Um homem que perdeu toda a sua família em Nova York durante os ataques terroristas de 11 de setembro reencontra um velho amigo de escola. Retomar a grande amizade do passado parece ser a única coisa que poderá ajudá-lo a se recuperar do enorme sofrimento que vive.
Curiosamente divertido pois assim foi roteirizado mas a estória é tristemente emocionante, ainda que algo pouco profunda como bem poderia ter sido.
Que filme bom! Belíssimo e emocionante! Adam Sandler dá um show na atuação.
O filme tem seus bons momentos mas peca pelo excesso.
Apesar do transtorno pós traumático geralmente afetar o estilo de vida das pessoas, o comportamento do Charlie é totalmente fora da curva. O cara vira quase um autista caricato, dando chiliques em espaços públicos como se estivesse vivendo em uma realidade paralela. Tudo bem que a intenção da produção era mostrar essa mudança extrema causada pelo trauma, mas ficou tão exagerado que perdeu todo o realismo e se tornou ridículo.
Outro ponto que destoou foi a personagem aleatória da taradona do dentista que é tão inverossímil que deve ser fruto de algum fetiche pessoal do diretor. Adam Sandler se esforça pra entregar performance mais séria (e as vezes até consegue) mas não consegue se afastar totalmente do humor pastelão (é mais forte que ele) soltando piadocas improvisadas de peitos e chupadas entre uma cena dramática e outra...
É um filme bem intencionado em sua proposta de discutir traumas, amizades e luto mas muitas vezes perde o foco e cai no exagero. De qualquer forma ainda vale a pena, principalmente pela atuação do Adam Sandler, tentando sair de sua zona de conforto das comédias banais.
É triste :/ as partes engraçadas são engraçadas e as não engraçadas são enfadonhas, pelo menos no começo.
A dupla de protagonistas muito boa e conseguem criar uma dinâmica que funciona para ambos, mas achei aquela parte do tribunal bem fraca. 02/05/2026