O Poderoso Chefão: Parte III

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O Poderoso Chefão: Parte III (1990)
The Godfather: Part III Outros títulos
Média do filme: 4.2 de 5 — baseado em 25428 votos
MÉDIAFILMOW
4.2
25428 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Francis Ford Coppola
Data de lançamento 20 Dez. 1990 Outras datas
Duração 170 min (2h50)
Classificação indicativa de O Poderoso Chefão: Parte III: 14 - Não recomendado para menores de 14 anos

Dirigido por

Data de lançamento

20 Dez. 1990

Duração

170 minutos Classificação indicativa de O Poderoso Chefão: Parte III: 14 - Não recomendado para menores de 14 anos
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Sinopse

Nova York, 1979. A Ordem de San Sebastian, um dos maiores títulos dados pela Igreja, é dada para Michael Corleone (Al Pacino), após fazer uma doação à Igreja de US$ 100 milhões, em nome da fundação Vito Corleone, da qual Mary (Sophia Coppola), sua filha, é presidenta honorária. Michael está velho, doente e divorciado, mas faz atos de redenção para tornar aceitável o nome da família Corleone. Na comemoração pelo título recebido, após 8 anos de afastamento, Michael recebe "Vinnie" Mancini (Andy Garcia), seu sobrinho, que a pedido de Connie (Talia Shire) é apresentado a Michael manifestando vontade de trabalhar com o tio. Nesta tentativa de diálogo a conversa toma um rumo hostil, pois participava também da reunião Joey Zasa (Joe Mantegna), que agora mantém o domínio de uma área outrora mantida por Don Vito Corleone, o pai de Michael. Vinnie é chefiado por Zasa, mas fala que não quer continuar, principalmente pela traição de Zasa de não reconhecer o poder de Michael. Vinnie é quase morto pelos capangas de Zasa e uma guerra pelo poder tem início. Um arcebispo da Igreja solicita a Michael US$ 600 milhões, pois resolveria o déficit da Igreja, oferecendo em troca que Michael ganhe o controle majoritário da Immobiliare, antiga e respeitável empresa européia de propriedade da Igreja. Michael concorda, mas isto deixa vários membros do clero contrariados, que não o aceitam por sua vida duvidosa.

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Comentários 1
amigos querem ver
ian_romano
Fênix
½
1 semana atrás

"Quanto mais subo, mais vejo desonestidade".
Não gosto muito de polêmica. Mas, simplesmente não entendo como podem gostar da parte II (que acho infinitamente abaixo da parte I) e não gostarem dessa parte III, que considero muito melhor. Não me acho o dono da razão, mas até hoje não consegui entender. A parte II, na minha visão, é morosa, desinteressante, uma cópia pálida da parte I, suga tudo que ela tinha de bom e suas boas ideias numa execução que não tem metade do impacto. Já essa parte III acho que tentou fugir um pouco disso, e só nisso já tem mais méritos, mesmo que não tenha o mesmo impacto do primeiro, acho ela mais memorável, com momentos que, pelo menos para mim, foram de maior impacto que os da parte II, salvo algumas exceções (por exemplo, a cena final da parte II).
Certo, acho que sou a única pessoa que acha essa parte III melhor. Mas ela tem falas bem pensadas (como a que eu citei), desenvolve o Michael para o seu derradeiro fim. O filho do Sonny é um ótimo personagem a meu ver, uma adição melhor que qualquer adição da parte II, como a de espião ou a escolha entre máfia e o amor. As tramas envolvendo a máfia são boas. Já vi que reclamaram da situação que o Michael se encontra, rico e poderoso, mas achei uma boa ideia. Não sei se tem alguma inspiração em coisas que aconteceram com mafiosos reais.
Por fim, a direção do Coppola é muito boa e recria de uma forma muito boa o clima de filme dos anos 1970 a meu ver. Sério, tirando o envelhecimento dos atores, poderia muito bem ter sido gravado logo depois da parte II, o clima, construção, gravação, fotografia é de filme dos anos 1970 puro.
No fim, tem alguns momentos meio morosos, mas nada tão grave. O ponto fraco mesmo é a Sofia Coppola, com uma atuação horrenda que dá até dó e talvez seja o ponto mais baixo de toda a trilogia.
Segunda vez que assisto, desse vez vi a nova versão do Coppola.
Nota: 8.6.

caioregis
Caio Régis
3 meses atrás

Não funcionou. É aquela sequência que veio depois de muitos anos (sem ninguém pedir) porque os autores desejavam uma maneira de encerrar oficialmente a história original. Nesse sentido, me lembrou muito o constrangedor “Matrix Resurrections”. Qual a necessidade?

Em “The Godfather Part III”, pesou demais a ausência dos personagens mais característicos dos dois primeiros filmes. Sem a presença dominante de Vito Corleone, o temperamento explosivo de Sonny, a instabilidade emocional de Fredo e a lealdade absoluta de Tom Hagen, sobrou o quê? Um Michael Corleone envelhecido que precisa segurar as rédeas da família e do filme pois, além dele, as únicas personagens que sobraram foram as mulheres mal trabalhadas das obras anteriores. Kay não tem muito a adicionar e Connie até possui alguma voz mas não é o suficiente para torná-la interessante. Todos os bons foram embora e restaram os anexos. E aí foi preciso criar personagens e renovar o elenco. Assim, temos Vincent, filho de Sonny, que é apenas uma cópia do pai mas ainda dá sobrevida ao filme, e Mary, interpretada por Sofia Coppola, a filha mais nova de Michael e que ainda não conhece a verdadeira face do pai. Sofia sofreu grandes críticas pela sua atuação sem vida, mas devemos realmente culpá-la? A garota tinha apenas 18 anos e foi chamada para apagar o incêndio que Winona Ryder iniciou ao sair da produção por exaustão mental. A culpa é de quem aprovou sua inclusão e, mais ainda, possibilitou a criação de “The Godfather Part III”.

A única coisa boa desse filme é o grito desolado de Michael, que é basicamente minha reação quando lembro que faltavam apenas 4 minutos e o Brasil subiu com 7 jogadores. …………..AAAAAAAAAAA 😩

eusouddaann
Danilo Otoni
½
1 ano atrás

O CHEFÃO PODEROSO DE CADA UM

Revi a trilogia de 'O Poderoso Chefão', de Francis Ford Coppola, baseado no livro homônimo (1969) do escritor estadunidense Mario Puzo. A cinematografia, como supracitado, divide-se em três, datada respectivamente de 1972, 1974 e 1990, e retrata a vida e o poder do chefão da máfia, Michael Corleone (Al Pacino), perpassando pela infância do seu pai, Don Vito (Robert De Niro quando jovem, Marlon Brandon quando velho), até a morte solitária do protagonista numa vila da Sicília.

Cheios de simbolismos e camadas metafóricas, os filmes, especialmente os dois primeiros, ultrapassam o gênero de ação policial e geram entendimentos diversos em cada espectador, traçando um paralelo com a vida cotidiana e mística de cada um de nós. Ainda assim há duvidas. Afinal, quem será o poderoso chefão nosso de cada dia?

Os filmes nos estão sempre lembrando que um siciliano nunca esquece, tanto para o bem quanto para o mal. Porém, e as nossas ações humanas na Terra? Também são guiadas por gratidão ou rancor? Quem manda nos nossos desejos, o eu construtivista ou eu condicionado? Penso que há uma mistura de tudo, quando o ápice do ensejo é querer o poder, calcar degraus pra descobrir que, no alto, existem os mesmos jogos sujos e desonestidades que na base. A diferença é o preço que se paga pela manutenção do status quo, além da intelectualização da fraude. É pena não ser burro, não sofria tanto.

Outro ponto a se destacar é a adoração à família, alicerce de tudo o que somos. Inclusive, com os mortos direcionando as vidas dos vivos. "Não faça isso, rapaz! Se seu pai estivesse vivo ele não iria gostar!" ou "Minha mãe me diria pra eu fazer isso." são os dogmas de nossos pensamentos e, consequentemente, escolhas. Qualquer caminhada à margem do tradicional vira motivo pra sermão geracional. "Nunca fique contra a famiglia, Fredo!", já dizia Michael. Sinto muito pelo Frederico Corleone (memorável John Cazale).

Finalizando, assim como na parte III, o assunto é a fé (ou a falta dela), que revigora latentemente com a velhice e a certeza de que a morte vai chegar, ora dolorosa, ora insossa, mas sempre bela vestida de cetim. Cerceando nossa vida que, embora seja curta e complacente, é uma grande aventura. Logo, urge que sejamos chefes de nós mesmos, para que possamos transformar o cotidiano em epifania, carregar pra sempre a nossa fantasia da infância sem perder a ternura jamais e, sobretudo, atear fogo no medo de sentir ridículo. Pois só é deveras ridicularizado aquele que está apaixonado pela vida.

murilo2015
Moço
½
1 ano atrás

A trama final foi ótima.

Assistido em 20/07/2025.

usagism
Leandro Brandão
1 ano atrás

Inferior aos primeiros? sem dúdida. ruim?, claro que não!.
Eu não acho ruim esse filme, a minha maior reclamação é sobre o fato do filme abordar um tema diferente, sei que nos filmes anteriores o drama existia, mas nesse aqui virou o tema principal.
Esse filme é quase uma novela, apenas focaram em mostrar o conviver da familia corleone, o próprio michael virou gatinho manso aqui e no filme interior parecia um rottweiler.

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Elenco de O Poderoso Chefão: Parte III

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Al Pacino 271 15K

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(Michael Corleone)
Andy Garcia 32 1,3K

Andy Garcia

(Vincent Mancini)
Bridget Fonda 15 192

Bridget Fonda

(Grace Hamilton)
Diane Keaton 82 2,5K

Diane Keaton

(Kay Adams Michelson)
Eli Wallach 28 247

Eli Wallach

(Don Altobello)
George Hamilton 0 18

George Hamilton

(B.J. Harrison)

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