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Sinopse
Três amigas líderes de uma ONG e a estagiária da organização investigam uma quadrilha de crimes ambientais na Amazônia, que envolve uma grande mineradora.
Tem um novo arco (já que a história da primeira temporada foi fechada), mas não se sustenta como a primeira, apesar de ser uma trama com um bom potencial. Aqui a série acaba indo muito pra um lado novelesco, principalmente o último episódio. Mas no geral foi agradável de assistir.
Série Arunas. Autora Estela Renner. Série sensacional, com temas importantes para a sociedade, o meio ambiente e a exploração sem controle causando problemas para saúde da população local e também da degradação da natureza. Série com protagonistas femininas, um show de interpretação. Série prende atenção, aborda uma realidade existente na Amazônia que envolve crimes contra pessoas e ao meio ambiente. Deveria ter mais temporadas, excelente. Fotografia bem realista. Excelente nas duas temporadas.
Os cretinos da rede Globo tiveram a cara de pau de cortar beijos e sexo entre as atrizes Pitanga e Elisa. Sem contar a censura em cortar os beijos entre Regiane Alves e Priscila Steinman em Vai na Fé. Na boa,vão tomate cru seus hipócritas de uma figa!!! Alegam não querer chocar o público conservador,não querer ofender os evangélicos,mas curiosamente não se importam em mostrar sexo hetero vísceral,realista e beijos de língua. Aí os falsos moralistas não se importam.ORDINÁRIOS!!!
Segunda temporada de "Aruanas" merece ser vista, mas apenas na plataforma!
A primeira temporada de "Aruanas" estreou exclusivamente no streaming em 28 de julho de 2019 e exibida na TV entre 28 de abril a 30 de junho de 2020. A série recebeu vários elogios merecidos e o sucesso da trama originou a segunda temporada, que foi disponibilizada no serviço de streaming da emissora no dia 25 de novembro de 2021 e em duas semanas no ar entrou para o top 10 de produtos mais vistos da plataforma. Agora, a história protagonizada por ativistas ambientais vem sendo exibida pela Maria Farinha Filmes desde o dia 9 de maio.
Não há falta de dinheiro, artimanha política, interesse econômico ou abalo na amizade que faça as ativistas da ONG Aruana desistirem de lutar pelo meio ambiente. A organização fictícia que apresentou ao público Natalie (Débora Falabella), Luiza (Leandra Leal), Verônica (Taís Araújo) e Clara (Thainá Duarte) volta em uma nova configuração na segunda temporada de "Aruanas". Fortes e destemidas, elas encaram grandes desafios em nome de uma causa maior.
Com o afastamento de Verônica em função do envolvimento com o ex-marido de Natalie, a entidade agora passa por uma série de dificuldades, entre elas, uma grave crise financeira. Sabendo que nada pode ser maior que a urgência em salvar o planeta, a dupla Natalie e Luiza precisa se reinventar e criar estratégias para manter a ONG funcionando.
Recebem, então, a ajuda financeira de Théo (Daniel de Oliveira). Filho de família rica e tradicional, dona de frigorífico, ele leva inovações de start up à organização, mas acaba instaurando um clima de desconfiança no grupo.
Mesmo fragilizadas, elas têm de ser ágeis diante da informação de que o governo, em Brasília, está prestes a aprovar uma Medida Provisória para isentar as empresas petroleiras em mais de R$ 1 trilhão em impostos. A ameaça desencadeia uma série de ações na Aruana, entre elas uma investigação na cidade fictícia de Arapós, um grande polo petroquímico que, após uma tragédia ambiental, foi transformada em símbolo de sustentabilidade urbana, sob a administração do prefeito Enzo (Lázaro Ramos). O que o grupo descobre é que, por trás dessa aura de cidade-modelo, pode haver um mistério decisivo para impedir a aprovação da emenda. Nesta luta, Natalie e Luiza correm risco de vida e enfrentam adversários como a lobista Olga (Camila Pitanga), que volta mais intensa e incisiva, com uma nova cartela de clientes e interesses. Entre eles, Robert Thompson (Joaquim de Almeida), investidor estrangeiro e representante do setor petroleiro. A força da união feminina será o maior trunfo diante das tentativas de calar suas vozes. A trama da segunda temporada é bem mais atrativa que a da primeira e a tensão está melhor explorada na narrativa. O maior destaque segue sendo Débora Falabella e a participação luxuosa de Lima Duarte no primeiro episódio tem um forte impacto no enredo. Mas os roteiristas acertam também na abordagem, sem medo, de romances homossexuais e com cenas ousadas na serie de maior sucesso atualmente. A cena de beijo protagonizada por Daniel de Oliveira e Vitor Thiré (André) surpreende, assim como o envolvimento entre Olga e Ivona (Elisa Volpatto). Aliás, o romance humaniza a vilã que na temporada anterior é vista mais de maneira fria e sem maiores nuances. Vale ressaltar que a série vai ao ar sempre depois das 23h.
A segunda temporada da série é criada por Estela Renner e Marcos Nisti, escrita por Estela Renner, Marcos Nisti e Carolina Kotscho. A obra tem direção artística de André Felipe Binder e direção de Mariana Richard. A produção é de Isabela Bellenzani (TV Globo) e Mariana Oliva (Maria Farinha). A direção de gênero é de José Luiz Villamarim. A segunda temporada faz jus aos elogios recebidos e quem quer assistir sem cortes, vale mais a pena acompanhar pelo streaming.
Apesar desta temporada estar mais madura em relação ao roteiro e atuações, ainda assim, a primeira temporada me encantou mais. Talvez seja pela ambientação "não comum" nas séries, não sei. Com toda a certeza, senti muita falta da Taís Araújo, mas entendo que ela teve que se afastar para continuar as gravações de "Amor de Mãe". Quando ela aparece nos eps finais, a série engrandece demais! Isso porque a Aruanas é aquele trio. Sem ele, algo fica faltando. Além de que a atuação da Taís é incomparável. É uma verdade entregada que é de arrepiar. Os caps finais ficaram bem interessantes, fiquei bem arrepiado com o último. Uma pena a morte que acontece nesta temporada. Já estava imaginando que isso fosse acontecer porque o personagem quase protagonizou um dos episódios, então já imaginei o futuro dele. Gostei do crescimento do PC. Amo a Camila Pitanga, mas ela estava com uma atuação muito mecanizada, principalmente quando falava em inglês, me incomodou demais. No entanto, teve uma das cenas que me fez chorar: o reencontro com a Ivona. Ótimo, ótimo! Aguardo, ansiosamente, a terceira temporada.
Tem um novo arco (já que a história da primeira temporada foi fechada), mas não se sustenta como a primeira, apesar de ser uma trama com um bom potencial.
Aqui a série acaba indo muito pra um lado novelesco, principalmente o último episódio.
Mas no geral foi agradável de assistir.
Série Arunas. Autora Estela Renner. Série sensacional, com temas importantes para a sociedade, o meio ambiente e a exploração sem controle causando problemas para saúde da população local e também da degradação da natureza. Série com protagonistas femininas, um show de interpretação. Série prende atenção, aborda uma realidade existente na Amazônia que envolve crimes contra pessoas e ao meio ambiente. Deveria ter mais temporadas, excelente. Fotografia bem realista. Excelente nas duas temporadas.
Os cretinos da rede Globo tiveram a cara de pau de cortar beijos e sexo entre as atrizes Pitanga e Elisa.
Sem contar a censura em cortar os beijos entre Regiane Alves e Priscila Steinman em Vai na Fé.
Na boa,vão tomate cru seus hipócritas de uma figa!!!
Alegam não querer chocar o público conservador,não querer ofender os evangélicos,mas curiosamente não se importam em mostrar sexo hetero vísceral,realista e beijos de língua.
Aí os falsos moralistas não se importam.ORDINÁRIOS!!!
Segunda temporada de "Aruanas" merece ser vista, mas apenas na plataforma!
A primeira temporada de "Aruanas" estreou exclusivamente no streaming em 28 de julho de 2019 e exibida na TV entre 28 de abril a 30 de junho de 2020. A série recebeu vários elogios merecidos e o sucesso da trama originou a segunda temporada, que foi disponibilizada no serviço de streaming da emissora no dia 25 de novembro de 2021 e em duas semanas no ar entrou para o top 10 de produtos mais vistos da plataforma. Agora, a história protagonizada por ativistas ambientais vem sendo exibida pela Maria Farinha Filmes desde o dia 9 de maio.
Não há falta de dinheiro, artimanha política, interesse econômico ou abalo na amizade que faça as ativistas da ONG Aruana desistirem de lutar pelo meio ambiente. A organização fictícia que apresentou ao público Natalie (Débora Falabella), Luiza (Leandra Leal), Verônica (Taís Araújo) e Clara (Thainá Duarte) volta em uma nova configuração na segunda temporada de "Aruanas". Fortes e destemidas, elas encaram grandes desafios em nome de uma causa maior.
Com o afastamento de Verônica em função do envolvimento com o ex-marido de Natalie, a entidade agora passa por uma série de dificuldades, entre elas, uma grave crise financeira. Sabendo que nada pode ser maior que a urgência em salvar o planeta, a dupla Natalie e Luiza precisa se reinventar e criar estratégias para manter a ONG funcionando.
Recebem, então, a ajuda financeira de Théo (Daniel de Oliveira). Filho de família rica e tradicional, dona de frigorífico, ele leva inovações de start up à organização, mas acaba instaurando um clima de desconfiança no grupo.
Mesmo fragilizadas, elas têm de ser ágeis diante da informação de que o governo, em Brasília, está prestes a aprovar uma Medida Provisória para isentar as empresas petroleiras em mais de R$ 1 trilhão em impostos. A ameaça desencadeia uma série de ações na Aruana, entre elas uma investigação na cidade fictícia de Arapós, um grande polo petroquímico que, após uma tragédia ambiental, foi transformada em símbolo de sustentabilidade urbana, sob a administração do prefeito Enzo (Lázaro Ramos). O que o grupo descobre é que, por trás dessa aura de cidade-modelo, pode haver um mistério decisivo para impedir a aprovação da emenda. Nesta luta, Natalie e Luiza correm risco de vida e enfrentam adversários como a lobista Olga (Camila Pitanga), que volta mais intensa e incisiva, com uma nova cartela de clientes e interesses. Entre eles, Robert Thompson (Joaquim de Almeida), investidor estrangeiro e representante do setor petroleiro. A força da união feminina será o maior trunfo diante das tentativas de calar suas vozes.
A trama da segunda temporada é bem mais atrativa que a da primeira e a tensão está melhor explorada na narrativa. O maior destaque segue sendo Débora Falabella e a participação luxuosa de Lima Duarte no primeiro episódio tem um forte impacto no enredo. Mas os roteiristas acertam também na abordagem, sem medo, de romances homossexuais e com cenas ousadas na serie de maior sucesso atualmente. A cena de beijo protagonizada por Daniel de Oliveira e Vitor Thiré (André) surpreende, assim como o envolvimento entre Olga e Ivona (Elisa Volpatto). Aliás, o romance humaniza a vilã que na temporada anterior é vista mais de maneira fria e sem maiores nuances. Vale ressaltar que a série vai ao ar sempre depois das 23h.
A segunda temporada da série é criada por Estela Renner e Marcos Nisti, escrita por Estela Renner, Marcos Nisti e Carolina Kotscho. A obra tem direção artística de André Felipe Binder e direção de Mariana Richard. A produção é de Isabela Bellenzani (TV Globo) e Mariana Oliva (Maria Farinha). A direção de gênero é de José Luiz Villamarim. A segunda temporada faz jus aos elogios recebidos e quem quer assistir sem cortes, vale mais a pena acompanhar pelo streaming.
Apesar desta temporada estar mais madura em relação ao roteiro e atuações, ainda assim, a primeira temporada me encantou mais. Talvez seja pela ambientação "não comum" nas séries, não sei. Com toda a certeza, senti muita falta da Taís Araújo, mas entendo que ela teve que se afastar para continuar as gravações de "Amor de Mãe". Quando ela aparece nos eps finais, a série engrandece demais! Isso porque a Aruanas é aquele trio. Sem ele, algo fica faltando. Além de que a atuação da Taís é incomparável. É uma verdade entregada que é de arrepiar. Os caps finais ficaram bem interessantes, fiquei bem arrepiado com o último. Uma pena a morte que acontece nesta temporada. Já estava imaginando que isso fosse acontecer porque o personagem quase protagonizou um dos episódios, então já imaginei o futuro dele. Gostei do crescimento do PC. Amo a Camila Pitanga, mas ela estava com uma atuação muito mecanizada, principalmente quando falava em inglês, me incomodou demais. No entanto, teve uma das cenas que me fez chorar: o reencontro com a Ivona. Ótimo, ótimo! Aguardo, ansiosamente, a terceira temporada.