The Thing on the Doorstep - Estados Unidos da América
Sinopse
O filme é um horror erótico de troca de corpos, no qual uma psiquiatra interpretada por Heather Graham fica obcecada por um jovem cliente com múltiplas personalidades.
O filme nos mergulha no universo atemporal de Lovecraft
Usa a estrutura de "The Thing on the Doorstep" para fazer o exato oposto do que Lovecraft pretendia
É como se 'Instinto Selvagem' e 'Re-Animator' tivessem um filho bastardo e o criassem à base de anfetaminas e filmes B
"Algumas portas, uma vez abertas, nunca mais podem ser fechadas."
Psiquiatria moderna colide com a feitiçaria pré-humana Identidade e Possessão Consentimento e Violação
Uma jornada de danação. Ela perde seu marido, sua carreira, sua sanidade e, finalmente, sua própria identidade e corpo, tornando-se o receptáculo final para o mal que tentou diagnosticar
Lovecraft é impulsionado por um pavor subtextual na manipulação feminina, o filme de Lynch é explicitamente sobre a erupção e apropriação do desejo feminino
O que aconteceria se a Rollergirl de 'Boogie Nights' virasse uma psiquiatra e fosse possuída por um ocultista?
A médica que acha que pode curar tudo com conversa acaba sendo a mais louca de todos. Mostra os limites da 'ciência' da mente
Filme com ritmo parado e lento no começo e depois melhora o ritmo aos poucos. A premissa foi interessante, mas a execução um desastre. Vale pela beleza e carisma da Heather Graham como protagonista, aliás, só assisti porque sou fã dela. Também gostei da participação da Barbara Crampton e das boas cenas de gore, destaque para a cena da decapitação com a casa pegando fogo, a melhor cena do filme. Judah Lewis está muito caricato e exagerado como vilão. Um trash mediano da Shudder.
O meu erro é assistir coisas assim que lançam porque tem avaliação alta no Rotten, sem perceber que foi UMA avaliação só e todas as outras que vieram em seguida foram péssimas.
Demorei muito pra terminar porque é cansativo demais. A proposta é ser brega, é ser uma homenagem aos thrillers eróticos dos anos 80/90, com suas atuações exageradas e seu saxofone sensual, mas não funciona. Não é divertido o suficiente.
O filme nos mergulha no universo atemporal de Lovecraft
Usa a estrutura de "The Thing on the Doorstep" para fazer o exato oposto do que Lovecraft pretendia
É como se 'Instinto Selvagem' e 'Re-Animator' tivessem um filho bastardo e o criassem à base de anfetaminas e filmes B
"Algumas portas, uma vez abertas, nunca mais podem ser fechadas."
Psiquiatria moderna colide com a feitiçaria pré-humana
Identidade e Possessão
Consentimento e Violação
Uma jornada de danação. Ela perde seu marido, sua carreira, sua sanidade e, finalmente, sua própria identidade e corpo, tornando-se o receptáculo final para o mal que tentou diagnosticar
Lovecraft é impulsionado por um pavor subtextual na manipulação feminina, o filme de Lynch é explicitamente sobre a erupção e apropriação do desejo feminino
O que aconteceria se a Rollergirl de 'Boogie Nights' virasse uma psiquiatra e fosse possuída por um ocultista?
A médica que acha que pode curar tudo com conversa acaba sendo a mais louca de todos. Mostra os limites da 'ciência' da mente
Filme com ritmo parado e lento no começo e depois melhora o ritmo aos poucos. A premissa foi interessante, mas a execução um desastre. Vale pela beleza e carisma da Heather Graham como protagonista, aliás, só assisti porque sou fã dela. Também gostei da participação da Barbara Crampton e das boas cenas de gore, destaque para a cena da decapitação com a casa pegando fogo, a melhor cena do filme. Judah Lewis está muito caricato e exagerado como vilão. Um trash mediano da Shudder.
O meu erro é assistir coisas assim que lançam porque tem avaliação alta no Rotten, sem perceber que foi UMA avaliação só e todas as outras que vieram em seguida foram péssimas.
Demorei muito pra terminar porque é cansativo demais. A proposta é ser brega, é ser uma homenagem aos thrillers eróticos dos anos 80/90, com suas atuações exageradas e seu saxofone sensual, mas não funciona. Não é divertido o suficiente.
Ainda não acredito que esse filme é do mesmo diretor de "Mayhem", não consigo acreditar... Isso aqui é uma porcaria.
Interessante e bem feito