina ficam finalmente ficam cara a cara com os pais biológicos de Mel: Richard (Alan Alda) e Mary Schlichting (Lily Tomlin), um casal de hippies que sobrevivem vendendo ácido, que está emplastrado sobre quadros de Ronald Reagan.
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É uma comédia simples, mas com personagens e situações bem engraçadas e malucas.
David O. Russell, que chamou os holofotes para si com o premiado “O Vencedor” (2010), iniciou sua carreira cinematográfica dirigindo comédias independentes. Uma delas é “Procurando Encrenca”, um road movie hilário e nonsense que trata da busca de um paleontólogo neurótico – Mel Coplin (Ben Stiller) – por seus pais biológicos. Seguindo a cartilha dos filmes de estrada, os personagens viajam através de estados diferentes, deparam-se com personagens e situações bizarras e cômicas, além de tomarem parte nas mais divertidas confusões. Porém, o maior mérito de “Procurando Encrenca” consiste no fato de que o próprio filme não se leva a sério.
Na trama, o neurótico Mel Colpin vê seu casamento – com a bela Nancy (Patricia Arquette) – entrar em crise na medida em que a procura por seus pais biológicos acaba prejudicando sua relação com a esposa. O pivô da crise é uma estudante de psicológica, Tina (Téa Leone), que trabalha numa agência de adoção e que decide auxiliar na busca de Mel; acontece, no entanto, que ele começa a sentir-se atraído por ela. Após a notícia de que seus pais haviam sido encontrados, os três partem em uma viagem através do país para encontrá-los. Porém, uma confusão de informações faz com que o trio se meta com famílias excêntricas, caminhoneiros de bom coração e um casal gay. Contando com personagens bizarros, como um casal fabricante de LSD e um homem aficionado por axilas femininas, “Procurando Encrenca” promove ótimos momentos de franco riso e diversão.
Utilizando-se de cortes secos e de uma câmera que, muitas vezes, limita-se a seguir os personagens, Russel cria um clima quase documental, o que aprimora a atmosfera de humor e coloca o espectador no centro da ação.
⭐ 3.6 / 5.0
Bem engraçado
David O. Russell era o máximo nos anos 90.
660. (09/07/2020)
Achei o final muito apressado, o que foi uma pena...pq a partir da viagem, achei que o filme fica melhor. Porem, a parte final me trouxe boas risadas.
E que elenco. 3,5 estrelas por causa dele.