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Data de lançamento
3 Março 2006Duração
No final do século XXI surge uma subcultura de seres humanos, derivada de uma mutação genética que causa aumento de velocidade, força e inteligência. À medida que mais pessoas são infectadas o governo fica aterrorizado, tentando combater a mutação aprisionando as pessoas contaminadas e colocando-as em quarentena. Com o fracasso de seus esforços, o governo decide eliminar as pessoas contaminadas. Para evitar que isto ocorra, Violet, uma mulher que possui grande experiência nas artes marciais e que consegue se esconder como um camaleão, decide combater o governo.
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A Screen Gems basicamente reciclou a própria fórmula de Resident Evil em vários momentos, e ainda colocou a Milla Jovovich pra fazer praticamente a mesma personagem de novo kkkkk. Sério, é bizarro como falta criatividade, parece uma cópia descarada, só com umas mudanças superficiais no roteiro.
E olha… a Milla só topou pelo cachê mesmo. O filme foi gravado em 2005, tipo oitro meses depois de Resident Evil 2, então claramente tem um ar de produção corrida, meio “vamos aproveitar enquanto dá” e pegar o hype. Total energia de orçamento apertado e zero esforço pra inovar. A unica coisa que salva, é a beleza da Atriz, que eu acho sensacional e por isso vale toda minha nota.
Assisti em 2010 na Globo e não quero ver de novo kkkkk
É mais ou menos, menos, menos.
Dá facilmente para de inspirar e vislumbrar uma obra moderna que cubra suas falhas e acredito que para 20 anos depois isso é um feito a ser valorizado. É um suco nostálgico da era de 2000 com cunty, vampiros, muita luta e um respiro do que se viria a se tornar a franquia de filmes Resident Evil qual particularmente adoro. A obra bate diferente depois que tivemos a pandemia global.
Apesar de não ser uma obra que envelhece tão bem, ainda transpassa sua trama envolvente, qual inclusive descobri apenas quando adulto que se trata de uma obra original e não uma adaptação de quadrinhos, o que atribuiu um encanto extra a experiência. Acredito firmemente que uma série baseada na obra que pudesse aprofundar mais a conexão da personagem principal e da criança e talvez mostrar um pouco mais do processo de trasnformação dela humana em uma arma feita para matar daria muito certo.
Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente, quando o meu pai tinha locado. Na época eu já não tinha gostado; agora, revendo, percebi que é muito pior do que eu me lembrava.
Roteiro ridículo de distopia, o cgi já era ruim na época, hoje em dia está extremamente datado. As cenas de ação são exageradas, ridículas e mega bregas.
Só pior que o filme é a atuação da Milla Jovovich, que sempre foi uma atriz horrível, sem carisma e com um currículo cheio de bombas — essa é mais uma delas.
Foi sofrido assistir às partes dramáticas dela atuando; pelo menos a excelente dublagem da Adriana Torres aliviou um pouco o sofrimento. Chega a ser patético que o filme tenha várias mortes e zero gore, o que foi bastante frustrante.
Aliás, fazia anos que eu não assistia a um filme com tanta hipersexualização — logicamente, fizeram isso para apelar. Qual era a necessidade de um close de minutos no toba da Milla Jovovich? Até pensei que o filme tinha travado!
Os poucos aspectos positivos são os dois vilões da trama — apesar das motivações rasas, as atuações foram boas. Os figurinos são decentes, a fotografia colorida é bonita, e os cenários criativos mostram que o filme pelo menos tem estilo.
Um filme ruim de ficção científica/ação/drama/suspense.
Guardo na na memória afetiva, porque tecnicamente ele é terrível, praticamente um simulador de tela verde, a sensação que passa é que se fosse uma animação ao invés de um filme com esse conceito futurista, seria bem memorável e podia aprofundar mais no drama. Ainda assim sempre é bom ver a Milla fazendo carão e batendo em todo mundo, algumas sequências de ação são legais, um filme de ação pra passar na sessão da tardem pois nem sangue tem no filme. O trailer do filme ao som da música 24 da Jemma Griffiths por si só é mais divertido que o filme.