Monarch: Legado dos Monstros parece seguir sempre a mesma receita: começa com um draminha familiar arrastado, cheio de diálogos que parecem querer dar profundidade aos personagens… e quando a coisa começa a ficar entediante, aparece um monstro para lembrar que isso ainda faz parte do universo de Godzilla. O problema é que esse ciclo se repete praticamente em todo episódio, deixando a série extremamente previsível. No fim das contas, a impressão é que os monstros — que deveriam ser o grande atrativo — viram quase um “intervalo” no meio de um drama que nunca fica realmente interessante. Para quem espera algo mais épico ou empolgante do MonsterVerse, a série acaba parecendo longa demais para entregar sempre a mesma fórmula.
Até então, a última temporada de Stranger Things vinha no piloto automático: segura, mas sem alma, repetindo fórmulas e sem o impacto emocional de antes. Aí chega o oitavo episódio e muda tudo. É tenso, bem dirigido, dramático na medida certa e finalmente dá peso real às consequências da história. Os personagens voltam a ter propósito, o ritmo engrena e a série lembra por que foi tão marcante. Sem esse episódio, a temporada terminaria esquecível. Com ele, ao menos fecha com dignidade — e até empolga de novo. Reavaliado 02/01/26.
Esse primeira parte da 5ª temporada de Stranger Things chega dando aquela sensação de déjà-vu cansado: tudo parece grande, barulhento e cheio de efeitos… mas sem tempero nenhum. A série que já foi surpreendente agora repete fórmulas como quem segue receita antiga sem criatividade. Os personagens ficam rodando nos mesmos dilemas, os sustos já não assustam, e a trama parece funcionar no modo automático — é o famoso mais do mesmo, só que mais morno ainda.
No meio desse mar de previsibilidade, só o último episódio dessa primeira parte que realmente entrega alguma coisa: ritmo, emoção e a sensação de que “agora sim, acordaram”. O problema é que o brilho final dessa primeira parte não compensa os outros episódios. No fim das contas, a série parece sobreviver mais pela nostalgia do que pelo frescor — e essa temporada deixa isso mais claro do que nunca.
Mandrake é aquele tipo de série brasileira rara, que combina inteligência, charme e um protagonista absolutamente magnético. Marcos Palmeira entrega um Mandrake brilhante: irônico, elegante, sempre um passo à frente — mas nunca sem um toque de vulnerabilidade humana. O clima noir moderno, os casos cheios de ambiguidade moral e o ritmo afiado fazem da série um deleite para quem gosta de histórias urbanas sofisticadas. É uma produção que prova como a HBO investiu em qualidade e estilo, e como o Brasil sabe fazer drama adulto de verdade.
For All Mankind tenta se vender como uma série de ficção científica grandiosa, mas no fundo é só um drama disfarçado de sci-fi. A trama passa mais tempo em crises conjugais e disputas políticas do que em qualquer exploração espacial. O potencial da ideia — uma corrida espacial que nunca acabou — se perde em meio a choradeira e arcos intermináveis. É o típico caso de série que promete o cosmos, mas entrega novela.
Alien: Earth surpreende ao trocar parte da escuridão clássica da franquia por um tom mais aventureiro. Ainda tem suspense e criaturas assustadoras, mas aposta mais na ação e na exploração do que no terror sufocante dos filmes originais.
. A ideia de carros movidos a sangue é até divertida,
mas a execução acaba sendo muito forçada e repetitiva. Os personagens são rasos e a série tenta chocar tanto que acaba ficando mais bizarra do que interessante. Poderia ter sido muito melhor.
Terminei Cassandra na Netflix e ainda tô digerindo tudo. Ver o que ela passou no passado é angustiante, revoltante até. É difícil não se envolver emocionalmente com a dor dela. A série é pesada, sim, mas necessária. Mostra o quanto traumas mal resolvidos podem ecoar por toda uma vida.
Assistindo só agora em 2025, muito tempo após a hype da mesma e é uma série tecnicamente muito bem executada mas o roteiro força umas soluções improváveis.
As espetaculares atuações da Cristin Milioti e principalmente do Colin Farrell contrastam com um roteiro que sempre tem soluções que brincam com a inteligência de quem está assistindo. Roteiro está aquém, o tempo de seriados como os do Magayver já acabou.
Extremamente divertida. E, maninho. Como é bacana uma série com episódios de trinta minutos, direto ao ponto. Já estou cansado de seriados com tempo de episódios quase iguais a filmes.
Temporada horrível. Primeiro ep ok, até me deu sede de ver os outros, segundo ep horrível e todos os outros também horríveis, a vontade era de parar de assistir.
GDLK – não tem uma tradução literal para essa sigla, mas entende-se “como se fosse deus”, termo usado para descrever uma pessoa ou situação extraordinária: “Uau, este combo foi gdlk”.
Onze segue descobrindo novos sentimentos poderosos que foram privados dela no laboratório, um deles é o afamado ciúmes. Lembrei das meninas onde estudei se matando pelo garotinho famoso da escola, o mundo podia tá acabando mas só isso importava para elas. :D
Por mais esperta que uma criança seja, ela sempre vai ser mais inocente. Dustin cata na rua um bichinho que acredita que vai ser seu primeiro, exclusivo e estimável animal de estimação. Voltei na minha própria infância, vivia catando bicho na rua, a contra gosto dos meus pais, e até criando alguns exóticos escondido. Sim! Esses animais exóticos também me deram problemas.
E o tão afamado 7o. Ep. que foi decisivo pra o amadurecimento do poder da Onze, para a mesma entender e escolher entre o bem e o mal, Sim! Sim! Poderia ter sido desenvolvido dentro de outro ep. e em poucos minutos mas acredito que os diretores estão testando o público para uma possível nova série focada nas crianças do laboratório.
O que muitos enxergaram como enrolação pra preencher os 40 minutos de cada ep. eu "degustei" com o sabor da minha própria infância.
Essa série é sensacional!!! Muito bem produzida!!!
A hipocrisia que existe, não sei se é o caso de vocês que aqui no filmow estão criticando, mas muitos que criticam o rodeio comem carne bovina, vivem nos mcdonalds da vida e/ou adoram um churrasco, sendo que esses animais para abate (gado de corte) vivem de 1 ano e meio à 4 anos, muitos desses animais vivem confinados. Os touros de rodeio por sua vez podem participar dos rodeios até uns 12 anos de idade, depois dessa idade as chances de lesões são maiores e também perdem agilidade e são aposentados e vivem até uns 20 anos, vale ainda lembrar que em média não ficam mais que 10 minutos por ano (quantidade de rodeios x segundos) com o tão afamado sedém neles.
Monarch: Legado de Monstros (1ª Temporada)
3.3 76 Assista AgoraMonarch: Legado dos Monstros parece seguir sempre a mesma receita: começa com um draminha familiar arrastado, cheio de diálogos que parecem querer dar profundidade aos personagens… e quando a coisa começa a ficar entediante, aparece um monstro para lembrar que isso ainda faz parte do universo de Godzilla. O problema é que esse ciclo se repete praticamente em todo episódio, deixando a série extremamente previsível.
No fim das contas, a impressão é que os monstros — que deveriam ser o grande atrativo — viram quase um “intervalo” no meio de um drama que nunca fica realmente interessante. Para quem espera algo mais épico ou empolgante do MonsterVerse, a série acaba parecendo longa demais para entregar sempre a mesma fórmula.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 508 Assista AgoraAté então, a última temporada de Stranger Things vinha no piloto automático: segura, mas sem alma, repetindo fórmulas e sem o impacto emocional de antes. Aí chega o oitavo episódio e muda tudo. É tenso, bem dirigido, dramático na medida certa e finalmente dá peso real às consequências da história. Os personagens voltam a ter propósito, o ritmo engrena e a série lembra por que foi tão marcante. Sem esse episódio, a temporada terminaria esquecível. Com ele, ao menos fecha com dignidade — e até empolga de novo. Reavaliado 02/01/26.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 508 Assista AgoraEsse primeira parte da 5ª temporada de Stranger Things chega dando aquela sensação de déjà-vu cansado: tudo parece grande, barulhento e cheio de efeitos… mas sem tempero nenhum. A série que já foi surpreendente agora repete fórmulas como quem segue receita antiga sem criatividade. Os personagens ficam rodando nos mesmos dilemas, os sustos já não assustam, e a trama parece funcionar no modo automático — é o famoso mais do mesmo, só que mais morno ainda.
No meio desse mar de previsibilidade, só o último episódio dessa primeira parte que realmente entrega alguma coisa: ritmo, emoção e a sensação de que “agora sim, acordaram”. O problema é que o brilho final dessa primeira parte não compensa os outros episódios. No fim das contas, a série parece sobreviver mais pela nostalgia do que pelo frescor — e essa temporada deixa isso mais claro do que nunca.
Mandrake (2ª Temporada)
4.2 12Como uma série dessa morreu com 2 temporadas? HBO não soube cuidar dessa jóia. Único defeito dessa série é a parte técnica do áudio.
Mandrake (1ª Temporada)
4.2 25Mandrake é aquele tipo de série brasileira rara, que combina inteligência, charme e um protagonista absolutamente magnético. Marcos Palmeira entrega um Mandrake brilhante: irônico, elegante, sempre um passo à frente — mas nunca sem um toque de vulnerabilidade humana. O clima noir moderno, os casos cheios de ambiguidade moral e o ritmo afiado fazem da série um deleite para quem gosta de histórias urbanas sofisticadas. É uma produção que prova como a HBO investiu em qualidade e estilo, e como o Brasil sabe fazer drama adulto de verdade.
For All Mankind (3ª Temporada)
4.2 28For All Mankind tenta se vender como uma série de ficção científica grandiosa, mas no fundo é só um drama disfarçado de sci-fi. A trama passa mais tempo em crises conjugais e disputas políticas do que em qualquer exploração espacial. O potencial da ideia — uma corrida espacial que nunca acabou — se perde em meio a choradeira e arcos intermináveis. É o típico caso de série que promete o cosmos, mas entrega novela.
Alien: Earth (1ª Temporada)
3.2 274 Assista AgoraAlien: Earth surpreende ao trocar parte da escuridão clássica da franquia por um tom mais aventureiro. Ainda tem suspense e criaturas assustadoras, mas aposta mais na ação e na exploração do que no terror sufocante dos filmes originais.
Blood Drive (1ª Temporada)
4.2 25Sinceramente, achei meio decepcionante
. A ideia de carros movidos a sangue é até divertida,
Cassandra
3.4 177 Assista AgoraTerminei Cassandra na Netflix e ainda tô digerindo tudo. Ver o que ela passou no passado é angustiante, revoltante até. É difícil não se envolver emocionalmente com a dor dela. A série é pesada, sim, mas necessária. Mostra o quanto traumas mal resolvidos podem ecoar por toda uma vida.
Mão de Ferro
3.3 11 Assista AgoraBacaninha a série. Comecei a assistir porque trabalho há quase 20 anos na área portuária e tava esperando algo mais focado nos estivadores.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraQue série Visceral, ainda estou digerindo.
Senna
4.0 239 Assista Agora"Absolute cinema!!!" 🏎️💨
Round 6 (1ª Temporada)
4.0 1,3K Assista AgoraAssistindo só agora em 2025, muito tempo após a hype da mesma e é uma série tecnicamente muito bem executada mas o roteiro força umas soluções improváveis.
Pinguim
4.4 293 Assista AgoraAs espetaculares atuações da Cristin Milioti e principalmente do Colin Farrell contrastam com um roteiro que sempre tem soluções que brincam com a inteligência de quem está assistindo. Roteiro está aquém, o tempo de seriados como os do Magayver já acabou.
Cidade De Deus: A Luta Não Para (1ª Temporada)
3.6 81 Assista AgoraSó não curti ter atores famosos, atrapalha a imersão.
O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (2ª Temporada)
3.7 203 Assista AgoraQue temporada horrorosa. Nada funciona até esse 4a. Ep.
The Walking Dead: Dead City (1ª Temporada)
3.4 76 Assista AgoraNada de diferente da série mãe.
Twisted Metal (1ª Temporada)
3.6 79 Assista AgoraExtremamente divertida. E, maninho. Como é bacana uma série com episódios de trinta minutos, direto ao ponto. Já estou cansado de seriados com tempo de episódios quase iguais a filmes.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraEsse primeiro EP foi sensacional. 5 estrelas.
The Witcher (2ª Temporada)
3.8 279Temporada horrível. Primeiro ep ok, até me deu sede de ver os outros, segundo ep horrível e todos os outros também horríveis, a vontade era de parar de assistir.
GDLK
4.3 59 Assista AgoraGDLK – não tem uma tradução literal para essa sigla, mas entende-se “como se fosse deus”, termo usado para descrever uma pessoa ou situação extraordinária: “Uau, este combo foi gdlk”.
Dark (2ª Temporada)
4.5 905Ao final de cada episódio uma nova sensação de vazio e depressão. Só comigo que isso ocorre? Cloko!
Stranger Things (2ª Temporada)
4.3 1,7KSegunda temporada sensacional.
Tudo nessa temporada me levou de volta a minha infância.
Onze segue descobrindo novos sentimentos poderosos que foram privados dela no laboratório, um deles é o afamado ciúmes. Lembrei das meninas onde estudei se matando pelo garotinho famoso da escola, o mundo podia tá acabando mas só isso importava para elas. :D
Por mais esperta que uma criança seja, ela sempre vai ser mais inocente. Dustin cata na rua um bichinho que acredita que vai ser seu primeiro, exclusivo e estimável animal de estimação. Voltei na minha própria infância, vivia catando bicho na rua, a contra gosto dos meus pais, e até criando alguns exóticos escondido. Sim! Esses animais exóticos também me deram problemas.
E o tão afamado 7o. Ep. que foi decisivo pra o amadurecimento do poder da Onze, para a mesma entender e escolher entre o bem e o mal, Sim! Sim! Poderia ter sido desenvolvido dentro de outro ep. e em poucos minutos mas acredito que os diretores estão testando o público para uma possível nova série focada nas crianças do laboratório.
O que muitos enxergaram como enrolação pra preencher os 40 minutos de cada ep. eu "degustei" com o sabor da minha própria infância.
Fearless: 8 Segundos para a Glória
4.2 14 Assista AgoraEssa série é sensacional!!! Muito bem produzida!!!
A hipocrisia que existe, não sei se é o caso de vocês que aqui no filmow estão criticando, mas muitos que criticam o rodeio comem carne bovina, vivem nos mcdonalds da vida e/ou adoram um churrasco, sendo que esses animais para abate (gado de corte) vivem de 1 ano e meio à 4 anos, muitos desses animais vivem confinados. Os touros de rodeio por sua vez podem participar dos rodeios até uns 12 anos de idade, depois dessa idade as chances de lesões são maiores e também perdem agilidade e são aposentados e vivem até uns 20 anos, vale ainda lembrar que em média não ficam mais que 10 minutos por ano (quantidade de rodeios x segundos) com o tão afamado sedém neles.