A fotografia desse dorama é pura masterpiece, meus olhos chegam a brilhar tamanho deleite.
Mas não só de uma bela fotografia é feito esse dorama. "Meu diário para a liberdade" é um dorama que entrega profundidade mesmo na simplicidade, com seus personagens bem "gente como a gente", ou seja, humanos com problemas, falhas e qualidades, que vivem um dia de cada vez, com suas batalhas e alegrias.
[spoiler] É gente passando perrengue no trabalho, tendo seus conflitos familiares e amorosos, dívidas, dores, traumas, vícios...
E ainda assim, tentando seguir em frente, porque é assim que as coisas funcionam, a vida segue e o tempo passa. O caminho para a liberdade é longo e requer muitos passos.
[/spoiler]
"eu te venero".
É um dorama verossímil. Indo além, me dá o mesmo tipo de quentinho e tristeza que doramas como Reply 1988, My Mister e o Tangerinas me dão.
Eu adoro esse reality, rs. Quando vi que era "Ásia", que seriam vários países, eu fiquei com um pé atrás, porém não demorou muito para eu começar a curtir o novo formato.
Quando comecei a assistir, eu não tinha favoritos, embora eu conhecesse a equipe da Coreia e curtisse demais alguns participantes, como o Amotti e a Eun Sil.
Porém, no decorrer dos episódios, com tanta gente diferente, você vai se apegando a outras equipes e participantes também. Quando percebi, eu estava me apegando aos azarões e, consequentemente, fui desapegando da Coreia.
[/spoiler] Sendo bem sincera, achei a equipe coreana um pouco apagada.
Eu havia acabado de assistir Final Draft, então eu simpatizava bastante com o Yoshio Itoi do Japão. Eu achei que a equipe japonesa foi realmente raçuda, o que esse mano fez nos seus 44 anos de idade foi loucura. Os outros integrantes também dispensam comentários, tem o Okami, Soichi, a Nonoka...
Porém a minha maior surpresa (e provavelmente de todos?) foi a Mongólia, oficialmente minha favorita. O que torci pra essa galera não tá escrito. Eles foram crescendo e crescendo. Ninguém dava nada por eles, mas eles tiraram as duas equipes mais fortes [e arrogantes] da competição: Turquia e Austrália.
A Mongólia é, para mim, a campeã moral. O respeito, o trabalho em equipe, as estratégias. São extremamente inteligentes e raçudos, o que eles fizeram no desafio dos totens não tá escrito. Eles são muito fortes, doideira. Tem ainda o desafio em que eles eliminaram a Austrália, no final abriram 4 voltas de diferença, seloko.
E, claro, impossível não comentar sobre a prova da semifinal.. É difícil de não pensar em como a Coreia levantou aquele portão com tanta facilidade, enquanto as outras equipes tiveram uma dificuldade descomunal. Parecia que havia algum problema com aquele portão. A Mongólia quase não conseguiu levantar (sendo que eles são extremamente fortes e até usaram a carroça de apoio) e o Japão... simplesmente não conseguiu. Sei lá. Não faz sentido... kkkkkkk.
#teorias & teorias. kkkkkkkkkk.
Enfim. Fiquei triste pela derrota da minha Mongólia, que foi gigante, e que calou a boca da Austrália e da Turquia [especialmente]. Foi de equipe que ninguém dava nada, para vice-campeã.
[/spoiler] Eu amo as bizarrices do Russell, ele é estranhamente escroto e carismático, adoro. David Spade e seu cabelo brilham na mesma proporção, rs.
Adam é um doce, uma leveza, mas acho que ele foi ficando mais "tapado" com o decorrer das temporadas, rs.
Jeff... o que dizer? Tem o mesmo tamanho e a mesma quantidade de sentimentos que uma porta, ahshshshsh, pobre Audrey, mas ainda assim é impossível de não amar esse cara. As caras e bocas do Patrick Warburton XD.
Audrey... adoro ela e seu humor, a forma como ela e o Jeff se complementam, como se entendem. E, claro, é muito engraçado quando ela se mete numas roubadas em que ela mesmo se coloca XD
Jen. Jen é um doce, divertida, é maravilhosa. E o quanto ela é paciente com o Adam? ahshshsh.
Timmy. Demorei um pouco para acostumar com ele, mas depois já estava amando. Como ele sofreu na mão do Russell, rs.
Os personagens secundários também são divertidos, por exemplo, a Liz.
___ Bem, os últimos episódios foram um pouco corridos, achei que não haveria casamento e nem o nascimento do bebê, mas o final foi tão redondinho e tão Rules of Engagement. Foi leve, divertido, diferente. Russell e Timmy se casando foi o auge, ahshshshshsh.
[spoiler]
Enfim. Fui muito feliz assistindo essa sitcom e pretendo revê-la em um futuro não muito distante.
[/spoiler] Estamos falando de uma ligação que durou toda uma vida. Nem mesmo o tempo ou as inúmeras mágoas destruiu essa ligação. Não é uma relação fácil ou simples, muito pelo contrário, existe muita mágoa e ressentimento, um pouco de competição e até inveja. Mas também existe amor, existe abnegação, existe renúncia e existe perdão. São duas pessoas que cresceram juntas e que experienciaram a vida de maneira diferente, tornando-se, assim, pessoas igualmente distintas, já que as experiências acabam nos moldando [spoiler]
[/spoiler] Uma comeu o pão que o diabo amassou e acabou se afundando num poço de melancolia, ruindo tudo a sua volta [A Sang Yeon é uma personagem bem complexa, eu sinceramente não vejo ela “apenas” como uma pessoa invejosa ou má. Não estou eximindo-a de seus erros, se na casa dos 20 ela machucou a Eun Jung sem intenção, na casa dos 30 ela fez isso deliberadamente. Porém, também acho que ela foi moldada pelas experiências que teve desde a infância. Não justifica, é claro, mas dá para entender um pouco o porquê dela infelizmente ser assim].
Já a outra, embora viesse também de uma realidade dura, acabou encontrando esperança, amor, se reerguendo e encontrando propósito na vida.
A cena em que todos estão assistindo ao jogo de futebol [ep. 04; 39m.] e a Sang Yeon está lá, avoada, e então ela diz: “Eun Jung, já se sentiu assim? Quando você fica meio alheia a tudo, uma sensação de desconexão. Você se esforça para fingir que aquela é a sua realidade, mas depois de um tempo não consegue acompanhar e se sente desconexa. É quando a gente quebra”. [spoiler]
Poxa, partiu meu coração. ____
Enfim. Dorama incrivelmente doloroso, humano e, infelizmente, verossímil. É a vida.
DBZ é um ícone. Eu lembro de quando passava na TV Globinho, mas nunca acompanhei desde o início, eu sempre assistia episódios aleatórios (e por ter muito tempo, não lembrava de muita coisa mais, exceto os personagens super marcantes, a opening 2 e algumas transformações).
Então agora, resolvi alimentar a minha criança interior e peguei DBZ desde o início para assistir (dei mole de não começar por Dragon Ball clássico, mas depois eu pego).
Atualmente estou no arco dos Androides, mas qualquer spoiler que eu der será somente da 1ª temporada.
Primeiramente: não lembro quais eram meus personagens favoritos quando eu assistia pela TV, mas hoje, embora eu goste de todos, tenho um certo fraco por
[/spoiler] Bulma, Vegeta e Chaos. Bulma é maravilhosa, super carismática e inteligente. Chaos, do pouco que conheci, achei uma graça. Estou ansiosa para assistir a versão clássica. E Vegeta... ele é um ícone. Eu não sabia que ele inicialmente tinha cabelo rosa, então estranhei bastante, rs, mas o cabelo preto veio e foi bem legal.
E bem, Vegeta é esse cara durão que não liga para nada. Ele tem um vocabulário de xingamentos bem rebuscado (kkkk), é um tanto sádico, mas é irritantemente carismático. Sei lá, eu gosto desse mano. É claro que mais para frente aparecem outros motivos para amá-lo ou odiá-lo, mas é isso, esse cara cheira a sucesso.
E pobre Gohan :( O tanto que esse menino apanha... a galera não respeita nem criança XD Aliás, não lembrava que o Piccolo era inicialmente mau, ahshshsh, então foi bem curioso. Também adoro a relação dele com Gohan.
E, claro, temos Goku. Goku dispensa comentários, ele é incrível, mas confesso que seus atrasos me irritam um pouco, rs. [spoiler]
Enfim, tem sido tão incrível e nostálgico assistir desde o início :') Eu fico cantando Cha La Head Cha La pela casa, hahahahaha.
Tive que esperar quase um mês para assistir esta temporada, então imagina a ansiedade. Eu realmente gosto de The Bear, essa série me toca de uma forma muito singular.
Pessoalmente, esta é a temporada que menos me cativou até agora. Lembro da terceira terminando ao som de Disarm e de eu ficar arrepiada, mas essa terminou de uma forma tão... (calma - e talvez fosse disso que o The Bear precisasse: calmaria).
[/spoiler] Mas esta temporada não é ruim, longe disso. Apesar de em alguns momentos dar aquela sensação de "beleza, mas e aí?", ela resolve muitos conflitos que perduram há uma, duas ou três temporadas.
O Carmy finalmente pisou no freio. Dá para perceber que ele está tentando se entender, tentando mudar, se abrir mais. Ele começa a ouvir mais a sua equipe e, especialmente, a confiar mais neles. Ele entende que o The Bear são todos eles. Todavia, isso acaba sendo um terreno um tanto perigoso, porque, embora seja uma mudança muito boa, ele ainda se culpabiliza por tudo e recua quando é hora de continuar em frente. Ele realmente não ama mais a cozinha ou ele só não se sente mais merecedor de tudo isso?
E não estou dizendo que ele não tem culpa de nada, mas que ele é humano como todos nós e, acima de tudo, uma pessoa que precisa urgentemente de ajuda.
Ainda, nesta temporada tivemos o Carmy finalmente se desculpando e se resolvendo com muitas pessoas. A Claire, o Richie (e finalmente revelando que foi ao funeral do Mikey). E, claro, com a mãe dele também - e você percebe o quanto ele precisava disso.
Sobre a Syd, acho que a temporada prorrogou demais a questão da nova proposta de emprego. Acho, sim, que ela tinha que pensar bem, especialmente pela toxicidade do ambiente do The Bear, mas isso durou a temporada inteira e mais um pouco da 3ª, certo?
Também tivemos bastante do Ebra, que acho ótimo, ele é um amor. Tivemos o Marcus sendo ainda mais reconhecido, a equipe do The Bear ganhando rostinhos conhecidos e queridos e a cena do casamento com todo mundo debaixo da mesa.
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Como eu disse no início, não é minha temporada favorita, mas ainda assim ela me tocou, eu realmente fiquei emocionada em alguns momentos.
No geral, os causos wesens desta temporada são meio desinteressantes, mas a lore acaba sendo aprofundada e isso é ótimo (sem contar a evolução - ou involução - de alguns personagens).
[/spoiler] Nesta temporada temos o episódio dos duendes, temos o Chupa-Cabra (Krazy-8), temos o Luison (4x5) e também o Wesen 2x1 (Huntha Lami Muuaji).
Não entrarei em detalhes, esses são os que mais curti, mas não tanto assim também, então irei pular para a lore.
Venho me retratar e dizer que a Trubel realmente melhora, ela não é mais tão impulsiva e se torna uma personagem realmente importante para a trama. Dito isto... [spoiler]
[/spoiler] 1 Nick sem poderes. 2 A mãe fodona do Renard aparecendo e salvando a pátria. 3 Wu entrando (finalmente) para a turma do pagode. 4 Adalind presa nas masmorras. 5 Monroe e Rosalee sendo perseguidos. 6 Juliette hexenBITCH. 7 Monroe e Rosalee dilacerando o juiz do "tribunal" de fdps. 8 Renard e Wu participando da after party da turminha do pagode. 9 Juliette descendo o cacete na Adalind (a cara de surpresa dela é impagável, rsrs). 10 Juliette se transformando para o Nick (por quê ela fez uma cara tão agressiva?) 11 Adalind gritando "nãaaaaaaao" ao descobrir a gravidez (ela é bandida, mas entrega cenas bem engraçadas) 12 A cena da delegacia que é CINEMA, com a Adalind revelando a gravidez para o Nick, mas especialmente a Juliette descobrindo tudo e encurralando o Nick e a Adalind no corredor. A galera fala mal da atuação da Bitsie, mas eu acho ela bem convincente. 13 Juliette colocando fogo no trailer (isso aqui doeu). 14 Juliette indo de vez para o lado inimigo e emboscando a dona Kelly. 15 Adalind criando a poção para inibir o lado hexen da Juliette. Ela realmente vai ficando mais humanizada. Ela se despedindo da mãe é bem triste. 16 Adalind perde seus poderes ao testar a eficácia do inibidor. 17 Juliette causando o CAOS na loja de especiarias. Essa bandida passa de todos os limites ao tentar fazer o Nick atirar no Monroe, sem contar que ela simplesmente joga todos os esforços da galera no LIXO. 18 Renard, o estripador. Cara, esse é um dos melhores momentos da série, juro. 19 Dona Kelly assassinada e Nick encontrando a cabeça da mãe :( 20 Adalind dizendo ao Nick que sente muito pela morte da dona Kelly. 21 Trubel perguntando ao Nick o que eles devem fazer ao encontrar a Juliette, e ele dizendo: kill her. 22 Trubel dizendo: goodbye, Juliette. [spoiler]
hahahaha, caos. Mas quero papear sobre mais uma ou outra coisa. (senta que lá vem história)
[/spoiler] A Juliette fez coisas horríveis. Ela queima o trailer que possuía um acervo antiguérrimo e raro, e é responsável indiretamente pela morte da mãe do Nick. Veja bem, eu adorei a Trubel enviando ela para a puta que pariu, mas a Juliette comeu o pão que o diabo amassou durante toda a série.
Ela viveu uma montanha russa de emoções e virou uma hexen por escolher ajudar o Nick. É verdade que foi decisão dela e que todos sabiam que poderia haver efeitos colaterais (não necessariamente quais), mas acho que ninguém estava preparado para isso. Ela ficou horrorizada, mas acho que a atitude do Nick, que em primeiro momento, ficou tratando ela com frieza, acabou sendo um baque ainda maior.
Não sei se faria diferença ou não no caminho que ela iria seguir, já que de alguma forma o lado hexenbiest era bem destrutivo, mas acho que ele foi um pouco insensível no início. Depois ele até tentou fazer as coisas darem certo, mas ela já não estava querendo mais.
Fiquei pensando em como a Juliette hexenbiest poderia ter sido melhor aproveitada, tendo mais espaço, virando realmente uma antagonista ao longo da série. [spoiler]
[/spoiler] Como adoro falar sobre wesen, não poderia deixar de mencionar meus episódios de "causos" favoritos.
Bauerschwein x Blutbad (3x3), Naiad (3x4),El Cucuy (3x5), Grausen (3x6), Krampus (3x8), Manticore (3x11) e Aswang (3x14).
Gosto bastante do conceito das Naiads, então é um episódio que curto bastante. Grausen traz essa coisa ainda mais sobrenatural ao envolver uma criança supostamente possuída, mas depois é descoberto que ela estava apenas doente, e esse episódio ainda envolve o conselho wesen que é sempre bem interessante.
Mas as cerejas do bolo nesta temporada com certeza são: Krampus, Aswang e El Cucuy.
Krampus dispensa comentários, é maravilhoso. Aswang é medonho e, portanto, incrível. Ainda temos todo o envolvimento do Wu, que irei comentar mais para frente. E claro, El Cucuy: esse é cinema, família. Eu amo El Cucuy e talvez seja meu episódio wesen favorito de Grimm, embora eu ame também La Llorona. Adoro essa velhinha bandida e como ela coloca todo mundo no chinelo, rs. [spoiler]
[/spoiler] Esta terceira temporada é muito importante por inúmeros motivos, mas acho que a humanização da Adalind é um dos principais. Toda a jornada para recuperação dos poderes é muito interessante - e brutal -, mas é com a maternidade que você vê essa bruxinha ganhar novas nuances. A partir do momento em que a Diana nasce, Adalind renasce também como um ser humano que se preocupa com outro.
É claro que no final da temporada ela acaba prejudicando - e muito - o Nick, mas eu tenho um pensamento sobre isso (bem impopular, provavelmente, kkry).
O que fizeram com ela foi horrível. A cena em que ela corre para fora da delegacia e grita é de arrepiar. O desespero dela é palpável, aliás, grande Claire Coffee. Ela foi de casa em casa pedir ajuda, ela procurou TODO mundo, e eles além de roubar a bebê dela, continuaram mentindo dizendo que estava com a realeza. Inclusive, ela procurou pela Kelly - que assassinou a Catherine - porque ela CONFIAVA nela. Eles ignoraram completamente os sentimentos da Adalind, como ela se sentiria com tudo isso e nem se deram ao trabalho de contar a verdade após o acontecido. Não importa se ela fez maldades no passado, a filha era dela e ponto, ninguém tinha o direito de decidir sobre isso.
Portanto, o que aconteceu com o Nick foi consequência. Ela não retirou os poderes dele por maldade, ela fez como moeda de troca (ruim também, eu sei) porque, pasmem, todos fizeram ela acreditar que a bebê estava com a realeza - que se aproveitou disso - e ela fez o que podia para recuperar sua filha. O Nick que foi azarado.
E isso explica bem a relação Adalind X Nick. Sempre tem uma consequência. Ela quase matou o Hank e perdeu seus poderes por conta disso; Nick participou de um esquema para tirar a bebê dela e, como ele tinha um alvo nas costas, acabou levando chumbo.
Esta temporada tem ainda outros acontecimentos que me deixaram pensativa, como por exemplo, a situação do Wu. Não me conformo deles terem deixado o Wu para enlouquecer naquele hospital, sendo que poderiam ter contado a verdade para ele. O Hank foi o único sensato aqui. [spoiler]
1 O excelente episódio em que os pais do Monroe conhecem a Rosalee e o Nick, rs, tem uma boa dose de drama e ---- briga familiar. 2 Aparição do Meisner (eeee), mas também a morte do Sebastien :( 3 Casamento Monroe-Rosalee <3 4 Toda a já comentada jornada da Adalind para recuperar os poderes, mas também a relação estranhamente fofa dela com o Meisner. 5 Dona Kelly e Adalind no avião tendo um momento bem próximo, o que é bem interessante dado os acontecimentos passados e... futuros... 6 Dona Kelly levando a Adalind para a casa do Nick, kkkkkk. 7 Nick e dona Kelly fofocando sobre todos os acontecimentos cabeludos dos últimos tempos... 8 Adalind perguntando para o Renard se o Nick não está chateado... [porque a Kelly havia sido presa]. 9 Uma season finale incrível, felizmente, com muito sangue, suor e lágrimas: Renard baleado, Nick percebendo que não é mais Grimm, caos no casamento...
[/spoiler] -1 Juliette descobrir o universo wesen deixou ela bem pentelha. Ela forçar a amiga a se revelar como wesen foi o fim da picada.
-1 Trubel. Desculpa, mas é difícil de tankar essa personagem (ao menos no início). Na primeira vez que assisti Grimm, eu não gostei dela. Dessa vez pensei: poxa, talvez seja diferente, mas tem sido complicado: ela é totalmente imprudente e enxerida. Sabe a pessoa que acaba de chegar e já quer sentar na janela? É ela.
[/spoiler] Eu não lembrava que La Llorona (2x9) era nesta temporada, então fiquei toda eufórica, rs, pois é um dos meus episódios favoritos de toda a série.
Acho 2x8 muito bom mesmo, o garoto é metade Genio Innocuo e metade Lowen, unindo duas personalidades totalmente distintas.
Wendigo é um chuchu. O EP envolve bastante a parte de investigação e você fica torcendo para o cara escapar na injeção letal, sem contar que o Wendigo é bizarramente interessante. Adoro quando misturam ficção e realidade, por exemplo, dizendo que o Dahmer era um Wendigo, he-he.
Jinnamuru Xunte é demais também, acho a narrativa e o conceito do wesen super interessantes. Gluhenvolk idem, além de ser lindo. Em Musai temos uma wesen impactante, e novamente fazem um gancho com a realidade, rs, e a atuação dessa atriz é muito boa, além da estética da transformação ser lindíssima, adoro a pele azulada, o cabelo vermelho e as orelhas de elfa.
Pessoalmente, não gosto dessa season finale. Sei lá, acho meio nada a ver. Eu gosto de elementos diferentes do usual, tipo os espíritos como a Llorona ou o Volcanalis, mas sei lá, achei chatão. [spoiler]
1 Dona Kelly enviando a mãe da Adalind para o outro plano; 2 Juliette e Renard intensos, inclusive uma briga das boas; 3 A primeira aparição Zauberbiest do Renard; 4 Hank descobrindo o mundo Wesen; 5 Monroe descobrindo Sean-Juliette 0.0 6 Uma maior explicação sobre as 7 chaves, além de conceitos como o Código Wesen; 7 Uma maior aproximação do Nick com os amigos Wesen, inclusive com o Bud <3 8 Adalind retornando à Portland bancando a dissimulada que ela bem é (bandida); 9 Nick descobrindo a verdade sobre Renard e eles "se entendendo"; 10 Nick com audição apurada; 11 Monroe e Rosalee namorando;
Entretanto também temos:
- 1 O esquecimento da Juliette que fica um pouco cansativo com o tempo. Inclusive, é aqui que ela começa a se distanciar da Juliette da primeira temporada. Eu empatizei com ela a maior parte do tempo, pois realmente ela estava passando por uma barra pesada e nem era culpa dela, mas no decorrer da temporada ela começou a ter algumas atitudes questionáveis.
Por exemplo, as atitudes dela em relação ao Nick. Digo, a parte em que ela fica bem grosseira e tudo mais, por exemplo, confiando até mais na Adalind do que nele (inclusive, ela revela para essa bandida a existência do TRAILER. Tá, foi sem querer? Foi, mas qual o sentido de você abrir sua vida para uma pessoa que você mal conhece? E que todo mundo diz para você não confiar?).
Porém, entretanto, todavia, descobri que a dublagem da Juliette ajuda e muito a desgostar dela, he-he. A voz da Bitsie suaviza a personagem. [spoiler]
[/spoiler] a protagonista seja meio turrona às vezes (o que de certa forma dá para entender, por conta do passado dela).
O elenco secundário é bem divertido, e claro, temos a vilã jabiraca que não teve redenção.
Ah, fiquei bem triste com a história do moço que teve a receita roubada, ele na frente do prédio tentando justiça, enfim. É claro que depois ele acabou se vingando de uma pessoa que não tinha nada a ver, mas a história dele é bem triste. Fiquei feliz que no final ele conseguiu o restaurante de volta. [spoiler]
Gostinho de Amor é um dorama divertido, com um elenco maravilhoso e com uma história muito interessante. Mas devo confessar que o que chamou mais a minha atenção (além do Kang Ha Neul, he-he), foi a fotografia. Meu Deus, que coisa mais linda a fotografia desse dorama. Os enquadramentos, absolutamente tudo.
Em alguns momentos eu sentia algo familiar, como se a fotografia me lembrasse algum outro trabalho.
Faz 10 anos que assisti esta temporada pela primeira vez e, reassistindo agora, continuo ficando arrepiada. Grimm é a minha série favorita da vida e revisitar esse universo é tão emocionante e incrível.
Na minha memória, alguns episódios desta temporada apareciam só mais para frente, nas próximas, então fiquei bem surpresa.
[/spoiler] Essa temporada é quase perfeita, exceto por alguns episódios que não gosto muito, como o do Reinigen (5º), Mauzhertz (9º), Geier (10º) e Daemonfeuer (14º).
Já meus favoritos, com certeza o piloto (tem simplesmente a introdução do Blutbad e da Hexenbiest), o do Siegbarste (8º), Lowen (12º), Steinadler e Schakal (13º), episódio em que o lado hexenbiest da Adalind vai de arrasta (17º), Hundjager (18º) e season finale. (Mas os não citados também são ótimos, tipo o da Seltenvogel que, provavelmente, tem a transformação que acho mais bonita).
Adoro a construção dos personagens, o Renard todo mascaradinho, a Adalind sendo bem hexenbitch, o Monroe sendo esse amor, o Nick se descobrindo enquanto Grimm...
Mas curiosamente, eu senti tanta dó da Juliette (digo curiosamente, porque não lembro como era minha percepção dela nas primeiras temporadas, só lembro do sentimento que eu tinha dela mais para o final da série). Mas agora, aqui, eu tenho dó dela, cara. Coitada, sendo arrastada para essa loucura toda e sem entender nada.
E tem tanta coisa para comentar. Grimm nos apresenta essas pessoas que têm esse lado místico, os Wesen, que apenas os Grimms podem ver (ou outras pessoas, quando o próprio Wesen permite). Cada Wesen está ligado, de alguma forma, a algum conto Grimm. Adoro que no início de cada episódio, há uma citação sobre a estória contada no episódio.
E bem, o episódio das moedas é excelente (o final mostrando Hitler como um Blutbad), o episódio em que a Adalind e o Nick brigam também, mas a season finale... a season finale é maravilhosa. Temos o rápido - mas impactante - aparecimento de Akira Kimura, o cara que colocou o Renard no chinelo. E claro, temos o gato endemoniado da Adalind e o aparecimento da Kelly, a mãe do Nick. Aaaaai, que delícia de temporada.
Terminei a temporada com os olhos cheios d'água porque essa série faz parte de mim, cara, é nostálgico demais. [spoiler]
Assim como a Adriênne, eu também me sinto enganada. O dorama é divertido, tem um humor bem leve, mas também tem sua profundidade ao abordar muitos temas importantes e de maneira bem sensível.
Os personagens são ótimos, eu realmente fiquei imersa nesse drama e acho que esperar todos os episódios lançarem para só então assistir, foi um grande acerto.
[/spoiler] Não entendo de reencarnação, mas adorei a espiritualidade do dorama. As lições, como uma vida tinha influência sobre outra e sobre como os personagens, no fim, estavam sempre (ou quase) entrelaçados.
Achei super interessante o foco que deram na questão dos maus-tratos a animais e também na relação animal x dono. Dá um peso no coração. Quando eu morrer, quero encontrar meu cãozinho.
E claro, há muitas outras histórias de encher os olhos d'água. O marido que não pôde deixar a esposa sozinha, o bombeiro que tentou salvar a garotinha... Mas especialmente:
1) A relação da Yeong Ae com a Hae Suk: nossa, essa aqui doeu. Muito interessante como a Hae Suk acabou cuidando justamente da pessoa que a abandonou [em outra vida]. Elas puderam ter essa relação mãe x filha que ficou pendente no passado.
2) Pastor: com certeza o mais doído. Essa criança que acabou morrendo de frio, sozinha, e que achava ter sido abandonada. E a mãe que acabou esquecendo do filho, tamanha a dor.
A forma como a Hae Suk perdeu o filho foi tão triste, e fiquei pensando em como foi algo tão repentino e, ao mesmo tempo, verossímil, porque eu me vi no lugar dela, brincando que iria embora, e pufff, simplesmente deu tudo errado. Após essa perda, obviamente que ela iria colapsar e, acho que em frente a outro trágico acontecimento [o acidente do marido], ela foi obrigada a simplesmente esquecer essa dor e ser forte para aguentar a outra.
Ao assistir esse arco da Hae Suk com o filho, me lembrei do filme "A Troca". Sei que são diferentes, mas acho que a dor que ela estava sentindo me trouxe essa lembrança. Inclusive, como que supera a morte de um filho? Deve ser uma dor que nunca sara, haja forças para aguentar, eu iria surtar.
Sobre a Somi, concordo com a Flávia sobre ser estranho a Hae Suk não se lembrar do próprio rosto, mas achei interessante como ela acabou sendo a personificação de toda a culpa, e talvez até a depressão, da Hae Suk.
[spoiler]
Enfim, excelente dorama. Acho que irei lembrar dele com muito carinho. O dorama das Tangerinas também foi outra boa surpresa neste ano, mas assistir ele pausadamente (com episódios sendo liberados aos poucos) me fez dar uma desconectada. Já com este, a experiência foi bem diferente.
Friends fez minhas noites muito mais divertidas. Foi uma delícia de acompanhar essa série, é tudo tão leve e simples. Um apartamento colorido [e super organizado, digassi di passagi], uma cafeteria, um grupo de amigos e vários sonhos.
Eu ri, eu fiquei brava e fiquei também emocionada. Infelizmente minha memória anda capengando, mas:
[/spoiler] Tenho boas lembranças do episódio do clareamento dental do Ross e também daquele em que todos descobrem... :p (e não posso esquecer da Janice, ela entra e eu rio, simples).
E fiquei bem emocionada quando a Rachel descobriu que estava grávida. Ela chorar a perda do bebê e depois descobrir que ele estava vivo... :') E claro, o pedido de casamento do Chandler e da Mônica, e o casamento da Phoebe (o casamento dela foi um dos momentos mais lindos dessa série e ela é minha personagem favorita <3).
Por outro lado, eu já não aguentava mais o lenga lenga da Rachel com o Ross ali por volta da 4/5 temporada, com a Rachel indo até Londres e etc.... depois disso deu uma sossegada, mas enfim, era endgame e eu gostei. Eu gosto deles como casal, mas o chove-não-molha me deixava cansada.
Dito isto: pobre Joey. Tão doce. Já foi ruim ele se apaixonar pela Rachel e não ser correspondido, mas ele acabou superando e estava okay... até o fatídico fim da 9ª temporada... Eu me pergunto... por quê????? [spoiler]
Friends é realmente incrível e eu entendo perfeitamente toda a fama que a série tem. O elenco é maravilhoso, nunca vou me esquecer das caras e bocas do David, ahshshshs.
[/spoiler] A decisão de gravar em plano-sequência é realmente acertada, por causar a angústia que uma situação como esta causaria: estamos falando de um garoto de 13 que assassinou brutalmente uma colega de escola.
Não irei estender muito, mas mostra as consequências da internet, do que se consome e de quem consome. Ainda, mostra como a internet nos dá essa liberdade de sair falando o que bem pensamos, como se não fosse errado. Temos de um lado, um garoto que se sentia "feio", "rejeitado" e que acabou cometendo um crime brutal. Temos também uma garota, que achou que estava tudo bem sair praticando cyberbullying com o garoto que ela rejeitou. Não há justificativa para nada aqui, nem para o assassinato e nem para o bullying, mas mostra como vivemos em uma era onde a informação e a comunicação é muito facilitada, e isso não é inteiramente bom. Os pais, não querendo repetir os erros de gerações passadas, acabaram sendo permissivos demais e não tinham controle do que o filho consumia na internet. Assim, vai-se criando uma geração que acha que as coisas não têm consequências, que acha que tudo que é lícito também convém.
É doloroso e brutal. Pensar que nossas crianças estão crescendo assim. Ademais, o terceiro episódio é o melhor da série. A postura da psicóloga, também as várias mudanças comportamentais do Jamie, que, perdia a linha por estar na figura desta psicóloga mulher, mas que ficava pianinho quando o guarda aparecia. Temos essa fragilidade sendo mostrada, deixando externar de fato essa complexidade, esse garoto que se sente feio, rejeitado e que quer que as pessoas gostem dele (como ele perguntando se a psicóloga gosta dele). Mas havendo rejeição [ou não resposta], ele se exalta. É muito triste e estamos falando de um pré-adolescente.
Carai, que textão XD Enfim, espero não ter dito nenhuma besteira (não sou psicóloga e após esse terceiro episódio, admiro ainda mais a profissão). E claro, fica o medo de ter um filho(a). O mundo é tão violento... [spoiler]
Eu estava bem empolgada para assistir esse filme, pois li que ele era mais fiel que a adaptação de 2002 e, de fato ele é (mas não tanto assim).
Esta versão adapta para a história personagens bem importantes que ficaram largados no churrasco na versão de 2002, o que é animador à primeira vista, mas na minha opinião, desanimador quando você olha para a execução.
Então minha resenha terá alguns spoilers, mas spoilers do livro também (se minha memória permitir).
[/spoiler] Não gosto de ser a chata que compara livro com filme, mas neste caso, acho que adaptar personagens que muitas vezes são ignorados e mexer em seu enredo, me deixa mais chateada do que não adaptá-los.
O Andrea do livro tem tanta personalidade, ele é esse cara com um passado sombrio e que se tornou um camarada oportunista e inescrupuloso. Ele não se une ao conde em uma grande missão de vingança, ele tenta enganar o conde e se dar bem na vida. Sinto que deixar esse traço picareta de lado, é deixar a personalidade dele de lado também. Outro ponto, é ele descobrir sobre seu passado desde o início do filme. Salvo engano, ele só descobre a verdade perto do fim do livro, quando o Villefort já está bem fodido da cabeça (e então temos a épica cena do julgamento).
Pessoalmente também achei um pouco estranha essa dinâmica Conde x Haydée x Andrea. Achei que a Haydée foi mal aproveitada, apesar de aparecer muito. Todo o arco dela tem a ver com Fernand e ela não desmascarar ele é um pecado. Ainda, sinto que tentaram colocar um pouco de Maximilien e Valentine no plot da Haydée ao fazer ela de apaixonar por Albert.
Falando em Valentine, difícil não puxar um gancho para o Noirtier, personagem muito importante para a história e que eu senti muita falta. Os roteiristas optaram por unir a história do Noirtier e do Bertuccio na personagem da Angèle (que não existe), e eu achei bem mais ou menos.
O roteiro optou por algumas mudanças que, sinceramente, eu apenas me pergunto: porque. Eu entendo o conceito de fazer o Fernand ser melhor amigo de Dantès, pois dá um drama a mais para a história, mas tem mudanças que não fazem sentido.
Sério, qual a finalidade de mudar o nome da sra. Danglars de "Hermine" para "Victoria"? Ou qual o sentido de dizer que o Maximillien é neto do sr. Morrel, se o moleque nunca mais apareceu na história depois? ___________________________ Enfim, rsrsrsrsrsrs. Mas agora irei falar dos prós:
Uma das coisas que mais acho legal em O Conde de Monte Cristo, são as diferentes versões do Conde. Então eu adorei que o diretor optou por adaptar o Abade Busoni e o Lorde Wilmore.
Também gostei muito de terem adaptado a cena do casarão, onde o Conde bota o terror no Villefort e na Hermine, ao contar sobre o bebê enterrado vivo (Andrea/Benedetto).
[spoiler]
No mais, apesar das ressalvas, eu gostei dessa versão. Eu senti falta de alguns personagens, de algumas cenas, mas entendo que é super difícil de adaptar para um filme (mesmo que tenha 3 horas) um livro com um enredo tão rico e que possui mais de mil páginas.
Ainda assim, não acho que ela seja melhor que a versão de 2002, que apesar de não ser fiel, é muito mais memorável e emocionante.
O Conde de Monte Cristo (2024) entrega uma fotografia deslumbrante e um elenco muito bom. Mas que os atores do Andrea e do Albert parecem trocados, parecem, rs.
Enfim. Se quiser assistir uma adaptação, tipo, muito fiel, assista a minissérie de 1979 dirigida por Denys de La Patellière (que é pai do Alexandre).
Fui assistir sem muitas expectativas, e com um certo medo, confesso, mas a verdade é que "Anora " foi uma grata surpresa, eu realmente curti o filme (mas eu gosto de filmes mais crus também).
[/spoiler] era uma garota que estava vivendo a vida no automático, que fazia o que estava ao seu alcance para sobreviver. Apesar de estar sempre rodeada de homens e de usar sua aparência e corpo para sobreviver, ela não tinha autoestima. Porém, ao conhecer Ivan, ela sente sua vida ganhar cor — e não falo isso só pelo fato dela não ter mais que se prostituir, mas falo de se sentir amada e valorizada. Até mesmo quando Ivan elogia o russo dela, era significativo para ela (e em contraste, temos a mãe dele dizendo que o russo da Anora era péssimo).
Mas sendo um filme cru, Ivan se revelou um grande cuzão mimado, que não estava nem aí para nada, e então novamente a autoestima da Ani vai para o ralo. Ela foi usada, como sempre, e ela estava anestesiada quanto a isso, mas ser iludida, ter seus sentimentos revirados e ser descartada como se não fosse nada foi um baque muito diferente.
Em contrapartida, temos a figura do Igor, que como alguém disse, nunca a viu como objeto. Desde o princípio o olhar dele era muito diferente. Anora é um filme com muitas cenas de sexo, e era de se esperar dada a temática, mas olhando para as cenas entre Ivan e Ani, eu não me lembro dele sequer beijando ela, ou mesmo dando um olhar de carinho, o que é muito diferente da cena final onde o Igor está a todo momento procurando o olhar da Ani e depois a tenta beijar — e sinceramente, acho que isso diz muita coisa.
Durante todo o filme, Anora tinha essa ideia do Igor ser um delinquente e tudo mais, ela achava que ele era como todos os outros homens que encontrou (ou pior), inclusive ela indagando ele sobre o "estupro" mostra bem como ela estava sempre esperando o pior. Depois de tentar por muito tempo negar que ele era uma boa pessoa, ela finalmente cai em si e se permite ser frágil perto dele, chorando em seus braços e colocando toda a dor para fora: de sempre ser usada, e, agora, de ser iludida e descartada tão facilmente. — mas ao mesmo tempo, talvez aliviada por ainda existirem pessoas como o Igor por aí.
Anora é cru e tá longe de ser um conto de fadas. Ani vinha de uma realidade bem difícil e percebeu de forma bem cruel, que nem tudo que reluz é ouro — e encontrou compreensão, justamente em uma pessoa que também vinha de uma realidade mais difícil, muito diferente do playba do Ivan.
[spoiler]
Gente, esse filme tá causando tanto alvoroço, então já adianto: essa é a minha opinião e essa é a graça do cinema: cada pessoa experiencia uma obra de uma forma e é por isso que é tão incrível =) Não sei se merecia o prêmio de melhor filme ou atriz, mas Anora está longe de ser um filme ruim e a Mikey longe de ser uma atriz ruim também.
InuYasha é meu anime favorito da vida, então tenho um grande carinho pela Rumiko. Eu sempre gostei da ideia de conhecer outros trabalhos dela e já tem um tempo que Ranma 1/2 entrou no meu radar (mas ô anime difícil de encontrar, hue).
Quando a Netflix lançou o remake, fiquei em dúvida se assistia ou não, porque eu estava bem apegada à ideia de assistir ao original, então lembrei de Fullmetal e de como o remake é simplesmente incrível (e mais fiel, até onde sei).
Pois resolvi assistir Ranma 1/2 remake e eu estou apaixonada. É muito divertido, tem aquele tipo de romance que amo, tem cenas de luta, os personagens são caóticos e o Ranma é maravilhoso.
Estou apaixonada *_* Adoro como a minissérie possui elementos do teatro — as atuações, os cenários — pois deixou tudo tão mais memorável e mágico, é de uma sensibilidade tão grande.
[/spoiler] Tem muitas cenas incríveis, como a primeira vez em que toca Elephant Gun, ou quando, na cena do muro, ele está simplesmente desenhado no chão (como diria o agregado: lindíssima).
Porém, minha cena favorita é quando o Bentinho adulto encontra os familiares, mas especialmente a Capitu. Aquela cena, o Bentinho (Michel) com os olhos cheios de lágrima e a Capitu (Maria Fernanda) simplesmente deslumbrante. Eu senti o impacto da entrada dela.
A sequência final da minissérie, com o Bentinho encontrando todas as pessoas que fizeram parte de sua vida também é incrível. ______________ [spoiler]
Eu gostei muito da "Capitu" de Letícia Persiles (olhos de ressaca) e da Maria Fernanda Cândido. Também do "Escobar" de Pierre Baitelli e do "agregado" de Antônio Karnewale. Mas, especialmente, do Bentinho de Michel Melamed. Cara, surreal a atuação do Michel, o tanto que ele é expressivo e apaixonante.
Eu já conhecia Elephant Gun, mas agora ela tem um novo significado para mim. Recomendo. 22/01/2025
Essa adaptação está quase saindo da Netflix, ainda bem que assisti hoje. Achei que eles adaptaram bem a história, digo, mesmo com a correria (principalmente na primeira parte) e com algumas mudanças, acho que o resultado foi positivo.
José de Abreu ficou maravilhoso como o Portuga, ele é muito carismático, e o Zezé do João Guilherme também ficou muito bom, aqueles olhinhos cheios d'água.
O Meu Pé de Laranja Lima é um livro excelente, então essa adaptação faz um trabalho muito bom, não só visualmente, mas também como divulgação da obra literária de José Mauro de Vasconcelos.
[/spoiler] Zezé era uma criança muito imaginativa, curiosa, inteligente e doce. Mesmo com as dificuldades da vida, com a pobreza em casa, a violência, a falta de compreensão, ele continuava sendo um garoto brincalhão, amável e esperançoso. Ele encontra no Minguinho e no Portuga, uma luz para toda aquela escuridão que ele estava vivendo.
É muito triste pensar em quantas crianças viveram ou estão vivendo em condições igualmente tristes, mas ao mesmo tempo, é bom pensar que no mundo existem pessoas boas como o grandessíssimo Manuel Valadares, o Portuga. [spoiler]
[/spoiler] que já estava em frangalhos, desceu definitivamente até o fundo do poço. Eu comentei na segunda temporada, que, apesar do Carmy ter tantos traumas devido, a principalmente, ter tido uma supervisão totalmente tóxica, ele não replicava esses comportamentos com a equipe dele.
Mas aqui, depois de sofrer outras perdas (Claire e Richie) e de assumir que não merecia qualquer felicidade, ele entra num ritmo desenfreado em busca da perfeição e acaba colocando sua equipe em uma situação delicada, com uma rotina exaustiva e muitas vezes realmente replicando certos comportamentos tóxicos com o qual ele sofreu.
No último EP, a Syd ter uma crise de pânico mostra como tem sido mentalmente exaustivo tudo isso.
No geral, essa temporada foi menos interessante que as outras, mas não ruim. Ela é mais densa, muito por mostrar esse lado mais sombrio do Carmy, ou porque algumas coisas não funcionaram tão bem (Faks).
Para mim, o episódio da Tina é ouro. O da Sugar é legal, porque ela finalmente pôde se entender com a mãe dela, mas confesso que a DD me deixa ansiosa, então foi difícil de assistir aqueles 44 minutos.
E por último e não menos importante: 2x10. Deu dó quando o Carmy confronta o ex chef dele, principalmente quando o chef diz que "não pensa nele". Ou seja, o Carmy ficou mentalmente fudido e o chef está simplesmente vivendo a vida.
[spoiler]
_____________
Esta temporada parece mais uma preparação de terreno, sabe? Para a quarta.
E como uma boa amante de música, em um dos flashbacks do Carmy tocou "Pearly-Dewdrop's Drops" do Cocteau Twins *_* socorro. Estava bem baixinho e fiquei confusa, estava em dúvida se era meu Spotify, haha.
E a temporada simplesmente fechou com "Disarm" do The Smashing Pumpkins. Ó, fiquei arrepiada quando começou a tocar, ashsh.
[/spoiler] Acho que por mostrar o cotidiano de um ambiente tão caótico e com pessoas igualmente caóticas, e portanto, humanas, com traumas, medos, inseguranças, falhas, mas também com qualidades, sonhos... e vontade de fazer dar certo.
Uma coisa que reparo desde a primeira temporada, é como o Carmy trata a equipe dele. O Carmy é um cara cheio de traumas, que trabalhou sob uma supervisão totalmente tóxica e escrota, e ainda assim, ele não replica esses comportamentos horríveis com a equipe dele. Ele elogia, escuta sua equipe, pede por favor, diz obrigado, e todos na equipe replicam isso e o ambiente fica mais harmonioso. Digo, isso deveria ser o básico de qualquer lugar, né? Mas nem sempre é. Quantos chefes cuzões não existem por aí?
E bem, é claro que, quando o bicho pega, todo mundo dá uma surtada, haha, inclusive o Carmy, mas acho que já é um começo, sabe? Há pequenas atitudes que podem tornar um ambiente de trabalho ou melhor, ou pior.
_____________ Bem, todo mundo falando do episódio 06 e ele é o episódio caótico da temporada (muito bom). Dá ansiedade? Dá, haha, eu fiquei apreensiva e às vezes ria de nervoso. Mas o que fiquei pensando é em como tudo mudou em pouco tempo e como a vida é assim mesmo. Acho que aquele Natal ocorreu há uns 5 anos antes da segunda temporada, e: Michael estava vivo, Carmy estava voltando da Europa e ainda não tinha ido trabalhar em NY, Sugar não estava grávida, Richie estava casado...
E então, tudo mudou. _____________
Terminando, muito bom ir conhecendo mais os personagens, ver eles evoluindo... A T e sua promoção, o estágio do Marcus e do Richie... A Syd feliz. Mas deu um aperto no coração pelo Ebra, ele estava com medo e desistiu das aulas. But okay.
Fico triste também pelo Carmy e a Claire, pois terminou de maneira tão ruim. Não era porque ele não gostava dela ou vice-versa, mas porque ele não se achava merecedor de... amor ou qualquer coisa boa. [spoiler]
_____________ Enfim, não achei que eu iria gostar tanto dessa série, ahshs. Eu fico emocionada, apreensiva, feliz. E eu amo a trilha sonora, cara. No barzinho tocou Tonight, Tonight do The Smashing Pumpkins, que é uma das minhas músicas favoritas da vida, e eu fui no céu e voltei.
E da 1ª temporada, meus achados foram:
Oh My Heart do R.E.M. Last Train Home do John Mayer
Assisti ontem e foi maravilhoso, rs, essa nota alta é muito bem merecida.
Eu não sou aquela pessoa que ama musicais, mas fiquei com vontade de assistir a versão legendada por causa da Ariana. Quem sabe daqui um tempo. E como era de se esperar: esteticamente magnífico.
Quando uma pessoa que você ama falece, você sente aquela dor, mas sabe o desfecho. Você sabe que a pessoa morreu e, portanto, pode seguir em frente.
Mas e quando a pessoa desaparece? Esse desfecho nunca vem. Não sabe se a pessoa está morta ou se está sofrendo em algum lugar.
No caso do Rubens, a família "sabia" que infelizmente ele havia sido assassinado. Mas até chegar aquele momento em que eles entenderam que ele não voltaria mais para a casa...
No fim, não somente o Rubens teve a vida roubada, mas toda a família. E pensar que muitas outras famílias passaram por isso.
Fico pensando na Eunice, que do dia para a noite precisou ser mãe e pai (e nem pôde viver seu luto, porque precisava ser forte pelos filhos).
[/spoiler] Eu fui pega de surpresa em alguns momentos, porque a minha memória está em frangalhos. Não lembrava do arco das contações de história (indecente) e nem que a Sook Hee ia para o manicômio.
Aliás, quando iniciou a parte dois eu dei uma senhora gargalhada, porque a minha mente começou a clarear um pouco mais...
"Você achou que Hideko era ingênua... ingênua coisa nenhuma... digo que a srta. Izumi Hideko, desde o começo, foi uma puta maquiavélica"
Hahaha, esse filme é um verdadeiro "eita atrás de eita". Cada plot muito bem construído e instigante. [spoiler]
My Liberation Notes
4.2 27 Assista AgoraA fotografia desse dorama é pura masterpiece, meus olhos chegam a brilhar tamanho deleite.
Mas não só de uma bela fotografia é feito esse dorama. "Meu diário para a liberdade" é um dorama que entrega profundidade mesmo na simplicidade, com seus personagens bem "gente como a gente", ou seja, humanos com problemas, falhas e qualidades, que vivem um dia de cada vez, com suas batalhas e alegrias.
[spoiler]
É gente passando perrengue no trabalho, tendo seus conflitos familiares e amorosos, dívidas, dores, traumas, vícios...
E ainda assim, tentando seguir em frente, porque é assim que as coisas funcionam, a vida segue e o tempo passa. O caminho para a liberdade é longo e requer muitos passos.
"eu te venero".
É um dorama verossímil.
Indo além, me dá o mesmo tipo de quentinho e tristeza que doramas como Reply 1988, My Mister e o Tangerinas me dão.
Recomendo 10000000000x.
20/03/2026.
A Batalha dos 100: Ásia (1ª Temporada)
4.1 34 Assista AgoraEu adoro esse reality, rs. Quando vi que era "Ásia", que seriam vários países, eu fiquei com um pé atrás, porém não demorou muito para eu começar a curtir o novo formato.
Quando comecei a assistir, eu não tinha favoritos, embora eu conhecesse a equipe da Coreia e curtisse demais alguns participantes, como o Amotti e a Eun Sil.
Porém, no decorrer dos episódios, com tanta gente diferente, você vai se apegando a outras equipes e participantes também. Quando percebi, eu estava me apegando aos azarões e, consequentemente, fui desapegando da Coreia.
[/spoiler]
Sendo bem sincera, achei a equipe coreana um pouco apagada.
Eu havia acabado de assistir Final Draft, então eu simpatizava bastante com o Yoshio Itoi do Japão. Eu achei que a equipe japonesa foi realmente raçuda, o que esse mano fez nos seus 44 anos de idade foi loucura. Os outros integrantes também dispensam comentários, tem o Okami, Soichi, a Nonoka...
Porém a minha maior surpresa (e provavelmente de todos?) foi a Mongólia, oficialmente minha favorita. O que torci pra essa galera não tá escrito. Eles foram crescendo e crescendo. Ninguém dava nada por eles, mas eles tiraram as duas equipes mais fortes [e arrogantes] da competição: Turquia e Austrália.
A Mongólia é, para mim, a campeã moral. O respeito, o trabalho em equipe, as estratégias. São extremamente inteligentes e raçudos, o que eles fizeram no desafio dos totens não tá escrito. Eles são muito fortes, doideira. Tem ainda o desafio em que eles eliminaram a Austrália, no final abriram 4 voltas de diferença, seloko.
E, claro, impossível não comentar sobre a prova da semifinal..
É difícil de não pensar em como a Coreia levantou aquele portão com tanta facilidade, enquanto as outras equipes tiveram uma dificuldade descomunal. Parecia que havia algum problema com aquele portão. A Mongólia quase não conseguiu levantar (sendo que eles são extremamente fortes e até usaram a carroça de apoio) e o Japão... simplesmente não conseguiu. Sei lá. Não faz sentido... kkkkkkk.
#teorias & teorias. kkkkkkkkkk.
Enfim.
Fiquei triste pela derrota da minha Mongólia, que foi gigante, e que calou a boca da Austrália e da Turquia [especialmente]. Foi de equipe que ninguém dava nada, para vice-campeã.
[spoiler]
Enfim.
Recomendo.
Regras do Amor (7ª Temporada)
3.9 1How many ways to say i love you
How many ways to say that i'm not scared
With you by my side, there is no denying it
I can't wait for me and you
<3
Não acredito que acabou :(
Definitivamente eu me apaixonei por cada pedacinho dessa série. Seria meu TOP 3 sitcoms?
[/spoiler]
Eu amo as bizarrices do Russell, ele é estranhamente escroto e carismático, adoro. David Spade e seu cabelo brilham na mesma proporção, rs.
Adam é um doce, uma leveza, mas acho que ele foi ficando mais "tapado" com o decorrer das temporadas, rs.
Jeff... o que dizer? Tem o mesmo tamanho e a mesma quantidade de sentimentos que uma porta, ahshshshsh, pobre Audrey, mas ainda assim é impossível de não amar esse cara. As caras e bocas do Patrick Warburton XD.
Audrey... adoro ela e seu humor, a forma como ela e o Jeff se complementam, como se entendem. E, claro, é muito engraçado quando ela se mete numas roubadas em que ela mesmo se coloca XD
Jen. Jen é um doce, divertida, é maravilhosa. E o quanto ela é paciente com o Adam? ahshshsh.
Timmy. Demorei um pouco para acostumar com ele, mas depois já estava amando. Como ele sofreu na mão do Russell, rs.
Os personagens secundários também são divertidos, por exemplo, a Liz.
___
Bem, os últimos episódios foram um pouco corridos, achei que não haveria casamento e nem o nascimento do bebê, mas o final foi tão redondinho e tão Rules of Engagement. Foi leve, divertido, diferente. Russell e Timmy se casando foi o auge, ahshshshshsh.
[spoiler]
Enfim. Fui muito feliz assistindo essa sitcom e pretendo revê-la em um futuro não muito distante.
Melhor opening, aliás.
26/10/2025
<3
Eu, Você e Toda Uma Vida
4.2 5 Assista AgoraEsse dorama me destruiu do início ao fim.
[/spoiler]
Estamos falando de uma ligação que durou toda uma vida. Nem mesmo o tempo ou as inúmeras mágoas destruiu essa ligação. Não é uma relação fácil ou simples, muito pelo contrário, existe muita mágoa e ressentimento, um pouco de competição e até inveja. Mas também existe amor, existe abnegação, existe renúncia e existe perdão. São duas pessoas que cresceram juntas e que experienciaram a vida de maneira diferente, tornando-se, assim, pessoas igualmente distintas, já que as experiências acabam nos moldando
[spoiler]
[/spoiler]
Uma comeu o pão que o diabo amassou e acabou se afundando num poço de melancolia, ruindo tudo a sua volta [A Sang Yeon é uma personagem bem complexa, eu sinceramente não vejo ela “apenas” como uma pessoa invejosa ou má. Não estou eximindo-a de seus erros, se na casa dos 20 ela machucou a Eun Jung sem intenção, na casa dos 30 ela fez isso deliberadamente. Porém, também acho que ela foi moldada pelas experiências que teve desde a infância. Não justifica, é claro, mas dá para entender um pouco o porquê dela infelizmente ser assim].
Já a outra, embora viesse também de uma realidade dura, acabou encontrando esperança, amor, se reerguendo e encontrando propósito na vida.
A cena em que todos estão assistindo ao jogo de futebol [ep. 04; 39m.] e a Sang Yeon está lá, avoada, e então ela diz: “Eun Jung, já se sentiu assim? Quando você fica meio alheia a tudo, uma sensação de desconexão. Você se esforça para fingir que aquela é a sua realidade, mas depois de um tempo não consegue acompanhar e se sente desconexa. É quando a gente quebra”.
[spoiler]
Poxa, partiu meu coração.
____
Enfim. Dorama incrivelmente doloroso, humano e, infelizmente, verossímil. É a vida.
É um dorama que vale muito a pena ser visto.
Recomendo.
26/09/2025.
Dragon Ball Z (1ª Temporada)
4.5 280DBZ é um ícone. Eu lembro de quando passava na TV Globinho, mas nunca acompanhei desde o início, eu sempre assistia episódios aleatórios (e por ter muito tempo, não lembrava de muita coisa mais, exceto os personagens super marcantes, a opening 2 e algumas transformações).
Então agora, resolvi alimentar a minha criança interior e peguei DBZ desde o início para assistir (dei mole de não começar por Dragon Ball clássico, mas depois eu pego).
Atualmente estou no arco dos Androides, mas qualquer spoiler que eu der será somente da 1ª temporada.
Primeiramente: não lembro quais eram meus personagens favoritos quando eu assistia pela TV, mas hoje, embora eu goste de todos, tenho um certo fraco por
[/spoiler]
Bulma, Vegeta e Chaos.
Bulma é maravilhosa, super carismática e inteligente. Chaos, do pouco que conheci, achei uma graça. Estou ansiosa para assistir a versão clássica. E Vegeta... ele é um ícone. Eu não sabia que ele inicialmente tinha cabelo rosa, então estranhei bastante, rs, mas o cabelo preto veio e foi bem legal.
E bem, Vegeta é esse cara durão que não liga para nada. Ele tem um vocabulário de xingamentos bem rebuscado (kkkk), é um tanto sádico, mas é irritantemente carismático. Sei lá, eu gosto desse mano. É claro que mais para frente aparecem outros motivos para amá-lo ou odiá-lo, mas é isso, esse cara cheira a sucesso.
E pobre Gohan :(
O tanto que esse menino apanha... a galera não respeita nem criança XD
Aliás, não lembrava que o Piccolo era inicialmente mau, ahshshsh, então foi bem curioso. Também adoro a relação dele com Gohan.
E, claro, temos Goku. Goku dispensa comentários, ele é incrível, mas confesso que seus atrasos me irritam um pouco, rs.
[spoiler]
Enfim, tem sido tão incrível e nostálgico assistir desde o início :')
Eu fico cantando Cha La Head Cha La pela casa, hahahahaha.
31/07/2025
O Urso (4ª Temporada)
3.9 67 Assista AgoraTive que esperar quase um mês para assistir esta temporada, então imagina a ansiedade. Eu realmente gosto de The Bear, essa série me toca de uma forma muito singular.
Pessoalmente, esta é a temporada que menos me cativou até agora. Lembro da terceira terminando ao som de Disarm e de eu ficar arrepiada, mas essa terminou de uma forma tão... (calma - e talvez fosse disso que o The Bear precisasse: calmaria).
[/spoiler]
Mas esta temporada não é ruim, longe disso. Apesar de em alguns momentos dar aquela sensação de "beleza, mas e aí?", ela resolve muitos conflitos que perduram há uma, duas ou três temporadas.
O Carmy finalmente pisou no freio. Dá para perceber que ele está tentando se entender, tentando mudar, se abrir mais. Ele começa a ouvir mais a sua equipe e, especialmente, a confiar mais neles. Ele entende que o The Bear são todos eles. Todavia, isso acaba sendo um terreno um tanto perigoso, porque, embora seja uma mudança muito boa, ele ainda se culpabiliza por tudo e recua quando é hora de continuar em frente. Ele realmente não ama mais a cozinha ou ele só não se sente mais merecedor de tudo isso?
E não estou dizendo que ele não tem culpa de nada, mas que ele é humano como todos nós e, acima de tudo, uma pessoa que precisa urgentemente de ajuda.
Ainda, nesta temporada tivemos o Carmy finalmente se desculpando e se resolvendo com muitas pessoas. A Claire, o Richie (e finalmente revelando que foi ao funeral do Mikey).
E, claro, com a mãe dele também - e você percebe o quanto ele precisava disso.
Sobre a Syd, acho que a temporada prorrogou demais a questão da nova proposta de emprego. Acho, sim, que ela tinha que pensar bem, especialmente pela toxicidade do ambiente do The Bear, mas isso durou a temporada inteira e mais um pouco da 3ª, certo?
Também tivemos bastante do Ebra, que acho ótimo, ele é um amor. Tivemos o Marcus sendo ainda mais reconhecido, a equipe do The Bear ganhando rostinhos conhecidos e queridos e a cena do casamento com todo mundo debaixo da mesa.
_____
Como eu disse no início, não é minha temporada favorita, mas ainda assim ela me tocou, eu realmente fiquei emocionada em alguns momentos.
E The Bear é isso: OURO.
[spoiler]
21/07/2025.
Grimm: Contos de Terror (4ª Temporada)
4.3 114 Assista AgoraEsta é uma temporada bastante importante.
No geral, os causos wesens desta temporada são meio desinteressantes, mas a lore acaba sendo aprofundada e isso é ótimo (sem contar a evolução - ou involução - de alguns personagens).
[/spoiler]
Nesta temporada temos o episódio dos duendes, temos o Chupa-Cabra (Krazy-8), temos o Luison (4x5) e também o Wesen 2x1 (Huntha Lami Muuaji).
Não entrarei em detalhes, esses são os que mais curti, mas não tanto assim também, então irei pular para a lore.
Venho me retratar e dizer que a Trubel realmente melhora, ela não é mais tão impulsiva e se torna uma personagem realmente importante para a trama. Dito isto...
[spoiler]
Nesta temporada tivemos:
[/spoiler]
1 Nick sem poderes.
2 A mãe fodona do Renard aparecendo e salvando a pátria.
3 Wu entrando (finalmente) para a turma do pagode.
4 Adalind presa nas masmorras.
5 Monroe e Rosalee sendo perseguidos.
6 Juliette hexenBITCH.
7 Monroe e Rosalee dilacerando o juiz do "tribunal" de fdps.
8 Renard e Wu participando da after party da turminha do pagode.
9 Juliette descendo o cacete na Adalind (a cara de surpresa dela é impagável, rsrs).
10 Juliette se transformando para o Nick (por quê ela fez uma cara tão agressiva?)
11 Adalind gritando "nãaaaaaaao" ao descobrir a gravidez (ela é bandida, mas entrega cenas bem engraçadas)
12 A cena da delegacia que é CINEMA, com a Adalind revelando a gravidez para o Nick, mas especialmente a Juliette descobrindo tudo e encurralando o Nick e a Adalind no corredor. A galera fala mal da atuação da Bitsie, mas eu acho ela bem convincente.
13 Juliette colocando fogo no trailer (isso aqui doeu).
14 Juliette indo de vez para o lado inimigo e emboscando a dona Kelly.
15 Adalind criando a poção para inibir o lado hexen da Juliette. Ela realmente vai ficando mais humanizada. Ela se despedindo da mãe é bem triste.
16 Adalind perde seus poderes ao testar a eficácia do inibidor.
17 Juliette causando o CAOS na loja de especiarias. Essa bandida passa de todos os limites ao tentar fazer o Nick atirar no Monroe, sem contar que ela simplesmente joga todos os esforços da galera no LIXO.
18 Renard, o estripador. Cara, esse é um dos melhores momentos da série, juro.
19 Dona Kelly assassinada e Nick encontrando a cabeça da mãe :(
20 Adalind dizendo ao Nick que sente muito pela morte da dona Kelly.
21 Trubel perguntando ao Nick o que eles devem fazer ao encontrar a Juliette, e ele dizendo: kill her.
22 Trubel dizendo: goodbye, Juliette.
[spoiler]
hahahaha, caos.
Mas quero papear sobre mais uma ou outra coisa.
(senta que lá vem história)
[/spoiler]
A Juliette fez coisas horríveis. Ela queima o trailer que possuía um acervo antiguérrimo e raro, e é responsável indiretamente pela morte da mãe do Nick. Veja bem, eu adorei a Trubel enviando ela para a puta que pariu, mas a Juliette comeu o pão que o diabo amassou durante toda a série.
Ela viveu uma montanha russa de emoções e virou uma hexen por escolher ajudar o Nick. É verdade que foi decisão dela e que todos sabiam que poderia haver efeitos colaterais (não necessariamente quais), mas acho que ninguém estava preparado para isso. Ela ficou horrorizada, mas acho que a atitude do Nick, que em primeiro momento, ficou tratando ela com frieza, acabou sendo um baque ainda maior.
Não sei se faria diferença ou não no caminho que ela iria seguir, já que de alguma forma o lado hexenbiest era bem destrutivo, mas acho que ele foi um pouco insensível no início. Depois ele até tentou fazer as coisas darem certo, mas ela já não estava querendo mais.
Fiquei pensando em como a Juliette hexenbiest poderia ter sido melhor aproveitada, tendo mais espaço, virando realmente uma antagonista ao longo da série.
[spoiler]
Enfim.
Reassistindo em: 04/07/2025
Grimm: Contos de Terror (3ª Temporada)
4.3 100 Assista AgoraAaah, essa temporada é maravilhosa.
O primeiro episódio é fraco, pois é continuação da season finale 2 (meio pombo), mas depois as coisas começam a se ajeitar.
Aqui temos um aprofundamento maior na lore, algumas explicações, novos personagens que aparecem, outros que acabam ganhando novas nuances...
[/spoiler]
Como adoro falar sobre wesen, não poderia deixar de mencionar meus episódios de "causos" favoritos.
Bauerschwein x Blutbad (3x3), Naiad (3x4),El Cucuy (3x5), Grausen (3x6), Krampus (3x8), Manticore (3x11) e Aswang (3x14).
Gosto bastante do conceito das Naiads, então é um episódio que curto bastante. Grausen traz essa coisa ainda mais sobrenatural ao envolver uma criança supostamente possuída, mas depois é descoberto que ela estava apenas doente, e esse episódio ainda envolve o conselho wesen que é sempre bem interessante.
Mas as cerejas do bolo nesta temporada com certeza são: Krampus, Aswang e El Cucuy.
Krampus dispensa comentários, é maravilhoso.
Aswang é medonho e, portanto, incrível. Ainda temos todo o envolvimento do Wu, que irei comentar mais para frente.
E claro, El Cucuy: esse é cinema, família. Eu amo El Cucuy e talvez seja meu episódio wesen favorito de Grimm, embora eu ame também La Llorona. Adoro essa velhinha bandida e como ela coloca todo mundo no chinelo, rs.
[spoiler]
E falando de draaaama
[/spoiler]
Esta terceira temporada é muito importante por inúmeros motivos, mas acho que a humanização da Adalind é um dos principais. Toda a jornada para recuperação dos poderes é muito interessante - e brutal -, mas é com a maternidade que você vê essa bruxinha ganhar novas nuances. A partir do momento em que a Diana nasce, Adalind renasce também como um ser humano que se preocupa com outro.
É claro que no final da temporada ela acaba prejudicando - e muito - o Nick, mas eu tenho um pensamento sobre isso (bem impopular, provavelmente, kkry).
O que fizeram com ela foi horrível. A cena em que ela corre para fora da delegacia e grita é de arrepiar. O desespero dela é palpável, aliás, grande Claire Coffee. Ela foi de casa em casa pedir ajuda, ela procurou TODO mundo, e eles além de roubar a bebê dela, continuaram mentindo dizendo que estava com a realeza. Inclusive, ela procurou pela Kelly - que assassinou a Catherine - porque ela CONFIAVA nela. Eles ignoraram completamente os sentimentos da Adalind, como ela se sentiria com tudo isso e nem se deram ao trabalho de contar a verdade após o acontecido. Não importa se ela fez maldades no passado, a filha era dela e ponto, ninguém tinha o direito de decidir sobre isso.
Portanto, o que aconteceu com o Nick foi consequência. Ela não retirou os poderes dele por maldade, ela fez como moeda de troca (ruim também, eu sei) porque, pasmem, todos fizeram ela acreditar que a bebê estava com a realeza - que se aproveitou disso - e ela fez o que podia para recuperar sua filha. O Nick que foi azarado.
E isso explica bem a relação Adalind X Nick. Sempre tem uma consequência. Ela quase matou o Hank e perdeu seus poderes por conta disso; Nick participou de um esquema para tirar a bebê dela e, como ele tinha um alvo nas costas, acabou levando chumbo.
Esta temporada tem ainda outros acontecimentos que me deixaram pensativa, como por exemplo, a situação do Wu. Não me conformo deles terem deixado o Wu para enlouquecer naquele hospital, sendo que poderiam ter contado a verdade para ele. O Hank foi o único sensato aqui.
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Enfim.
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Tivemos ainda:
1 O excelente episódio em que os pais do Monroe conhecem a Rosalee e o Nick, rs, tem uma boa dose de drama e ---- briga familiar.
2 Aparição do Meisner (eeee), mas também a morte do Sebastien :(
3 Casamento Monroe-Rosalee <3
4 Toda a já comentada jornada da Adalind para recuperar os poderes, mas também a relação estranhamente fofa dela com o Meisner.
5 Dona Kelly e Adalind no avião tendo um momento bem próximo, o que é bem interessante dado os acontecimentos passados e... futuros...
6 Dona Kelly levando a Adalind para a casa do Nick, kkkkkk.
7 Nick e dona Kelly fofocando sobre todos os acontecimentos cabeludos dos últimos tempos...
8 Adalind perguntando para o Renard se o Nick não está chateado... [porque a Kelly havia sido presa].
9 Uma season finale incrível, felizmente, com muito sangue, suor e lágrimas: Renard baleado, Nick percebendo que não é mais Grimm, caos no casamento...
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Entretanto também temos:
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-1 Juliette descobrir o universo wesen deixou ela bem pentelha. Ela forçar a amiga a se revelar como wesen foi o fim da picada.
-1 Trubel. Desculpa, mas é difícil de tankar essa personagem (ao menos no início). Na primeira vez que assisti Grimm, eu não gostei dela. Dessa vez pensei: poxa, talvez seja diferente, mas tem sido complicado: ela é totalmente imprudente e enxerida. Sabe a pessoa que acaba de chegar e já quer sentar na janela? É ela.
Mas ainda tenho esperanças...
[spoiler]
Enfim.
Eita calhamaço, kkkkk.
Reassistido em: 27/06/2025.
Grimm: Contos de Terror (2ª Temporada)
4.2 173 Assista AgoraTenho muito carinho pela primeira temporada, afinal, é o começo de tudo, mas esta segunda temporada é, para mim, mais consistente.
Acho os episódios bem semelhantes em termos de qualidade, acho que não teve nenhum em que pensei: "caiu o nível".
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Eu não lembrava que La Llorona (2x9) era nesta temporada, então fiquei toda eufórica, rs, pois é um dos meus episódios favoritos de toda a série.
Também curto demais Coyotl (2x3), Seelengut (2x5), Drang-zorn (2x7), Genio Innocuo-Lowen (2x8), Wendigo (2x11), Jinnamuru Xunte (2x15), Ziegevolk (2x17), Gluhenvolk (2x19), Musai (2x20).
Acho 2x8 muito bom mesmo, o garoto é metade Genio Innocuo e metade Lowen, unindo duas personalidades totalmente distintas.
Wendigo é um chuchu. O EP envolve bastante a parte de investigação e você fica torcendo para o cara escapar na injeção letal, sem contar que o Wendigo é bizarramente interessante. Adoro quando misturam ficção e realidade, por exemplo, dizendo que o Dahmer era um Wendigo, he-he.
Jinnamuru Xunte é demais também, acho a narrativa e o conceito do wesen super interessantes. Gluhenvolk idem, além de ser lindo. Em Musai temos uma wesen impactante, e novamente fazem um gancho com a realidade, rs, e a atuação dessa atriz é muito boa, além da estética da transformação ser lindíssima, adoro a pele azulada, o cabelo vermelho e as orelhas de elfa.
Pessoalmente, não gosto dessa season finale. Sei lá, acho meio nada a ver. Eu gosto de elementos diferentes do usual, tipo os espíritos como a Llorona ou o Volcanalis, mas sei lá, achei chatão.
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E falando de draaaama
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Temos:
1 Dona Kelly enviando a mãe da Adalind para o outro plano;
2 Juliette e Renard intensos, inclusive uma briga das boas;
3 A primeira aparição Zauberbiest do Renard;
4 Hank descobrindo o mundo Wesen;
5 Monroe descobrindo Sean-Juliette 0.0
6 Uma maior explicação sobre as 7 chaves, além de conceitos como o Código Wesen;
7 Uma maior aproximação do Nick com os amigos Wesen, inclusive com o Bud <3
8 Adalind retornando à Portland bancando a dissimulada que ela bem é (bandida);
9 Nick descobrindo a verdade sobre Renard e eles "se entendendo";
10 Nick com audição apurada;
11 Monroe e Rosalee namorando;
Entretanto também temos:
- 1 O esquecimento da Juliette que fica um pouco cansativo com o tempo. Inclusive, é aqui que ela começa a se distanciar da Juliette da primeira temporada. Eu empatizei com ela a maior parte do tempo, pois realmente ela estava passando por uma barra pesada e nem era culpa dela, mas no decorrer da temporada ela começou a ter algumas atitudes questionáveis.
Por exemplo, as atitudes dela em relação ao Nick. Digo, a parte em que ela fica bem grosseira e tudo mais, por exemplo, confiando até mais na Adalind do que nele (inclusive, ela revela para essa bandida a existência do TRAILER. Tá, foi sem querer? Foi, mas qual o sentido de você abrir sua vida para uma pessoa que você mal conhece? E que todo mundo diz para você não confiar?).
Porém, entretanto, todavia, descobri que a dublagem da Juliette ajuda e muito a desgostar dela, he-he. A voz da Bitsie suaviza a personagem.
[spoiler]
Enfim. Amo essa temporada.
Reassistido em: 15/06/2025
Gostinho de Amor
3.6 14Ah, eu gostei demais.
2025 tem sido um ano muito bom no universo dos doramas.
Eu gosto bastante do Kang Ha Neul, então ter ele como protagonista foi um dos maiores motivos para eu assistir esse dorama, e não me decepcionei.
Gosto dos personagens, embora
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a protagonista seja meio turrona às vezes (o que de certa forma dá para entender, por conta do passado dela).
O elenco secundário é bem divertido, e claro, temos a vilã jabiraca que não teve redenção.
Ah, fiquei bem triste com a história do moço que teve a receita roubada, ele na frente do prédio tentando justiça, enfim. É claro que depois ele acabou se vingando de uma pessoa que não tinha nada a ver, mas a história dele é bem triste. Fiquei feliz que no final ele conseguiu o restaurante de volta.
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Gostinho de Amor é um dorama divertido, com um elenco maravilhoso e com uma história muito interessante. Mas devo confessar que o que chamou mais a minha atenção (além do Kang Ha Neul, he-he), foi a fotografia. Meu Deus, que coisa mais linda a fotografia desse dorama. Os enquadramentos, absolutamente tudo.
Em alguns momentos eu sentia algo familiar, como se a fotografia me lembrasse algum outro trabalho.
Enfim.
21/06/2025.
Grimm: Contos de Terror (1ª Temporada)
4.0 301 Assista AgoraFaz 10 anos que assisti esta temporada pela primeira vez e, reassistindo agora, continuo ficando arrepiada. Grimm é a minha série favorita da vida e revisitar esse universo é tão emocionante e incrível.
Na minha memória, alguns episódios desta temporada apareciam só mais para frente, nas próximas, então fiquei bem surpresa.
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Essa temporada é quase perfeita, exceto por alguns episódios que não gosto muito, como o do Reinigen (5º), Mauzhertz (9º), Geier (10º) e Daemonfeuer (14º).
Já meus favoritos, com certeza o piloto (tem simplesmente a introdução do Blutbad e da Hexenbiest), o do Siegbarste (8º), Lowen (12º), Steinadler e Schakal (13º), episódio em que o lado hexenbiest da Adalind vai de arrasta (17º), Hundjager (18º) e season finale.
(Mas os não citados também são ótimos, tipo o da Seltenvogel que, provavelmente, tem a transformação que acho mais bonita).
Adoro a construção dos personagens, o Renard todo mascaradinho, a Adalind sendo bem hexenbitch, o Monroe sendo esse amor, o Nick se descobrindo enquanto Grimm...
Mas curiosamente, eu senti tanta dó da Juliette (digo curiosamente, porque não lembro como era minha percepção dela nas primeiras temporadas, só lembro do sentimento que eu tinha dela mais para o final da série). Mas agora, aqui, eu tenho dó dela, cara. Coitada, sendo arrastada para essa loucura toda e sem entender nada.
E tem tanta coisa para comentar. Grimm nos apresenta essas pessoas que têm esse lado místico, os Wesen, que apenas os Grimms podem ver (ou outras pessoas, quando o próprio Wesen permite). Cada Wesen está ligado, de alguma forma, a algum conto Grimm. Adoro que no início de cada episódio, há uma citação sobre a estória contada no episódio.
E bem, o episódio das moedas é excelente (o final mostrando Hitler como um Blutbad), o episódio em que a Adalind e o Nick brigam também, mas a season finale... a season finale é maravilhosa. Temos o rápido - mas impactante - aparecimento de Akira Kimura, o cara que colocou o Renard no chinelo. E claro, temos o gato endemoniado da Adalind e o aparecimento da Kelly, a mãe do Nick. Aaaaai, que delícia de temporada.
Terminei a temporada com os olhos cheios d'água porque essa série faz parte de mim, cara, é nostálgico demais.
[spoiler]
Enfim.
Reassistido em: 10/06/2025.
Um Amor no Paraíso
4.2 18 Assista AgoraAssim como a Adriênne, eu também me sinto enganada. O dorama é divertido, tem um humor bem leve, mas também tem sua profundidade ao abordar muitos temas importantes e de maneira bem sensível.
Os personagens são ótimos, eu realmente fiquei imersa nesse drama e acho que esperar todos os episódios lançarem para só então assistir, foi um grande acerto.
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Não entendo de reencarnação, mas adorei a espiritualidade do dorama. As lições, como uma vida tinha influência sobre outra e sobre como os personagens, no fim, estavam sempre (ou quase) entrelaçados.
Achei super interessante o foco que deram na questão dos maus-tratos a animais e também na relação animal x dono. Dá um peso no coração. Quando eu morrer, quero encontrar meu cãozinho.
E claro, há muitas outras histórias de encher os olhos d'água. O marido que não pôde deixar a esposa sozinha, o bombeiro que tentou salvar a garotinha...
Mas especialmente:
1) A relação da Yeong Ae com a Hae Suk: nossa, essa aqui doeu. Muito interessante como a Hae Suk acabou cuidando justamente da pessoa que a abandonou [em outra vida]. Elas puderam ter essa relação mãe x filha que ficou pendente no passado.
2) Pastor: com certeza o mais doído. Essa criança que acabou morrendo de frio, sozinha, e que achava ter sido abandonada. E a mãe que acabou esquecendo do filho, tamanha a dor.
A forma como a Hae Suk perdeu o filho foi tão triste, e fiquei pensando em como foi algo tão repentino e, ao mesmo tempo, verossímil, porque eu me vi no lugar dela, brincando que iria embora, e pufff, simplesmente deu tudo errado. Após essa perda, obviamente que ela iria colapsar e, acho que em frente a outro trágico acontecimento [o acidente do marido], ela foi obrigada a simplesmente esquecer essa dor e ser forte para aguentar a outra.
Ao assistir esse arco da Hae Suk com o filho, me lembrei do filme "A Troca". Sei que são diferentes, mas acho que a dor que ela estava sentindo me trouxe essa lembrança. Inclusive, como que supera a morte de um filho? Deve ser uma dor que nunca sara, haja forças para aguentar, eu iria surtar.
Sobre a Somi, concordo com a Flávia sobre ser estranho a Hae Suk não se lembrar do próprio rosto, mas achei interessante como ela acabou sendo a personificação de toda a culpa, e talvez até a depressão, da Hae Suk.
[spoiler]
Enfim, excelente dorama. Acho que irei lembrar dele com muito carinho. O dorama das Tangerinas também foi outra boa surpresa neste ano, mas assistir ele pausadamente (com episódios sendo liberados aos poucos) me fez dar uma desconectada. Já com este, a experiência foi bem diferente.
27/05/2025
Friends (10ª Temporada)
4.7 934 Assista AgoraFriends fez minhas noites muito mais divertidas. Foi uma delícia de acompanhar essa série, é tudo tão leve e simples. Um apartamento colorido [e super organizado, digassi di passagi], uma cafeteria, um grupo de amigos e vários sonhos.
Eu ri, eu fiquei brava e fiquei também emocionada.
Infelizmente minha memória anda capengando, mas:
[/spoiler]
Tenho boas lembranças do episódio do clareamento dental do Ross e também daquele em que todos descobrem... :p (e não posso esquecer da Janice, ela entra e eu rio, simples).
E fiquei bem emocionada quando a Rachel descobriu que estava grávida. Ela chorar a perda do bebê e depois descobrir que ele estava vivo... :')
E claro, o pedido de casamento do Chandler e da Mônica, e o casamento da Phoebe (o casamento dela foi um dos momentos mais lindos dessa série e ela é minha personagem favorita <3).
Por outro lado, eu já não aguentava mais o lenga lenga da Rachel com o Ross ali por volta da 4/5 temporada, com a Rachel indo até Londres e etc.... depois disso deu uma sossegada, mas enfim, era endgame e eu gostei. Eu gosto deles como casal, mas o chove-não-molha me deixava cansada.
Dito isto: pobre Joey. Tão doce. Já foi ruim ele se apaixonar pela Rachel e não ser correspondido, mas ele acabou superando e estava okay... até o fatídico fim da 9ª temporada...
Eu me pergunto... por quê?????
[spoiler]
Friends é realmente incrível e eu entendo perfeitamente toda a fama que a série tem. O elenco é maravilhoso, nunca vou me esquecer das caras e bocas do David, ahshshshs.
Enfim.
20/05/2025.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraPoxa, é realmente uma série muito boa.
[/spoiler]
A decisão de gravar em plano-sequência é realmente acertada, por causar a angústia que uma situação como esta causaria: estamos falando de um garoto de 13 que assassinou brutalmente uma colega de escola.
Não irei estender muito, mas mostra as consequências da internet, do que se consome e de quem consome. Ainda, mostra como a internet nos dá essa liberdade de sair falando o que bem pensamos, como se não fosse errado. Temos de um lado, um garoto que se sentia "feio", "rejeitado" e que acabou cometendo um crime brutal. Temos também uma garota, que achou que estava tudo bem sair praticando cyberbullying com o garoto que ela rejeitou. Não há justificativa para nada aqui, nem para o assassinato e nem para o bullying, mas mostra como vivemos em uma era onde a informação e a comunicação é muito facilitada, e isso não é inteiramente bom. Os pais, não querendo repetir os erros de gerações passadas, acabaram sendo permissivos demais e não tinham controle do que o filho consumia na internet. Assim, vai-se criando uma geração que acha que as coisas não têm consequências, que acha que tudo que é lícito também convém.
É doloroso e brutal. Pensar que nossas crianças estão crescendo assim.
Ademais, o terceiro episódio é o melhor da série. A postura da psicóloga, também as várias mudanças comportamentais do Jamie, que, perdia a linha por estar na figura desta psicóloga mulher, mas que ficava pianinho quando o guarda aparecia. Temos essa fragilidade sendo mostrada, deixando externar de fato essa complexidade, esse garoto que se sente feio, rejeitado e que quer que as pessoas gostem dele (como ele perguntando se a psicóloga gosta dele). Mas havendo rejeição [ou não resposta], ele se exalta. É muito triste e estamos falando de um pré-adolescente.
Carai, que textão XD
Enfim, espero não ter dito nenhuma besteira (não sou psicóloga e após esse terceiro episódio, admiro ainda mais a profissão).
E claro, fica o medo de ter um filho(a). O mundo é tão violento...
[spoiler]
O Conde de Monte Cristo
3.6 100 Assista AgoraEu estava bem empolgada para assistir esse filme, pois li que ele era mais fiel que a adaptação de 2002 e, de fato ele é (mas não tanto assim).
Esta versão adapta para a história personagens bem importantes que ficaram largados no churrasco na versão de 2002, o que é animador à primeira vista, mas na minha opinião, desanimador quando você olha para a execução.
Então minha resenha terá alguns spoilers, mas spoilers do livro também (se minha memória permitir).
[/spoiler]
Não gosto de ser a chata que compara livro com filme, mas neste caso, acho que adaptar personagens que muitas vezes são ignorados e mexer em seu enredo, me deixa mais chateada do que não adaptá-los.
O Andrea do livro tem tanta personalidade, ele é esse cara com um passado sombrio e que se tornou um camarada oportunista e inescrupuloso. Ele não se une ao conde em uma grande missão de vingança, ele tenta enganar o conde e se dar bem na vida. Sinto que deixar esse traço picareta de lado, é deixar a personalidade dele de lado também. Outro ponto, é ele descobrir sobre seu passado desde o início do filme. Salvo engano, ele só descobre a verdade perto do fim do livro, quando o Villefort já está bem fodido da cabeça (e então temos a épica cena do julgamento).
Pessoalmente também achei um pouco estranha essa dinâmica Conde x Haydée x Andrea. Achei que a Haydée foi mal aproveitada, apesar de aparecer muito. Todo o arco dela tem a ver com Fernand e ela não desmascarar ele é um pecado. Ainda, sinto que tentaram colocar um pouco de Maximilien e Valentine no plot da Haydée ao fazer ela de apaixonar por Albert.
Falando em Valentine, difícil não puxar um gancho para o Noirtier, personagem muito importante para a história e que eu senti muita falta. Os roteiristas optaram por unir a história do Noirtier e do Bertuccio na personagem da Angèle (que não existe), e eu achei bem mais ou menos.
O roteiro optou por algumas mudanças que, sinceramente, eu apenas me pergunto: porque. Eu entendo o conceito de fazer o Fernand ser melhor amigo de Dantès, pois dá um drama a mais para a história, mas tem mudanças que não fazem sentido.
Sério, qual a finalidade de mudar o nome da sra. Danglars de "Hermine" para "Victoria"? Ou qual o sentido de dizer que o Maximillien é neto do sr. Morrel, se o moleque nunca mais apareceu na história depois?
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Enfim, rsrsrsrsrsrs.
Mas agora irei falar dos prós:
Uma das coisas que mais acho legal em O Conde de Monte Cristo, são as diferentes versões do Conde. Então eu adorei que o diretor optou por adaptar o Abade Busoni e o Lorde Wilmore.
Também gostei muito de terem adaptado a cena do casarão, onde o Conde bota o terror no Villefort e na Hermine, ao contar sobre o bebê enterrado vivo (Andrea/Benedetto).
[spoiler]
No mais, apesar das ressalvas, eu gostei dessa versão. Eu senti falta de alguns personagens, de algumas cenas, mas entendo que é super difícil de adaptar para um filme (mesmo que tenha 3 horas) um livro com um enredo tão rico e que possui mais de mil páginas.
Ainda assim, não acho que ela seja melhor que a versão de 2002, que apesar de não ser fiel, é muito mais memorável e emocionante.
O Conde de Monte Cristo (2024) entrega uma fotografia deslumbrante e um elenco muito bom. Mas que os atores do Andrea e do Albert parecem trocados, parecem, rs.
Enfim.
Se quiser assistir uma adaptação, tipo, muito fiel, assista a minissérie de 1979 dirigida por Denys de La Patellière (que é pai do Alexandre).
15/03/2025.
Anora
3.4 1,1K Assista AgoraFui assistir sem muitas expectativas, e com um certo medo, confesso, mas a verdade é que "Anora " foi uma grata surpresa, eu realmente curti o filme (mas eu gosto de filmes mais crus também).
Ani
[/spoiler]
era uma garota que estava vivendo a vida no automático, que fazia o que estava ao seu alcance para sobreviver. Apesar de estar sempre rodeada de homens e de usar sua aparência e corpo para sobreviver, ela não tinha autoestima. Porém, ao conhecer Ivan, ela sente sua vida ganhar cor — e não falo isso só pelo fato dela não ter mais que se prostituir, mas falo de se sentir amada e valorizada. Até mesmo quando Ivan elogia o russo dela, era significativo para ela (e em contraste, temos a mãe dele dizendo que o russo da Anora era péssimo).
Mas sendo um filme cru, Ivan se revelou um grande cuzão mimado, que não estava nem aí para nada, e então novamente a autoestima da Ani vai para o ralo. Ela foi usada, como sempre, e ela estava anestesiada quanto a isso, mas ser iludida, ter seus sentimentos revirados e ser descartada como se não fosse nada foi um baque muito diferente.
Em contrapartida, temos a figura do Igor, que como alguém disse, nunca a viu como objeto. Desde o princípio o olhar dele era muito diferente. Anora é um filme com muitas cenas de sexo, e era de se esperar dada a temática, mas olhando para as cenas entre Ivan e Ani, eu não me lembro dele sequer beijando ela, ou mesmo dando um olhar de carinho, o que é muito diferente da cena final onde o Igor está a todo momento procurando o olhar da Ani e depois a tenta beijar — e sinceramente, acho que isso diz muita coisa.
Durante todo o filme, Anora tinha essa ideia do Igor ser um delinquente e tudo mais, ela achava que ele era como todos os outros homens que encontrou (ou pior), inclusive ela indagando ele sobre o "estupro" mostra bem como ela estava sempre esperando o pior. Depois de tentar por muito tempo negar que ele era uma boa pessoa, ela finalmente cai em si e se permite ser frágil perto dele, chorando em seus braços e colocando toda a dor para fora: de sempre ser usada, e, agora, de ser iludida e descartada tão facilmente. — mas ao mesmo tempo, talvez aliviada por ainda existirem pessoas como o Igor por aí.
Anora é cru e tá longe de ser um conto de fadas. Ani vinha de uma realidade bem difícil e percebeu de forma bem cruel, que nem tudo que reluz é ouro — e encontrou compreensão, justamente em uma pessoa que também vinha de uma realidade mais difícil, muito diferente do playba do Ivan.
[spoiler]
Gente, esse filme tá causando tanto alvoroço, então já adianto: essa é a minha opinião e essa é a graça do cinema: cada pessoa experiencia uma obra de uma forma e é por isso que é tão incrível =)
Não sei se merecia o prêmio de melhor filme ou atriz, mas Anora está longe de ser um filme ruim e a Mikey longe de ser uma atriz ruim também.
07/03/2025.
Ranma ½ (1ª Temporada)
4.0 17 Assista AgoraInuYasha é meu anime favorito da vida, então tenho um grande carinho pela Rumiko. Eu sempre gostei da ideia de conhecer outros trabalhos dela e já tem um tempo que Ranma 1/2 entrou no meu radar (mas ô anime difícil de encontrar, hue).
Quando a Netflix lançou o remake, fiquei em dúvida se assistia ou não, porque eu estava bem apegada à ideia de assistir ao original, então lembrei de Fullmetal e de como o remake é simplesmente incrível (e mais fiel, até onde sei).
Pois resolvi assistir Ranma 1/2 remake e eu estou apaixonada. É muito divertido, tem aquele tipo de romance que amo, tem cenas de luta, os personagens são caóticos e o Ranma é maravilhoso.
[/spoiler]
Não aguento o pai do Ranma que toda hora está transformado em panda, kkk, o mano simplesmente abraçou a maldição.
[spoiler]
Agora é esperar sair a segunda temporada (e talvez eu vasculhe a internet atrás da versão de 1989).
01/02/2025
Capitu
4.5 630Estou apaixonada *_*
Adoro como a minissérie possui elementos do teatro — as atuações, os cenários — pois deixou tudo tão mais memorável e mágico, é de uma sensibilidade tão grande.
[/spoiler]
Tem muitas cenas incríveis, como a primeira vez em que toca Elephant Gun, ou quando, na cena do muro, ele está simplesmente desenhado no chão (como diria o agregado: lindíssima).
Porém, minha cena favorita é quando o Bentinho adulto encontra os familiares, mas especialmente a Capitu. Aquela cena, o Bentinho (Michel) com os olhos cheios de lágrima e a Capitu (Maria Fernanda) simplesmente deslumbrante. Eu senti o impacto da entrada dela.
A sequência final da minissérie, com o Bentinho encontrando todas as pessoas que fizeram parte de sua vida também é incrível.
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[spoiler]
Eu gostei muito da "Capitu" de Letícia Persiles (olhos de ressaca) e da Maria Fernanda Cândido. Também do "Escobar" de Pierre Baitelli e do "agregado" de Antônio Karnewale. Mas, especialmente, do Bentinho de Michel Melamed. Cara, surreal a atuação do Michel, o tanto que ele é expressivo e apaixonante.
Eu já conhecia Elephant Gun, mas agora ela tem um novo significado para mim.
Recomendo.
22/01/2025
P.S. assisti pelo YouTube.
Meu Pé de Laranja Lima
3.9 355Essa adaptação está quase saindo da Netflix, ainda bem que assisti hoje.
Achei que eles adaptaram bem a história, digo, mesmo com a correria (principalmente na primeira parte) e com algumas mudanças, acho que o resultado foi positivo.
José de Abreu ficou maravilhoso como o Portuga, ele é muito carismático, e o Zezé do João Guilherme também ficou muito bom, aqueles olhinhos cheios d'água.
O Meu Pé de Laranja Lima é um livro excelente, então essa adaptação faz um trabalho muito bom, não só visualmente, mas também como divulgação da obra literária de José Mauro de Vasconcelos.
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Zezé era uma criança muito imaginativa, curiosa, inteligente e doce. Mesmo com as dificuldades da vida, com a pobreza em casa, a violência, a falta de compreensão, ele continuava sendo um garoto brincalhão, amável e esperançoso. Ele encontra no Minguinho e no Portuga, uma luz para toda aquela escuridão que ele estava vivendo.
É muito triste pensar em quantas crianças viveram ou estão vivendo em condições igualmente tristes, mas ao mesmo tempo, é bom pensar que no mundo existem pessoas boas como o grandessíssimo Manuel Valadares, o Portuga.
[spoiler]
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Recomendo.
02/01/2025
O Urso (3ª Temporada)
3.8 146Nesta temporada, o Carmy
[/spoiler]
que já estava em frangalhos, desceu definitivamente até o fundo do poço. Eu comentei na segunda temporada, que, apesar do Carmy ter tantos traumas devido, a principalmente, ter tido uma supervisão totalmente tóxica, ele não replicava esses comportamentos com a equipe dele.
Mas aqui, depois de sofrer outras perdas (Claire e Richie) e de assumir que não merecia qualquer felicidade, ele entra num ritmo desenfreado em busca da perfeição e acaba colocando sua equipe em uma situação delicada, com uma rotina exaustiva e muitas vezes realmente replicando certos comportamentos tóxicos com o qual ele sofreu.
No último EP, a Syd ter uma crise de pânico mostra como tem sido mentalmente exaustivo tudo isso.
No geral, essa temporada foi menos interessante que as outras, mas não ruim. Ela é mais densa, muito por mostrar esse lado mais sombrio do Carmy, ou porque algumas coisas não funcionaram tão bem (Faks).
Para mim, o episódio da Tina é ouro. O da Sugar é legal, porque ela finalmente pôde se entender com a mãe dela, mas confesso que a DD me deixa ansiosa, então foi difícil de assistir aqueles 44 minutos.
E por último e não menos importante: 2x10. Deu dó quando o Carmy confronta o ex chef dele, principalmente quando o chef diz que "não pensa nele". Ou seja, o Carmy ficou mentalmente fudido e o chef está simplesmente vivendo a vida.
[spoiler]
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Esta temporada parece mais uma preparação de terreno, sabe? Para a quarta.
E como uma boa amante de música, em um dos flashbacks do Carmy tocou "Pearly-Dewdrop's Drops" do Cocteau Twins *_* socorro. Estava bem baixinho e fiquei confusa, estava em dúvida se era meu Spotify, haha.
E a temporada simplesmente fechou com "Disarm" do The Smashing Pumpkins. Ó, fiquei arrepiada quando começou a tocar, ashsh.
Enfim...
02/01/2025
O Urso (2ª Temporada)
4.5 298The Bear é tão simples, mas ao mesmo tempo é tão singular e marcante.
[/spoiler]
Acho que por mostrar o cotidiano de um ambiente tão caótico e com pessoas igualmente caóticas, e portanto, humanas, com traumas, medos, inseguranças, falhas, mas também com qualidades, sonhos... e vontade de fazer dar certo.
Uma coisa que reparo desde a primeira temporada, é como o Carmy trata a equipe dele. O Carmy é um cara cheio de traumas, que trabalhou sob uma supervisão totalmente tóxica e escrota, e ainda assim, ele não replica esses comportamentos horríveis com a equipe dele. Ele elogia, escuta sua equipe, pede por favor, diz obrigado, e todos na equipe replicam isso e o ambiente fica mais harmonioso. Digo, isso deveria ser o básico de qualquer lugar, né? Mas nem sempre é. Quantos chefes cuzões não existem por aí?
E bem, é claro que, quando o bicho pega, todo mundo dá uma surtada, haha, inclusive o Carmy, mas acho que já é um começo, sabe? Há pequenas atitudes que podem tornar um ambiente de trabalho ou melhor, ou pior.
_____________
Bem, todo mundo falando do episódio 06 e ele é o episódio caótico da temporada (muito bom). Dá ansiedade? Dá, haha, eu fiquei apreensiva e às vezes ria de nervoso. Mas o que fiquei pensando é em como tudo mudou em pouco tempo e como a vida é assim mesmo. Acho que aquele Natal ocorreu há uns 5 anos antes da segunda temporada, e: Michael estava vivo, Carmy estava voltando da Europa e ainda não tinha ido trabalhar em NY, Sugar não estava grávida, Richie estava casado...
E então, tudo mudou.
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Terminando, muito bom ir conhecendo mais os personagens, ver eles evoluindo...
A T e sua promoção, o estágio do Marcus e do Richie... A Syd feliz.
Mas deu um aperto no coração pelo Ebra, ele estava com medo e desistiu das aulas. But okay.
Fico triste também pelo Carmy e a Claire, pois terminou de maneira tão ruim. Não era porque ele não gostava dela ou vice-versa, mas porque ele não se achava merecedor de... amor ou qualquer coisa boa.
[spoiler]
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Enfim, não achei que eu iria gostar tanto dessa série, ahshs.
Eu fico emocionada, apreensiva, feliz.
E eu amo a trilha sonora, cara. No barzinho tocou Tonight, Tonight do The Smashing Pumpkins, que é uma das minhas músicas favoritas da vida, e eu fui no céu e voltei.
E da 1ª temporada, meus achados foram:
Oh My Heart do R.E.M.
Last Train Home do John Mayer
Recomendo.
30/12/2024
Wicked
3.9 524 Assista AgoraAssisti ontem e foi maravilhoso, rs, essa nota alta é muito bem merecida.
Eu não sou aquela pessoa que ama musicais, mas fiquei com vontade de assistir a versão legendada por causa da Ariana. Quem sabe daqui um tempo.
E como era de se esperar: esteticamente magnífico.
[/spoiler]
Ah, a Glinda só faltou dizer: "é tão difícil ser eu...." XD
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Com este filme, cheguei ao número 1.000 de assistidos.
19/12/2024.
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista Agora[/spoiler]
É de partir o coração.
Quando uma pessoa que você ama falece, você sente aquela dor, mas sabe o desfecho. Você sabe que a pessoa morreu e, portanto, pode seguir em frente.
Mas e quando a pessoa desaparece? Esse desfecho nunca vem. Não sabe se a pessoa está morta ou se está sofrendo em algum lugar.
No caso do Rubens, a família "sabia" que infelizmente ele havia sido assassinado. Mas até chegar aquele momento em que eles entenderam que ele não voltaria mais para a casa...
No fim, não somente o Rubens teve a vida roubada, mas toda a família.
E pensar que muitas outras famílias passaram por isso.
Fico pensando na Eunice, que do dia para a noite precisou ser mãe e pai (e nem pôde viver seu luto, porque precisava ser forte pelos filhos).
Que horror, cara.
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A Criada
4.4 1,4K Assista AgoraQue primor, meus amigos.
Não tenho muito o que comentar, é a segunda vez que assisto (assisti em 2020) e estou novamente impactada.
O bom em esperar tanto tempo para reassistir, é que eu não lembrava tão bem das coisas.
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Eu fui pega de surpresa em alguns momentos, porque a minha memória está em frangalhos. Não lembrava do arco das contações de história (indecente) e nem que a Sook Hee ia para o manicômio.
Aliás, quando iniciou a parte dois eu dei uma senhora gargalhada, porque a minha mente começou a clarear um pouco mais...
"Você achou que Hideko era ingênua... ingênua coisa nenhuma... digo que a srta. Izumi Hideko, desde o começo, foi uma puta maquiavélica"
Hahaha, esse filme é um verdadeiro "eita atrás de eita".
Cada plot muito bem construído e instigante.
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Fotografia lindíssima.
Recomendo 1000x.
Reassistido em:
21/11/2024.