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Data de lançamento
5 Ago. 2016Duração
Reúna um time dos super vilões mais perigosos já encarcerados, dê a eles o arsenal mais poderoso do qual o governo dispõe e os envie a uma missão para derrotar uma entidade enigmática e insuperável que a agente governamental Amanda Waller decidiu que só pode ser vencida por indivíduos desprezíveis e com nada a perder. No então, assim que o improvável time percebe que eles não foram escolhidos para vencerem, e sim para falharem inevitavelmente, será que o Esquadrão Suicida vai morrer tentando concluir a missão ou decidem que é cada um por si?
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É difícil encontrar coisas que se salvem, e a abertura já demonstra isso…
Coloque uns letreiros em neon bem chamativos e muito coloridos para dizer: “Olha, a DC não é sombria, não!”. Jogue umas sete canções dos mais diferentes gêneros para tentar simular uns Guardiões da Galáxia e tente desenvolver os personagens em letreiros, já que são muitos e não temos tempo. Acho que vai ser uma boa fórmula, né? Não foi.
A Arlequina (Margot Robbie) e o Pistoleiro (Will Smith) são os únicos com algum nível de desenvolvimento — considerem “algum nível” como um pires um pouco mais fundo. Temos o relacionamento dela com o Coringa (Jared Leto), alguns flashbacks de como se conheceram, e o Pistoleiro lidando com a filha. Tudo muito raso, apenas tentando justificar qualquer ato deles ou ganhar a empatia do público. Waller (Viola Davis), Flag (Joel Kinnaman) e Magia (Cara Delevingne) são coadjuvantes que servem de fios condutores da história. Fios estes que parecem se cruzar e gerar um curto-circuito em tela, de tão perdidos que estão. E eu nem vou falar dos outros personagens figurantes, para não alongar mais o texto e nem dar a relevância que eles mesmos não merecem.
Das atuações, de bom mesmo só a da Margot. O Will fica fazendo cara de cachorro pidão durante todo o filme, tentando me convencer a me importar — e não me convence. Aliás, pelas notícias de bastidores, ele pediu para introduzir essas cenas no filme, o que já diz muito da bagunça que foi essa produção. Mas é impossível não falar da nota mais baixa deste filme: Jared Leto. Que coisa lamentável! Ver um personagem icônico como o Coringa sendo interpretado desta forma é decepcionante. Transformaram o personagem em caricato e passou longe do psicopata temido das HQs. Os demais atores não são dignos de elogios, mas também não são dignos de críticas.
A direção de David Ayer, desde o primeiro momento, é esquizofrênica e incompetente. Precisa de um pot-pourri de músicas e, sem saber o caminho para onde ir, tenta ser sério e vira forçado, tenta ser engraçado e soa lamentável. Apesar de ter duas horas, o filme se arrasta pela tela como um fantasma carregando sua própria corrente. As cenas de ação vão picotando e, quando não dá para picotar, escurecem — talvez com vergonha do que está sendo mostrado. Aliás, a cena final, para quem consegue enxergar, é muita chuva, fumaça e Magia dançando como cobra. Ajuda a dar o encerramento do melhor nível que esse filme merece.
Esquadrão Suicida (2016) é um daqueles filmes em que você olha o relógio jurando que está na metade, e só passaram dez minutos. Se for assistir em casa, aumente o brilho da TV ao máximo e tente enxergar alguma ação, porque roteiro não tem.
Aff, será que que eu fui a única que gostou do filme. Pra mim esse filme e meu favorito.
MAIS OU MENOS, NÃO É TERRIVEL COMO FALAM, MAS TBM NÃO É GRANDE COISA.
O CORINGA DO JARED LETO ME DA VERGONHA ALHEIA.
Esse aqui parece um clipe musical esticado até virar filme.
Todo mundo é apresentado como se fosse incrível… e cinco minutos depois tu já esqueceu metade.
O filme sofre com edição claramente remendada, tom inconsistente e roteiro raso.
O elenco até tem carisma (especialmente Arlequina e Pistoleiro), mas os personagens não são desenvolvidos.
O Coringa aparece, some, volta, não faz nada relevante e vai embora.
É tipo festa boa que acaba cedo e deixa ressaca.
A trilha sonora tenta empurrar energia onde o roteiro não sustenta.
É um filme que queria ser ousado, mas nasceu inseguro.
Não é o melhor filme da vida porém eu achei divertido, gostei dos efeitos visuais, trilha sonora muito boa, porém o roteiro é meio fraquinho. Não creio que quase chorei KKKKKK o destaque vai pra Arlequina e Pistoleiro. O Coringa é muito forçado. Os efeitos coloridos é igual na hq, gostei por causa disso. Eu gostei das cenas de ação.
E faz sentido esse filme ganhar Oscar pela maquiagem, é única coisa que salva nesse filme. Mesmo errando a DC ainda ganha prêmios né, a maioral não tem jeito. É bem mediano assim como os filmes do Snyder.