Em Fort Lamy(atual N'Djamena), no Tchad, o idealista Morel lança uma campanha solitária para salvar o elefante de ser extinto. Primeiramente ele só encontra apoio de Minna, recepcionista da única boite da cidade, que está apaixonada por ele; e do negligente ex-Major do Exército Britânico, Forsythe. Sua cruzada aumenta em força e logo ele se vê cercado por uma estranha diversidade de personagens:
de Cy Sedgewick, um comentarista de TV dos EUA ao pragmático Waitari, líder dum movimento Pan-Africano; de um fotógrafo a um assistente do governo ordenado a detê-lo, e aí novo problema começa.
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Apesar de baseado no romance vencedor do prêmio Goncourt de 1956 (do escritor Romain Gary), de ter um diretor conceituado (John Houston), um elenco estelar dos anos 1950-1960 e de mostrar uma história de fundo ecológico num tempo em que poucos usavam a palavra preservação nesse sentido, o resultado foi um filme apenas mediano. OK, dá para assistir numa sessão da tarde mas se não desanima o espectador tampouco o empolga.
Mea culpa de John Huston, já que o próprio tentou matar obsessivamente um elefante, durante as filmagens de Uma Aventura na África.
Infelizmente um trabalho pouco inspirado de John Huston já que a mensagem do filme foi e é ainda hoje importante. Errol Flynn em um de seus últimos papéis.