Tem seus momentos! Mas pra mim, não desenvolveu muito bem a as etapas de uma pessoa até o ápice do surto. Talvez tenha me soado teatral demais! Não sou especialista, mas sinto que foi rápido demais para quem assiste. Ainda assim, pude perceber que o personagem começa morto e no desfecho, os olhos até brilham. Precisou pirar para voltar à vida!
Funcionário de um aeroporto de Londres enlouquece e entra numa espiral de autodestruição. Essa é a trama central desse thriller dramático, um tour-de-force do ator britânico Ben Whishaw, que costuma se desafiar em papeis complexos de assassinos e espiões – ele ficou conhecido como o protagonista sombrio de ‘Perfume: A história de um assassino’ (2006). Um personagem que vai do desespero ao caos e aos poucos vai enlouquecendo - com manias, ele é testado todo dia em situações-limite no aeroporto onde trabalha na revista de viajantes; ele um dia explode, briga no aeroporto, abandona o cargo e segue durante um dia inteiro perambulando pelas ruas, envolvendo-se em brigas e cometendo delitos - chega a ser espancado, visita os pais e lá uma notícia o abala, até atingir o ápice de uma jornada degradante. O filme se passa em 24h, nas ruas de Londres, na vida desse indivíduo complexo. Experimental, com câmera correndo e tremida, o filme usa e abusa de closes magníficos – eu gosto de filme assim, tem gente que não suporta. Selvagem, sujo, um filme que pulsa de forma vibrante. Exibido no Festival de Berlim, ganhou o prêmio de ator para Ben em Sundance. Esteve em exibição na plataforma Sesc Digital até semana passada. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA-NAWEB
acho q a galera nao sacou direito a essencia do filme. é basicamente uma historia sobre surto e psicose. esse é o foco do filme. explorar o comportamento erratico do protagonista numa espiral de deterioração da saude mental. e nesse ponto o filme é muito realista, graças a otima atuação do ben whishaw. ele faz um personagem bem mediocre como a maioria de nós e é dificil sentir empatia mesmo, pq é basicamente um confronto com essa nossa propria mediocridade. entendo q o estilo de fotografia do filme com a câmera balançando em grande parte pode incomodar, mas é justamente esse o objetivo, então é uma questão de paciência mesmo, de se deixar mergulhar na turbulência mental do personagem
Tem seus momentos! Mas pra mim, não desenvolveu muito bem a as etapas de uma pessoa até o ápice do surto. Talvez tenha me soado teatral demais! Não sou especialista, mas sinto que foi rápido demais para quem assiste. Ainda assim, pude perceber que o personagem começa morto e no desfecho, os olhos até brilham. Precisou pirar para voltar à vida!
Interessante. Bom ator.
Funcionário de um aeroporto de Londres enlouquece e entra numa espiral de autodestruição. Essa é a trama central desse thriller dramático, um tour-de-force do ator britânico Ben Whishaw, que costuma se desafiar em papeis complexos de assassinos e espiões – ele ficou conhecido como o protagonista sombrio de ‘Perfume: A história de um assassino’ (2006). Um personagem que vai do desespero ao caos e aos poucos vai enlouquecendo - com manias, ele é testado todo dia em situações-limite no aeroporto onde trabalha na revista de viajantes; ele um dia explode, briga no aeroporto, abandona o cargo e segue durante um dia inteiro perambulando pelas ruas, envolvendo-se em brigas e cometendo delitos - chega a ser espancado, visita os pais e lá uma notícia o abala, até atingir o ápice de uma jornada degradante. O filme se passa em 24h, nas ruas de Londres, na vida desse indivíduo complexo. Experimental, com câmera correndo e tremida, o filme usa e abusa de closes magníficos – eu gosto de filme assim, tem gente que não suporta. Selvagem, sujo, um filme que pulsa de forma vibrante. Exibido no Festival de Berlim, ganhou o prêmio de ator para Ben em Sundance. Esteve em exibição na plataforma Sesc Digital até semana passada. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA-NAWEB
acho q a galera nao sacou direito a essencia do filme. é basicamente uma historia sobre surto e psicose. esse é o foco do filme. explorar o comportamento erratico do protagonista numa espiral de deterioração da saude mental. e nesse ponto o filme é muito realista, graças a otima atuação do ben whishaw. ele faz um personagem bem mediocre como a maioria de nós e é dificil sentir empatia mesmo, pq é basicamente um confronto com essa nossa propria mediocridade. entendo q o estilo de fotografia do filme com a câmera balançando em grande parte pode incomodar, mas é justamente esse o objetivo, então é uma questão de paciência mesmo, de se deixar mergulhar na turbulência mental do personagem
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