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TAGS ABOUT ME: surrealismo; distopia; alternativo; nonsense; humor negro; bizarro; europeu, Grécia, Polônia, Romênia, Hungria
===================================================================================================================== escrevo aqui também: https://cinese7e.wordpress.com/

Últimas opiniões enviadas

  • Marcelo DiColdfer

    Para mim, o cinema que tenta se comunicar com o público fora das tradicionais entrelinhas de narrativa, tem ganhado minha notoriedade cada vez mais. E é exatamente por isso que esse estranho filme polonês me agradou tanto. Mas devo confessar que fiquei irritado uma boa parte da sessão.
    Para mim a regra é simples: Se a direção tem algo para contar, mesmo que envolto em camadas que aparentemente não façam o menor sentido, como não prezar essa linguagem de cinema tão diferenciada e que nos faz pensar um pouco mais?

    Em A Tower – A Bright Day, a religião tem um papel fundamental e somado a ela, assuntos como a família, a culpa e a imigração. Não há tantas explicações no avançar da história e a diretora prefere engendrar-se cada vez mais pela atmosfera de dúvida, mesclando uma coisa na outra e que acaba afastando o interesse de boa parcela do público.
    Poderia resumir, me baseando no que consegui captar que o filme é um libelo sobre o retorno ao passado para aparar as arestas que nos distanciou do mundo por consequência de uma fatalidade que mudou todo o destino de uma família.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Kaja, foi violentada por um homem (acredito que tenha sido o árabe fugitivo que estava atravessando a floresta para chegar a Polônia, e avista Kaja, como mostra numa cena de flashback. Numa outra cena de flashback rápida mostra Kaja sendo atacada por trás)
    Provavelmente desse ataque, nasceu Nina que acabou sendo criada pela irmã, mas apara todos aldeões, essa criança não existia e não nasceu.
    O Padre da comunidade é uma figura estranha então há a hipótese de que ele saiba do acontecimento por meio de alguma confissão.
    Esse fugitivo pode ter sido morto, ou pela comunidade ou pela família de Kaja e podia estar enterrado na floresta (há uma cena em que o cachorro da família está cavando na terra com as patas)
    No retorno, seis anos depois, Kaja retorna para uma “suposta vingança” contra todos da aldeia e no dia da comunhão de Nina coloca uma substância na comida ou bebida de todos, alterando as funções vitais no organismo deles, que acordam no dia seguinte com o sentidos alterados. Tentei procurar Kaja e Nina na última cena, quando toda da aldeia estão caminhando meio trôpegos, talvez indo em direção a igreja, mas não consegui identifica-las. Logo deduzi que Kaja levou a filha embora com ela.

    Prefiro até acreditar que tudo tenha sido pensado dessa forma pela diretora, pois para mim parece que faz sentido. É um filme que dificilmente agradará a maioria das pessoas - mas eu repito que tramas intricadas dessa forma, chamam bastante a minha atenção.Que venham mais obras assim!

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  • Moyses
    Moyses

    Olá! poderia aceitar minha solicitação de amizade? gostaria de ficar atento as novidades.

  • Nan
    Nan

    educação gera gentileza que gera possíveis amizades. Tenho lido com frequência o site, viu?! Grande achado.

  • Ferraz Greg
    Ferraz Greg

    Alguns que eu ainda vou marcar e fazer resenha como "A Ghost History", "Pulp Fiction" - embora goste de praticamente todos os filmes de Tarantino, esse possui um lugar em especial (acredito que foi justamente com umas revistinhas pulps as minhas primeiras incursões na literatura).

    Mas também tem "2001", "O Iluminado", "O Homem de Palha" - Filme que considero um marco para mim, "Blade Runner", "The Fly" de David Cronenberg, entre outros.

    Mas eu ainda estou fazendo minhas marcações e avaliações. Estou devagar nesse sentido.