Ela foi infeliz do começo ao fim. Era apenas uma menina de 15 anos, entregue a um casamento com um homem que não a amava.
A dificuldade de consumar o casamento, diante das disfunções sexuais do marido; a pressão incessante da mãe; a humilhação de ser tratada como estrangeira; a cobrança para gerar um herdeiro…
Em meio a tudo isso, o conde Axel von Fersen foi o homem que a desejou e ao que tudo indica, a amou.
Pelo menos, fomos poupados de assistir à invasão do palácio e à sua completa ruína.
Eu esperava um final feliz para esse filme, principalmente que Carla recuperasse sua sanidade mental e conseguisse viver ao lado de Adri, o homem que tanto a ajudou e foi compreensivo durante seus momentos de crise.
Não vejo possibilidade de romantizar uma história dessas. Por trás do romance existe uma realidade insuportável, marcada por dor, sofrimento e violência. O filme me deixou com a sensação de que algumas feridas são muito mais profundas do que uma história de amor consegue resolver.
Agnetha, marcada pela solidão e pela sensação de invisibilidade, descobre que a vida continua cheia de encontros, afetos e possibilidades, mesmo nas fases mais maduras da existência. O filme nos lembra que envelhecer não significa parar de desejar, sonhar ou amar. Pelo contrário: a maturidade pode trazer uma liberdade bem rara, que é a de ser quem a gente realmente é.
Mais do que uma história sobre idade, é uma reflexão bonita sobre pertencimento, afeto e essa busca universal por conexão. Uma obra super sensível que nos convida a olhar para a velhice não como um fim, mas como um novo capítulo cheio de significado.
Violência não é um tema simples. Ela carrega memórias dolorosas, pode ativar lembranças traumáticas e disparar gatilhos em quem já viveu situações parecidas. Por isso, quando vejo uma produção cultural que consegue tratar dessa realidade com profundidade, mas sem sensacionalismo, eu reconheço ali um espaço bem potente de reflexão.
Se ele cometeu tantos homicídios sem justificativa, não tinha o porque ser inocentado, matou até a própria mãe. Os shows que tanto ele quanto a Arlequina interpretavam eram criações da mente deles, é bonzinho mas ainda prefiro os personagens do "Esquadrão Suicida" acho mais divertido e envolvente.
Parece que virou moda estragarem os clássicos, pegam uma história super bonita e emocionante e transformam em algo completamente sem sentido, misturado com um monte de efeitos especiais e invenções.
“Wicked” nunca será superior ao “Mágico de Oz” de 1939, podem colocar quem quer que seja para interpretar os papéis principais.
Tem até uma história legal, mas é uma coisa tão forçada, tão teatralizada, que parece até brincadeira. E todos vão pro inferno né? É uma coisa engraçada.
Achei um filme de ficção científica genérico, nada de diferente dos demais. No começo fiquei sem entender o contexto da história, onde eles estavam; para onde iriam... Até aparecer as criaturas e ficar interessante, mas nada que impressione ou prenda a atenção.
Ainda bem que não fui no cinema assistir, embora seja menos pior que o remake de "O Corvo".
Um dos melhores trabalhos de direção de Steven Spielberg, com um constante clima de tensão, personagens carismáticos e uma trilha inspiradíssima de John Williams.
Lembro do pavor que tinha do Pinhead quando tinha cinco anos. E agora revejo novamente esse filme e posso concluir que nos dias atuais faltam longas metragens como esse. Indiscutivelmente é um clássico que consegue facilmente superar qualquer terrorzinho do século XXI com maestria e honra.
Considero esse, o pior filme que assisti no cinema desde "Velozes & Furiosos 7". É tudo ruim... O roteiro é péssimo, a história é sem pé nem cabeça, não entendi nada.
Achei uma mistura de "A Experiência III" com "A Autópsia", com atuações dignas de Oscar.
Quando o monstro colocou os brincos e só restaram alguns fiapos de cabelo, ouvimos a música de Vertigo em um final completamente triste. Deveriam, pelo menos, ter salvo o corpo real de Elizabeth, embora a atriz Margaret Qualley tenha sido perfeita como Sue.
No meu entendimento, Priscilla Beaulieu queria casar com o homem que era apaixonada na adolescência. Ela não se importava com o fato dele ter uma vida atribulada, ela só queria sair da dependência dos pais e não viver mais uma vida solitária, além de não gostar de estudar e não ter amigos.
Não querendo passar pano pro Elvis, mas ela sabia desde o início que seria assim, que ele era famoso, que tinha que passar uma imagem de homem sedutor, como qualquer outra galã daquela época. Obviamente que tinha suas dependências, mas ela também foi coadjuvante no abuso de substâncias, principalmente alucinógenos e medicamentos para dormir, ela nunca negou nenhuma imposição dele por mais absurda que fosse.
Não achei o romance deles necessariamente decadente, no começo ela aceitou tudo de boa e depois foi cansando, porque no fundo se sentia infeliz e não gostava de ver notícias dele com outras mulheres. Ela não o amava, e ele não se importava com isso, pois sempre teve todas as mulheres aos seus pés.
Não consegui assimilar com nascimento do Damien em "A Profecia". Achei o início muito estranho, o convento muito estranho, as freiras muito estranhas, e depois tudo fez sentido.
Maxine Minx é uma cópia perfeita da Pearl, as duas passaram por privações e dificuldades relacionadas a família; elas tinham o mesmo sonho e personalidades idênticas. Demorei pra assimilar que são personagens distintas, embora ambas tenham passado por coisas parecidas.
É como se as duas fossem a mesma pessoa, em tempos diferentes. Fiquei muito feliz de vê-la se tornando uma grande atriz, mas acredito que merecia ter conquistado muito mais.
Decepcionante! Esperava pela história dele, que teve uma parte narrada no remake com Johnny Deep. O pai dele era dentista, e ele era proibido de comer doces, aí vem esse filme completamente sem pé nem cabeça.
Maria Antonieta
3.7 1,3K Assista AgoraEla foi infeliz do começo ao fim. Era apenas uma menina de 15 anos, entregue a um casamento com um homem que não a amava.
A dificuldade de consumar o casamento, diante das disfunções sexuais do marido; a pressão incessante da mãe; a humilhação de ser tratada como estrangeira; a cobrança para gerar um herdeiro…
Em meio a tudo isso, o conde Axel von Fersen foi o homem que a desejou e ao que tudo indica, a amou.
Pelo menos, fomos poupados de assistir à invasão do palácio e à sua completa ruína.
Frankenstein
3.7 617 Assista AgoraGuillermo del Toro fez uma adaptação que parece mais uma meditação sobre a existência do que um simples filme de ficção científica.
Loucura de Amor
3.5 131 Assista AgoraEu esperava um final feliz para esse filme, principalmente que Carla recuperasse sua sanidade mental e conseguisse viver ao lado de Adri, o homem que tanto a ajudou e foi compreensivo durante seus momentos de crise.
Não vejo possibilidade de romantizar uma história dessas. Por trás do romance existe uma realidade insuportável, marcada por dor, sofrimento e violência. O filme me deixou com a sensação de que algumas feridas são muito mais profundas do que uma história de amor consegue resolver.
Meu Nome é Agneta
3.9 60 Assista AgoraAgnetha, marcada pela solidão e pela sensação de invisibilidade, descobre que a vida continua cheia de encontros, afetos e possibilidades, mesmo nas fases mais maduras da existência. O filme nos lembra que envelhecer não significa parar de desejar, sonhar ou amar. Pelo contrário: a maturidade pode trazer uma liberdade bem rara, que é a de ser quem a gente realmente é.
Mais do que uma história sobre idade, é uma reflexão bonita sobre pertencimento, afeto e essa busca universal por conexão. Uma obra super sensível que nos convida a olhar para a velhice não como um fim, mas como um novo capítulo cheio de significado.
Manas
4.2 152 Assista AgoraViolência não é um tema simples. Ela carrega memórias dolorosas, pode ativar lembranças traumáticas e disparar gatilhos em quem já viveu situações parecidas. Por isso, quando vejo uma produção cultural que consegue tratar dessa realidade com profundidade, mas sem sensacionalismo, eu reconheço ali um espaço bem potente de reflexão.
Nosferatu
3.6 950 Assista AgoraMuito escuro, quase não dar pra ver nada... Não gostei do visual do Conde Orlok, e achei que o enredo deveria ter sido mais direto e assustador.
Coringa: Delírio a Dois
2.5 924 Assista AgoraSe ele cometeu tantos homicídios sem justificativa, não tinha o porque ser inocentado, matou até a própria mãe. Os shows que tanto ele quanto a Arlequina interpretavam eram criações da mente deles, é bonzinho mas ainda prefiro os personagens do "Esquadrão Suicida" acho mais divertido e envolvente.
Wicked
3.9 526 Assista AgoraParece que virou moda estragarem os clássicos, pegam uma história super bonita e emocionante e transformam em algo completamente sem sentido, misturado com um monte de efeitos especiais e invenções.
“Wicked” nunca será superior ao “Mágico de Oz” de 1939, podem colocar quem quer que seja para interpretar os papéis principais.
Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice
3.4 592 Assista AgoraTem até uma história legal, mas é uma coisa tão forçada, tão teatralizada, que parece até brincadeira. E todos vão pro inferno né? É uma coisa engraçada.
Alien: Romulus
3.7 769 Assista AgoraAchei um filme de ficção científica genérico, nada de diferente dos demais. No começo fiquei sem entender o contexto da história, onde eles estavam; para onde iriam... Até aparecer as criaturas e ficar interessante, mas nada que impressione ou prenda a atenção.
Ainda bem que não fui no cinema assistir, embora seja menos pior que o remake de "O Corvo".
Brinquedo Assassino
3.3 1,0K Assista AgoraUm filme regular, com efeitos legais pra época.
Tubarão
3.7 1,2K Assista AgoraUm dos melhores trabalhos de direção de Steven Spielberg, com um constante clima de tensão, personagens carismáticos e uma trilha inspiradíssima de John Williams.
Hellraiser: Renascido do Inferno
3.5 883 Assista AgoraLembro do pavor que tinha do Pinhead quando tinha cinco anos. E agora revejo novamente esse filme e posso concluir que nos dias atuais faltam longas metragens como esse. Indiscutivelmente é um clássico que consegue facilmente superar qualquer terrorzinho do século XXI com maestria e honra.
O Corvo
2.4 304 Assista AgoraConsidero esse, o pior filme que assisti no cinema desde "Velozes & Furiosos 7". É tudo ruim... O roteiro é péssimo, a história é sem pé nem cabeça, não entendi nada.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraAchei uma mistura de "A Experiência III" com "A Autópsia", com atuações dignas de Oscar.
Quando o monstro colocou os brincos e só restaram alguns fiapos de cabelo, ouvimos a música de Vertigo em um final completamente triste. Deveriam, pelo menos, ter salvo o corpo real de Elizabeth, embora a atriz Margaret Qualley tenha sido perfeita como Sue.
Priscilla
3.4 249 Assista AgoraNo meu entendimento, Priscilla Beaulieu queria casar com o homem que era apaixonada na adolescência. Ela não se importava com o fato dele ter uma vida atribulada, ela só queria sair da dependência dos pais e não viver mais uma vida solitária, além de não gostar de estudar e não ter amigos.
Não querendo passar pano pro Elvis, mas ela sabia desde o início que seria assim, que ele era famoso, que tinha que passar uma imagem de homem sedutor, como qualquer outra galã daquela época. Obviamente que tinha suas dependências, mas ela também foi coadjuvante no abuso de substâncias, principalmente alucinógenos e medicamentos para dormir, ela nunca negou nenhuma imposição dele por mais absurda que fosse.
Não achei o romance deles necessariamente decadente, no começo ela aceitou tudo de boa e depois foi cansando, porque no fundo se sentia infeliz e não gostava de ver notícias dele com outras mulheres. Ela não o amava, e ele não se importava com isso, pois sempre teve todas as mulheres aos seus pés.
Nosso Lar 2 - Os Mensageiros
3.0 126O primeiro foi muito melhor, achei esse meio piegas e não tive paciência pra assistir até o final.
A Primeira Profecia
3.4 411 Assista AgoraNão consegui assimilar com nascimento do Damien em "A Profecia". Achei o início muito estranho, o convento muito estranho, as freiras muito estranhas, e depois tudo fez sentido.
MaXXXine
3.1 679 Assista AgoraMaxine Minx é uma cópia perfeita da Pearl, as duas passaram por privações e dificuldades relacionadas a família; elas tinham o mesmo sonho e personalidades idênticas. Demorei pra assimilar que são personagens distintas, embora ambas tenham passado por coisas parecidas.
É como se as duas fossem a mesma pessoa, em tempos diferentes. Fiquei muito feliz de vê-la se tornando uma grande atriz, mas acredito que merecia ter conquistado muito mais.
Mommy
4.3 1,2KTentam mostrar mais o drama da mãe do que do filho, o que achei injusto.
Frankenstein
3.9 298 Assista AgoraSó gostei da cena que ele joga a menina no lago, estou na espectativa pela versão de Guillermo del Toro.
Meninas Malvadas
3.0 254 Assista AgoraMe lembrou o seriado "Glee" muito divertido e original. A atuação da Reneé Rapp é sensacional, e todos cantam muitíssimo bem.
Piscina Infinita
3.0 452Foi injusto o sofrimento que expuseram James, um terror psicológico inimaginável.
Wonka
3.4 457 Assista AgoraDecepcionante! Esperava pela história dele, que teve uma parte narrada no remake com Johnny Deep. O pai dele era dentista, e ele era proibido de comer doces, aí vem esse filme completamente sem pé nem cabeça.