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Data de lançamento
10 Set. 2004Duração
Desde que foi capturada pela Corporação Umbrella, Alice (Milla Jovovich) passou por várias experiências biogênicas. Ela teve seus genes modificados, o que fez com que adquirisse poderes, sentidos e agilidade sobre-humanos. Agora ela precisa retornar à cidade de Racoon, onde recebe o apoio de Jill Valentine (Sienna Guillory) e Carlos Olivera (Oded Fehr) para eliminar um vírus mortal que ameaça fazer com que todo ser humano retorne como morto-vivo.
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Os 12 Signos de Valentina (1ª Temporada)
A introdução de Jill Valentine é um dos pontos positivos, mas sinto que Alice acaba ficando um pouco de lado. O filme tenta expandir a mitologia da franquia, porém parece limitado pela própria narrativa. Nesta revisão, achei tudo mais caricato e exagerado do que lembrava. É divertido, tem bastante ação e carrega um forte apelo nostálgico, mas é inferior ao primeiro e marca o início de uma perda de rumo nos filmes clássicos. Como obra cinematográfica, deixa bastante a desejar.
Nesse filme gostei da continuação. So burro mesmo pra abrir a colmeia e tudo que aconteceu foi merecido para aquele babaca. Deve ser por ser um filme de 2004, mas as cenas "lentas" dos zumbis era muito irritante era so fazer eles caminhar devagar eles faziam pauses nas proprias cenas ai odiei. Mas a historia continua boa e deu mais um gancho pra outro filme.
A Jill Valentine de Sienna Guillory é simplesmente impecável — tanto na interpretação quanto na caracterização. É uma pena que ela seja constantemente sabotada em favor da Alice, especialmente no final, quando poderia muito bem ter jogado o cara para fora da aeronave enquanto Alice poderia estar desacordada depois de bater a cabeça.
⚠️ Aviso de Spoilers: Se você não assistiu a esse filme, corra daqui.
"Resident Evil 2: Apocalipse" é o marco zero de quando a franquia decidiu dar um foda-se pro videogame. Se o primeiro filme ainda tentava ser um suspense claustrofóbico de laboratório, essa sequência jogou o Vírus T na cidade de Raccoon City inteira, fazendo um dos clipes mais loucos e exagerados de tiro, porrada e bomba dos anos 2000.
O filme é um grande pretexto pra Milla Jovovich (Alice) pagar de fodona suprema. A mulher acorda do coma com superpoderes, pilota uma moto pra atravessar o vitral de uma igreja no ar e dá chute de artes marciais em monstro como se estivesse num comercial de xampu. Pra tentar agradar aos fãs do jogo, colocaram a Sienna Guillory vestida exatamente igual à Jill Valentine do Resident Evil 3 (tomara-que-caia azul e minissaia no meio de um apocalipse zumbi, porque sim!). A coitada até tenta ter moral na delegacia, mas passa o filme inteiro parecendo coadjuvante da Alice.
Mas o topo do sacrilégio é o que fizeram com o lendário Nemesis. O figurino do bicho até ficou maneiro de longe, com a metralhadora giratória e o lança-míssil. Só que na hora H, em vez do monstro implacável do jogo, o diretor resolve colocar o Nemesis pra lutar boxe de punho limpo com a Alice num heliponto! E pra piorar, o bicho ainda lembra do passado, fica emotivo e chora! O vilão mais aterrorizante dos games virou um lutador sentimental de vale-tudo.
No fim das contas, entre uma bomba atômica pra apagar a cidade, cachorros sem pele correndo em câmera lenta e o gancho pra uma fábrica de clones da Alice, "Resident Evil 2" é aquele tipo de bagunça divertida pra assistir com o cérebro em ponto-morto zumbi. Não tem nada a ver com o jogo, é mentiroso até dizer chega, mas garante muita diversão com a breguice da época.
Essa continuação da história é bem superior ao primeiro filme, para ser sincero. Eu gostei da forma como as coisas foram mais explicadas aqui e da forma que o roteiro apresentou os novos personagens. Outro ponto positivo é a abordagem do manejo de crise pela empresa e a tentativa do público de mostrar a verdade.
Entendo que são muitas críticas aos filmes da franquia (estou tendo acesso agora a esse universo, já que não joguei ainda), mas estou tendo um vislumbre positivo. A história de Alice é bem pesada, né?
Por fim: meu nome é Alice. E eu me lembro de tudo. FODA!