Rosencrantz (Gary Oldman) e Guildenstern (Tim Roth) são personagens secundários na tragédia clássica de William Shakespeare, Hamlet, porém, na saborosa comédia de Tom Stoppard, os dois amigos do Príncipe da Dinamarca são protagonistas das mais absurdas tentativas de fugirem de seus destinos.
A dupla é convocada pelo Rei Cláudio para descobrir por que Hamlet está agindo de forma tão estranha. Eles encontram uma trupe de atores que está no castelo para representar uma peça a pedido de Hamlet, que quer com isso certificar-se da culpa do Rei Cláudio na morte do pai. Quando a peça é apresentada, o Rei se enfurece. Hamlet mata acidentalmente Polônio, pai de sua amada Ofélia, e é enviado para a Inglaterra escoltado por... quem mais?
No navio, no qual a trupe de atores está fugindo por terem ofendido o Rei, os dois trapalhões descobrem que levam uma carta com ordens para a execução de Hamlet assim que chegarem em terra. O navio é atacado por piratas. O príncipe desaparece. Quando a dupla percebe que a carta foi trocada por Hamlet, já é tarde demais.
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Em meio à toda ausência de sentido, tudo fez sentido. Tão complexo e tão simples em sua mensagem. Formidável.
O título deste filme fascina-me desde a infância: antes mesmo de eu saber que eles eram, fiquei apaixonado pelo que este premiado filme prometia. Quando o encontrei em DVD, há alguns meses, exultei de felicidade e, ao ver o filme, confirmei que as minhas expectativas eram justificadas: o enredo, adaptado de uma peça teatral do próprio diretor, mistura temas de ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS com AHISTÓRIA SEM FIM e O BEBÊ SANTO DE MÂCON, com as situações características de "Hamlet", obviamente. Os jogos de linguagem são ótimos, bem como a metalinguagem e o recurso à filosofia erística. Tim Roth está belíssimo e Gary Oldman extremamente bem-humorado. Quando Richard Dreyfus entra em cena, o filme explode em genialidade e euforia. Tecnicamente irrepreensível (que montagem eficaz e que cenografia hábil). A-do-rei! (WPC>)
A releitura da Historia de Hamlet no ponto de vista de Rosencrantz e Guildenstern, tem momentos bem criativos e divertidos como nas cenas do Richard Dreyfuss com a sua trupe teatral, mas há algumas bem monótonas com piadas que se repetem.
Pra mim a melhor cena..
A trupe resumindo e encenando em alguns minutos toda a peça de Hamlet
Maravilhoso!!!
05/12/21
Assisti e não gostei. Prefiro a trama original do Hamlet