Esse drama me cativou desde os primeiros episódios, com um romance leve, saudável e surpreendentemente maduro. Com os protagonistas me emocionei e sorri, enquanto assistia o relacionamento deles se desenvolver no seu próprio tempo, e, principalmente, a autoestima da protagonista que se fortalecia a cada novo episódio, ao mesmo tempo em que ela se apaixonava pelo protagonista, aos poucos, e ele, gentilmente, respeitava e acompanhava o processo de cura e o ritmo dela.
O episódio que é ambientado na escola é um retrato do que acontece hoje nas escolas: o desrespeito dos adolescentes não apenas com os seus colegas, mas com professores, diretores etc. Quem vê de fora, através de uma perspectiva que é retratada principalmente pelo personagem do detetive, parece que uma parte da "culpa" pelo mal-comportamento dos estudantes, que é a questão principal da série, que tenta o tempo todo encontrar um culpado, é depositada na própria escola, na direção, nos professores, que em sua maioria são representados de forma negativa, para dar mais força a esse argumento. Mas antes de falarmos em culpados, há de se pensar também que ainda que o ambiente possa influenciar o comportamento humano, existe também uma predisposição genética para falta de empatia e para a violência, que não pode ser deixada de lado, visto que existe outros personagens inseridos no mesmo ambiente danoso e que sofreram o mesmo tipo de influência que teria levado o protagonista da série a agir da maneira como agiu e nem por isso o fizeram. O que me leva a questionar a ideia de que ele é uma vítima absoluta, como deram a entender em alguns momentos. E por último, mas não menos importante, devo confessar que em vários momentos me peguei pensando em quantas situações se desenvolveriam de maneira diferente caso o protagonista dessa série fosse negro.
Confesso que no começo quase desisti de assistir, mas dei um voto de confiança e valeu a pena, pois depois melhorou bastante. Esse c-drama me tirou boas risadas e o casal principal não deixou a desejar.
É o primeiro drama Tailandês que eu assisto e me surpreendeu positivamente. O enredo por trás do romance é bem instigante e interessante, o que tornou a série mais complexa. Também achei que eles conseguiram representar bem o plot de um reality show. Ou seja, gostei bastante. É moderno, engraçado e o romance estava no ponto.
Eu gostei mais do que esperava. Pra quem ama comédias românticas adolescentes como eu vai curtir bastante. Ainda mais se se interessar pela cultura coreana, pois a série está lotada de pontos turísticos da Coreia do Sul e de hits do K-Pop, além de Oppas que são um colírio para os olhos. Gostei que os personagens falam bastante coreano e não fica aquela coisa forçada, como se todas as pessoas do mundo soubessem falar inglês fluentemente e falassem o idioma no seu dia a dia. Fiquei curiosa para uma próxima temporada.
Um dos filmes mais emocionantes da minha vida. Me fez pensar em como vivemos no automático, sem parar para pensar em como nossas atitudes impactam a vida de outras pessoas, positiva ou negativamente. Que às vezes temos que sair da bolha social da qual fazemos parte e refletirmos se convivemos com certos amigos porque temos afinidades com eles ou porque não queremos ficar sozinhos. É importante saber com quem convivemos, pois essas pessoas definem em grande parte quem somos e o que toleramos em nossas vidas. Precisamos tentar nos enxergar por um outro angulo, onde nossas ações podem causar grandes mudanças, boas ou ruins, dependendo da nossa intenção.
Não acho a Ginny insuportável como muitos dizem, pois quase sempre ela apenas está se impondo e não há nada errado nisso. Ao meu ver, quem chega a ser insuportável é a Georgia, que quer competir com a filha o tempo todo, como se ainda fosse adolescente. Ela não sabe lidar com as questões da filha, que são sim, bem pertinentes. Faz birra, escândalo e pequenas vinganças quando é descoberta ou contrariada. Não sou psiquiatra ou psicóloga, então não posso fazer diagnóstico, mas vejo na Georgia muitos traços de bipolaridade.
Confesso que no começo a quebra da quarta parede me incomodou um pouco, mas depois me acostumei e em grande parte devido a ótima atuação da Dakota, que transitou muito bem entre um humor irônico e o drama romântico. Em certos momentos, bastou apenas um olhar da atriz para câmera para trazer o tom certo de ironia e aproximar o telespectador da perspectiva da personagem. A atuação do protagonista masculino me decepcionou em alguns pontos, mas não acho que faltou química entre o casal principal, mas, sim, um desenvolvimento maior do enredo dos dois, que foi muito corrido e superficial, não sendo suficiente para convencer.
Com esse final, o filme ficou amargo do início ao fim. Esperava um final mais feliz, que a "mãe" dela, vulgo Nazaré Tedesco do demônio, tivesse morrido e a menina encontrasse seus pais biológicos e fosse para faculdade que tanto queria, mas a única mensagem que o filme passou foi de vingança, de ódio gerando ódio.
Eu não vou mentir, dá medo. Chega a ser horripilante, agressivo, cruel. Mas no fim o que fica é um sentimento de gratidão por poder amar quem eu quiser, crer em quem eu quiser, ser o que eu quiser. Por ter escolha. Por não ser propriedade de ninguém, além de mim mesma. Por não ter que pedir permissão. Por poder ter opinião, dizer não e continuar viva (quase sempre). Quase. É isso que dá medo. Quase estamos seguras, mas nunca estamos realmente.
Esse filme vem nos mostrar que tanto o amor quanto o ódio podem causar reações em cadeia. Portanto, antes de tomar qualquer atitude pense bem: Você quer espalhar amor ou ódio?
Um daqueles filmes que te deixa chocado, reflexivo. Que te faz se perguntar: Isso é correto? Ou é apenas loucura demais para minha cabeça? Mas que depois te faz pensar: Não, isso é lindo, novo e me faz ver o mundo de uma forma diferente.
Que surpresa boa! Um drama que não te deixa devastado de tristeza, mas, que ao contrário, te ensina que mesmo nas situações mais difíceis, ainda há uma chance de brincar, de tirar um sarro da vida e ser o mais feliz que puder.
Um dos melhores livros que eu já li, e como adaptação, confesso que me agradou mais do que eu esperava. A história é envolvente e eu não gosto de dizer que ela é óbvia, porque o filme é tão óbvio quanto a vida é. Tem muita coisa na vida que a gente sabe que vai acontecer, mas nem sempre o final feliz acontece na hora que estamos esperando, ás vezes, ele nem acontece. E nesse meio tempo, muita coisa pode acontecer, tudo pode dar muito errado até você acertar. E a história da Rosie é assim, e é por isso que ela me encanta tanto.
Agonizante. Aterrorizante. Triste. Ao ver esse documentário e me deparar com uma Amy cheia de vida, que pouco a pouco foi se perdendo, me deu uma sensação gigantesca de impotência. E o pior, é que no fundo o mundo sabia que estava perdendo uma grande artista, era só uma questão de tempo.
Que história mais encantadora, encorajadora. Dá vontade de saber mais, de conhecer mais sobre homens que tiveram coragem o suficiente para mudar a história.
A relação entre Val e Fabinho foi acertadamente desenvolvida, e os belos valores do filme, representados lindamente pela personagem de Regina Casé, conseguiram atingir o seu objetivo e ultrapassar a tela da televisão.
Que belíssima obra. Um romance que não nos deixa esquecê-lo. Depois de assisti-lo, não foi muito difícil me pegar relembrando alguma cena ou repetindo alguma fala mentalmente. E que gostoso foi relembrar as roupas, os costumes e os valores de uma época diferente da nossa.
Uma história real e inspiradora de luta contra o câncer. Luta, sim. Porque todos os dias, mulheres de todo o mundo, travam uma guerra incessante pela sobrevivência, um tipo diferente de guerra, mas, igualmente impiedosa. No entanto, uma guerra possível de se vencer. Porque nós, mulheres, somos fortes sim, e a história de Annie Parker está aí para nos convencer disso.
The Best Thing
4.3 3Esse drama me cativou desde os primeiros episódios, com um romance leve, saudável e surpreendentemente maduro. Com os protagonistas me emocionei e sorri, enquanto assistia o relacionamento deles se desenvolver no seu próprio tempo, e, principalmente, a autoestima da protagonista que se fortalecia a cada novo episódio, ao mesmo tempo em que ela se apaixonava pelo protagonista, aos poucos, e ele, gentilmente, respeitava e acompanhava o processo de cura e o ritmo dela.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraO episódio que é ambientado na escola é um retrato do que acontece hoje nas escolas: o desrespeito dos adolescentes não apenas com os seus colegas, mas com professores, diretores etc. Quem vê de fora, através de uma perspectiva que é retratada principalmente pelo personagem do detetive, parece que uma parte da "culpa" pelo mal-comportamento dos estudantes, que é a questão principal da série, que tenta o tempo todo encontrar um culpado, é depositada na própria escola, na direção, nos professores, que em sua maioria são representados de forma negativa, para dar mais força a esse argumento. Mas antes de falarmos em culpados, há de se pensar também que ainda que o ambiente possa influenciar o comportamento humano, existe também uma predisposição genética para falta de empatia e para a violência, que não pode ser deixada de lado, visto que existe outros personagens inseridos no mesmo ambiente danoso e que sofreram o mesmo tipo de influência que teria levado o protagonista da série a agir da maneira como agiu e nem por isso o fizeram. O que me leva a questionar a ideia de que ele é uma vítima absoluta, como deram a entender em alguns momentos. E por último, mas não menos importante, devo confessar que em vários momentos me peguei pensando em quantas situações se desenvolveriam de maneira diferente caso o protagonista dessa série fosse negro.
Everyone Loves Me
3.6 7 Assista AgoraConfesso que no começo quase desisti de assistir, mas dei um voto de confiança e valeu a pena, pois depois melhorou bastante. Esse c-drama me tirou boas risadas e o casal principal não deixou a desejar.
Batalha das Solteiras
3.6 16 Assista AgoraÉ o primeiro drama Tailandês que eu assisto e me surpreendeu positivamente. O enredo por trás do romance é bem instigante e interessante, o que tornou a série mais complexa. Também achei que eles conseguiram representar bem o plot de um reality show. Ou seja, gostei bastante. É moderno, engraçado e o romance estava no ponto.
Através da Minha Janela: Além-mar
2.1 48 Assista AgoraFilme apelativo com um enredo horrível
Com Carinho, Kitty (1ª Temporada)
3.3 67 Assista AgoraEu gostei mais do que esperava. Pra quem ama comédias românticas adolescentes como eu vai curtir bastante. Ainda mais se se interessar pela cultura coreana, pois a série está lotada de pontos turísticos da Coreia do Sul e de hits do K-Pop, além de Oppas que são um colírio para os olhos. Gostei que os personagens falam bastante coreano e não fica aquela coisa forçada, como se todas as pessoas do mundo soubessem falar inglês fluentemente e falassem o idioma no seu dia a dia. Fiquei curiosa para uma próxima temporada.
Antes Que Eu Vá
3.4 474 Assista AgoraUm dos filmes mais emocionantes da minha vida. Me fez pensar em como vivemos no automático, sem parar para pensar em como nossas atitudes impactam a vida de outras pessoas, positiva ou negativamente. Que às vezes temos que sair da bolha social da qual fazemos parte e refletirmos se convivemos com certos amigos porque temos afinidades com eles ou porque não queremos ficar sozinhos. É importante saber com quem convivemos, pois essas pessoas definem em grande parte quem somos e o que toleramos em nossas vidas. Precisamos tentar nos enxergar por um outro angulo, onde nossas ações podem causar grandes mudanças, boas ou ruins, dependendo da nossa intenção.
Ginny e Georgia (2ª Temporada)
3.8 59 Assista AgoraEu chorei em vários episódios,
principalmente nas cenas de crise de pânico.
Persuasão
2.7 189 Assista AgoraConfesso que no começo a quebra da quarta parede me incomodou um pouco, mas depois me acostumei e em grande parte devido a ótima atuação da Dakota, que transitou muito bem entre um humor irônico e o drama romântico. Em certos momentos, bastou apenas um olhar da atriz para câmera para trazer o tom certo de ironia e aproximar o telespectador da perspectiva da personagem. A atuação do protagonista masculino me decepcionou em alguns pontos, mas não acho que faltou química entre o casal principal, mas, sim, um desenvolvimento maior do enredo dos dois, que foi muito corrido e superficial, não sendo suficiente para convencer.
Passageiro Acidental
2.7 289Mais um filme no espaço que não faz sentido algum
Fuja
3.4 1,1K Assista AgoraCom esse final, o filme ficou amargo do início ao fim. Esperava um final mais feliz, que a "mãe" dela, vulgo Nazaré Tedesco do demônio, tivesse morrido e a menina encontrasse seus pais biológicos e fosse para faculdade que tanto queria, mas a única mensagem que o filme passou foi de vingança, de ódio gerando ódio.
O Recepcionista
2.6 234 Assista AgoraA moda agora é fazer filmes com finais alternativos?! Não suporto
O Conto da Aia (2ª Temporada)
4.5 1,2K Assista AgoraEu não vou mentir, dá medo. Chega a ser horripilante, agressivo, cruel. Mas no fim o que fica é um sentimento de gratidão por poder amar quem eu quiser, crer em quem eu quiser, ser o que eu quiser. Por ter escolha. Por não ser propriedade de ninguém, além de mim mesma. Por não ter que pedir permissão. Por poder ter opinião, dizer não e continuar viva (quase sempre). Quase. É isso que dá medo. Quase estamos seguras, mas nunca estamos realmente.
De Repente Noiva
3.6 24Amo um romance de natal. E que química tem esse casal! Me tirou o ar desde a primeira troca de olhares. Apaixonante.
Uma Vida Com Propósito
3.5 85 Assista AgoraEsse filme vem nos mostrar que tanto o amor quanto o ódio podem causar reações em cadeia. Portanto, antes de tomar qualquer atitude pense bem: Você quer espalhar amor ou ódio?
O Universo No Olhar
4.2 1,3KUm daqueles filmes que te deixa chocado, reflexivo. Que te faz se perguntar: Isso é correto? Ou é apenas loucura demais para minha cabeça? Mas que depois te faz pensar: Não, isso é lindo, novo e me faz ver o mundo de uma forma diferente.
Amizades Improváveis
3.8 788 Assista AgoraQue surpresa boa! Um drama que não te deixa devastado de tristeza, mas, que ao contrário, te ensina que mesmo nas situações mais difíceis, ainda há uma chance de brincar, de tirar um sarro da vida e ser o mais feliz que puder.
Simplesmente Acontece
3.8 1,8K Assista AgoraUm dos melhores livros que eu já li, e como adaptação, confesso que me agradou mais do que eu esperava. A história é envolvente e eu não gosto de dizer que ela é óbvia, porque o filme é tão óbvio quanto a vida é. Tem muita coisa na vida que a gente sabe que vai acontecer, mas nem sempre o final feliz acontece na hora que estamos esperando, ás vezes, ele nem acontece. E nesse meio tempo, muita coisa pode acontecer, tudo pode dar muito errado até você acertar. E a história da Rosie é assim, e é por isso que ela me encanta tanto.
Amy
4.4 1,0K Assista AgoraAgonizante. Aterrorizante. Triste. Ao ver esse documentário e me deparar com uma Amy cheia de vida, que pouco a pouco foi se perdendo, me deu uma sensação gigantesca de impotência. E o pior, é que no fundo o mundo sabia que estava perdendo uma grande artista, era só uma questão de tempo.
Depois do Casamento
3.8 82O filme seguiu uma linha completamente diferente da que eu imaginava e conseguiu me surpreender e me surpreender muito. Filme delicado, único.
Belle
4.0 100Que história mais encantadora, encorajadora. Dá vontade de saber mais, de conhecer mais sobre homens que tiveram coragem o suficiente para mudar a história.
Que Horas Ela Volta?
4.3 3,0K Assista AgoraA relação entre Val e Fabinho foi acertadamente desenvolvida, e os belos valores do filme, representados lindamente pela personagem de Regina Casé, conseguiram atingir o seu objetivo e ultrapassar a tela da televisão.
Brooklin
3.8 1,0KQue belíssima obra. Um romance que não nos deixa esquecê-lo. Depois de assisti-lo, não foi muito difícil me pegar relembrando alguma cena ou repetindo alguma fala mentalmente. E que gostoso foi relembrar as roupas, os costumes e os valores de uma época diferente da nossa.
Unidas Pela Vida
3.5 36Uma história real e inspiradora de luta contra o câncer. Luta, sim. Porque todos os dias, mulheres de todo o mundo, travam uma guerra incessante pela sobrevivência, um tipo diferente de guerra, mas, igualmente impiedosa. No entanto, uma guerra possível de se vencer. Porque nós, mulheres, somos fortes sim, e a história de Annie Parker está aí para nos convencer disso.