Compartilhe "Two O'clock Courage" com seus amigos:
Link copiado para a área de transferência!
Sinopse
Após quase atropelar um desconhecido, Patty Mitchell, uma taxista, ajuda o homem. Ele possui amnésia, e talvez esteja envolvido em um estranho assassinato...
Two O'clock Courage de 1945 é filme com uma boa premissa e uma química boa entre os personagens principais, que são interessantes e conseguem sustentar bem várias partes da história, porém tem muitos personagens secundários, o que acaba embaralhando a trama, e vários deles não servem para nada ali, parece que estão ali de propósito só para confundir.
Chega ao ponto em que alguns personagens, como Richard Dilling e Dave Rennick, não aparecem em tela, são apenas citados, o que deixa a trama um pouco confusa, pois não tinha um rosto conectado ao nome, acho que ficaria melhor caso fosse revisto.
Então, em vários momentos eu me confundia sobre quem era quem, acho que ficaria melhor em uma segunda vez, já que pegaria coisas que passaram despercebidas na primeira.
Gostei do humor do filme, funciona melhor do que eu esperava, e, como eu disse, Patty Mitchell (Ann Rutherford) e 'Step' Allison (Tom Conway) formaram uma boa dupla e rendem bons momentos, têm uma química natural e leve, e as interações entre os dois são tão boas quanto a própria investigação, o que ajuda o filme a não ficar cansativo mesmo quando a história se enrola um pouco.
E aquele reporter Al Haley (Richard Lane), extremamente chato e inoportuno, uma das cenas
finais em que liga pro chefe da redação na frente da polícia e do Step e diz que ele foi o assassino, se fosse eu mesmo que inocente, já ia ter assinado um homicidio ali mesmo, maluco chato do caralho.
Filme surpreendentemente melhor do que se espera. Os protagonistas tem excelente quimica. A história é ao mesmo tempo misteriosa e engraçada.Com destaque para Ann Rutheford. O único senão foi a excessiva complicação da solução do crime. Várias reviravoltas desnecessárias. Mas o filme é curto e vale cada minuto! É impressionante como um filme de 1945 pode deixar 'no chinelo' produções atuais!
A duração relativamente curta de Two O'Clock Courage não impede que tudo funcione perfeitamente bem. O ritmo do filme é rápido, mas nunca apressado, não atropela nada e nem deixa nada mal contado. Tem aquela energia eletrizante e um elenco afiado. E aquele jornalista, como personagem, é uma ótima (e divertida) sátira do jornalismo sensacionalista e sangue frio.
Anthony Mann sendo mestre desde o início da carreira!
Ótimo filme! Um noir intrigante, curto, engraçado e crítico. O filme não arrisca muito na fotografia - infelizmente -, mas o roteiro é ótimo. Há uma crítica sutil aos enredos rocambolescos na figura do jornalista, metalinguagem interessantíssima. Como um bom filme noir, as mulheres dominam a cena: em especial Ann Rutherford. Acho que poderia haver mais espaço para a Jane Greer, tornaria o filme algo mais interessante - até porque seus olhos... ah,... seus olhos. Infelizmente o filme não tem reconhecimento algum. Bem, fica a dica, em especial para aqueles que gostam de um roteiro bem amarrado e divertido.
Two O'clock Courage de 1945 é filme com uma boa premissa e uma química boa entre os personagens principais, que são interessantes e conseguem sustentar bem várias partes da história, porém tem muitos personagens secundários, o que acaba embaralhando a trama, e vários deles não servem para nada ali, parece que estão ali de propósito só para confundir.
Chega ao ponto em que alguns personagens, como Richard Dilling e Dave Rennick, não aparecem em tela, são apenas citados, o que deixa a trama um pouco confusa, pois não tinha um rosto conectado ao nome, acho que ficaria melhor caso fosse revisto.
Gostei do humor do filme, funciona melhor do que eu esperava, e, como eu disse, Patty Mitchell (Ann Rutherford) e 'Step' Allison (Tom Conway) formaram uma boa dupla e rendem bons momentos, têm uma química natural e leve, e as interações entre os dois são tão boas quanto a própria investigação, o que ajuda o filme a não ficar cansativo mesmo quando a história se enrola um pouco.
E aquele reporter Al Haley (Richard Lane), extremamente chato e inoportuno, uma das cenas
finais em que liga pro chefe da redação na frente da polícia e do Step e diz que ele foi o assassino, se fosse eu mesmo que inocente, já ia ter assinado um homicidio ali mesmo, maluco chato do caralho.
Assistido em 12/03/2026
Filme surpreendentemente melhor do que se espera. Os protagonistas tem excelente quimica. A história é ao mesmo tempo misteriosa e engraçada.Com destaque para Ann Rutheford. O único senão foi a excessiva complicação da solução do crime. Várias reviravoltas desnecessárias. Mas o filme é curto e vale cada minuto! É impressionante como um filme de 1945 pode deixar 'no chinelo' produções atuais!
Uma opção divertida de se passar 68 minutos.
A duração relativamente curta de Two O'Clock Courage não impede que tudo funcione perfeitamente bem. O ritmo do filme é rápido, mas nunca apressado, não atropela nada e nem deixa nada mal contado. Tem aquela energia eletrizante e um elenco afiado. E aquele jornalista, como personagem, é uma ótima (e divertida) sátira do jornalismo sensacionalista e sangue frio.
Anthony Mann sendo mestre desde o início da carreira!
Ótimo filme!
Um noir intrigante, curto, engraçado e crítico.
O filme não arrisca muito na fotografia - infelizmente -, mas o roteiro é ótimo. Há uma crítica sutil aos enredos rocambolescos na figura do jornalista, metalinguagem interessantíssima. Como um bom filme noir, as mulheres dominam a cena: em especial Ann Rutherford.
Acho que poderia haver mais espaço para a Jane Greer, tornaria o filme algo mais interessante - até porque seus olhos... ah,... seus olhos.
Infelizmente o filme não tem reconhecimento algum. Bem, fica a dica, em especial para aqueles que gostam de um roteiro bem amarrado e divertido.