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Baseado em uma história verídica, Proteus é sobre um amor proibido na África do Sul a partir do século XVIII entre um rapaz de cor e um marinheiro holandês, que se realiza na prisão de Robben Island, perto da Cidade do Cabo. O amor entre estes dois jovens é condenado não somente pela homoafetividade mas também por conta de racismo e pura crueldade.
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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
Depois de meu fascínio extremo frente ao ótimo PACIÊNCIA ZERO, decepcionei-me com a abordagem confusa deste filme, que é como se fosse uma versão 'gay' de 'Stealing Heaven', dirigida por alguém que aprecia o Peter Greenaway e o Todd Haynes de outrora. O ponto de partida histórico é super válido - e o fato de ter sido lançado antes de O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN, idem - mas a montagem é confusa e a abordagem é um tanto televisiva, em seus recursos mal-administrados, tanto em âmbito narrativo quanto discursivo. A interpretação do personagem holandês é interessante, mas o seu co-protagonista africano é mal construído, adotando uma lógica de deboche em situações que deveriam ser muito sérias e que ganhariam em relevância se aderissem à abordagem melodramática. Esforcei-me para chegar até o final, de tão irritado que eu fiquei com o tom decepcionante da estória, que, afinal, termina bem, em seus jogos históricos à la Derek Jarman, inclusive com um ou outro toque anacrônico. Voltarei ao cinema greysoniano, eis uma certeza! (WPC>)
Que filme confuso!
Tive a impressão de que esta trama se passa em todas as épocas e não só no século XVIII. Que coisa mais estranha, não é mesmo?!
Teve até uma cena em que o Virgil Niven desembarca em Amsterdam de "tenis"!
É uma comédia?! Se for, até que o filme é legal!!!
Um filme que apresenta um jipe em pleno século XVIII não merece meu crédito.
As coisas anacrônicas estabelecem uma relação entre o século XVIII e os anos 80, quando estava instaurado o Apartheid na África do Sul. É um troço de uma sagacidade ABSURDA.
Seria um filme legal, se não fossem as gafes históricas intragáveis.
E algumas coisas meio que desnecessárias.