Gostei muito do filme. Tem uma abordagem bem humana sobre a vivência de uma pessoa soropositiva. Adotei a pegada cotidiana da madrugada parisiense que foi bem retratada enquanto ambos iam aprofundando os laços. Só achei que a relação foi muito instantânea e até um pouco forçada e abusiva na final. Porém Hugo tinha sido bem fofo até então. Um filme muito bom de assistir.
Mais que o tesão da primeira cena, meu maior prazer nesse filme é poder vagar pelas horas silenciosas que antecedem a claridade da cidade, algo que eu faria sempre se pudesse (notívagos e baladeiros, esse filme também é pra vocês).
Nesse intervalo reservado aos gays e às mulheres, como brincou um dos protagonistas, fica mais fácil transitar sem máscaras, falar sem vergonha e retratar temas como o HIV, que nem na recepção da emergência fica totalmente livre de interrupções e preconceitos.
Essa deliciosa ambientação, além de fazer muito sentido para toda a história, colabora para contrabalançar o tom didático e romântico do roteiro. Quando os diálogos abordavam o vírus, eu tinha quase certeza que essa era uma produção feita para educar adolescentes sobre a Aids. A histeria e drama iniciais dos dois personagens reforçaram isso, mas não quebraram o clima e só ajudaram a alimentar a jornada noturna — pois esse ainda é, afinal, um filme sobre dois gays excitados se conhecendo na madruga, mesmo após um pequeno e solucionável imprevisto.
Graciosíssima surpresa.
A orgia do começo durou 20 minutos, bicho. Delícia que foi assistir 😈😈😈
Gostei do casal enquanto casal. Suas personas são chatas, principalmente o passivo, que cara chatoooo.
Filme simples, com tema delicado, e cativante.
Cena de sexo grupal mais bem feita num filme não-pornô que já vi.
E achei os gayzinhos fofos e sexys.
Um exemplo de sexo ao vivo. Achei a cena final um pouco assustadora. Curioso que alguns acharam romântica.
Gostei muito do filme. Tem uma abordagem bem humana sobre a vivência de uma pessoa soropositiva. Adotei a pegada cotidiana da madrugada parisiense que foi bem retratada enquanto ambos iam aprofundando os laços. Só achei que a relação foi muito instantânea e até um pouco forçada e abusiva na final. Porém Hugo tinha sido bem fofo até então. Um filme muito bom de assistir.
Achei Hugo meio abusivo no final, não sei se isso tinha alguma relação com a marcação das horas.
Mais que o tesão da primeira cena, meu maior prazer nesse filme é poder vagar pelas horas silenciosas que antecedem a claridade da cidade, algo que eu faria sempre se pudesse (notívagos e baladeiros, esse filme também é pra vocês).
Nesse intervalo reservado aos gays e às mulheres, como brincou um dos protagonistas, fica mais fácil transitar sem máscaras, falar sem vergonha e retratar temas como o HIV, que nem na recepção da emergência fica totalmente livre de interrupções e preconceitos.
Essa deliciosa ambientação, além de fazer muito sentido para toda a história, colabora para contrabalançar o tom didático e romântico do roteiro. Quando os diálogos abordavam o vírus, eu tinha quase certeza que essa era uma produção feita para educar adolescentes sobre a Aids. A histeria e drama iniciais dos dois personagens reforçaram isso, mas não quebraram o clima e só ajudaram a alimentar a jornada noturna — pois esse ainda é, afinal, um filme sobre dois gays excitados se conhecendo na madruga, mesmo após um pequeno e solucionável imprevisto.