já fazem 7 anos desde a última vez que acompanhei um remake de skam em tempo real e, pela nostalgia dos 10 anos de estreia, resolvi acompanhar essa temporada dessa forma.
sram era o único remake sobre o qual eu não sabia de nada e, para me preparar, fui assistir às duas primeiras temporadas. para a minha surpresa, não gostei muito. pensei logo no fato de eu já ter 26 anos e de que o último contato que tive com a história eu ainda era adolescente. mas, depois de maratonar o original e o meu remake favorito (druck), percebi que esse não era o caso. a questão é que skam era muito mais natural e, na maioria das vezes, eu sinto que estávamos assistindo aos personagens sendo eles mesmos. o charme, para mim, era que tudo ao redor te fazia acreditar que aquelas pessoas existiam, das atuações absurdamente naturais até o modelo de filmagem. em contraste, nesse remake (e em alguns outros) eu consigo perceber um roteiro estruturado e forçado, e tudo parece artificial.
vi muitas discussões online de como essa versão em específico era apenas para os balcânicos e que os fãs internacionais não iriam entender, o que eu achei de uma grande ingenuidade. o principal motivo de existirem, até agora, 7 remakes oficiais, é a notoriedade internacional que skam teve lá em 2016-2017. são justamente as experiências universais de tantos adolescentes que fazem skam ser o que é. entendo que remake e adaptação são duas coisas diferentes, mas sram se perde tentando fazer os dois. houveram alterações que não agregaram em nada e repetições de enredos que, para a audiência de agora, seria melhor não ter. momentos alegres se tornaram dramáticos e momentos dramáticos, mais dramáticos ainda.
na minha opinião, o principal problema é a existência de personagens importantes para a série, mas que por cláusulas contratuais nunca vão poder ter sua própria temporada. isso enfraqueceu muito o roteiro até agora. várias cenas e diálogos essenciais para certas dinâmicas (como sana/isak e magnus/vilde) serem substituídas para dar maior ênfase aos que já sabemos que serão os protagonistas só fazem todos os outros personagens parecerem figurantes. um exemplo claro disso foi
o mario, ao darem um enredo que seria extremamente importante para o futuro relacionamento dele com a tina para o filip.
além disso, o completo apagamento da vanessa e a amizade que ela poderia vir a criar com o lovro é algo de se preocupar para a próxima temporada. falas extremamente importantes foram cortadas, minimizadas ou dadas para a nora. me questiono também sobre a exclusão da religião. não vivo a realidade da croácia, mas sei que é um país conservador e predominantemente católico. já que alteraram características importantes da sana para a vanessa, os produtores não poderiam se perguntar: o que será que uma adolescente romena, que faz parte do povo cigano, e um adolescente gay na croácia teriam em comum?
como dito antes, a importância exagerada na nora e na sua relação com o roko foi algo desnecessário para mim. até agora não entendi exatamente o que isso contribuiu para a história do lovro. lógico que, se a oportunidade de evoluir um personagem dentro desse formato for possível, eu apoio. porém, nem mesmo a julie andem pensou em se importar tanto com a nora na terceira temporada. é preciso lembrar quais dinâmicas realmente importam para cada história. talvez a popularidade de klamarić tenha influenciado nessas decisões e, novamente, me preocupo com o fato de que muito da história da vanessa envolva esses dois.
outro ponto que fez falta foi o uso das redes sociais. a originalidade de clips serem lançados durante a semana em tempo real e acompanhar os personagens por meio das redes sociais e as trocas de mensagens eram um dos maiores atrativos que julie e seu time souberam trabalhar muito bem, e foi algo que atrapalhou a experiência dessa temporada de sram. tirando o uso do instagram do ivan como uma forma de mostrar a deterioração da sua saúde mental, as redes sociais e as mensagens não acrescentaram muita coisa. quando o instagram de algum personagem era atualizado, não tinha nada de relevante para a história, mensagens sobre encontros que a gente nunca viu e erros de postagens de cenas futuras.
além de tudo, o ritmo da narrativa foi ficando bastante arrastado, algo que já tinha sido um problema ainda maior na segunda temporada. a inserção de dilemas que se prolongavam em cenas que tinham praticamente o mesmo diálogo, só mudavam os personagens envolvidos. por exemplo, quando o lovro se assume para a boysquad,
já fica claro que o filip é homofóbico. não era necessário mostrar mais três cenas dele sendo extremamente preconceituoso, inclusive com ameaças, para a história avançar.
o mesmo acontece depois do diagnóstico do ivan, quando o lovro repete praticamente a mesma conversa para várias pessoas diferentes e recebe sempre a mesma resposta. nas duas primeiras temporadas, já tinham sido apresentados vários dos conflitos que o lovro teria que enfrentar em apenas 10 semanas, como a sua situação familiar e a sua sexualidade. então a audiência já entendia o conflito interno dele. essa necessidade constante de reforçar isso acabou deixando muitas cenas repetitivas, parecia que lovro evoluía uma casa e regredia duas.
mas entendo que muita dessa frustração vem do episódio 8, que realmente prejudicou muito essa temporada. senti uma certa frustração nos dois últimos episódios. como dito antes, a decisão de continuar focando mais na angústia e no drama em vez de construir uma conexão mais forte entre lovro e ivan, e também toda a introdução da trama do filip, simplesmente não foi a escolha certa, na minha opinião. apesar de tudo isso, ainda assim foi uma história muito bonita de acompanhar, especialmente considerando os desafios de produzir uma temporada como essa em um país como a croácia. assistindo aos episódios completos, dá para perceber melhor todos os simbolismos e nuances nas interações entre os personagens. borna šimunek e fran rabuzin entregam performances excelentes e entenderam muito bem o ponto central de cada personagem. um grande acerto, para mim,
foi a descoberta da bipolaridade não ser algo novo apenas para nós e para o lovro, mas para o ivan também.
isso ajuda a pensarmos nos futuros diálogos e na conexão que tanto deixou a desejar no roteiro.
nesse remake, a história do isak acabou sendo desenvolvida de forma diferente. o processo de aceitação do lovro foi o foco principal, o que, para mim, faz dele um dos isaks mais complexos entre os remakes, se não, o mais. justamente por isso, sei que no futuro vou maratonar essa temporada muitas vezes.
o quinto episódio é um dos melhores de uma série de comédia! apesar de ter tido uma vida curta, eu me diverti muito assistindo e senti todo o potencial do que poderia ter sido.
quando você acha que o filme baseou o roteiro inteiro na última cena da hannah e adam em girls mas não tem como provar. pra bancar um enredo de adultério os atores tem que no mínimo ter a química mais quente de todos os tempos e isso não aconteceu aqui. casal sem graça.
por mais cômico que seja, a visão de um governo assim parece quase utópica agora. pelo menos eles se comportam de uma forma disfuncional em vez de corrupta e desleal. se esforçar para fazer o "certo" por causa da pressão da imprensa e da ótica em suas carreiras políticas seria a melhor forma de governar um país comparado a sociedade atual, onde pessoas ganham poder dizendo e fazendo o "errado" para apaziguar e exacerbar a podridão dos eleitores.
muito difícil de assistir. vi alguém comentando como isso é um verdadeiro teste de compaixão e eu concordo totalmente. tudo é tão desajustado. não tem como não ficar perplexo com a maioria das coisas que são ditas. toda a situação da família incestuosa, dos irmãos, e da misoginia, é deprimente. te faz sentir pena, nojo, raiva, empatia, espanto… quando a ex namorada do r.crumb diz que durante o sexo ele não gostava de existir - ser uma mente, não um corpo, me fez pensar bastante no contexto de abuso, essa tentativa de encontrar prazeres fora do corpo como meio de sobrevivência, até que seja por meio de um fetiche e como em cada pessoa que consegue transformar seus traumas em “arte”, outras quinhentas não conseguem.
tony conseguiu extrapolar todos os limites da nojeira. é um homem que se recusa aceitar que ele precisa mais das pessoas do que elas precisam dele e tem a inteligência emocional de uma criança de 10 anos misturada com um buldogue campeiro. e me desculpem mas,
não sinto um pingo de pena da adriana. vou sentir muita falta dela com o CHRIS-TAH-FUR, mas ambos tinham a capacidade de destruir o outro e ela por amar mais não foi tão rápida quanto ele, ou seja, foi burra. e como burrice não é crime ela pagou as consequências das próprias atitudes e de terceiros.
achei o drama familiar dos sopranos meio repetitivo, mas foi uma ótima temporada pra nos aprofundar na hipocrisia da carmela.
é a melhor série já feita, tem que respeitar! a intervenção do christopher foi um dos pontos altos dessa temporada. nunca ri tanto assistindo uma cena. “when i came in to open up one morning, there you were, with your head half in the toilet. your hair was in the toilet water. disgusting.”
é uma sensação absurda simpatizar com personagens que cometem todas as monstruosidades possíveis em nome de uma “hierarquia” ou um “cristianismo” que só faz sentido nesse círculo mafioso. e eu fico chocada como tem tantos assuntos tão pertinentes ainda na nossa sociedade mesmo 23 anos depois. pra mim essa foi a melhor temporada até agora, bastante ansiosa para as próximas!
se sairia muito melhor como uma sátira. sem condições de levar isso aqui a sério se você não for um pré adolescente de 13 anos. dafoe, reedus e flanery tentaram muito deixar pelo menos “assistível”
In a Chuck E. Cheese, these four boys will meet It’s our Friendiversary, Friendiversary We’re Snot, we’re Barry, we’re Steve, and Toshi It’s our Friendiversary (Friendiversary) It’s our Friendiversary-y-y-y-y
ok. tive que ler o famigerado artigo pra entender todo o drama e, me digam por que esse homem ta se doendo tanto se ele é literalmente mencionado uma única vez e a crítica que o tanto incomada não partiu do autor e sim de um dos colegas de profissão.
eu entendi o ponto inicial do documentário, mas ao decorrer das entrevistas, especialmente com lowe e moore, é possível ver o quanto mccarthy se sente um perdedor na sua carreira de ator e quer colocar a culpa em algo mesmo que esse algo tenha feito ele mais famoso do que ele era no passado e do que ele é agora no presente.
Sram (3ª temporada)
3.4 2já fazem 7 anos desde a última vez que acompanhei um remake de skam em tempo real e, pela nostalgia dos 10 anos de estreia, resolvi acompanhar essa temporada dessa forma.
sram era o único remake sobre o qual eu não sabia de nada e, para me preparar, fui assistir às duas primeiras temporadas. para a minha surpresa, não gostei muito. pensei logo no fato de eu já ter 26 anos e de que o último contato que tive com a história eu ainda era adolescente. mas, depois de maratonar o original e o meu remake favorito (druck), percebi que esse não era o caso. a questão é que skam era muito mais natural e, na maioria das vezes, eu sinto que estávamos assistindo aos personagens sendo eles mesmos. o charme, para mim, era que tudo ao redor te fazia acreditar que aquelas pessoas existiam, das atuações absurdamente naturais até o modelo de filmagem. em contraste, nesse remake (e em alguns outros) eu consigo perceber um roteiro estruturado e forçado, e tudo parece artificial.
vi muitas discussões online de como essa versão em específico era apenas para os balcânicos e que os fãs internacionais não iriam entender, o que eu achei de uma grande ingenuidade. o principal motivo de existirem, até agora, 7 remakes oficiais, é a notoriedade internacional que skam teve lá em 2016-2017. são justamente as experiências universais de tantos adolescentes que fazem skam ser o que é. entendo que remake e adaptação são duas coisas diferentes, mas sram se perde tentando fazer os dois. houveram alterações que não agregaram em nada e repetições de enredos que, para a audiência de agora, seria melhor não ter. momentos alegres se tornaram dramáticos e momentos dramáticos, mais dramáticos ainda.
na minha opinião, o principal problema é a existência de personagens importantes para a série, mas que por cláusulas contratuais nunca vão poder ter sua própria temporada. isso enfraqueceu muito o roteiro até agora. várias cenas e diálogos essenciais para certas dinâmicas (como sana/isak e magnus/vilde) serem substituídas para dar maior ênfase aos que já sabemos que serão os protagonistas só fazem todos os outros personagens parecerem figurantes. um exemplo claro disso foi
o mario, ao darem um enredo que seria extremamente importante para o futuro relacionamento dele com a tina para o filip.
como dito antes, a importância exagerada na nora e na sua relação com o roko foi algo desnecessário para mim. até agora não entendi exatamente o que isso contribuiu para a história do lovro. lógico que, se a oportunidade de evoluir um personagem dentro desse formato for possível, eu apoio. porém, nem mesmo a julie andem pensou em se importar tanto com a nora na terceira temporada. é preciso lembrar quais dinâmicas realmente importam para cada história. talvez a popularidade de klamarić tenha influenciado nessas decisões e, novamente, me preocupo com o fato de que muito da história da vanessa envolva esses dois.
outro ponto que fez falta foi o uso das redes sociais. a originalidade de clips serem lançados durante a semana em tempo real e acompanhar os personagens por meio das redes sociais e as trocas de mensagens eram um dos maiores atrativos que julie e seu time souberam trabalhar muito bem, e foi algo que atrapalhou a experiência dessa temporada de sram. tirando o uso do instagram do ivan como uma forma de mostrar a deterioração da sua saúde mental, as redes sociais e as mensagens não acrescentaram muita coisa. quando o instagram de algum personagem era atualizado, não tinha nada de relevante para a história, mensagens sobre encontros que a gente nunca viu e erros de postagens de cenas futuras.
além de tudo, o ritmo da narrativa foi ficando bastante arrastado, algo que já tinha sido um problema ainda maior na segunda temporada. a inserção de dilemas que se prolongavam em cenas que tinham praticamente o mesmo diálogo, só mudavam os personagens envolvidos. por exemplo, quando o lovro se assume para a boysquad,
já fica claro que o filip é homofóbico. não era necessário mostrar mais três cenas dele sendo extremamente preconceituoso, inclusive com ameaças, para a história avançar.
mas entendo que muita dessa frustração vem do episódio 8, que realmente prejudicou muito essa temporada. senti uma certa frustração nos dois últimos episódios. como dito antes, a decisão de continuar focando mais na angústia e no drama em vez de construir uma conexão mais forte entre lovro e ivan, e também toda a introdução da trama do filip, simplesmente não foi a escolha certa, na minha opinião. apesar de tudo isso, ainda assim foi uma história muito bonita de acompanhar, especialmente considerando os desafios de produzir uma temporada como essa em um país como a croácia.
assistindo aos episódios completos, dá para perceber melhor todos os simbolismos e nuances nas interações entre os personagens. borna šimunek e fran rabuzin entregam performances excelentes e entenderam muito bem o ponto central de cada personagem. um grande acerto, para mim,
foi a descoberta da bipolaridade não ser algo novo apenas para nós e para o lovro, mas para o ivan também.
nesse remake, a história do isak acabou sendo desenvolvida de forma diferente. o processo de aceitação do lovro foi o foco principal, o que, para mim, faz dele um dos isaks mais complexos entre os remakes, se não, o mais. justamente por isso, sei que no futuro vou maratonar essa temporada muitas vezes.
Only Murders in the Building (5ª Temporada)
3.6 27 Assista Agoraa pior temporada até agora
Spaced (2ª Temporada)
4.6 25o quinto episódio é um dos melhores de uma série de comédia!
apesar de ter tido uma vida curta, eu me diverti muito assistindo e senti todo o potencial do que poderia ter sido.
Por inteiro
2.8 32 Assista Agoraquando você acha que o filme baseou o roteiro inteiro na última cena da hannah e adam em girls mas não tem como provar.
pra bancar um enredo de adultério os atores tem que no mínimo ter a química mais quente de todos os tempos e isso não aconteceu aqui. casal sem graça.
O Segundo Ato
3.2 13oh meu deus foram feitas tantas análises importantes! como o cinema iria sobreviver sem esse filme? 😒
The Thick of It (2ª Temporada)
4.4 3por mais cômico que seja, a visão de um governo assim parece quase utópica agora. pelo menos eles se comportam de uma forma disfuncional em vez de corrupta e desleal. se esforçar para fazer o "certo" por causa da pressão da imprensa e da ótica em suas carreiras políticas seria a melhor forma de governar um país comparado a sociedade atual, onde pessoas ganham poder dizendo e fazendo o "errado" para apaziguar e exacerbar a podridão dos eleitores.
Swingers - Curtindo a Noite
3.2 26um homem pra não gostar desse filme é porque não tem amigo e nunca amou uma mulher na vida
Apostas & Segredos
3.1 40o jacob elordi jurando que é o james dean
Labirinto
3.8 19se era pra ter esse final dava pra ter feito isso em menos de 10 capítulos.
e outra o conceito de levar e-mail pra casa num disquete me pegou muito
O Povo Contra Larry Flynt
3.9 253 Assista Agorasó tem doente nesse país
Crumb
4.3 74muito difícil de assistir. vi alguém comentando como isso é um verdadeiro teste de compaixão e eu concordo totalmente. tudo é tão desajustado. não tem como não ficar perplexo com a maioria das coisas que são ditas. toda a situação da família incestuosa, dos irmãos, e da misoginia, é deprimente. te faz sentir pena, nojo, raiva, empatia, espanto…
quando a ex namorada do r.crumb diz que durante o sexo ele não gostava de existir - ser uma mente, não um corpo, me fez pensar bastante no contexto de abuso, essa tentativa de encontrar prazeres fora do corpo como meio de sobrevivência, até que seja por meio de um fetiche e como em cada pessoa que consegue transformar seus traumas em “arte”, outras quinhentas não conseguem.
The Righteous Gemstones (4ª Temporada)
3.3 12 Assista Agoraterrível de ruim!!!! uma pena que tenha terminado com essa temporada péssima
The Beatles: Antologia
4.8 92“he showed me this cover and i pointed to the times: “oh, you’ve even got the times in it” like his dick wasn’t out, you know”
quando você é o george harrison e está em uma competição de megalomania e seus oponentes são john lennon, ringo starr e paul mccartney
Família Soprano (5ª Temporada)
4.6 136tony conseguiu extrapolar todos os limites da nojeira. é um homem que se recusa aceitar que ele precisa mais das pessoas do que elas precisam dele e tem a inteligência emocional de uma criança de 10 anos misturada com um buldogue campeiro.
e me desculpem mas,
não sinto um pingo de pena da adriana. vou sentir muita falta dela com o CHRIS-TAH-FUR, mas ambos tinham a capacidade de destruir o outro e ela por amar mais não foi tão rápida quanto ele, ou seja, foi burra. e como burrice não é crime ela pagou as consequências das próprias atitudes e de terceiros.
achei o drama familiar dos sopranos meio repetitivo, mas foi uma ótima temporada pra nos aprofundar na hipocrisia da carmela.
ela surtou tanto com o orientador do aj mas fez/faz com o tony exatamente o que o robert acusou ela de fazer e nem percebe.
Família Soprano (4ª Temporada)
4.6 132é a melhor série já feita, tem que respeitar!
a intervenção do christopher foi um dos pontos altos dessa temporada. nunca ri tanto assistindo uma cena.
“when i came in to open up one morning, there you were, with your head half in the toilet. your hair was in the toilet water. disgusting.”
Bedrooms & Hallways
3.6 8a bissexualidade foi inventada em 1999
pessoas em 1998:
Família Soprano (3ª Temporada)
4.6 150 Assista Agoraé uma sensação absurda simpatizar com personagens que cometem todas as monstruosidades possíveis em nome de uma “hierarquia” ou um “cristianismo” que só faz sentido nesse círculo mafioso. e eu fico chocada como tem tantos assuntos tão pertinentes ainda na nossa sociedade mesmo 23 anos depois. pra mim essa foi a melhor temporada até agora, bastante ansiosa para as próximas!
Santos Justiceiros
3.8 163 Assista Agorase sairia muito melhor como uma sátira. sem condições de levar isso aqui a sério se você não for um pré adolescente de 13 anos.
dafoe, reedus e flanery tentaram muito deixar pelo menos “assistível”
American Dad! (16ª Temporada)
3.8 4 Assista AgoraIn a Chuck E. Cheese, these four boys will meet
It’s our Friendiversary, Friendiversary
We’re Snot, we’re Barry, we’re Steve, and Toshi
It’s our Friendiversary
(Friendiversary)
It’s our Friendiversary-y-y-y-y
Brats
2.8 9ok. tive que ler o famigerado artigo pra entender todo o drama e, me digam por que esse homem ta se doendo tanto se ele é literalmente mencionado uma única vez e a crítica que o tanto incomada não partiu do autor e sim de um dos colegas de profissão.
eu entendi o ponto inicial do documentário, mas ao decorrer das entrevistas, especialmente com lowe e moore, é possível ver o quanto mccarthy se sente um perdedor na sua carreira de ator e quer colocar a culpa em algo mesmo que esse algo tenha feito ele mais famoso do que ele era no passado e do que ele é agora no presente.
Grandes Hits
3.3 60 Assista Agoraé isso que o povo quer!!! pode mandar mais!!!
Kids
3.5 686não tem conselho tutelar em nova york?
Assassinato no Fim do Mundo
3.4 50 Assista Agoraclaramente a série ultrapassou o orçamento e tiveram que cortar um episódio
Hannah e Suas Irmãs
4.0 301 Assista Agorawoody allen cala a boca challenge