Uma história de amor entre uma mulher e um cachorro. Mas calma, não é nada disso que estão pensando, pelo amor de Deus! Ele é cachorro de rua durante o dia e homem casado durante a noite, que fique claro! Eu até tive medo de assistir, mas depois da review do Filme Tosco acabei me jogando na história do Alvin Flang e sua namorada obcecada pela cor verde. E não perdôo esse pôster! Essa picaretagem absurda é pra relaxar, rir e se perguntar se o diretor de som e o autor da trilha sonora pediram demissão ou desistiram de trabalhar ao ver o resultado final. Só não coloco nos favoritos porque não tenho coragem, nem vontade, nem senso de ridículo. Mas, de vez em quando me pego cantando: My name is Alvin Flang, I'm a dog, I'm a dog I'm a dog!
Lembro de ver esse pôster assustador no catálogo da revista Hermes, na parte de DVDs. Achava que era um filme muito assustador e visceral de zumbi, tinha curiosidade. Depois esqueci e, alguns meses atrás pensei no filme sem lembrar do título, mas uma postagem do Creepy Curse Horror me deu a chance de matar a curiosidade. A Filha do Trash caiu nas graças da mitologia aleatória de mortos vivos que saem durante a lua minguante, fazem ruídos esquisitos e não trazem nenhuma maquiagem inovadora. Tudo muito amador, mas gostei dos personagens do assalto, do elenco quase todo formado por negros e da pouca duração do filme, que não tem essa bendita cena do pôster, mas é um trabalho divertido e dinâmico, apesar da pobreza.
Com algumas palavras eu espanto o Vagner Foxx e o Kowalski para longe desse filme: lobisomens do velho oeste que chegam aos dias atuais e sabem pilotar motos. Infelizmente não fazem isso, senão ganhariam uma estrela a mais. Mas não vão porque a maquiagem é muito ruim, o roteiro péssimo e gastam muito tempo andando pela cidade. Não assusta e nem faz rir, melhora pouca coisa no final, porque até lá já queremos que acabe mesmo.
Até achei o filme divertido e gosto bastante da Lucy, mas a personagem dela pesa a mão nas pegadinhas e a explicação para esse comportamento tão doido não faz sentido. Adorei o cenário da locadora de vídeo, as referências cinematográficas e a performance do Cillian, gracinha e dono do filme.
Que filme lindo e emocionante. Cada segmento traz do sonho ao pesadelo com uma paleta de cores perfeita e um clima fantástico de fantasia. Figurinos e trilha sonora impecáveis. Um clássico.
Vontade de arrancar meus olhos quando leio comentários falando que a versão do Jean Dujardin é melhor! Eu não aguentei dez minutos daquele filme. Primeiro porque minha memória de infância é muito apegada a essa versão. Segundo porque nem se compara a atuação, charme e malandragem de Terence Hill, meu ídolo do faroeste. Confesso que os irmãos bandidos tem os melhores momentos cômicos, e o filme melhora com a presença deles. E não dá pra esquecer o melhor cavalo do faroeste.
Eu gosto muito de ver Shirley Temple em cena, ela é a criança mais talentosa de todos os tempos, o pacote completo de atuação, carisma, dança e canto. Mas sozinha não segura essa história que tem muitos problemas relacionados à exploração infantil em vários níveis, principalmente disfarçado de bondade. Final açucarado demais, mas vale conhecer mais uma adaptação desse clássico.
Filme muito interessante com uma história agradável, figurino excelente, principalmente o das mulheres, ação e drama na medida e um Ronald Reagan bonito e talentoso em cena.
Descobri esse filme graças a um vídeo do canal Filme Tosco. E fui assistir sabendo o que esperar: gente correndo ao redor de uma praia, um maluco que se comunica com alienígenas e a protagonista bonitona e sarada percebendo que tem algo de errado. Além disso, o filme também entrega o que ninguém pediu: um cachorro tubarão mal feito, uma casa de praia maravilhosa que deve ter custado quase todo o orçamento, naves espaciais que não chegam nunca na terra e, pelo menos, dois tipos diferentes de CGI para construir os tubarões mais ridículos que a filha do Trash já viu.
Pessoal reclamando nos comentários sem perceber que se trata de um filme da Asylum. Gente, da Asylum e da ITN eu espero o pior. E me irrito se não receber isso! Os efeitos especiais são tão ruins que até quando o homem pula é mais falso que nota de R$ 3,00! As atuações estão bem caricatas e nem os bichos se salvam. O melhor do filme, na minha opinião, é a presença Yancy Butler, a musa barraqueira do trash.
Não, não leve a sério, isso aqui já virou bagaceira, mas até que injetaram mais dinheiro, tem famoso querendo participar, locação muito interessante e o CGI que já virou marca registrada da franquia. Se não divertir pelo absurdo, irá divertir pelos defeitos.
Finalmente o final dessa saga onde todo mundo fica na superfície andando de um lado ao outro com tempo pra qualquer coisa que não seja caçar o tubarão. A ideia do prefeito é brilhante, ele simplesmente quer explodir o rio matando o tubarão e todas as outras criaturas vivas nele. Espetacular. Eu também gostei da bióloga que passa o filme inteiro comendo salgadinho, coisa essencial a esse filme. E o Nolan segue como melhor personagem, o que não é muita coisa. Mas acabou, né? Eu acho.
Simplesmente o melhor especial da série. Todas as referências a animes, programas de tv e outros desenhos muito bem usados numa trama super inteligente e interessante, com técnicas como stop motion e fantoches. Direção espetacular, dá até vontade de assistir de novo e olha que nem gosto de reprises.
Um épico do cinema nacional que merece mais reconhecimento. Reconstrução de época perfeita, grande elenco e história envolvente, mesmo com quase três horas de filme. Me lembro de um extenso trabalho escolar que fiz sobre Canudos no sexto ano. Achava Antônio Conselheiro um salvador do povo. Hoje o enxergo como um fanático religioso tão culpado pela morte das pessoas quanto o exército. Eu não entendia a presença da Claudia Abreu no pôster porque pensava que José Wilker fosse o protagonista, mas a Luiza é, sem dúvida a personagem mais sensata e importante da história, a única que realmente fugiu da guerra. Curiosidade: Em Guerra de Canudos, Claudia Abreu e Paulo Betti fazem pai e filha. Em Ed Mort, são um casal. Resumindo, filme excelente, merecedor de mais atenção.
Eu não sou a maior fã de comédia, mas essa aqui até que foi simpática, apesar do sofrimento do personagem do Marco Ricca me deixar um pouco nervosa. Falando nisso, a química entre ele e a Luana é muito fraca, tanto que boa parte do filme a loira fica ofuscada pela atuação de Luis Gustavo como pai fanático. Se fosse filmada no Rio Grande do Sul, o romance aconteceria entre gremista e colorado. Se bem que deve acontecer, num nível menos exagerado.
O maior destaque do filme é a fotografia da mata, locais deslumbrantes onde a natureza domina. Porém, esse paraíso acaba nas mãos dos seres humanos, que no garimpo, poluem, na soberba, escravizam e matam, na ganância causam motim. O carisma de Nuno e Glória seguram a atenção, mas a trama carece de mais desenvolvimento.
A relação de amizade entre um menino solitário e um rato. Um filme mais sensível do que assustador, com efeitos simples e um roteiro que não se estende nas explicações. Sabemos que Ben e seus companheiros acabam com Willard e procuram outras casas pela vizinhança. Os closes nos roedores revelam certa fofura e um olhar encantador.
Sobre o confronto com os humanos, me lembrei de uma tirinha do Garfield onde ele e John assistem a um filme de terror de um leão assassino. Garfield faz a contagem de corpos, afirmando que, mesmo depois de morto, o leão venceu porque matou mais gente. O que não acontece com Ben. Os ratos fizeram poucas vítimas comparados ao genocídio causado no esgoto.
E não dá pra esquecer a bela canção de Michael Jackson, que ficou maior e mais famosa que o filme, por méritos próprios.
Crítica social. O rato é um animal que causa tanta repulsa quanto um mendigo. Tara é uma ratinha comum, ou não. Ela faz amizade com um simpático desabrigado, que tem um irmão cadeirante e mora no porão de um apartamento no gueto, pagando aluguel a um segurança, até o proprietário descobrir e expulsar os dois. O filme tem efeitos especiais datados, uma fotografia estourada e uma história que tem um pé na realidade e outro numa fantasia que pouco tem explicação. Mas tem um charme de filme de locadora e traz um elenco 99% negro.
O ruim dessa mistura de ratos com Mad Max é seu fator humano. Os fugitivos do apocalipse chegam fazendo barulho, se enfiando em um prédio sem a mínima segurança. Com suas roupas chamativas e nomes que parecem ter sido retirados de alguma brincadeira infantil, eles invadem o espaço dos roedores e ficam rodopiando dentro do mesmo espaço até serem extintos aos poucos. Apesar de me divertir, me irritou ver o Kurt não usar o lança chamas, a Diana sair e voltar para o mesmo quarto e os cortes, talvez feitos pelo YouTube, para esconder as cenas gore. Chocolate é a melhor personagem e o final foi bem interessante. Dá pra se divertir.
Uma enrolação sem tamanho com protagonistas insossos, incluindo a garotinha interpretada pela falecida Daveigh Chase. Os efeitos especiais são ruins, as cenas de suspense e terror ficam sufocadas pelo excesso de piadas e química forçada entre o casal. Sobre a história, é fria e pouco desenvolvida, com tudo atirado no final, culminando na infame cena da piscina.
Dois fatores se destacam para deixar esse filme muito ruim: primeiro a fotografia, escura demais, para disfarçar o CGI barato. A segunda, sem dúvida é a falta de carisma do elenco e os personagens detestáveis, que a gente não se importa. A apresentação deles é um negócio digno de despertar o desejo de jogar todo mundo aos ratos sem dó. É muita piadinha em situações que necessitam de ação. Claro, o filme tem muito mais defeitos, quase nenhuma qualidade. E nem assisti ao primeiro. Só se salva o pôster.
Filme muito divertido com uma crítica social assustadoramente atual sobre a cura gay, a culpa de quem quer se enquadrar e a intolerância e falta de empatia. Tudo de forma cômica e debochada, com um visual colorido e divertido. Destaque para as participações de RuPaul e Julie Delpy. Curioso é que que foi lançado na mesma época de American Pie, mas as cenas saficas foram cortadas, para não chocar o público, diferente da comédia besteirol hétero.
Olha, é uma aventura para relaxar, mas tem muitos problemas. Começando pelo cão biônico feito pra....nem lembro. O cientista criou, colocou vários poderes e não explicou nada, como funciona, essas coisas. A parte da jóia é desinteressante, como o filme num todo. Fracos efeitos especiais e elenco sem brilho. Mas! Temos cachorro! E isso me basta.
Love on a Leash
3.1 3Uma história de amor entre uma mulher e um cachorro. Mas calma, não é nada disso que estão pensando, pelo amor de Deus! Ele é cachorro de rua durante o dia e homem casado durante a noite, que fique claro!
Eu até tive medo de assistir, mas depois da review do Filme Tosco acabei me jogando na história do Alvin Flang e sua namorada obcecada pela cor verde. E não perdôo esse pôster!
Essa picaretagem absurda é pra relaxar, rir e se perguntar se o diretor de som e o autor da trilha sonora pediram demissão ou desistiram de trabalhar ao ver o resultado final.
Só não coloco nos favoritos porque não tenho coragem, nem vontade, nem senso de ridículo.
Mas, de vez em quando me pego cantando:
My name is Alvin Flang, I'm a dog, I'm a dog I'm a dog!
Noite Infernal
1.6 37 Assista AgoraLembro de ver esse pôster assustador no catálogo da revista Hermes, na parte de DVDs. Achava que era um filme muito assustador e visceral de zumbi, tinha curiosidade.
Depois esqueci e, alguns meses atrás pensei no filme sem lembrar do título, mas uma postagem do Creepy Curse Horror me deu a chance de matar a curiosidade.
A Filha do Trash caiu nas graças da mitologia aleatória de mortos vivos que saem durante a lua minguante, fazem ruídos esquisitos e não trazem nenhuma maquiagem inovadora.
Tudo muito amador, mas gostei dos personagens do assalto, do elenco quase todo formado por negros e da pouca duração do filme, que não tem essa bendita cena do pôster, mas é um trabalho divertido e dinâmico, apesar da pobreza.
Lua Cheia
1.6 10 Assista AgoraCom algumas palavras eu espanto o Vagner Foxx e o Kowalski para longe desse filme: lobisomens do velho oeste que chegam aos dias atuais e sabem pilotar motos.
Infelizmente não fazem isso, senão ganhariam uma estrela a mais.
Mas não vão porque a maquiagem é muito ruim, o roteiro péssimo e gastam muito tempo andando pela cidade. Não assusta e nem faz rir, melhora pouca coisa no final, porque até lá já queremos que acabe mesmo.
Diabolicamente Sedutora
3.2 24Até achei o filme divertido e gosto bastante da Lucy, mas a personagem dela pesa a mão nas pegadinhas e a explicação para esse comportamento tão doido não faz sentido.
Adorei o cenário da locadora de vídeo, as referências cinematográficas e a performance do Cillian, gracinha e dono do filme.
Sonhos
4.4 391Que filme lindo e emocionante. Cada segmento traz do sonho ao pesadelo com uma paleta de cores perfeita e um clima fantástico de fantasia.
Figurinos e trilha sonora impecáveis. Um clássico.
Lucky Luke
3.3 13 Assista AgoraVontade de arrancar meus olhos quando leio comentários falando que a versão do Jean Dujardin é melhor! Eu não aguentei dez minutos daquele filme.
Primeiro porque minha memória de infância é muito apegada a essa versão. Segundo porque nem se compara a atuação, charme e malandragem de Terence Hill, meu ídolo do faroeste.
Confesso que os irmãos bandidos tem os melhores momentos cômicos, e o filme melhora com a presença deles.
E não dá pra esquecer o melhor cavalo do faroeste.
Heidi
3.7 30Eu gosto muito de ver Shirley Temple em cena, ela é a criança mais talentosa de todos os tempos, o pacote completo de atuação, carisma, dança e canto.
Mas sozinha não segura essa história que tem muitos problemas relacionados à exploração infantil em vários níveis, principalmente disfarçado de bondade.
Final açucarado demais, mas vale conhecer mais uma adaptação desse clássico.
Com a Lei e a Ordem
3.8 5 Assista AgoraFilme muito interessante com uma história agradável, figurino excelente, principalmente o das mulheres, ação e drama na medida e um Ronald Reagan bonito e talentoso em cena.
Alien Shark
0.5 2 Assista AgoraDescobri esse filme graças a um vídeo do canal Filme Tosco. E fui assistir sabendo o que esperar: gente correndo ao redor de uma praia, um maluco que se comunica com alienígenas e a protagonista bonitona e sarada percebendo que tem algo de errado.
Além disso, o filme também entrega o que ninguém pediu: um cachorro tubarão mal feito, uma casa de praia maravilhosa que deve ter custado quase todo o orçamento, naves espaciais que não chegam nunca na terra e, pelo menos, dois tipos diferentes de CGI para construir os tubarões mais ridículos que a filha do Trash já viu.
A Ilha dos Tubarões
1.4 17 Assista AgoraPessoal reclamando nos comentários sem perceber que se trata de um filme da Asylum. Gente, da Asylum e da ITN eu espero o pior. E me irrito se não receber isso!
Os efeitos especiais são tão ruins que até quando o homem pula é mais falso que nota de R$ 3,00!
As atuações estão bem caricatas e nem os bichos se salvam.
O melhor do filme, na minha opinião, é a presença Yancy Butler, a musa barraqueira do trash.
Sharknado 3: Oh, Não!
2.5 116 Assista AgoraNão, não leve a sério, isso aqui já virou bagaceira, mas até que injetaram mais dinheiro, tem famoso querendo participar, locação muito interessante e o CGI que já virou marca registrada da franquia.
Se não divertir pelo absurdo, irá divertir pelos defeitos.
Bull Shark 3
1.5 2Finalmente o final dessa saga onde todo mundo fica na superfície andando de um lado ao outro com tempo pra qualquer coisa que não seja caçar o tubarão.
A ideia do prefeito é brilhante, ele simplesmente quer explodir o rio matando o tubarão e todas as outras criaturas vivas nele. Espetacular.
Eu também gostei da bióloga que passa o filme inteiro comendo salgadinho, coisa essencial a esse filme. E o Nolan segue como melhor personagem, o que não é muita coisa.
Mas acabou, né? Eu acho.
Os Padrinhos Mágicos: A Caçada dos Padrinhos Mágicos
3.8 11Simplesmente o melhor especial da série.
Todas as referências a animes, programas de tv e outros desenhos muito bem usados numa trama super inteligente e interessante, com técnicas como stop motion e fantoches.
Direção espetacular, dá até vontade de assistir de novo e olha que nem gosto de reprises.
Guerra de Canudos
3.2 172Um épico do cinema nacional que merece mais reconhecimento. Reconstrução de época perfeita, grande elenco e história envolvente, mesmo com quase três horas de filme.
Me lembro de um extenso trabalho escolar que fiz sobre Canudos no sexto ano. Achava Antônio Conselheiro um salvador do povo. Hoje o enxergo como um fanático religioso tão culpado pela morte das pessoas quanto o exército.
Eu não entendia a presença da Claudia Abreu no pôster porque pensava que José Wilker fosse o protagonista, mas a Luiza é, sem dúvida a personagem mais sensata e importante da história, a única que realmente fugiu da guerra.
Curiosidade: Em Guerra de Canudos, Claudia Abreu e Paulo Betti fazem pai e filha. Em Ed Mort, são um casal.
Resumindo, filme excelente, merecedor de mais atenção.
O Casamento de Romeu e Julieta
2.7 256 Assista AgoraEu não sou a maior fã de comédia, mas essa aqui até que foi simpática, apesar do sofrimento do personagem do Marco Ricca me deixar um pouco nervosa.
Falando nisso, a química entre ele e a Luana é muito fraca, tanto que boa parte do filme a loira fica ofuscada pela atuação de Luis Gustavo como pai fanático.
Se fosse filmada no Rio Grande do Sul, o romance aconteceria entre gremista e colorado. Se bem que deve acontecer, num nível menos exagerado.
Índia, a Filha do Sol
2.4 11 Assista AgoraO maior destaque do filme é a fotografia da mata, locais deslumbrantes onde a natureza domina. Porém, esse paraíso acaba nas mãos dos seres humanos, que no garimpo, poluem, na soberba, escravizam e matam, na ganância causam motim.
O carisma de Nuno e Glória seguram a atenção, mas a trama carece de mais desenvolvimento.
Os Padrinhos Mágicos - Padrinhos Assustadores
3.8 1Bom episódio com tema de Halloween. Engraçado e com muitas referências de terror e cultura pop.
Ben, O Rato Assassino
3.1 61 Assista AgoraA relação de amizade entre um menino solitário e um rato.
Um filme mais sensível do que assustador, com efeitos simples e um roteiro que não se estende nas explicações.
Sabemos que Ben e seus companheiros acabam com Willard e procuram outras casas pela vizinhança. Os closes nos roedores revelam certa fofura e um olhar encantador.
Sobre o confronto com os humanos, me lembrei de uma tirinha do Garfield onde ele e John assistem a um filme de terror de um leão assassino. Garfield faz a contagem de corpos, afirmando que, mesmo depois de morto, o leão venceu porque matou mais gente.
O que não acontece com Ben. Os ratos fizeram poucas vítimas comparados ao genocídio causado no esgoto.
E não dá pra esquecer a bela canção de Michael Jackson, que ficou maior e mais famosa que o filme, por méritos próprios.
Ratos Assassinos
1.7 11Crítica social. O rato é um animal que causa tanta repulsa quanto um mendigo.
Tara é uma ratinha comum, ou não. Ela faz amizade com um simpático desabrigado, que tem um irmão cadeirante e mora no porão de um apartamento no gueto, pagando aluguel a um segurança, até o proprietário descobrir e expulsar os dois.
O filme tem efeitos especiais datados, uma fotografia estourada e uma história que tem um pé na realidade e outro numa fantasia que pouco tem explicação. Mas tem um charme de filme de locadora e traz um elenco 99% negro.
Ratos: A Noite do Terror
2.9 46 Assista AgoraO ruim dessa mistura de ratos com Mad Max é seu fator humano. Os fugitivos do apocalipse chegam fazendo barulho, se enfiando em um prédio sem a mínima segurança. Com suas roupas chamativas e nomes que parecem ter sido retirados de alguma brincadeira infantil, eles invadem o espaço dos roedores e ficam rodopiando dentro do mesmo espaço até serem extintos aos poucos.
Apesar de me divertir, me irritou ver o Kurt não usar o lança chamas, a Diana sair e voltar para o mesmo quarto e os cortes, talvez feitos pelo YouTube, para esconder as cenas gore.
Chocolate é a melhor personagem e o final foi bem interessante. Dá pra se divertir.
Ratos em Nova Iorque
2.1 81 Assista AgoraUma enrolação sem tamanho com protagonistas insossos, incluindo a garotinha interpretada pela falecida Daveigh Chase.
Os efeitos especiais são ruins, as cenas de suspense e terror ficam sufocadas pelo excesso de piadas e química forçada entre o casal.
Sobre a história, é fria e pouco desenvolvida, com tudo atirado no final, culminando na infame cena da piscina.
Ataque dos Ratos 2
2.8 6Dois fatores se destacam para deixar esse filme muito ruim: primeiro a fotografia, escura demais, para disfarçar o CGI barato. A segunda, sem dúvida é a falta de carisma do elenco e os personagens detestáveis, que a gente não se importa.
A apresentação deles é um negócio digno de despertar o desejo de jogar todo mundo aos ratos sem dó. É muita piadinha em situações que necessitam de ação.
Claro, o filme tem muito mais defeitos, quase nenhuma qualidade. E nem assisti ao primeiro.
Só se salva o pôster.
Nunca Fui Santa
3.7 330 Assista AgoraFilme muito divertido com uma crítica social assustadoramente atual sobre a cura gay, a culpa de quem quer se enquadrar e a intolerância e falta de empatia.
Tudo de forma cômica e debochada, com um visual colorido e divertido. Destaque para as participações de RuPaul e Julie Delpy.
Curioso é que que foi lançado na mesma época de American Pie, mas as cenas saficas foram cortadas, para não chocar o público, diferente da comédia besteirol hétero.
RADAR: O Cão Biônico
1.9 2 Assista AgoraOlha, é uma aventura para relaxar, mas tem muitos problemas.
Começando pelo cão biônico feito pra....nem lembro. O cientista criou, colocou vários poderes e não explicou nada, como funciona, essas coisas.
A parte da jóia é desinteressante, como o filme num todo. Fracos efeitos especiais e elenco sem brilho.
Mas! Temos cachorro! E isso me basta.