O começo é muito inteligente, expõe uma hipocrisia dos personagem mais "dramáticos" de todo o filme, porque eles seriam os motivadores de alguém como a protagonista ter cogitado o que cogitou.<br/><br/>E entendo que o intuito do filme é causar desconforto com constrangimento — com uma pauta totalmente banalizada, já tão cultural desse ralo de país (EUA) —, só que tenho esse sentimento que falta coragem, tem uma premissa boa, típica de uma esquete, mas desenvolve para um lado que vai ao cansaço. Parece que vai fazer uma piadinha por tratar de forma tragicômica o tema, mas fica só na beirinha — o tempo todo.
É bizarro pensar que eu gostei do filme, mas eu gostei ainda mais dele depois que assisti "A Substância". O body horror está nos dois, só que a carga dramática de "A Meia-Irmã Feia" e a profundidade da protagonista é tão paupável, a construção dos personagens secundários e coajuvantes, enfim... bizarro.
Tem que ter uma paz de espírito muito grande pra gostar de uma série que nada resolve o tempo inteiro, onde tudo é tão mágico que fica claro que o mistério é sempre o que vai acontecer depois, porque nenhuma resposta vai ser plausível, é só o Lost 2 piorado.
A relação entre os personagens é o que "fundamentaria" a história, mas a maior parte dos personagens não são interessantes e nem têm a mesma profundidade para que alguém se importe. E essa temporada é a maximização de tudo o que já era. Eles querem te convencer que tem muita gente na comunidade, mas por conveniência de roteiro nunca tem ninguém em nenhum lugar fazendo nada.
Eu fiquei com sentimentos mistos por esse filme. E o que me fez gostar dele foi uma parada que obviamente não deve ter sido o objetivo, mas que na minha cabeça fez sentido. >Para mim< ele é uma releitura mais leve, menos dramática e com ficção científica...
de Rambo, são muitos paralelos que eu não consigo deixar de apontar, o transtorno do estresse pós-traumático, alguém que está tentando encontrar seu lugar, mas a releitura está no decisão dos aliens. Reinserir de modo que o sistema público de saúde dos EUA nunca fez com qualquer veterano do Vietnã.
Essa série é uma aula de 6 episódios que explica claramente o porquê nazismo não é de direita.
Reacionários não estão lutando para conquistar direitos, não estão querendo empregos, melhorar seus bairros, ampliar o acesso ao transporte público, a educação ou a saúde, estão lutando pela privação dos outros, como se os outros estivessem roubando isso deles, e só isso.
Roteiro com vários furos, direção no escuro (a noite e no fundo do oceano) é péssima para um gênero de ficção e de super-herói, diretor não sabe direcionar bem a visão do espectador para elementos do cenário, quando finalmente mostram o povo do rio eles nem são relevantes.
Animação simples, com bastante lacração (segundo a direita reacionária). Mas é completamente relacionável e cada episódio de 20 minutos de duração muito bem condensados. Eu amei.
Certamente é um roteiro que queriam enfiar o Clint Eastwood no papel, mas como não rolou eles colocaram o cara mesmo assim num filme passando de fundo no motel.
Se desse para estornar essa 1 hora e 40 de filme, eu estornaria. Mais do mesmo, decisões meia-bocas que não comovem e não convencem.
É uma sequência que ao final do filme nada importou:
pega arma, perde arma, compra as mesmas armas; precisa pagar a hipoteca para não perder a casa, ganha dinheiro, perde a casa, desiste e joga o dinheiro fora; foge do confronto, descobre que o grupo criminoso tem contato até na polícia, mesmo assim acha que vai conseguir fugir, não consegue fugir e tem confronto do mesmo jeito.
A série é boa, mas precisa de uma suspensão de descrença muito grande para achar que todas as personagens não dialogam entre si fora das cenas.
Ninguém se entende, ninguém 'tá feliz. Passa 1 ou 2 meses sem que ninguém resolva qualquer mau entendido verbalmente (levando em consideração que passa-se férias inteira).
Fora de cena a personagem faz o quê? Entra em hibernação profunda? A série é um ode aos ano '80, mas não se passa nos anos '80, não tem uma mensagem por whatsapp, uma mensagem por facebook, uma DM no instagram... e quando tem, a dona do aparelho não 'tá presente.
É irritante como esse recurso acaba sendo usado mais do que deveria. E vai se tornando irritante e parecendo cada vez mais preguiçoso.
Mais do que só um romance furry, há toda uma discussão sobre diferenças de classe e impunidade penal.
É uma fábula contemporânea que realmente prende graças a toda estranheza: o conceito; a trama; as relações esquisitas entre personagens; em como animais antropomórficos agem em um ambiente escolar; e até mesmo pelo CGI muito competente ao simular 2D com seu cel shading.
Na moral. Que filme horrível. Tudo o que acontece nele praticamente é resultado da ação dos próprios personagens, cada perseguição fraca, cada espera, cada clichê.
A direção é bem ruim. Abusa dos momentos em que um personagem contempla - extasiado - algo acontecendo, geralmente a morte de alguém, para então começar a agir. Tal recurso é utilizado tantas vezes que chega a tirar o pacing do filme.
Também é complicado a todo momento os principais problemas serem causados pela burrice dos personagens. É, mais uma vez, repetitivo.
Como, por exemplo, os caras passam metade do filme abrindo e fechando porta de trem, para no final do filme o jogador de beisebol não fechar a porta atrás dele.
Além das soluções abruptas que, na realidade, está apenas adiando as coisas.
O roteiro é bom, é fluido, mas não espere nada genial. A crítica passada é pertinente.
O verdadeiro auge da obra é a animação, a comunicação visual, os recursos narrativos são bem explorados e a estética é marcante, a ambientação é lindíssima.
O filme até tem uma boa premissa, mas segue um grande problema comum do gênero: quase todo o suspense acontece por causa dos erros subsequentes da protagonista. Então você se desprende da personagem e só passa a ter raiva dela.
É uma série adolescente do século XXI, ela não quer se esforçar para conversar com adultos. Os adultos são o motivo de toda a ruína na série, e os espectadores adultos não aceitando isso, também não vão entender os adolescentes, porque a série é uma síntese dos adolescentes.
Ser algo "adolescente do século XXI" não remete a algo ruim, remete a algo completamente estilizado, descompromissado, misturando vários temas e sem nenhum compromisso com uma linearidade ou formato narrativo fixo. É uma comédia adolescente, com drama adolescente, com romance adolescente, com zumbis, mutantes, espadas e pós-apocalípse, e pincela sobre racismo, sobre homofobia, sobre sexismo, então não é para qualquer um - lê-se, conservador.
Não há terror aqui, não há grandes suspenses, e nem cabe isso aqui, porque nada aqui é para ser levado a sério, nada que começa com o protagonista quebrando a 4ª parede deveria ser levado a sério, e é aí que quem critica negativamente a série perde, perde por estar no lugar errado.
O Drama
3.6 503 Assista AgoraO começo é muito inteligente, expõe uma hipocrisia dos personagem mais "dramáticos" de todo o filme, porque eles seriam os motivadores de alguém como a protagonista ter cogitado o que cogitou.<br/><br/>E entendo que o intuito do filme é causar desconforto com constrangimento — com uma pauta totalmente banalizada, já tão cultural desse ralo de país (EUA) —, só que tenho esse sentimento que falta coragem, tem uma premissa boa, típica de uma esquete, mas desenvolve para um lado que vai ao cansaço. Parece que vai fazer uma piadinha por tratar de forma tragicômica o tema, mas fica só na beirinha — o tempo todo.
A Meia-Irmã Feia
3.8 466 Assista AgoraÉ bizarro pensar que eu gostei do filme, mas eu gostei ainda mais dele depois que assisti "A Substância". O body horror está nos dois, só que a carga dramática de "A Meia-Irmã Feia" e a profundidade da protagonista é tão paupável, a construção dos personagens secundários e coajuvantes, enfim... bizarro.
Origem (4ª Temporada)
3.4 121 Assista AgoraTem que ter uma paz de espírito muito grande pra gostar de uma série que nada resolve o tempo inteiro, onde tudo é tão mágico que fica claro que o mistério é sempre o que vai acontecer depois, porque nenhuma resposta vai ser plausível, é só o Lost 2 piorado.
A relação entre os personagens é o que "fundamentaria" a história, mas a maior parte dos personagens não são interessantes e nem têm a mesma profundidade para que alguém se importe. E essa temporada é a maximização de tudo o que já era. Eles querem te convencer que tem muita gente na comunidade, mas por conveniência de roteiro nunca tem ninguém em nenhum lugar fazendo nada.
Ninguém Vai Te Salvar
3.2 614 Assista AgoraEu fiquei com sentimentos mistos por esse filme. E o que me fez gostar dele foi uma parada que obviamente não deve ter sido o objetivo, mas que na minha cabeça fez sentido. >Para mim< ele é uma releitura mais leve, menos dramática e com ficção científica...
de Rambo, são muitos paralelos que eu não consigo deixar de apontar, o transtorno do estresse pós-traumático, alguém que está tentando encontrar seu lugar, mas a releitura está no decisão dos aliens. Reinserir de modo que o sistema público de saúde dos EUA nunca fez com qualquer veterano do Vietnã.
Batem à Porta
3.1 671O M.Night-Shyamalan passou 20 anos fazendo plot twist. Aí nesse não tem. No fim esse era o plot twist o tempo todo.
Este Mundo Não Vai me Derrubar (1ª Temporada)
4.1 14 Assista AgoraEssa série é uma aula de 6 episódios que explica claramente o porquê nazismo não é de direita.
Reacionários não estão lutando para conquistar direitos, não estão querendo empregos, melhorar seus bairros, ampliar o acesso ao transporte público, a educação ou a saúde, estão lutando pela privação dos outros, como se os outros estivessem roubando isso deles, e só isso.
Pantera Negra: Wakanda Para Sempre
3.5 824 Assista AgoraRoteiro com vários furos, direção no escuro (a noite e no fundo do oceano) é péssima para um gênero de ficção e de super-herói, diretor não sabe direcionar bem a visão do espectador para elementos do cenário, quando finalmente mostram o povo do rio eles nem são relevantes.
O que salva são as orcas e a homenagem.
Grave
3.4 1,1KO filme se arrasta bastante pelo meio, mas o final fecha muito bem.
Entrelinhas Pontilhadas (1ª Temporada)
4.5 66 Assista AgoraAnimação simples, com bastante lacração (segundo a direita reacionária). Mas é completamente relacionável e cada episódio de 20 minutos de duração muito bem condensados. Eu amei.
Na Mira do Perigo
2.8 113 Assista AgoraCertamente é um roteiro que queriam enfiar o Clint Eastwood no papel, mas como não rolou eles colocaram o cara mesmo assim num filme passando de fundo no motel.
Se desse para estornar essa 1 hora e 40 de filme, eu estornaria. Mais do mesmo, decisões meia-bocas que não comovem e não convencem.
É uma sequência que ao final do filme nada importou:
pega arma, perde arma, compra as mesmas armas; precisa pagar a hipoteca para não perder a casa, ganha dinheiro, perde a casa, desiste e joga o dinheiro fora; foge do confronto, descobre que o grupo criminoso tem contato até na polícia, mesmo assim acha que vai conseguir fugir, não consegue fugir e tem confronto do mesmo jeito.
Amor e Monstros
3.5 678 Assista AgoraÉ descompromissadamente bom, é o que eu precisava.
Perdi Meu Corpo
3.8 352 Assista AgoraNão tem nada aqui que eu já não tenha visto ser abordado em outro lugar. E a ideia da mão não me pegou. Só salvou os diálogos mesmo.
Extracurricular
4.0 52Para mim essa série só tem um problema:
Caralho, Gyuri. Não aprendeu da primeira vez com o localizador por GPS?
Cobra Kai (2ª Temporada)
4.2 306 Assista AgoraA série é boa, mas precisa de uma suspensão de descrença muito grande para achar que todas as personagens não dialogam entre si fora das cenas.
Ninguém se entende, ninguém 'tá feliz. Passa 1 ou 2 meses sem que ninguém resolva qualquer mau entendido verbalmente (levando em consideração que passa-se férias inteira).
Fora de cena a personagem faz o quê? Entra em hibernação profunda? A série é um ode aos ano '80, mas não se passa nos anos '80, não tem uma mensagem por whatsapp, uma mensagem por facebook, uma DM no instagram... e quando tem, a dona do aparelho não 'tá presente.
É irritante como esse recurso acaba sendo usado mais do que deveria. E vai se tornando irritante e parecendo cada vez mais preguiçoso.
Joias Brutas
3.7 1,2K Assista AgoraEu detestei o filme, mas era o que ele queria que eu fizesse.
Foda.
Casamento Sangrento
3.5 1,1K Assista AgoraValeu a assistida. Segue numa pegada Tucker & Dale vs Evil, que para mim é melhor.
Beastars: O Lobo Bom (1ª Temporada)
4.0 87 Assista AgoraMais do que só um romance furry, há toda uma discussão sobre diferenças de classe e impunidade penal.
É uma fábula contemporânea que realmente prende graças a toda estranheza: o conceito; a trama; as relações esquisitas entre personagens; em como animais antropomórficos agem em um ambiente escolar; e até mesmo pelo CGI muito competente ao simular 2D com seu cel shading.
Temos Vagas
3.1 683 Assista AgoraNa moral. Que filme horrível. Tudo o que acontece nele praticamente é resultado da ação dos próprios personagens, cada perseguição fraca, cada espera, cada clichê.
A passividade da protagonista feminina até os 20 minutos finais do filme e o final é para encerrar com chave de "ouro".
Suspense que é provocado pela burrice dos protagonistas e não pela capacidade dos antagonistas é tristíssimo.
Um Crime Americano
4.0 1,0K Assista AgoraSei lá, hein? Essa romantização no final foi esquisita.
Eli
2.6 599 Assista AgoraSinto que esse filme é um reboot que a Netflix queria fazer de
Rosemary's Baby.
E o nome da mãe ajuda a evidenciar isso.
Invasão Zumbi
4.0 2,1K Assista AgoraA direção é bem ruim. Abusa dos momentos em que um personagem contempla - extasiado - algo acontecendo, geralmente a morte de alguém, para então começar a agir. Tal recurso é utilizado tantas vezes que chega a tirar o pacing do filme.
Também é complicado a todo momento os principais problemas serem causados pela burrice dos personagens. É, mais uma vez, repetitivo.
Como, por exemplo, os caras passam metade do filme abrindo e fechando porta de trem, para no final do filme o jogador de beisebol não fechar a porta atrás dele.
Além das soluções abruptas que, na realidade, está apenas adiando as coisas.
Mutafukaz
3.3 2O roteiro é bom, é fluido, mas não espere nada genial. A crítica passada é pertinente.
O verdadeiro auge da obra é a animação, a comunicação visual, os recursos narrativos são bem explorados e a estética é marcante, a ambientação é lindíssima.
A Casa do Medo: Incidente em Ghostland
3.5 792O filme até tem uma boa premissa, mas segue um grande problema comum do gênero: quase todo o suspense acontece por causa dos erros subsequentes da protagonista. Então você se desprende da personagem e só passa a ter raiva dela.
Daybreak (1ª Temporada)
3.2 101 Assista AgoraÉ uma série adolescente do século XXI, ela não quer se esforçar para conversar com adultos. Os adultos são o motivo de toda a ruína na série, e os espectadores adultos não aceitando isso, também não vão entender os adolescentes, porque a série é uma síntese dos adolescentes.
Ser algo "adolescente do século XXI" não remete a algo ruim, remete a algo completamente estilizado, descompromissado, misturando vários temas e sem nenhum compromisso com uma linearidade ou formato narrativo fixo. É uma comédia adolescente, com drama adolescente, com romance adolescente, com zumbis, mutantes, espadas e pós-apocalípse, e pincela sobre racismo, sobre homofobia, sobre sexismo, então não é para qualquer um - lê-se, conservador.
Não há terror aqui, não há grandes suspenses, e nem cabe isso aqui, porque nada aqui é para ser levado a sério, nada que começa com o protagonista quebrando a 4ª parede deveria ser levado a sério, e é aí que quem critica negativamente a série perde, perde por estar no lugar errado.