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Data de lançamento
24 Set. 2015Duração
Jules Ostin é a criadora de um bem-sucedido site de venda de roupas que, apesar de ter apenas 18 meses, já tem mais de duas centenas de funcionários. Ela leva uma vida bastante atarefada, devido às exigências do cargo e ao fato de gostar de manter contato com o público. Quando sua empresa inicia um projeto de contratar idosos como estagiários, em uma tentativa de colocá-los de volta à ativa, cabe a ela trabalhar com o viúvo Ben Whittaker. Aos 70 anos, Ben leva uma vida monótona e vê o estágio como uma oportunidade de se reinventar. Por mais que enfrente o inevitável choque de gerações, logo ele conquista os colegas de trabalho e se aproxima cada vez mais de Jules, que passa a vê-lo como um amigo.
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gostosinho, leve, gente bonita
Filme leve e bom. Lembra os bons tempos da sessão da tarde!
Um Senhor Estagiário 8/10
Filme leve e agradável, e um pouco otimista demais, sobre uma dilema importante, como envelhecer. É muito normal se sentir isolado na terceira idade e se manter ativo no trabalho certamente é mais que um afazer, é uma terapia (Eu te entendo Pai!).
Com atuações boas e uma dinâmica perfeita De Niro e Anne Hathaway dão vidas ao mais novo Estagiário de 70 anos de uma Startup em pleno crescimento tocada por essa última. Ele, viúvo aposentado, querendo novas coisas para fazer; Ela, cada vez mais imersa no mundo corporativo, tentando não se afastar da família.
A curiosidade é entender como um homem de 70 anos vai conseguir se adequar ao mundo quase alienígena para ele. O filme até consegue fazer isso bem, mas tudo é um pouco fantasioso demais, até os cenários clean da empresa alertam que o filme pode ser menos real, e TUDO BEM. O personagem do De Niro é quase um Superman da 3ª idade, um exemplo de homem perfeito. Ele aprende rápido, está sempre bem apessoado, pontual, tem os conselhos perfeitos e sabe o que dizer sempre na hora certa. É aquele exemplo de que a velhice nos conduz a uma sabedoria máxima.
Dá para fazer um paralelo da Jules, vivida pela Hathaway, com a Andy de O Diabo Veste Prada. Na verdade os dois filmes pareceram conversar para mim. Duas empresas que tratam de roupas, moda, comandada por mulheres fortes que “abandonam” o papel mais comum atribuído por uma sociedade do patriarcado. A diferença é que diferente da Miranda, a Jules não faz as vezes de uma megera, autocrática. Ela é querida e não temida.
Talvez o elo mais fraco do longa seja o arco da família da Jules. É onde a trama parece não conseguir se apresentar, nem se resolver bem, inclusive. Mas o saldo é positivo. Um filme simpático por natureza. E infelizmente, utópico.
Como eu gosto desse filme. Gostoso de assistir. Atuação belissima do De Niro e da Anne Hathaway. Vale a pena demais.
31/04/2026
O filme começa bem ao mostrar o tédio da aposentadoria e o choque cultural do Robert De Niro tentando ligar um notebook em uma empresa moderna. Essa premissa de "conflito de gerações" no ambiente de trabalho tinha tudo para ser uma comédia de costumes afiada e interessante, mas o roteiro perde o fôlego rápido demais.
Do meio para o fim, o foco no trabalho é deixado de lado por um melodrama novelesco e tedioso sobre a vida pessoal da Jules. O que era para ser a jornada do Ben vira uma sucessão de subtramas desnecessárias e crises existenciais que arrastam o ritmo da obra.
Além disso, a trama é uma utopia completa. Achar que uma startup moderninha teria essa abertura para um SENHOR DE 70 ANOS chega a ser piada. Se com 45/50 anos o etarismo come solto no mercado de trabalho, imagina com uma idade mais avançada.