Rachel é uma professora de 35 anos de idade, solteira e que vive com a mãe. Quando um homem que está na cidade a convida para sair, ela passa a se questionar se é aquilo mesmo que ela busca para sua vida.
Joanne poderia ser conhecida por ser esposa de P.N., mas ela foi além do fato de estar ao lado de um ícone do cinema. Era uma excelente atriz e esse filme, dirigida pelo marido, ela brilha incessantemente, numa 'persona' frágil, indecisa, ansiosa e com olhar e expressão cativantes. Além dela, o filme é profundo, leve, e Paul acerta nas suas escolhas estéticas e dramáticas com destaque pra Calla, a amiga alto-astral mas que também oscila pra baixo e isso ajuda, e muito, o desenrolar do filme. Filmaço.
Uma ótima estreia de Paul Newman na cadeira de diretor, conseguindo transmitir com sensibilidade uma trama puramente feminina, o que muitas vezes não atinge o potencial nas mãos de cineastas homens. Se o enredo e o roteiro funcionam, a maior responsável certamente é a impecável Joanne Woodward, que faz uma atuação memorável de uma mulher passando por descobertas e transformações, ao mesmo tempo em que se vê presa a traumas do passado. Um filme pouco conhecido, mas poderoso.
Filme do Paul Newman, achei que ia odiar, mas o filme é bom. A Joanne Woodward mereceu a indicação ao Oscar. Isso que é atuação boa, que você olha e esquece que é uma atriz ali, e não aquelas atuações histéricas que o povo adora bater palma (sim, Peter O'Toole e Bette Davis, tô olhando pra vocês). Gritar e ficar nervoso qualquer um faz, quero ver é transmitir realismo sem fazer estardalhaço.
Não curti. Os flashbacks pareciam ser de A Hora do Pesadelo. Atuação ótima mas personagem biruta demais pra mim.
29.11 2025
Joanne poderia ser conhecida por ser esposa de P.N., mas ela foi além do fato de estar ao lado de um ícone do cinema. Era uma excelente atriz e esse filme, dirigida pelo marido, ela brilha incessantemente, numa 'persona' frágil, indecisa, ansiosa e com olhar e expressão cativantes. Além dela, o filme é profundo, leve, e Paul acerta nas suas escolhas estéticas e dramáticas com destaque pra Calla, a amiga alto-astral mas que também oscila pra baixo e isso ajuda, e muito, o desenrolar do filme. Filmaço.
Uma ótima estreia de Paul Newman na cadeira de diretor, conseguindo transmitir com sensibilidade uma trama puramente feminina, o que muitas vezes não atinge o potencial nas mãos de cineastas homens. Se o enredo e o roteiro funcionam, a maior responsável certamente é a impecável Joanne Woodward, que faz uma atuação memorável de uma mulher passando por descobertas e transformações, ao mesmo tempo em que se vê presa a traumas do passado. Um filme pouco conhecido, mas poderoso.
Filme do Paul Newman, achei que ia odiar, mas o filme é bom. A Joanne Woodward mereceu a indicação ao Oscar. Isso que é atuação boa, que você olha e esquece que é uma atriz ali, e não aquelas atuações histéricas que o povo adora bater palma (sim, Peter O'Toole e Bette Davis, tô olhando pra vocês). Gritar e ficar nervoso qualquer um faz, quero ver é transmitir realismo sem fazer estardalhaço.