Pete Carlton (Marc Donato), de 10 anos, tem um câncer fatal no cérebro e só pode se locomover em cadeira de rodas. O que ele mais ama é observar a vida de pequenos insetos. Seu sonho é capturar a lendária borboleta azul, só encontrada nas florestas das Américas Central e do Sul. Teresa (Pascale Bussières), mãe de Pete, faz de tudo para que o filho realize seu desejo. Ela convence Alan Osborne (William Hurt), um notório entomologista, a realizar com o menino a viagem à floresta. Juntos, os dois seguem em busca do mítico inseto.
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Passou numa madrugada na Globo creio em 2008 ou 2009 depois nunca mais passou,bem tocante
esse filme mexeu comigo quando o vi em 2008, eu tinha apenas 8 anos.
o revi no inicio do ano passado e rever ele só mostrou o quão emocionante ele é.
vale muito a pena.
A estorinha é bem clichê mas deixa uma agradável sensação. Ideal para um final de tarde de sábado mas nada além disso.
Quando acreditamos em algo impossível, pode se tornar possível, vale a pena qualquer sacrifício.
Pete, sabia que ao encontrar a Borboleta Azul, ela iria preencher sua vida de esperança e fé. Ele não desistiu, foi corajoso e se mostrou que a sua doença era inferior a sua forca interior, fez de uma busca a grande razão de sua cura.
Deus estava mais próximo do que ele imaginava.
Muito interessante a variedade de insetos. Gostei!
Nota: 8,0 - Bom - data: 04/04/2014 ás 10:02
Esperem minha gente, não façam piadinhas bestas e descabidas sobre esse filme que tem o estranho dom de me fazer chorar.
Borboleta Azul é baseado numa história real e nos leva ao impacto que a força que o ser humano tem em si próprio e na vida das outras pessoas. E realmente existem pessoas assim, que têm um brilho especial um força enorme capaz de nos mover. Os nossos sonhos podem ter grandes repercussões nos outros e muitas vezes mudam o rumo de muitas pessoas.
Todos nós escrevemos um bocadinho da vida de cada um, pois um simples contacto pode marcar uma pessoa pela vida inteira, muitas vezes não precisa ser uma amizade de longa data, apenas de poucos momentos, mas momentos enriquecedores. E podemos sempre aprender com os mais novos, e ao fim ao cabo é o que este filme demonstra, uma grande lição de vida de um menino de 10 anos que se faz borboleta e borboleteia inundando a alma de uma paz que poucos conhecem.
William Hurt vêm me habituando a este tipo de papeis, de homem traumatizado, inseguro e de difícil relacionamento, um coração frio que se vai aquecendo com alguém que chega de rompante à sua vida e a transforma por completo. É um bom ator, porém talvez seus papéis, vividos na telona, tornam-se um pouco repetitivos, dado as características das personagens serem muito semelhantes.
Agora, por favor, nada de piadinhas enquanto a busca não é por uma borboleta que, alguns insensíveis, acham poder encontrar no Parque Lage. O filme, caros filmows, é sobre a busca de si mesmo que, a bem da verdade, poucos conseguem encontra-la!
E chorei novamente...