Nossa... Esqueci completamente de vir aqui no Filmow na época em que vi as duas temporadas. Gostei tanto! Incrível o meu esquecimento. Estou dando nota alta e coração (às duas temporadas) pela série em si e... pelo cativante Ben Daniels e o aguardadíssimo
Nossa... Esqueci completamente de vir aqui no Filmow na época em que vi as duas temporadas. Gostei tanto! Incrível o meu esquecimento. Estou dando nota alta e coração (às duas temporadas) pela série em si e... pelo cativante Ben Daniels e o aguardadíssimo
Vinte anos para uma continuação foram algo um pouco cruel. Para Stanley Tucci, sim, mas principalmente para Meryl Streep, que parece mais velhinha no filme do que nos sofás dos talk shows - onde divulga o filme com toda a sua vivacidade. O filme já abre com uma enxurrada de etarismo escarnecedor para cima de Miranda, uma escolha esperta no roteiro. Até a atual peruca perdeu vivacidade, o que pode ter sido proposital... Meryl é agora uma Miranda sem aquele tônus corporal e vocal - mesmo quando quase sussurrava o primeiro filme inteiro -, o que pode não ser proposital. Em alguns momentos eu realmente mal entendi o que ela falou, uma lástima. Soma-se a essa perda brutal de tônus, indesejável numa história de pura cultura pop, uma Miranda agora temente ao 'compliance' de sua empresa, desejável e, por si só, de novo uma escolha esperta do roteiro. Quanto ao filme como um todo, trata-se de um roteiro pouco empenhado. (Mas isso é o clichê das continuações, certo?) O ápice dessa fraqueza para mim foi ver de que forma Emily
vai acertar as contas com Miranda, provavelmente ainda sentindo todo o rancor daquela não-Paris, vinte anos depois, numa narrativa frouxa e apressada. Mas, mas, mas... foi tããão gostosinho ver todo mundo ficar de boinhas com todo mundo... (Só não deu mais para juntar Miranda e Emily, eu suponho.)
Mais grave do que ter uma historicidade acerca dos fatos em torno do artista Michael Jackson bastante truncada - às vezes somente 'esquecida' - é o roteiro de John Logan transformar personagens basais como Quincy Jones em quase figurantes, com pouca ou nenhuma relevância. Surreal! Quincy é mostrado rapidamente umas duas vezes, enquanto o segurança e real figura paterna de Michael permeia todo o filme. Cadê Diana Ross?! Onde estão todas aquelas celebridades que deveriam aparecer na cena do Studio 54?! E o USA for Africa?! A 'irmã boa' Janet quis ficar de fora disso e acabou gerando um enorme elefante na sala: ou, mais precisamente, na mesa de refeição em que figuravam - como praticamente figurantes! - os meninos irmãos de Michael - os Jackson 5! -, e, como a única das duas meninas irmãs, a praticamente figurante La Toya. Por sinal, o único dos poucos momentos da 'irmã má' que merece ser lembrado, por motivos duvidosos, é o daquela cobra no sofá. Terá sido uma ironia pesada dirigida à La Toya de toda uma história futura que ficou de fora do filme? Por falar em cobra, e aquele macaco sorrindo em IA? O nariz operado de Michael! O nariz, numa IA realmente desrespeitosa (eu me recuso a cogitar que aquilo tenha sido CGI), oscilava entre 'levemente operado' e 'bastante operado', a depender dos takes! Uau.
Alguns pontos fortes - por favor! - são os trabalhos de Jaafar Jackson (que parece ter sido parido para um dia fazer esse papel!), de Juliano Valdi (o absolutamente irresistível Michael criança!), além, obiamente, do de Colman Domingo (Joe, um canalha sem possibilidade de redenção). Por sinal - e aqui já deixando os raros pontos altos... -, Joseph Jackson, nesse filme, por um triz não aparece mais do que seu filho Michael. Fico pensando se foi intencional, se a ideia era assumi-lo mesmo como um grande antagonista.
O advogado John Branca, no filme, é um visionário maior do que Quincy Jones. John Branca na vida real, além de coexecutor do espólio de Michael Jackson, coproduziu "Michael". (Ai, ai.) Um filme gritantemente (e fatalmente) chapa branca (o espólio spoiler...), mas que, ainda assim, vale um bocado a experiência da tela gigante, particularmente pelas eletrizantes cenas de palco e de videoclipe (Jaafar está mesmo incrível!).
No fim, eu fico com o desejo de um dia vermos uma cinebiografia do maior artista da história do pop que seja fidedigna, corajosa e livre. Quando então teríamos aquilo que mais faltou ao roteiro de Michael (2026): a psique de Michael Joseph Jackson.
É um musical de teatro cadastrado aqui no Filmow como um filme?? OXE! Por isso que eu morri de procurar no Letterboxd, com esses dados, e nada de aparecer.
Óbvio que o filme tem mil méritos que nem precisam ser mencionados. Mas tem um problema grave, a meu ver, e basal: não se decide entre ser minimamente realista ou por abraçar a mais pura fantasia dos quadrinhos. Aqui, Batman ora procura saber um jeito de entrar num avião em movimento, ora abre suas asas de morcegão e sai voando por Gotham. E o filme tem um efeito colateral, típico de seu gênero: é coisa de mais para ser narrada, tornando a obra longa de mais e frenética de mais, não nos sendo permitido um maior aprofundamento da psique de um personagem como o Joker. Bem. Dito isso, um salve eterno ao monstro Heath Ledger e sua (conclusa) atuação-testamento. Que ele esteja muito bem nesse panteão onde vão morar somente as atrizes e atores 'larger than life'. Ah, mas por falar nisso:
por que danado deixaram ele, vivo, pendurado naquele edifício e simplesmente encerraram o filme? 'To be continued' ou mesmo um buraco? P.s.: adorei a surpresa que tive ao descobrir, no fim, quem era na verdade o "cavaleiro obscuro".
está sonhando (sem que a gente saiba) e acorda no susto, com um grito masculino áspero, pavoroso, que surge no exato limite com a vigília - se é que esse limite ali existe.
E assim parece que foi tudo mesmo uma farsa, não é? Que até Oprah Winfrey comprou (dando o próprio nome pra ser rasgado). E que eu comprei, na ocasião. (Passei mal e tudo, num dos 2 episódios.)
Posso já ter comentado isso aqui: foi meu primeiro '3Dzão' num cinema, experiência luxuosa. No entanto, uma experiência anterior que tive com 3D numa sala de cinema foi 'aquela' cena em A Hora do Pesadelo 6: Pesadelo Final, A Morte de Freddy (1991), uma experiência bem gostosa na ocasião.
, eu confesso que cheguei a voltar a cena, do tanto que eu torci para ver aquilo acontecer. Dito isso, tenho que lembrar que senti que, logo no primeiro episódio, aquele bebê 'atômico' -
- quase põe tudo a perder para mim. Detestei aquilo ali. Além disso - e aqui deve ser efeito colateral de ter visto os últimos capítulos de Vale Tudo (2025) -, senti que a narrativa, sobretudo para o tempo prolongado (não de um filme mas) de uma série, não deu conta de falar satisfatoriamente de alguns pais de personagens principais ali, como a mãe de Lily - muito pouco narrada -, os pais de Rich -
As Criadas
3.5 2mr, aqui vizinho/a, você misturou a peça do Genet com o caso real das irmãs Papin.
O Acompanhante
2.9 23 Assista AgoraVerei. Mas pelo visto, Schrader tem um gosto especial pelo tema do prost1tuto, né? (Gigolô Americano...)
O Exorcista (1ª Temporada)
4.0 350Nossa... Esqueci completamente de vir aqui no Filmow na época em que vi as duas temporadas. Gostei tanto! Incrível o meu esquecimento.
Estou dando nota alta e coração (às duas temporadas) pela série em si e... pelo cativante Ben Daniels e o aguardadíssimo
AMASSO DO EX-PADRE! U-F-A!
Que pena que ficou só na segunda leva.
O Exorcista (2ª Temporada)
3.9 127Nossa... Esqueci completamente de vir aqui no Filmow na época em que vi as duas temporadas. Gostei tanto! Incrível o meu esquecimento.
Estou dando nota alta e coração (às duas temporadas) pela série em si e... pelo cativante Ben Daniels e o aguardadíssimo
AMASSO DO EX-PADRE! U-F-A!
Que pena que ficou só na segunda leva.
O Diabo Veste Prada 2
3.3 423 Assista AgoraVinte anos para uma continuação foram algo um pouco cruel. Para Stanley Tucci, sim, mas principalmente para Meryl Streep, que parece mais velhinha no filme do que nos sofás dos talk shows - onde divulga o filme com toda a sua vivacidade. O filme já abre com uma enxurrada de etarismo escarnecedor para cima de Miranda, uma escolha esperta no roteiro. Até a atual peruca perdeu vivacidade, o que pode ter sido proposital... Meryl é agora uma Miranda sem aquele tônus corporal e vocal - mesmo quando quase sussurrava o primeiro filme inteiro -, o que pode não ser proposital. Em alguns momentos eu realmente mal entendi o que ela falou, uma lástima. Soma-se a essa perda brutal de tônus, indesejável numa história de pura cultura pop, uma Miranda agora temente ao 'compliance' de sua empresa, desejável e, por si só, de novo uma escolha esperta do roteiro.
Quanto ao filme como um todo, trata-se de um roteiro pouco empenhado. (Mas isso é o clichê das continuações, certo?) O ápice dessa fraqueza para mim foi ver de que forma Emily
vai acertar as contas com Miranda, provavelmente ainda sentindo todo o rancor daquela não-Paris, vinte anos depois, numa narrativa frouxa e apressada. Mas, mas, mas... foi tããão gostosinho ver todo mundo ficar de boinhas com todo mundo... (Só não deu mais para juntar Miranda e Emily, eu suponho.)
Desobedientes
2.9 73 Assista Agora'Cês 'tão de brincadeira com esses comentários?! A série é ÓTIMA! E o final conseguiu ser
triste e eletrizante
No mais, eu espero TONI COLLETTE segurar seu Oscar como esperei Gary Oldman segurar o dele - ainda por Drácula!
Michael
3.7 530 Assista AgoraUm espólio verdadeiramente spoiler!
Mais grave do que ter uma historicidade acerca dos fatos em torno do artista Michael Jackson bastante truncada - às vezes somente 'esquecida' - é o roteiro de John Logan transformar personagens basais como Quincy Jones em quase figurantes, com pouca ou nenhuma relevância. Surreal! Quincy é mostrado rapidamente umas duas vezes, enquanto o segurança e real figura paterna de Michael permeia todo o filme. Cadê Diana Ross?! Onde estão todas aquelas celebridades que deveriam aparecer na cena do Studio 54?! E o USA for Africa?! A 'irmã boa' Janet quis ficar de fora disso e acabou gerando um enorme elefante na sala: ou, mais precisamente, na mesa de refeição em que figuravam - como praticamente figurantes! - os meninos irmãos de Michael - os Jackson 5! -, e, como a única das duas meninas irmãs, a praticamente figurante La Toya. Por sinal, o único dos poucos momentos da 'irmã má' que merece ser lembrado, por motivos duvidosos, é o daquela cobra no sofá. Terá sido uma ironia pesada dirigida à La Toya de toda uma história futura que ficou de fora do filme? Por falar em cobra, e aquele macaco sorrindo em IA? O nariz operado de Michael! O nariz, numa IA realmente desrespeitosa (eu me recuso a cogitar que aquilo tenha sido CGI), oscilava entre 'levemente operado' e 'bastante operado', a depender dos takes! Uau.
Alguns pontos fortes - por favor! - são os trabalhos de Jaafar Jackson (que parece ter sido parido para um dia fazer esse papel!), de Juliano Valdi (o absolutamente irresistível Michael criança!), além, obiamente, do de Colman Domingo (Joe, um canalha sem possibilidade de redenção). Por sinal - e aqui já deixando os raros pontos altos... -, Joseph Jackson, nesse filme, por um triz não aparece mais do que seu filho Michael. Fico pensando se foi intencional, se a ideia era assumi-lo mesmo como um grande antagonista.
O advogado John Branca, no filme, é um visionário maior do que Quincy Jones. John Branca na vida real, além de coexecutor do espólio de Michael Jackson, coproduziu "Michael". (Ai, ai.) Um filme gritantemente (e fatalmente) chapa branca (o espólio spoiler...), mas que, ainda assim, vale um bocado a experiência da tela gigante, particularmente pelas eletrizantes cenas de palco e de videoclipe (Jaafar está mesmo incrível!).
No fim, eu fico com o desejo de um dia vermos uma cinebiografia do maior artista da história do pop que seja fidedigna, corajosa e livre. Quando então teríamos aquilo que mais faltou ao roteiro de Michael (2026): a psique de Michael Joseph Jackson.
Enterre Seus Mortos
2.3 50 Assista AgoraMais filmes de horror no Brasil, por favor.
Baraka - Um Mundo Além das Palavras
4.5 142Verei. Vejam Samsara (2011)!
Despertar da Primavera
4.6 52É um musical de teatro cadastrado aqui no Filmow como um filme?? OXE! Por isso que eu morri de procurar no Letterboxd, com esses dados, e nada de aparecer.
Batman: O Cavaleiro das Trevas
4.5 3,8K Assista AgoraÓbvio que o filme tem mil méritos que nem precisam ser mencionados. Mas tem um problema grave, a meu ver, e basal: não se decide entre ser minimamente realista ou por abraçar a mais pura fantasia dos quadrinhos. Aqui, Batman ora procura saber um jeito de entrar num avião em movimento, ora abre suas asas de morcegão e sai voando por Gotham. E o filme tem um efeito colateral, típico de seu gênero: é coisa de mais para ser narrada, tornando a obra longa de mais e frenética de mais, não nos sendo permitido um maior aprofundamento da psique de um personagem como o Joker. Bem. Dito isso, um salve eterno ao monstro Heath Ledger e sua (conclusa) atuação-testamento. Que ele esteja muito bem nesse panteão onde vão morar somente as atrizes e atores 'larger than life'. Ah, mas por falar nisso:
por que danado deixaram ele, vivo, pendurado naquele edifício e simplesmente encerraram o filme? 'To be continued' ou mesmo um buraco? P.s.: adorei a surpresa que tive ao descobrir, no fim, quem era na verdade o "cavaleiro obscuro".
O Testamento: O Segredo de Anita Harley
4.0 68 Assista Agora"Paramos aqui. Por favor."
- Sônia "Suzuki" Soares
"Paramoxsh aqui?"
Ai, Globoplay... Continua, vai? Não para aqui, não. Que JOIA vocês fizeram!
Aftersun
4.0 801Lembro bem de como fiquei quando vi este filme sensível maravilhoso. De ressaca por dias.
Me Chame Pelo Seu Nome
4.1 2,6KArmie Hammer foi
perverso
Perverso - sobretudo naquele telefonema do final.
O Farol
3.7 1,7KUm Eggers de uma narrativa claustrofóbica, até exaustiva. Mas uma experiência bem válida.
Ao Cair da Noite
3.1 1,0K Assista AgoraAssisti anos atrás. Tive com ele o maior susto da minha vida vendo um filme de terror. A cena em que um personagem
está sonhando (sem que a gente saiba) e acorda no susto, com um grito masculino áspero, pavoroso, que surge no exato limite com a vigília - se é que esse limite ali existe.
Oprah Winfrey Apresenta: Depois de Neverland
3.2 2Como é que Oprah Winfrey põe o próprio nome pra ser rasgado desse jeito?
Deixando Neverland
3.4 246 Assista AgoraE assim parece que foi tudo mesmo uma farsa, não é? Que até Oprah Winfrey comprou (dando o próprio nome pra ser rasgado). E que eu comprei, na ocasião. (Passei mal e tudo, num dos 2 episódios.)
Demônio de Neon
3.2 1,2K Assista AgoraDigam o que quiserem. Eu adoooro esse filme. Hipnótico feito sua protagonista. Já devo ter visto umas 4 vezes.
A Hora do Pesadelo 6: Pesadelo Final, A Morte de …
3.0 392 Assista AgoraMinha primeira experiência (tão gostosinha!) com 3D num cinema. (:
Pina
4.4 406 Assista AgoraPosso já ter comentado isso aqui: foi meu primeiro '3Dzão' num cinema, experiência luxuosa. No entanto, uma experiência anterior que tive com 3D numa sala de cinema foi 'aquela' cena em A Hora do Pesadelo 6: Pesadelo Final, A Morte de Freddy (1991), uma experiência bem gostosa na ocasião.
Melancolia
3.8 3,1K Assista Agora'Fico besta' que ESSE filme tenha 3.8 de média geral aqui, e não 4.3, 4.4...
Labirinto: A Magia do Tempo
3.9 620 Assista AgoraEu já devo ter dito isso por aqui, mas em todo caso: foi a primeira fita a entrar no primeiro videocassete que a minha casa teve. (:
It: Bem-Vindos a Derry (1ª Temporada)
4.1 371 Assista AgoraQuando, no último episódio, a criatura
come a cara do general fdp
Dito isso, tenho que lembrar que senti que, logo no primeiro episódio, aquele bebê 'atômico' -
uma das formas da entidade
Além disso - e aqui deve ser efeito colateral de ter visto os últimos capítulos de Vale Tudo (2025) -, senti que a narrativa, sobretudo para o tempo prolongado (não de um filme mas) de uma série, não deu conta de falar satisfatoriamente de alguns pais de personagens principais ali, como a mãe de Lily - muito pouco narrada -, os pais de Rich -
que só aparecem no funeral do filho!
mortos logo no primeiro episódio