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Data de lançamento
10 Nov. 1998Duração
O milionário Otacílio Martins é assassinado na festa de Réveillon em sua cobertura em Copacabana, e o suposto assassino, Ricardo Velasco faz com que a culpa recaia sobre o jovem André Meireles, amigo de infância de Otacílio Jr., um dos filhos do milionário. André consegue fugir e inicia uma luta para provar sua inocência, para isso conta com a ajuda da prostituta Paula e da Virgínia, noiva de Júnior, que se apaixona por ele.
Emissora: Rede Globo • Episódios: 20 • Duração: 40 min.
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Terminei Labirinto. Os primeiros capítulos e a premissa são até legais, homenageiam as tramas de falso culpado do Hitchcock. Os eps finais também, com Fagundão sádico. Mas o miolo é muito arrastado, a trama simplesmente não anda. A revelação final é praticamente jogada, e ainda tem uma subtrama forçadíssima com Luciano Szafir e Alice Borges tarados
se era pra ter esse final dava pra ter feito isso em menos de 10 capítulos.
e outra o conceito de levar e-mail pra casa num disquete me pegou muito
Minissérie que teve clara inspiração na clássica série dos anos 60 "O Fugitivo" que em 1993 ganharia um remake em filme estrelado por Harrison Ford.
SPOILERS ABAIXO
Aqui o inocente da vez acusado de um crime que não cometeu é André (Fábio Assunção, em boa atuação e no auge da beleza e juventude) ajudado pela sedutora garota de programa Paula (Malu Mader, também belíssima) por quem acaba se apaixonando.
O enredo se resume às fugas mirabolantes de André e o mistério sobre a identidade do verdadeiro assassino que até surpreende quando descobrimos que é Junior (Marcelo Serrado), o filho caçula da vítima, o milionário Otacílio (Paulo José).
O vilão é Ricardo (Antonio Fagundes, em atuação canastrona) auxiliado nos planos maquiavélicos por Leonor, viúva da vítima vivida por Betty Faria que não convence como socialite sofisticada.
Rever a série serviu para lembrar como Fábio Assunção era lindo e Luana Piovani é má atriz.
É uma tentativa de imitar as séries americanas com o "quem matou" e cenas de ação, não se sai mal e segura o interesse, apesar dos furos e das típicas conveniências de roteiro, e poderia ter tido uns 10 capítulos a menos.
Tô vendo só por causa do Fábio Assunção e da Luana Piovani, mas tá difícil de terminar os 20 capítulos... Que produção ruim! Tem uns cortes que parecem de histórias em quadrinhos.
A série prende a atenção, mas acho que poderia muito bem ser condensada em 10 episódios aos invés dos longos 20 episódios originais, o final é satisfatório, mas ainda assim fiquei com 3 grandes dúvidas, qual o tamanho da cobertura onde a vitima morava com toda a sua grande família? Por que sempre tinha um monte de fotógrafos nos corredores da delegacia? E mais importante, não existia a função encaminhar e-mail em 1998?