Jordan tem seu próprio cinema na Itália, chamado Splendor. Chantal é sua esposa e caixa do cinema, enquanto Luigi é um amigo da família e projecionista dos filmes. E tudo parecia tranqüilo até que as pessoas se desinteressaram pelo cinema...
Como homenagem ao cinema esse filme funciona muito bem. Entre cenas e cartazes mostrados ao longo dele são vários os filmes referenciados. Já a sua história me decepcionou. Não me agradou o recurso de dar saltos temporais abruptos deixando fatos importantes a respeito dos personagens e as relações entre eles muito mal explicadas. Em um determinado momento vemos dois personagens se envolvendo romanticamente e depois do nada essa situação já não existe mais e não há nenhuma explicação para isso. Esse é aquele tipo de filme que me encanta mais pelas partes do que pelo todo. Com uma melhor história teria sido muito mais do que foi.
Uma carta aberta de amor ao cinema, por Ettore Scola.
Em quesito de roteiro, é incabível a comparação com Cinema Paradiso, pois ambos possuem magias diferentes para contar uma história de amor ao cinema.
Em Splendor vemos o contraste da vida real com o cinema, como ele influencia a vida das pessoas, e trazendo sentimentos únicos que você poderia nunca sentir. Jordan, vê a popularidade de uma novidade, que acaba por uns anos depois, sendo reduzida com o advento da televisão. Mesmo sem publico, ele decide não rebaixar o seu patrimônio a um simples bordel.
Splendor ainda consegue proporcionar uma das cenas mais lindas que já vi no cinema: Marcello Mastroianni assistindo It's a Wonderful Life do Frank Capra. E no final, a maior homenagem a Capra, demonstrando sua grande admiração: um milagre natalino.
Filme cativante que homenageia a 7a Arte.Como acontece em "Cinema Paradiso", filme que estreou no mesmo ano e que ofuscou o sucesso de Scola, o longa-metragem carrega um contexto baseado na ascensão e decadência de uma sala de cinema, que é gerenciada por Jordan como herança do pai. No entanto, embora ambos esbocem a mesma temática o olhar que Scola apresenta no filme dele traz mais relevância com a realidade e com a dicotomia entre vida e cinema, em contraste com a história de amizade e amor que é o foco abordado no "Cinema Paradiso".
A obra maestra da felicidade! Filme injustamente ofuscado e esquecido. Aborda os sentimentos mais afetivos em relação a paixão pela sétima arte, e a decadência das salas de rua.
Splendor seria basicamente a versão underground e menos comercial de Cinema Paradiso. Scola faz a passagem do tempo através dos próprios filmes em cartaz, abusa das referências e pessoas homenageadas (senti que faltou algo do Buñuel talvez) e constrói um filme melancólico e lindo sobre uma declaração de amor. A cena final é de uma utopia declarada, tal qual a utopia fantasiosa de Capra.
Como homenagem ao cinema esse filme funciona muito bem. Entre cenas e cartazes mostrados ao longo dele são vários os filmes referenciados. Já a sua história me decepcionou. Não me agradou o recurso de dar saltos temporais abruptos deixando fatos importantes a respeito dos personagens e as relações entre eles muito mal explicadas. Em um determinado momento vemos dois personagens se envolvendo romanticamente e depois do nada essa situação já não existe mais e não há nenhuma explicação para isso. Esse é aquele tipo de filme que me encanta mais pelas partes do que pelo todo. Com uma melhor história teria sido muito mais do que foi.
Uma carta aberta de amor ao cinema, por Ettore Scola.
Em quesito de roteiro, é incabível a comparação com Cinema Paradiso, pois ambos possuem magias diferentes para contar uma história de amor ao cinema.
Em Splendor vemos o contraste da vida real com o cinema, como ele influencia a vida das pessoas, e trazendo sentimentos únicos que você poderia nunca sentir. Jordan, vê a popularidade de uma novidade, que acaba por uns anos depois, sendo reduzida com o advento da televisão. Mesmo sem publico, ele decide não rebaixar o seu patrimônio a um simples bordel.
Splendor ainda consegue proporcionar uma das cenas mais lindas que já vi no cinema: Marcello Mastroianni assistindo It's a Wonderful Life do Frank Capra. E no final, a maior homenagem a Capra, demonstrando sua grande admiração: um milagre natalino.
Filme cativante que homenageia a 7a Arte.Como acontece em "Cinema Paradiso", filme que estreou no mesmo ano e que ofuscou o sucesso de Scola, o longa-metragem carrega um contexto baseado na ascensão e decadência de uma sala de cinema, que é gerenciada por Jordan como herança do pai. No entanto, embora ambos esbocem a mesma temática o olhar que Scola apresenta no filme dele traz mais relevância com a realidade e com a dicotomia entre vida e cinema, em contraste com a história de amizade e amor que é o foco abordado no "Cinema Paradiso".
A obra maestra da felicidade! Filme injustamente ofuscado e esquecido. Aborda os sentimentos mais afetivos em relação a paixão pela sétima arte, e a decadência das salas de rua.
Splendor seria basicamente a versão underground e menos comercial de Cinema Paradiso. Scola faz a passagem do tempo através dos próprios filmes em cartaz, abusa das referências e pessoas homenageadas (senti que faltou algo do Buñuel talvez) e constrói um filme melancólico e lindo sobre uma declaração de amor. A cena final é de uma utopia declarada, tal qual a utopia fantasiosa de Capra.