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Sinopse
Ator iniciante enfrenta todos os problemas de praxe para tentar um lugar ao sol em Hollywood. Ele também enfrenta problemas sentimentias quando leva um fora da namorada e entra para o circuito de azaração de seus amigos descasados.
Em Swingers, lançado no Brasil como Swingers - Curtindo a Noite, eu senti que o filme é divertido, tem bons momentos e boas dinâmicas entre os personagens, mas não tem propósito nenhum, não tem objetivo, não tem meta, não se desenvolve, de fato, uma história. Fica tudo muito solto, como se estivéssemos apenas acompanhando recortes da vida daqueles caras, sem que isso leve a algum lugar mais concreto.
A única coisa que dá uma leve guinada é a situação do Mike (Jon Favreau) com a ex, mas mesmo isso não se resolve de verdade.
O que temos é só uma pequena melhora dele em relação ao término, uma decisão meio vaga de talvez seguir em frente, mas nem isso é realmente desenvolvido.
Parece que o filme ensaia um arco emocional, mas para no meio do caminho.
Agora, uma coisa que eu realmente curti foram as referências espalhadas pelo filme. Tem a clara influência dos filmes do Quentin Tarantino, principalmente Reservoir Dogs (Cães de Aluguel), tanto no jeitão dos diálogos quanto naquela pose meio “cool” dos personagens tentando parecer mais durões do que realmente são. A cena deles jogando videogame também é ótima, especialmente porque jogam NHL '94 no Sega Genesis. E, claro, há referência a Wayne Gretzky, com citações e a camisa do Kings.
Também dá pra sentir a influência do cinema independente dos anos 90, muito na linha de Clerks, com diálogos longos, situações banais do cotidiano e personagens meio perdidos na vida adulta. O problema é que, apesar dessas boas referências e de um clima bem construído, tudo isso parece servir mais como estilo do que como base para uma história que realmente avance.
deixando várias mensagens na caixa postal da Nikki (Brooke Langton)
é totalmente vergonha alheia e ridícula, chega a dar agonia de assistir; eu não via a hora de acabar. Aliás, falando em acabar, quando o filme parecia que finalmente estava se desenvolvendo e ficando mais interessante, ele termina. Não acho que deveria ser maior, o tempo é até justo, mas a sensação que fica é de algo totalmente sem propósito, como eu já tinha dito antes.
Basicamente é um filme sem objetivo, apenas mostra a rotina noturna de adolescentes em busca de transas e também de um rumo para suas vidas. Então o roteiro apenas segue esse fluxo, sem muito compromisso com tramas ou reviravoltas inteligentes. E talvez esse seja o grande diferencial, é só uma comédia descompromissada e leve que nunca tenta ser nada além disso.
As cenas das ligações desajeitadas para as secretárias eletrônicas são hilárias e bem realistas, naquela época realmente havia essa "regra" social de que esperar uns 2 dias para retornar as ligações seriam o ideal para não parecer desesperado.
E pra quem estiver com o coração partido o filme ainda deixa algumas boas lições, como se manter em movimento, conhecendo gente nova até surgir alguém que vá ocupar aquele lugar e te fazer sentir vergonha do tempo desperdiçado correndo atrás de algum ex que passou pela sua vida.
Curiosidade: O filme é vagamente baseado nas experiências do escritor Jon Favreau quando se mudou para Los Angeles. Ele tinha acabado de terminar um relacionamento com uma namorada de longa data e contava com seus amigos Vince Vaughn e Ron Livingston para animá-lo. Os personagens que eles interpretam no filme são baseados neles mesmos.
O "swing" do título não tem nada a ver com troca de casais. Se refere à prática de solteiros americanos de pular de bar em bar a procura de uma transa ocasional, mas neste filme o máximo que eles conseguem, e com frequência,
como aquele em que cada um chega com seu carrão em uma discoteca e dirigem-se à entrada andando em uma coreografia que lembra os bandidos de "Cães de Aluguel".
Meh
Em Swingers, lançado no Brasil como Swingers - Curtindo a Noite, eu senti que o filme é divertido, tem bons momentos e boas dinâmicas entre os personagens, mas não tem propósito nenhum, não tem objetivo, não tem meta, não se desenvolve, de fato, uma história. Fica tudo muito solto, como se estivéssemos apenas acompanhando recortes da vida daqueles caras, sem que isso leve a algum lugar mais concreto.
A única coisa que dá uma leve guinada é a situação do Mike (Jon Favreau) com a ex, mas mesmo isso não se resolve de verdade.
O que temos é só uma pequena melhora dele em relação ao término, uma decisão meio vaga de talvez seguir em frente, mas nem isso é realmente desenvolvido.
Agora, uma coisa que eu realmente curti foram as referências espalhadas pelo filme. Tem a clara influência dos filmes do Quentin Tarantino, principalmente Reservoir Dogs (Cães de Aluguel), tanto no jeitão dos diálogos quanto naquela pose meio “cool” dos personagens tentando parecer mais durões do que realmente são. A cena deles jogando videogame também é ótima, especialmente porque jogam NHL '94 no Sega Genesis. E, claro, há referência a Wayne Gretzky, com citações e a camisa do Kings.
Também dá pra sentir a influência do cinema independente dos anos 90, muito na linha de Clerks, com diálogos longos, situações banais do cotidiano e personagens meio perdidos na vida adulta. O problema é que, apesar dessas boas referências e de um clima bem construído, tudo isso parece servir mais como estilo do que como base para uma história que realmente avance.
E a cena de Mike
deixando várias mensagens na caixa postal da Nikki (Brooke Langton)
Assistido em 20/02/2026
Basicamente é um filme sem objetivo, apenas mostra a rotina noturna de adolescentes em busca de transas e também de um rumo para suas vidas. Então o roteiro apenas segue esse fluxo, sem muito compromisso com tramas ou reviravoltas inteligentes. E talvez esse seja o grande diferencial, é só uma comédia descompromissada e leve que nunca tenta ser nada além disso.
As cenas das ligações desajeitadas para as secretárias eletrônicas são hilárias e bem realistas, naquela época realmente havia essa "regra" social de que esperar uns 2 dias para retornar as ligações seriam o ideal para não parecer desesperado.
E pra quem estiver com o coração partido o filme ainda deixa algumas boas lições, como se manter em movimento, conhecendo gente nova até surgir alguém que vá ocupar aquele lugar e te fazer sentir vergonha do tempo desperdiçado correndo atrás de algum ex que passou pela sua vida.
Curiosidade: O filme é vagamente baseado nas experiências do escritor Jon Favreau quando se mudou para Los Angeles. Ele tinha acabado de terminar um relacionamento com uma namorada de longa data e contava com seus amigos Vince Vaughn e Ron Livingston para animá-lo. Os personagens que eles interpretam no filme são baseados neles mesmos.
um homem pra não gostar desse filme é porque não tem amigo e nunca amou uma mulher na vida
O "swing" do título não tem nada a ver com troca de casais. Se refere à prática de solteiros americanos de pular de bar em bar a procura de uma transa ocasional, mas neste filme o máximo que eles conseguem, e com frequência,
é o número do telefone das mulheres, que é tratado como um troféu de caça.
O filme é um blá-blá-blá só com raríssimos momentos engraçados,
como aquele em que cada um chega com seu carrão em uma discoteca e dirigem-se à entrada andando em uma coreografia que lembra os bandidos de "Cães de Aluguel".
Esta cena vale uma estrela.