SEXTA-FEIRA 13, parte 4 começa recapitulando, logo em seu prólogo, a matança da terceira parte, ou seja, no final de semana anterior. Gostei desta introdução, de modo que, diferenciou das duas primeiras sequências, que exibiram as últimas partes dos filmes anteriores. Jason Voorhees, assim que é resgatado seu corpo e dado como morto, logo enviam ao necrotério de um hospital, "ressuscitando" logo ali e fazendo duas primeiras vítimas, uma enfermeira e um socorrista, loucos para transar!! Após este ponto de partida, Jason sai do hospital (não mostrou como?!!) e parte novamente ao Camp Crystal Lake, adentrando na mata (que é sua casa) estripando com o seu facão uma gordinha hiponga que a galera que vai passar o final de semana nega carona a ela, praticando gordofobia coletiva! Vi este filme pela primeira vez na Tela Quente, na Rede Globo, isso em fins dos anos 80. Ficava impactado com a violência gráfica das mortes, com cenas de morte com cortes abruptos, entrecortadas, de um cena a outra. Realmente, Joseph Zito, injetou sangue novo na narrativa, aliado, a ótima maquiagem de Tom Savani (como de praxe!). E pela escalação esperta de seu elenco, com atores carismáticos, tem aqui um cast muito interessante; Lawrence Monoson (do filme O Último Americano Virgem) e Crispin Glover, ambos numa quimica e timing cômico bacana! Kimberly Beck como uma boa final girl e o ótimo ator mirin, Corey Feldman injetando novidade ao filme, irmão da Trish e o único (neste filme) que encarou com inteligência o assassino da máscara de Hóquei, Jason Voorhees. É um filme que proporciona muita diversão e correria em seu final (os irmãos passam por mal bocados!). Os diálogos são engraçados, sobretudo, da turma sacaninha! O final enigmático (e por extensão, nojento) deixava em aberto que viria a ser no próximo filme da franquia. Esta parte 4 também é um filme marcante da cineserie. E, claro! Corey Feldman deu um UP aqui. Gosto muito!
Gosto de avaliar época, orçamento e se o filme alcança aquilo que se propõe dentro do que se propõe.
Este não é o meu favorito da franquia, mas adicionou elementos importantes como o Tommy, que veio a protagonizar os filmes subsequentes, e tem um final que eu gosto — pelo menos se vê uma intenção de fugir do denominador comum.
Entretanto, o início é esquisito, os personagens de apoio tem pouco carisma e as mortes não foram muito inspiradoras.
Ainda assim, dentro da franquia, repleta de escolhas duvidosas, merece certo destaque.
Achei as cenas da morte pouco impactantes, principalmente pq tinha uns cortes brutos. Dei duas estrelas e meia pq achei o menos carismático de todos. O Jason com a antiga máscara, aquele saco branco na cabeça, era mais assustador
SEXTA-FEIRA 13, parte 4 começa recapitulando, logo em seu prólogo, a matança da terceira parte, ou seja, no final de semana anterior. Gostei desta introdução, de modo que, diferenciou das duas primeiras sequências, que exibiram as últimas partes dos filmes anteriores. Jason Voorhees, assim que é resgatado seu corpo e dado como morto, logo enviam ao necrotério de um hospital, "ressuscitando" logo ali e fazendo duas primeiras vítimas, uma enfermeira e um socorrista, loucos para transar!! Após este ponto de partida, Jason sai do hospital (não mostrou como?!!) e parte novamente ao Camp Crystal Lake, adentrando na mata (que é sua casa) estripando com o seu facão uma gordinha hiponga que a galera que vai passar o final de semana nega carona a ela, praticando gordofobia coletiva! Vi este filme pela primeira vez na Tela Quente, na Rede Globo, isso em fins dos anos 80. Ficava impactado com a violência gráfica das mortes, com cenas de morte com cortes abruptos, entrecortadas, de um cena a outra. Realmente, Joseph Zito, injetou sangue novo na narrativa, aliado, a ótima maquiagem de Tom Savani (como de praxe!). E pela escalação esperta de seu elenco, com atores carismáticos, tem aqui um cast muito interessante; Lawrence Monoson (do filme O Último Americano Virgem) e Crispin Glover, ambos numa quimica e timing cômico bacana! Kimberly Beck como uma boa final girl e o ótimo ator mirin, Corey Feldman injetando novidade ao filme, irmão da Trish e o único (neste filme) que encarou com inteligência o assassino da máscara de Hóquei, Jason Voorhees. É um filme que proporciona muita diversão e correria em seu final (os irmãos passam por mal bocados!). Os diálogos são engraçados, sobretudo, da turma sacaninha! O final enigmático (e por extensão, nojento) deixava em aberto que viria a ser no próximo filme da franquia. Esta parte 4 também é um filme marcante da cineserie. E, claro! Corey Feldman deu um UP aqui. Gosto muito!
Gosto de avaliar época, orçamento e se o filme alcança aquilo que se propõe dentro do que se propõe.
Este não é o meu favorito da franquia, mas adicionou elementos importantes como o Tommy, que veio a protagonizar os filmes subsequentes, e tem um final que eu gosto — pelo menos se vê uma intenção de fugir do denominador comum.
Entretanto, o início é esquisito, os personagens de apoio tem pouco carisma e as mortes não foram muito inspiradoras.
Ainda assim, dentro da franquia, repleta de escolhas duvidosas, merece certo destaque.
Suprassumo do slasher ❤️
Melhore filme do Jason. Meus favoritos são: 4, 2, 3 e 1.
Achei as cenas da morte pouco impactantes, principalmente pq tinha uns cortes brutos. Dei duas estrelas e meia pq achei o menos carismático de todos. O Jason com a antiga máscara, aquele saco branco na cabeça, era mais assustador