Nesse filme a gente tem uma história maravilhosa, que daria para ser explorada de diversas maneiras e com um potencial enorme para uma narrativa criativa, mas vemos que toda a produção e direção preferiram seguir algo mais conservador e dentro do quadrado, o que prejudica o potencial do filme. A fotógrafa Lee Miller foi uma pessoa de feitos extraordinários, e o filme não soube contar e aproveitar isso.
Algumas vezes me pego pensando: o cinema consegue romper a barreira cultural? Se o filme é realmente bom, ele vai romper a barreira cultural e conversar com o telespectador de alguma forma? Eu acredito que sim, e foi algo que não aconteceu comigo e esse filme. Como já disse abaixo, esse filme é um filme extremamente imerso na cultura norte-americana, feito por norte-americanos e para norte-americanos, com uma linguagem norte-americana. Para entendermos e captarmos bem o filme, teríamos que visualizar foda a história e grandeza do programa de TV Saturday Live Night para os Estados Unidos durante os últimos anos e como ele contribuiu para a formação cultural desse país e desses cidadãos americanos, então acredito que esse filme tem um telespectador específico. Mesmo assim, o filme não consegue criar uma conexão com o telespectador que assiste o filme sem ter um conhecimento prévio, não prende a atenção sequer do telespectador que conhece a história do programa e do seu impacto, como eu. Acredito que o filme tem um problema de ritmo. O filme aposta em um cast de atores pesado que não consegue suprir o roteiro fraco, que se rende à uma homenagem caxias a todo momento. A ambientação e o trabalho das câmeras são pontos positivos, que corroboram para o clima de tensão e caos do filme.
A dualidade da ânsia de ser, saber, possuir esse mundo inteiro nas palmas das mãos, mas ao mesmo tempo o gosto amargo da solidão que isso traz para alguém. Ele era demais, né? Nosso chef beatnik.
Olivia Colman conseguiu entregar um personagem tão antipático que eu não conseguia sentir empatia alguma por ela, e acredito que é intencional mesmo: mães sempre são romantizadas, isso vem da nossa cultura cristã e católica, desde Maria: assim que pariu Jesus, virou santa. Essa visão que temos de que mães não erram, são perfeitas, santas, amam suas crias mais do que a si mesmas e engolem tudo é o causador principal do sofrimento psíquico e remorsos que vemos afetar as personagens aqui. Mulheres que não se deram bem com a maternidade tentando se encontrar novamente, e se perdoar, acima de tudo. E no meio disso tem a família mafiosa, um país estrangeiro, falta de comunicação e muitas projeções que só Freud explica, rs. O nível de ansiedade vai crescendo durante o filme e no final eu já tava me contorcendo com aquela cena da Colman e Johnson no quarto do hotel. As atuações são ótimas, acredito que o filme poderia ser menos longo, uma meia hora a menos. Fora isso, Olivia Colman papa Oscar 2022 de novo, hein, tô na torcida
Eu tive um probleminha com o ritmo da série. Quase uma hora pra cada episódio pesou, principalmente pq todos os episódios poderiam ter metade do tempo tranquilamente e ainda passar tudo o que queria. Alguns furos no roteiro, alguns personagens inúteis, alguns relacionamentos desnecessários tbm. Isso tomou muito tempo de cena e eu, por exemplo, toda vez que aparecia a Siobhan com a mina lá já pulava, que preguiça. Mas prende a espectativa, eu assisti tudo em dois dias. Btw: KATE WINSLET TÁ INCRÍVEL.
antes de tudo, esse filme é uma homenagem ao cinema francês e ao jornalismo por si só. Quem for assisti-lo, tem que ter isso em mente. Eu gostei muito desse estilo mais experimental nesse filme do Wes, e acredito que com essa obra ele atingiu o pico da sua técnica, e quis mostrar isso pro espectador, porque cara, cada segundo desse filme deslumbra os olhos de quem vê. Ele é muito bonito mesmo. Em questão de direção artística, acredito que seja o melhor filme de 2021. Por outro lado, o excesso de personagem prejudicou a narrativa e ritmo. Muito personagem que transpassava uma vibe de figurante de luxo, como a Elisabeth Moss e Dafoe. Por ser tanto personagem pra desenvolver, nenhum artista conseguiu expressar teu talento totalmente, acabou podando um pouco. Acredito que ele apostou nesse elenco como um puta chamariz, (e deu certo), mas perdeu um pouco a mão, atores incríveis com papéis tão pequenos que pqp, viu. Um ponto um pouco negativo: Não é um filme que qualquer pessoa entenderia com facilidade. A linguagem é difícil, o jeito que a história é contada é erudito, é cult demais (chega até a dar arrepio de tão cult), rsss o que é uma droga, se a gente para pra pensar que o cinema é um direto de todos. É uma grandeza enorme no elenco e na direção artística, impecável, mas infelizmente ficou faltando na parte do roteiro.
QUE FILME SENSACIONAL. Cara, como que esse filme não tá sendo mais comentado? O ritmo vai crescendo e faltando uma hora pra ele acabar mostra pro que realmente veio: uma crítica ao patriarcado recheada de suspense, ação e agonia. Agonia é a palavra que descreve essa última hora de filme. As cenas finais de luta são incríveis. Eu fiquei deslumbrada. Jodie Comer é uma ótima atriz, nota-se desde Killing Eve onde mostrou seu potencial como a psicopata Vilanelle, mas aqui ela provou toda sua desenvoltura e talento para o cinema, um papel tão expressivo e difícil. Scott deveria ter investido mais na divulgação dessa obra, porque é algo muito bom.
que surpresa positiva! eu to maravilhada. prende demais, é muito bem estruturada e o roteiro cativa mesma quem não joga LOL. eu espero ansiosamente pela segunda temporada
Eu estou muito decepcionada com o ritmo e transições de cena do filme, cenas tão mal encaixadas e cortadas que parecem estar ofendendo a inteligência de quem vê. O filme é tão longo e arrastado que após o segundo ato não há nada muito novo para contar a quem assiste, ele fica dando voltas e voltas entre si, através de cenas extremamente desnecessárias. É um filme que poderia ser cortado uma hora dele e ainda sim não iria afetar o seu desenvolvimento, pois é muito repetitivo MESMO. E o pior é que não se aprofunda em nada, em nenhum personagem além de Patrizia, sendo assim impossível quase de criar empatia por qualquer personagem do filme. Scott poderia ter abusado de toda a excentricidade do mundo da moda enquanto contava a história, fazer algo camp, algo que fosse menos preso e amarrado, algo mais irreverente e COLORIDO. Eu sabia que ele não era a melhor escolha para um filme assim, mas a sua direção me deixou muito brochada. Nitidamente Lady Gaga melhorou sua atuação e ela foi o ponto alto do filme inteiro, não tem como negar, mas ainda temos uma atriz um pouco crua, com um talento sim, mas com muita sede e pressa de chegar ao pote. Algumas cenas ficaram um pouco caricatas até. O que falta pra Gaga é tempo e estudo, pois ela tem um potencial muito grande. Ainda mais em cenas com Al Pacino e Driver, ela ficava um pouco ofuscada por suas atuações. O único personagem que eu consegui sentir empatia foi o personagem do grande Al Pacino, consegue dar rosto e personalidade. Não achei a atuação de Leto ruim, como muitos estão falando, e Hayek nem sei o que tá fazendo no meio do filme, figurante de luxo. Enfim, não é um filme digno de Oscar, não, mas a gente sabe que hoje em dia o Oscar virou puro jabá e politicagem, provavelmente vai ser indicado e ganhar algo, inclusive melhor atriz. É um filme longo e esquecível.
Polêmico. Essa é a palavra pra descrever o filme. Mais ainda: nos saboreia com a dúvida, mesmo quando tudo nos aponta para a certeza de que Benedetta é uma fraude, a obra consegue infligir no telespectador a dúvida. Obras que exploram o imaginário religioso e nossas fantasias sempre são ricas em detalhes e prendem nossa atenção, e nada melhor que Paul Verhoeven para abordar esse tema.
A série é incrível e consegue envolver as pessoas de uma maneira. A psicose do Norman estar mais visível nessa temporada foi muito legal, mas o personagem ficou um pouco previsível e repetitivo. Outros personagens como Dylan e Romero que sempre envolvem histórias muito legais e mais interessantes que o arco central tiveram mais tempo de tela, e isso deu um ânimo na temporada. Mais faces da Norma sendo mostradas e explorando o lado mais frágil dela. O problema ainda é o ritmo, o enredo do pen drive por exemplo, se estendeu muito. E o maior problema, eu acredito: PERSONAGENS PARALELOS INÚTEIS que não agregram nada.
Como comentaram aqui embaixo, eu estou com uma leve impressão, pelo trailer, que esse filme ou vai ser muito bom, ou muito ruim. E eu acredito que a história, na mão e direção de Scott, vai virar alto muito brega, como já aparenta no trailer. Não consegui gostar, me transpareceu como algo muito grandioso para algo meio medíocre, um enredo não ajuda muito
Que série MARAVILHOSA, como que ela não é mais conhecida???? A história da Beth Ann começa como a mais chatinha e termina como a melhor de longe habaha!
po, bro, nem sei o que dizer. A forma como as poesias são introduzidas e em certos episódios, são feitas breves releituras 💓 que delicadeza! De fato, eu gosto desse formato de aproximação da nossa geração com séries de época, principalmente com a trilha sonora, e acredito que funcione, mas é realmente algo que a pessoa ou gosta ou não gosta ( tá aí Maria Antonieta da Coppola, que divide opiniões até hoje). Mostrar uma jovem Emily Dickinson e suas possíveis loucuras num mundo retrógrado e misógino em que vivia, foi perspicaz e engraçado, criando uma empatia e simpatia principalmente com o público adolescente, tão atraído por pautas sociais atualmente, pois é sua realidade, então rola uma projeção muito massa, inclusive para esse mesmo público procurar pela escritora, e é nisso onde reside uma das maiores belezas da vivência da literatura e do cinema. As atuações, principalmente de Hailee, ajudam a fomentar um humor ácido e leve, algo não tão sério (e que ótima atuação de Hailee!). Mas acredito que esse mesmo ar dificulte um pouco as coisas para quem procure algo um pouco mais adulto, talvez? A produção é muito boa, edições, produção, figurino. Mas têm certos furos no roteiro que, na minha opinião, ficaram um pouco incompreensíveis pro desenvolvimento pessoal do personagem da Emily.
[/spoiler] Veja bem, estamos acostumados com uma figura combativa e militante de Emily desde os primeiros episódios, uma postura forte e insolúvel, que não deita nem pro pai, até pelo menos metade da série, episódios para caramba. Para essa mesma postura ir se diluindo quando Ben aparece? Ao ponto dela ir cozinhar uma ceia de natal toda, deixando muito claro que é pra ele, algo "machista" que ela mesma se recusava o.o? Pô, bicho? Eu nem tô entrando no mérito dela ter dado uma ""esquecida"" na Sue, na qual ela era complemente apaixonada, no momento me que o boy aparece e quando ele morre, a tal paixonite dá uma reaparecida na narrativa. Tudo isso ficou muito estranho no ENREDO da personagem, sei lá. [spoiler]
Enfim, a série é boa, eu como amante da literatura, curti demais. ✨
Eu consigo entender o valor e importância desse filme para uma geração e para o cinema, mas não consegui gostar, talvez por cair um pouco no clichê e se desenvolver de uma forma previsível. A atuação de Ilan Mitchell-Smith tá um pouco sofrida também, se destoa do resto do elenco, como Michael Hall.
A solidão feminina de uma forma poética, onde a psicanálise se funde às emoções e os padecimentos de uma mulher mais velha num mundo que exalta a juventude como fonte vital de vida.
Falando a Real (1ª Temporada)
4.1 56 Assista AgoraHarrison Ford doidão de gominha mágica.
Como Ganhar Milhões Antes Que a Avó Morra
4.3 133 Assista Agoraesse filme bate diferente para quem já perdeu alguma vózinha.
Anora
3.4 1,1K Assista AgoraCADÊ O LINK
ALGUÉM ME PASSA O LINK
Lee
3.5 71 Assista AgoraNesse filme a gente tem uma história maravilhosa, que daria para ser explorada de diversas maneiras e com um potencial enorme para uma narrativa criativa, mas vemos que toda a produção e direção preferiram seguir algo mais conservador e dentro do quadrado, o que prejudica o potencial do filme.
A fotógrafa Lee Miller foi uma pessoa de feitos extraordinários, e o filme não soube contar e aproveitar isso.
Saturday Night: A Noite Que Mudou a Comédia
3.3 38 Assista AgoraAlgumas vezes me pego pensando: o cinema consegue romper a barreira cultural?
Se o filme é realmente bom, ele vai romper a barreira cultural e conversar com o telespectador de alguma forma? Eu acredito que sim, e foi algo que não aconteceu comigo e esse filme.
Como já disse abaixo, esse filme é um filme extremamente imerso na cultura norte-americana, feito por norte-americanos e para norte-americanos, com uma linguagem norte-americana. Para entendermos e captarmos bem o filme, teríamos que visualizar foda a história e grandeza do programa de TV Saturday Live Night para os Estados Unidos durante os últimos anos e como ele contribuiu para a formação cultural desse país e desses cidadãos americanos, então acredito que esse filme tem um telespectador específico.
Mesmo assim, o filme não consegue criar uma conexão com o telespectador que assiste o filme sem ter um conhecimento prévio, não prende a atenção sequer do telespectador que conhece a história do programa e do seu impacto, como eu. Acredito que o filme tem um problema de ritmo. O filme aposta em um cast de atores pesado que não consegue suprir o roteiro fraco, que se rende à uma homenagem caxias a todo momento.
A ambientação e o trabalho das câmeras são pontos positivos, que corroboram para o clima de tensão e caos do filme.
Todo Tempo Que Temos
3.4 171 Assista AgoraO filme mais esquecível que eu vi nesses últimos tempos.
Roadrunner: Um filme sobre Anthony Bourdain
4.0 17A dualidade da ânsia de ser, saber, possuir esse mundo inteiro nas palmas das mãos, mas ao mesmo tempo o gosto amargo da solidão que isso traz para alguém.
Ele era demais, né?
Nosso chef beatnik.
Macunaíma
3.3 287E viva ao Modernismo!
♥️
A Filha Perdida
3.6 581Olivia Colman conseguiu entregar um personagem tão antipático que eu não conseguia sentir empatia alguma por ela, e acredito que é intencional mesmo: mães sempre são romantizadas, isso vem da nossa cultura cristã e católica, desde Maria: assim que pariu Jesus, virou santa.
Essa visão que temos de que mães não erram, são perfeitas, santas, amam suas crias mais do que a si mesmas e engolem tudo é o causador principal do sofrimento psíquico e remorsos que vemos afetar as personagens aqui. Mulheres que não se deram bem com a maternidade tentando se encontrar novamente, e se perdoar, acima de tudo.
E no meio disso tem a família mafiosa, um país estrangeiro, falta de comunicação e muitas projeções que só Freud explica, rs.
O nível de ansiedade vai crescendo durante o filme e no final eu já tava me contorcendo com aquela cena da Colman e Johnson no quarto do hotel.
As atuações são ótimas, acredito que o filme poderia ser menos longo, uma meia hora a menos.
Fora isso, Olivia Colman papa Oscar 2022 de novo, hein, tô na torcida
Mare of Easttown
4.4 692 Assista AgoraEu tive um probleminha com o ritmo da série.
Quase uma hora pra cada episódio pesou, principalmente pq todos os episódios poderiam ter metade do tempo tranquilamente e ainda passar tudo o que queria. Alguns furos no roteiro, alguns personagens inúteis, alguns relacionamentos desnecessários tbm. Isso tomou muito tempo de cena e eu, por exemplo, toda vez que aparecia a Siobhan com a mina lá já pulava, que preguiça.
Mas prende a espectativa, eu assisti tudo em dois dias.
Btw: KATE WINSLET TÁ INCRÍVEL.
A Crônica Francesa
3.5 290 Assista Agoraantes de tudo, esse filme é uma homenagem ao cinema francês e ao jornalismo por si só. Quem for assisti-lo, tem que ter isso em mente.
Eu gostei muito desse estilo mais experimental nesse filme do Wes, e acredito que com essa obra ele atingiu o pico da sua técnica, e quis mostrar isso pro espectador, porque cara, cada segundo desse filme deslumbra os olhos de quem vê. Ele é muito bonito mesmo. Em questão de direção artística, acredito que seja o melhor filme de 2021.
Por outro lado, o excesso de personagem prejudicou a narrativa e ritmo. Muito personagem que transpassava uma vibe de figurante de luxo, como a Elisabeth Moss e Dafoe. Por ser tanto personagem pra desenvolver, nenhum artista conseguiu expressar teu talento totalmente, acabou podando um pouco.
Acredito que ele apostou nesse elenco como um puta chamariz, (e deu certo), mas perdeu um pouco a mão, atores incríveis com papéis tão pequenos que pqp, viu.
Um ponto um pouco negativo: Não é um filme que qualquer pessoa entenderia com facilidade. A linguagem é difícil, o jeito que a história é contada é erudito, é cult demais (chega até a dar arrepio de tão cult), rsss o que é uma droga, se a gente para pra pensar que o cinema é um direto de todos.
É uma grandeza enorme no elenco e na direção artística, impecável, mas infelizmente ficou faltando na parte do roteiro.
O Último Duelo
3.9 352QUE FILME SENSACIONAL.
Cara, como que esse filme não tá sendo mais comentado?
O ritmo vai crescendo e faltando uma hora pra ele acabar mostra pro que realmente veio: uma crítica ao patriarcado recheada de suspense, ação e agonia.
Agonia é a palavra que descreve essa última hora de filme. As cenas finais de luta são incríveis. Eu fiquei deslumbrada.
Jodie Comer é uma ótima atriz, nota-se desde Killing Eve onde mostrou seu potencial como a psicopata Vilanelle, mas aqui ela provou toda sua desenvoltura e talento para o cinema, um papel tão expressivo e difícil.
Scott deveria ter investido mais na divulgação dessa obra, porque é algo muito bom.
Como Nossos Pais
3.8 454smells like feminismo liberal branco em sua maior essência rs
Arcane (1ª Temporada)
4.6 421que surpresa positiva! eu to maravilhada. prende demais, é muito bem estruturada e o roteiro cativa mesma quem não joga LOL.
eu espero ansiosamente pela segunda temporada
Casa Gucci
3.2 731 Assista AgoraEu estou muito decepcionada com o ritmo e transições de cena do filme, cenas tão mal encaixadas e cortadas que parecem estar ofendendo a inteligência de quem vê.
O filme é tão longo e arrastado que após o segundo ato não há nada muito novo para contar a quem assiste, ele fica dando voltas e voltas entre si, através de cenas extremamente desnecessárias. É um filme que poderia ser cortado uma hora dele e ainda sim não iria afetar o seu desenvolvimento, pois é muito repetitivo MESMO. E o pior é que não se aprofunda em nada, em nenhum personagem além de Patrizia, sendo assim impossível quase de criar empatia por qualquer personagem do filme.
Scott poderia ter abusado de toda a excentricidade do mundo da moda enquanto contava a história, fazer algo camp, algo que fosse menos preso e amarrado, algo mais irreverente e COLORIDO. Eu sabia que ele não era a melhor escolha para um filme assim, mas a sua direção me deixou muito brochada.
Nitidamente Lady Gaga melhorou sua atuação e ela foi o ponto alto do filme inteiro, não tem como negar, mas ainda temos uma atriz um pouco crua, com um talento sim, mas com muita sede e pressa de chegar ao pote. Algumas cenas ficaram um pouco caricatas até. O que falta pra Gaga é tempo e estudo, pois ela tem um potencial muito grande. Ainda mais em cenas com Al Pacino e Driver, ela ficava um pouco ofuscada por suas atuações.
O único personagem que eu consegui sentir empatia foi o personagem do grande Al Pacino, consegue dar rosto e personalidade.
Não achei a atuação de Leto ruim, como muitos estão falando, e Hayek nem sei o que tá fazendo no meio do filme, figurante de luxo.
Enfim, não é um filme digno de Oscar, não, mas a gente sabe que hoje em dia o Oscar virou puro jabá e politicagem, provavelmente vai ser indicado e ganhar algo, inclusive melhor atriz.
É um filme longo e esquecível.
Titane
3.5 433caralho que porra foi essa que eu acabei de ver?
Benedetta
3.5 211 Assista AgoraPolêmico. Essa é a palavra pra descrever o filme.
Mais ainda: nos saboreia com a dúvida, mesmo quando tudo nos aponta para a certeza de que Benedetta é uma fraude, a obra consegue infligir no telespectador a dúvida.
Obras que exploram o imaginário religioso e nossas fantasias sempre são ricas em detalhes e prendem nossa atenção, e nada melhor que Paul Verhoeven para abordar esse tema.
Bates Motel (3ª Temporada)
4.3 608A série é incrível e consegue envolver as pessoas de uma maneira.
A psicose do Norman estar mais visível nessa temporada foi muito legal, mas o personagem ficou um pouco previsível e repetitivo. Outros personagens como Dylan e Romero que sempre envolvem histórias muito legais e mais interessantes que o arco central tiveram mais tempo de tela, e isso deu um ânimo na temporada. Mais faces da Norma sendo mostradas e explorando o lado mais frágil dela.
O problema ainda é o ritmo, o enredo do pen drive por exemplo, se estendeu muito. E o maior problema, eu acredito: PERSONAGENS PARALELOS INÚTEIS que não agregram nada.
[/spoiler]
Aliás, a Bradley ganha o troféu de personagem mais chato da série, pqp.
[spoiler]
Bates Motel (2ª Temporada)
4.2 648O Romero tá estranhamente atraente nessa temporada
Casa Gucci
3.2 731 Assista AgoraComo comentaram aqui embaixo, eu estou com uma leve impressão, pelo trailer, que esse filme ou vai ser muito bom, ou muito ruim. E eu acredito que a história, na mão e direção de Scott, vai virar alto muito brega, como já aparenta no trailer.
Não consegui gostar, me transpareceu como algo muito grandioso para algo meio medíocre, um enredo não ajuda muito
Por Que as Mulheres Matam (1ª Temporada)
4.4 127Que série MARAVILHOSA, como que ela não é mais conhecida????
A história da Beth Ann começa como a mais chatinha e termina como a melhor de longe habaha!
Dickinson (1ª Temporada)
4.2 54po, bro, nem sei o que dizer. A forma como as poesias são introduzidas e em certos episódios, são feitas breves releituras 💓 que delicadeza! De fato, eu gosto desse formato de aproximação da nossa geração com séries de época, principalmente com a trilha sonora, e acredito que funcione, mas é realmente algo que a pessoa ou gosta ou não gosta ( tá aí Maria Antonieta da Coppola, que divide opiniões até hoje). Mostrar uma jovem Emily Dickinson e suas possíveis loucuras num mundo retrógrado e misógino em que vivia, foi perspicaz e engraçado, criando uma empatia e simpatia principalmente com o público adolescente, tão atraído por pautas sociais atualmente, pois é sua realidade, então rola uma projeção muito massa, inclusive para esse mesmo público procurar pela escritora, e é nisso onde reside uma das maiores belezas da vivência da literatura e do cinema. As atuações, principalmente de Hailee, ajudam a fomentar um humor ácido e leve, algo não tão sério (e que ótima atuação de Hailee!). Mas acredito que esse mesmo ar dificulte um pouco as coisas para quem procure algo um pouco mais adulto, talvez?
A produção é muito boa, edições, produção, figurino. Mas têm certos furos no roteiro que, na minha opinião, ficaram um pouco incompreensíveis pro desenvolvimento pessoal do personagem da Emily.
[/spoiler]
Veja bem, estamos acostumados com uma figura combativa e militante de Emily desde os primeiros episódios, uma postura forte e insolúvel, que não deita nem pro pai, até pelo menos metade da série, episódios para caramba. Para essa mesma postura ir se diluindo quando Ben aparece? Ao ponto dela ir cozinhar uma ceia de natal toda, deixando muito claro que é pra ele, algo "machista" que ela mesma se recusava o.o? Pô, bicho?
Eu nem tô entrando no mérito dela ter dado uma ""esquecida"" na Sue, na qual ela era complemente apaixonada, no momento me que o boy aparece e quando ele morre, a tal paixonite dá uma reaparecida na narrativa. Tudo isso ficou muito estranho no ENREDO da personagem, sei lá.
[spoiler]
Enfim, a série é boa, eu como amante da literatura, curti demais. ✨
Mulher Nota 1000
3.3 282 Assista AgoraEu consigo entender o valor e importância desse filme para uma geração e para o cinema, mas não consegui gostar, talvez por cair um pouco no clichê e se desenvolver de uma forma previsível. A atuação de Ilan Mitchell-Smith tá um pouco sofrida também, se destoa do resto do elenco, como Michael Hall.
Quem Você Pensa Que Sou
3.9 112 Assista AgoraA solidão feminina de uma forma poética, onde a psicanálise se funde às emoções e os padecimentos de uma mulher mais velha num mundo que exalta a juventude como fonte vital de vida.