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Sinopse
Descoberto por Marcia Jeffires, Larry Rhodes se transforma numa estrela da TV. O sucesso lhe dá mais poder, o que irá lhe corromper até destruir sua vida.
- uma ótima história que mostra como o poder e a fama corrompem e como qualquer pessoa pode acabar afundando depois de subir muito alto - o cara era carismático, mas já mostrava desde sempre que não era confiável ou gente boa de verdade
Bem à frente do seu tempo, talvez este importante filme seja mais verdadeiro hoje do que à época do lançamento, quando, inclusive, a crítica especializada não digeriu muito bem o aviso dado pelo mestre Elia Kazan. Pois é no histrionismo da atual farsa midiática que surgem pseudoconselheiros aos borbotões, usando e abusando dos seus quinze minutos de fama e, invariavelmente, caindo no esquecimento subsequente. Na sociedade do espetáculo, ascensão e queda são dois lados da mesma moeda, onde o público, cúmplice, submete-se contra seus próprios interesses devido à manipuladora massificação. E é em forma de sátira mordaz e corajosa que este longa apresenta personagens tão familiares ao espectador que chega a despertar horror e medo com tais semelhanças: os ídolos domésticos de barro. Ou seja, um ode às celebridades efêmeras e às estranhezas oriundas do poder.
Ótimo, ainda que previsível. Algumas coisas são (não,) resolvidas sem ser mostradas então não sei se na sala de edição cortaram ou se roteirista foi preguiçoso.
Incrível como o machismo da época está impregnado no filme.
O poder da grande mídia e dos ditos influenciadores, nada mais atual que esse filme, uma pessoa tem o poder de arrastar uma manada de idiotas úteis, conseguir votos para políticos e se acham os donos do mundo, um simples bêbado arruaceiro que ascendeu a uma classe que nunca pertenceu, a solução é sempre a mesma, deixar o dito influenciador falar sem filtro que a verdade sempre prevalecerá. Muito bom ver o Walter Matthau jovem atuando.
''Dê o poder ao homem, e descobrirá quem ele realmente é''
Walter Matthau faz um personagem secundário que na primeira parte passa batido, mas que na segunda metade do filme ganha mais destaque e diz frases interessantes e de impacto...
Tava na cara, desde o começo do filme que esse cara seria problema, apesar da clara vocação para interagir com o público, improviso e poder de persuasão. Ele já era irritante e com essa voz chata já na cadeia...
Acho que fica claro, ainda mais nos dias de hoje com as redes socias e as constantes mancadas que os famoso dão e acabam entregando a sua verdadeira face. A diferença é que ele tinha certo talento. E já se foi o tempo que pessoas ruins que estavam na mídia tinha talento, a maioria hoje é ruim como pessoa e como artista, seja qual for o âmbito.
- uma ótima história que mostra como o poder e a fama corrompem e como qualquer pessoa pode acabar afundando depois de subir muito alto
- o cara era carismático, mas já mostrava desde sempre que não era confiável ou gente boa de verdade
Bem à frente do seu tempo, talvez este importante filme seja mais verdadeiro hoje do que à época do lançamento, quando, inclusive, a crítica especializada não digeriu muito bem o aviso dado pelo mestre Elia Kazan. Pois é no histrionismo da atual farsa midiática que surgem pseudoconselheiros aos borbotões, usando e abusando dos seus quinze minutos de fama e, invariavelmente, caindo no esquecimento subsequente. Na sociedade do espetáculo, ascensão e queda são dois lados da mesma moeda, onde o público, cúmplice, submete-se contra seus próprios interesses devido à manipuladora massificação. E é em forma de sátira mordaz e corajosa que este longa apresenta personagens tão familiares ao espectador que chega a despertar horror e medo com tais semelhanças: os ídolos domésticos de barro. Ou seja, um ode às celebridades efêmeras e às estranhezas oriundas do poder.
Ótimo, ainda que previsível.
Algumas coisas são (não,) resolvidas sem ser mostradas então não sei se na sala de edição cortaram ou se roteirista foi preguiçoso.
Incrível como o machismo da época está impregnado no filme.
O poder da grande mídia e dos ditos influenciadores, nada mais atual que esse filme, uma pessoa tem o poder de arrastar uma manada de idiotas úteis, conseguir votos para políticos e se acham os donos do mundo, um simples bêbado arruaceiro que ascendeu a uma classe que nunca pertenceu, a solução é sempre a mesma, deixar o dito influenciador falar sem filtro que a verdade sempre prevalecerá. Muito bom ver o Walter Matthau jovem atuando.
''Dê o poder ao homem, e descobrirá quem ele realmente é''
Walter Matthau faz um personagem secundário que na primeira parte passa batido, mas que na segunda metade do filme ganha mais destaque e diz frases interessantes e de impacto...
principalmente no final do filme.
Tava na cara, desde o começo do filme que esse cara seria problema, apesar da clara vocação para interagir com o público, improviso e poder de persuasão. Ele já era irritante e com essa voz chata já na cadeia...
Acho que fica claro, ainda mais nos dias de hoje com as redes socias e as constantes mancadas que os famoso dão e acabam entregando a sua verdadeira face. A diferença é que ele tinha certo talento. E já se foi o tempo que pessoas ruins que estavam na mídia tinha talento, a maioria hoje é ruim como pessoa e como artista, seja qual for o âmbito.