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Data de lançamento
29 Julho 2005Duração
Os tenentes Ben Gannon, Kara Wade e Henry Purcell são pilotos de uma divisão de elite da marinha americana, que testa jatos ultrassecretos. O mais recente jato fabricado conta com uma inteligência artificial, apelidada de EDI, que faz com que o ele não precise ser tripulado. Apesar da reticência de Ben em ter na frota um jato que não conta com o fator humano, o capitão George Cummings autoriza sua utilização. Para a surpresa de todos, EDI demonstra ser um excelente aviador e cumpre com exatidão as missões a ele delegadas. Entretanto, em uma viagem de volta a um cargueiro, EDI é atingido por um raio, o que faz com que o cérebro do robô se expanda de uma forma que seus criadores jamais poderiam ter previsto. EDI é autorizado a retornar à ativa, mas os problemas provocados pelo raio pioram em meio a uma missão na qual ele ataca o alvo mesmo com a ordem de Ben para que não fizesse isto. A situação piora ainda mais quando EDI, por conta própria, decide realizar uma missão secreta que, caso tenha êxito, pode gerar uma guerra nuclear.
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Vi Ontem A Noite na Netflix, Olha Filmes como Águia de Aço 2(1988),Desafiando os Limites(1992) Na Sessão da Tarde e O Voo Do Anjo Negro(1991) ,No Cinema em Casa me Empolgaram Mas Que Esse Filme, A Cena Da Jessica Biel de Biquíni ,Me Impediu De Cair No Sono!
05.09.2005
Reví ontem em 4k (upscaler) c/ home theater no max.
Pra mim, 1 excelente entretenimento!
Os 2 pontos críticos:
ambição desenfreada de 1 capitão mal caráter e a pane em EDI
revendo um bom filme de ação 13/09/25
O grande destaque do filme é a qualidade de seus efeitos visuais, que mesmo após 20 anos ainda são impressionantes e não ficam devendo nada aos filmes atuais.
Os combates aéreos e as cenas explosivas tem um realismo incrível e consumiram boa parte do robusto orçamento de US$ 135 milhões. Consta que a cena do aeródromo do Alasca consumiu 500 galões de gasolina e foi tão grande que a NASA teve que ser notificada com antecedência.
A história também é bem estruturada, trazendo um tema que ainda é bastante atual que são os limites do uso da Inteligência Artificial. O roteiro faz um crítica sutil ao mostrar tanto os pontos positivos quanto negativos, deixando claro que no final a máquina sempre será um reflexo do seu programador.
O filme apresenta algumas reviravoltas interessantes, como o esquema entre militares e governo para lucrarem em cima do uso do avião experimental. E a parte mais inusitada, que foi a mudança de "personalidade" da IA que passa de vilã para aliada e ainda se redime ao se sacrificar pelos humanos no final.
Esse era o tipo de filme de ação que valia cada centavo do ingresso no cinema com muita explosão, ritmo alucinante, reviravoltas inesperadas, dose moderada de romance e de brinde vinha a Jessica Biel de biquíni! Por tudo isto é um filme bastante subestimado do talentoso diretor Rob Cohen, que tem no currículo blockbusters como "Triplo X" e o primeiro "Velozes e Furiosos".