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Data de lançamento
12 Nov. 1982Duração
Jovens colegas de escola aproveitam a viagem do pai de uma delas para organizar uma festinha do pijama ("slumber party" em inglês) em sua casa. O problema é que Russ Thorn (Michael Villella), um louco psicopata que fugiu do hospício no mesmo dia, invade a casa e começa a chacinar as meninas usando uma enorme furadeira com incontestável significado fálico.
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The Slumber Party Massacre de 1982, no Brasil Slumber Party - O Massacre. Bom filme dentro do gênero, apesar dos vários clichês presentes.
As meninas são bem bonitas, apesar de terem uma relação pouco desenvolvida. As mortes são interessantes e têm um certo nível de gore.
Porém, o final com o assassino pique Jason não me agradou muito.
Após perder a mão e ter o estômago cortado, ele ainda conseguiu sair da piscina para uma última tentativa? Podia ter economizado essa, mas tudo bem.
O vilão realmente parece um psicopata, com uma presença ameaçadora e obsessiva. Porém, faltou desenvolver ele um pouco mais. Quem sabe o segundo filme faça isso com alguma história de fundo. É curto e tem uma boa ambientação.
No geral, um slasher competente dentro do estilo dos anos 80, com bons momentos de tensão e gore, mesmo com os exageros e clichês típicos do gênero.
Assistido em 12/09/2026
O que será que a furadeira comicamente grande simboliza?
Slahser interesante, pioneiro no gênero "massacres em festas do pijama", pelo menos que eu saiba. O vilão mete medo, tem cara de psicopata e não precisa de muito diálogo pra convencer que é maluco.
Não sou o maior fã de 'slasher', mas fiquei intrigado ao saber da direção feminina. Imaginei que haveria um combate à objetificação dos corpos das mocinhas, mas isto ocorre em verve irônica, pois, afinal, era necessário obedecer às convenções de gênero. Mas as diferenças são notáveis: percebemos mulheres exercendo profissões comumente atribuídas aos homens; o sexo é posto em segundo plano (apesar da nudez abundante); o desfecho é irresolvível (aqueles 'close-ups' cumulativos nos rotos das sobreviventes é intrigante!)... Há muitos elementos interessantes no filme, mas, infelizmente, no saldo geral, o que prevalece é um exemplar do subgênero, como quase todos os outros, em que somos "treinados" para torcer pela ocorrência de mortes, pelas situações "divertidas" de violência. Neste sentido, apesar da subversão pretendida, é tão enfadonho quanto a maioria dos 'slashers'. Mas, havendo um bom debate, ele cresce na apreciação discursiva... (WPC>)
Enquanto satisfaz as demandas do estilo slasher, contrabandeia ideias de solidariedade feminina e fraqueza (ideias cínicas feministas) que o criticam por dentro
É isso mesmo, continuem "combatendo" o maxismo de camisola (delícia)
Violência gráfica e nudez
Garotas bonitas e burras em perigo
Amy Holden Jones demonstra um talento notável para construir suspense e coreografar sequências de perseguição dentro de um orçamento limitado
Como é comum em produções de baixo orçamento da época, a qualidade da atuação varia de competente a amadora
O enredo opera com uma lógica de pesadelo, com personagens tomando decisões frequentemente questionáveis para servir às necessidades do suspense
"Que tipo de cara usa uma furadeira?"
(só os bons)
Russ Thorn não é mau, ele só está tentando construir uma estante e as garotas não param de gritar
Um mestre do disfarce