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Últimas opiniões enviadas

  • William Bellini

    Pier Paolo Pasolini foi um dos mais controversos e fascinantes cineastas italianos modernos, e seus filmes cobriram uma ampla variedade de assuntos e estilos cinematográficos. Escritor, poeta, crítico e cineasta, além de marxista, ateu e homossexual declarado, é irônico que Pasolini tenha feito o que muitos saudavam como "a melhor vida de Jesus Cristo já colocada no cinema". O Evangelho Segundo São Mateus é a antítese exata dos espetáculos bíblicos produzidos por Hollywood: uma encenação austera, bela, realista, quase documental da história de Cristo.
    Pasolini decidiu criar uma versão "puramente poética e natural, não-denominacional" da vida de Cristo e, apesar de sua reputação de marxista e ateu, a recepção crítica foi altamente favorável, com alguns afirmando ser o melhor filme bíblico já feito. Um filme poderoso do começo ao fim.

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  • William Bellini

    Com profundidade narrativa suficiente para ancorar o espetáculo esperado,'' King of Kings'' é uma verdadeira bênção para os fãs de épicos bíblicos. Esta é uma das versões de tela mais interessantes dos Evangelhos.
    Muitas das cenas (especialmente as centradas em Pilatos e João Batista) são tão boas quanto qualquer coisa na história do épico bíblico. Jeffrey Hunter (belíssimo e carismático demais) está no papel principal e se sai muito bem, mas os atores coadjuvantes são o verdadeiros deleite do filme, principalmente Robert Ryan, que oferece um desempenho sutil, mas poderoso, como João Batista. Melhor que esse só o ''O Evangelho Segundo São Mateus/Il vangelo secondo Matteo'' (1964), de Pier Paolo Pasolini.

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  • William Bellini

    A narrativa com boa condução musical, assinada por Il Won, setor que recebe o apoio do design de som de Ji-soo Lee, numa simbiose sonora que evita excessos, tais como os ferrões que hoje conhecemos por jumpscare. Quem também faz um trabalho muito acima da média é Han-cheoul Jeong, na direção de fotografia, a produção é dominada por enquadramentos e movimentos eficientes, envolventes em sua proposta de nos deixar sempre em suspense.

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