FROM tinha tudo para ser uma grande série, mas para quem já assistiu LOST, acaba ficando um pouco cansativa. A narrativa, os mistérios, os personagens presos em um lugar estranho e principalmente a forma de criar perguntas sem respostas lembram demais LOST. Como os próprios criadores estão envolvidos nas duas séries, fica aquela sensação constante de estar assistindo a uma versão diferente da mesma fórmula. Para quem nunca viu LOST, FROM pode ser muito interessante, mas para quem já conhece, perde bastante do impacto e acaba ficando meio chata em alguns momentos.
FROM tinha tudo para ser uma grande série, mas para quem já assistiu LOST, acaba ficando um pouco cansativa. A narrativa, os mistérios, os personagens presos em um lugar estranho e principalmente a forma de criar perguntas sem respostas lembram demais LOST. Como os próprios criadores estão envolvidos nas duas séries, fica aquela sensação constante de estar assistindo a uma versão diferente da mesma fórmula. Para quem nunca viu LOST, FROM pode ser muito interessante, mas para quem já conhece, perde bastante do impacto e acaba ficando meio chata em alguns momentos.
FROM tinha tudo para ser uma grande série, mas para quem já assistiu LOST, acaba ficando um pouco cansativa. A narrativa, os mistérios, os personagens presos em um lugar estranho e principalmente a forma de criar perguntas sem respostas lembram demais LOST. Como os próprios criadores estão envolvidos nas duas séries, fica aquela sensação constante de estar assistindo a uma versão diferente da mesma fórmula. Para quem nunca viu LOST, FROM pode ser muito interessante, mas para quem já conhece, perde bastante do impacto e acaba ficando meio chata em alguns momentos.
FROM tinha tudo para ser uma grande série, mas para quem já assistiu LOST, acaba ficando um pouco cansativa. A narrativa, os mistérios, os personagens presos em um lugar estranho e principalmente a forma de criar perguntas sem respostas lembram demais LOST. Como os próprios criadores estão envolvidos nas duas séries, fica aquela sensação constante de estar assistindo a uma versão diferente da mesma fórmula. Para quem nunca viu LOST, FROM pode ser muito interessante, mas para quem já conhece, perde bastante do impacto e acaba ficando meio chata em alguns momentos.
Antes de qualquer coisa, preciso reconhecer um mérito enorme de A Casa do Dragão: carregar o peso de ser um spin-off de Game of Thrones não é tarefa fácil. A expectativa era gigantesca, as comparações eram inevitáveis e, ainda assim, a série conseguiu construir sua própria identidade, com excelentes atuações, uma produção impecável, intrigas políticas envolventes e uma atmosfera digna do universo criado por George R. R. Martin.
Dito isso, tem uma coisa que sempre me tira completamente da imersão: o personagem Aemond Targaryen. Não é uma crítica ao ator, que faz um ótimo trabalho, mas o visual, a postura exageradamente estilizada e até algumas expressões fazem ele parecer um personagem saído de um anime japonês. Sempre que ele entra em cena, em vez de enxergar um príncipe de Westeros, eu tenho a sensação de estar vendo um protagonista ou vilão de anime japonês, e isso quebra um pouco a imersão que a série constrói tão bem no restante dos episódios.
Mesmo assim, no conjunto da obra, A Casa do Dragão continua sendo uma excelente série e uma das poucas produções que conseguiram honrar o legado de Game of Thrones.
Monarch: Legado dos Monstros parece seguir sempre a mesma receita: começa com um draminha familiar arrastado, cheio de diálogos que parecem querer dar profundidade aos personagens… e quando a coisa começa a ficar entediante, aparece um monstro para lembrar que isso ainda faz parte do universo de Godzilla. O problema é que esse ciclo se repete praticamente em todo episódio, deixando a série extremamente previsível. No fim das contas, a impressão é que os monstros — que deveriam ser o grande atrativo — viram quase um “intervalo” no meio de um drama que nunca fica realmente interessante. Para quem espera algo mais épico ou empolgante do MonsterVerse, a série acaba parecendo longa demais para entregar sempre a mesma fórmula.
Até então, a última temporada de Stranger Things vinha no piloto automático: segura, mas sem alma, repetindo fórmulas e sem o impacto emocional de antes. Aí chega o oitavo episódio e muda tudo. É tenso, bem dirigido, dramático na medida certa e finalmente dá peso real às consequências da história. Os personagens voltam a ter propósito, o ritmo engrena e a série lembra por que foi tão marcante. Sem esse episódio, a temporada terminaria esquecível. Com ele, ao menos fecha com dignidade — e até empolga de novo. Reavaliado 02/01/26.
Esse primeira parte da 5ª temporada de Stranger Things chega dando aquela sensação de déjà-vu cansado: tudo parece grande, barulhento e cheio de efeitos… mas sem tempero nenhum. A série que já foi surpreendente agora repete fórmulas como quem segue receita antiga sem criatividade. Os personagens ficam rodando nos mesmos dilemas, os sustos já não assustam, e a trama parece funcionar no modo automático — é o famoso mais do mesmo, só que mais morno ainda.
No meio desse mar de previsibilidade, só o último episódio dessa primeira parte que realmente entrega alguma coisa: ritmo, emoção e a sensação de que “agora sim, acordaram”. O problema é que o brilho final dessa primeira parte não compensa os outros episódios. No fim das contas, a série parece sobreviver mais pela nostalgia do que pelo frescor — e essa temporada deixa isso mais claro do que nunca.
Mandrake é aquele tipo de série brasileira rara, que combina inteligência, charme e um protagonista absolutamente magnético. Marcos Palmeira entrega um Mandrake brilhante: irônico, elegante, sempre um passo à frente — mas nunca sem um toque de vulnerabilidade humana. O clima noir moderno, os casos cheios de ambiguidade moral e o ritmo afiado fazem da série um deleite para quem gosta de histórias urbanas sofisticadas. É uma produção que prova como a HBO investiu em qualidade e estilo, e como o Brasil sabe fazer drama adulto de verdade.
For All Mankind tenta se vender como uma série de ficção científica grandiosa, mas no fundo é só um drama disfarçado de sci-fi. A trama passa mais tempo em crises conjugais e disputas políticas do que em qualquer exploração espacial. O potencial da ideia — uma corrida espacial que nunca acabou — se perde em meio a choradeira e arcos intermináveis. É o típico caso de série que promete o cosmos, mas entrega novela.
Alien: Earth surpreende ao trocar parte da escuridão clássica da franquia por um tom mais aventureiro. Ainda tem suspense e criaturas assustadoras, mas aposta mais na ação e na exploração do que no terror sufocante dos filmes originais.
. A ideia de carros movidos a sangue é até divertida,
mas a execução acaba sendo muito forçada e repetitiva. Os personagens são rasos e a série tenta chocar tanto que acaba ficando mais bizarra do que interessante. Poderia ter sido muito melhor.
Terminei Cassandra na Netflix e ainda tô digerindo tudo. Ver o que ela passou no passado é angustiante, revoltante até. É difícil não se envolver emocionalmente com a dor dela. A série é pesada, sim, mas necessária. Mostra o quanto traumas mal resolvidos podem ecoar por toda uma vida.
Assistindo só agora em 2025, muito tempo após a hype da mesma e é uma série tecnicamente muito bem executada mas o roteiro força umas soluções improváveis.
As espetaculares atuações da Cristin Milioti e principalmente do Colin Farrell contrastam com um roteiro que sempre tem soluções que brincam com a inteligência de quem está assistindo. Roteiro está aquém, o tempo de seriados como os do Magayver já acabou.
Extremamente divertida. E, maninho. Como é bacana uma série com episódios de trinta minutos, direto ao ponto. Já estou cansado de seriados com tempo de episódios quase iguais a filmes.
Origem (3ª Temporada)
3.6 174 Assista AgoraFROM tinha tudo para ser uma grande série, mas para quem já assistiu LOST, acaba ficando um pouco cansativa. A narrativa, os mistérios, os personagens presos em um lugar estranho e principalmente a forma de criar perguntas sem respostas lembram demais LOST. Como os próprios criadores estão envolvidos nas duas séries, fica aquela sensação constante de estar assistindo a uma versão diferente da mesma fórmula. Para quem nunca viu LOST, FROM pode ser muito interessante, mas para quem já conhece, perde bastante do impacto e acaba ficando meio chata em alguns momentos.
Origem (4ª Temporada)
3.4 118 Assista AgoraFROM tinha tudo para ser uma grande série, mas para quem já assistiu LOST, acaba ficando um pouco cansativa. A narrativa, os mistérios, os personagens presos em um lugar estranho e principalmente a forma de criar perguntas sem respostas lembram demais LOST. Como os próprios criadores estão envolvidos nas duas séries, fica aquela sensação constante de estar assistindo a uma versão diferente da mesma fórmula. Para quem nunca viu LOST, FROM pode ser muito interessante, mas para quem já conhece, perde bastante do impacto e acaba ficando meio chata em alguns momentos.
Origem (2ª Temporada)
3.7 223FROM tinha tudo para ser uma grande série, mas para quem já assistiu LOST, acaba ficando um pouco cansativa. A narrativa, os mistérios, os personagens presos em um lugar estranho e principalmente a forma de criar perguntas sem respostas lembram demais LOST. Como os próprios criadores estão envolvidos nas duas séries, fica aquela sensação constante de estar assistindo a uma versão diferente da mesma fórmula. Para quem nunca viu LOST, FROM pode ser muito interessante, mas para quem já conhece, perde bastante do impacto e acaba ficando meio chata em alguns momentos.
Origem (1ª Temporada)
3.9 292 Assista AgoraFROM tinha tudo para ser uma grande série, mas para quem já assistiu LOST, acaba ficando um pouco cansativa. A narrativa, os mistérios, os personagens presos em um lugar estranho e principalmente a forma de criar perguntas sem respostas lembram demais LOST. Como os próprios criadores estão envolvidos nas duas séries, fica aquela sensação constante de estar assistindo a uma versão diferente da mesma fórmula. Para quem nunca viu LOST, FROM pode ser muito interessante, mas para quem já conhece, perde bastante do impacto e acaba ficando meio chata em alguns momentos.
A Casa do Dragão (1ª Temporada)
4.1 729 Assista AgoraAntes de qualquer coisa, preciso reconhecer um mérito enorme de A Casa do Dragão: carregar o peso de ser um spin-off de Game of Thrones não é tarefa fácil. A expectativa era gigantesca, as comparações eram inevitáveis e, ainda assim, a série conseguiu construir sua própria identidade, com excelentes atuações, uma produção impecável, intrigas políticas envolventes e uma atmosfera digna do universo criado por George R. R. Martin.
Dito isso, tem uma coisa que sempre me tira completamente da imersão: o personagem Aemond Targaryen. Não é uma crítica ao ator, que faz um ótimo trabalho, mas o visual, a postura exageradamente estilizada e até algumas expressões fazem ele parecer um personagem saído de um anime japonês. Sempre que ele entra em cena, em vez de enxergar um príncipe de Westeros, eu tenho a sensação de estar vendo um protagonista ou vilão de anime japonês, e isso quebra um pouco a imersão que a série constrói tão bem no restante dos episódios.
Mesmo assim, no conjunto da obra, A Casa do Dragão continua sendo uma excelente série e uma das poucas produções que conseguiram honrar o legado de Game of Thrones.
O Segredo de Widow's Bay (1ª Temporada)
4.0 141 Assista AgoraFaz o básico, boa série mas esperava muito mais.
Monarch: Legado de Monstros (1ª Temporada)
3.3 77 Assista AgoraMonarch: Legado dos Monstros parece seguir sempre a mesma receita: começa com um draminha familiar arrastado, cheio de diálogos que parecem querer dar profundidade aos personagens… e quando a coisa começa a ficar entediante, aparece um monstro para lembrar que isso ainda faz parte do universo de Godzilla. O problema é que esse ciclo se repete praticamente em todo episódio, deixando a série extremamente previsível.
No fim das contas, a impressão é que os monstros — que deveriam ser o grande atrativo — viram quase um “intervalo” no meio de um drama que nunca fica realmente interessante. Para quem espera algo mais épico ou empolgante do MonsterVerse, a série acaba parecendo longa demais para entregar sempre a mesma fórmula.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 517 Assista AgoraAté então, a última temporada de Stranger Things vinha no piloto automático: segura, mas sem alma, repetindo fórmulas e sem o impacto emocional de antes. Aí chega o oitavo episódio e muda tudo. É tenso, bem dirigido, dramático na medida certa e finalmente dá peso real às consequências da história. Os personagens voltam a ter propósito, o ritmo engrena e a série lembra por que foi tão marcante. Sem esse episódio, a temporada terminaria esquecível. Com ele, ao menos fecha com dignidade — e até empolga de novo. Reavaliado 02/01/26.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 517 Assista AgoraEsse primeira parte da 5ª temporada de Stranger Things chega dando aquela sensação de déjà-vu cansado: tudo parece grande, barulhento e cheio de efeitos… mas sem tempero nenhum. A série que já foi surpreendente agora repete fórmulas como quem segue receita antiga sem criatividade. Os personagens ficam rodando nos mesmos dilemas, os sustos já não assustam, e a trama parece funcionar no modo automático — é o famoso mais do mesmo, só que mais morno ainda.
No meio desse mar de previsibilidade, só o último episódio dessa primeira parte que realmente entrega alguma coisa: ritmo, emoção e a sensação de que “agora sim, acordaram”. O problema é que o brilho final dessa primeira parte não compensa os outros episódios. No fim das contas, a série parece sobreviver mais pela nostalgia do que pelo frescor — e essa temporada deixa isso mais claro do que nunca.
Mandrake (2ª Temporada)
4.2 12Como uma série dessa morreu com 2 temporadas? HBO não soube cuidar dessa jóia. Único defeito dessa série é a parte técnica do áudio.
Mandrake (1ª Temporada)
4.2 25Mandrake é aquele tipo de série brasileira rara, que combina inteligência, charme e um protagonista absolutamente magnético. Marcos Palmeira entrega um Mandrake brilhante: irônico, elegante, sempre um passo à frente — mas nunca sem um toque de vulnerabilidade humana. O clima noir moderno, os casos cheios de ambiguidade moral e o ritmo afiado fazem da série um deleite para quem gosta de histórias urbanas sofisticadas. É uma produção que prova como a HBO investiu em qualidade e estilo, e como o Brasil sabe fazer drama adulto de verdade.
For All Mankind (3ª Temporada)
4.2 30For All Mankind tenta se vender como uma série de ficção científica grandiosa, mas no fundo é só um drama disfarçado de sci-fi. A trama passa mais tempo em crises conjugais e disputas políticas do que em qualquer exploração espacial. O potencial da ideia — uma corrida espacial que nunca acabou — se perde em meio a choradeira e arcos intermináveis. É o típico caso de série que promete o cosmos, mas entrega novela.
Alien: Earth (1ª Temporada)
3.2 278 Assista AgoraAlien: Earth surpreende ao trocar parte da escuridão clássica da franquia por um tom mais aventureiro. Ainda tem suspense e criaturas assustadoras, mas aposta mais na ação e na exploração do que no terror sufocante dos filmes originais.
Blood Drive (1ª Temporada)
4.1 26Sinceramente, achei meio decepcionante
. A ideia de carros movidos a sangue é até divertida,
Cassandra
3.4 181 Assista AgoraTerminei Cassandra na Netflix e ainda tô digerindo tudo. Ver o que ela passou no passado é angustiante, revoltante até. É difícil não se envolver emocionalmente com a dor dela. A série é pesada, sim, mas necessária. Mostra o quanto traumas mal resolvidos podem ecoar por toda uma vida.
Mão de Ferro
3.2 12 Assista AgoraBacaninha a série. Comecei a assistir porque trabalho há quase 20 anos na área portuária e tava esperando algo mais focado nos estivadores.
Adolescência
4.0 615 Assista AgoraQue série Visceral, ainda estou digerindo.
Senna
4.0 239"Absolute cinema!!!" 🏎️💨
Round 6 (1ª Temporada)
4.0 1,3K Assista AgoraAssistindo só agora em 2025, muito tempo após a hype da mesma e é uma série tecnicamente muito bem executada mas o roteiro força umas soluções improváveis.
Pinguim
4.4 292 Assista AgoraAs espetaculares atuações da Cristin Milioti e principalmente do Colin Farrell contrastam com um roteiro que sempre tem soluções que brincam com a inteligência de quem está assistindo. Roteiro está aquém, o tempo de seriados como os do Magayver já acabou.
Cidade De Deus: A Luta Não Para (1ª Temporada)
3.6 83 Assista AgoraSó não curti ter atores famosos, atrapalha a imersão.
O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (2ª Temporada)
3.7 204 Assista AgoraQue temporada horrorosa. Nada funciona até esse 4a. Ep.
The Walking Dead: Dead City (1ª Temporada)
3.4 77 Assista AgoraNada de diferente da série mãe.
Twisted Metal (1ª Temporada)
3.6 79 Assista AgoraExtremamente divertida. E, maninho. Como é bacana uma série com episódios de trinta minutos, direto ao ponto. Já estou cansado de seriados com tempo de episódios quase iguais a filmes.