chega de bombom Amor Carioca quando a chefia lembra. queremos colocar a Nicole Kidman pra tomar leite na tigela. só de calcinha. finalmente filmes de estagiários vencendo
O enfoque do filme é a valorização do papel da MÃE. Não me refiro ao papel da Fernanda Torres e sim sobre o que é ser mãe. Sem máscaras na realidade e sem conto de fadas. Apenas a dura missão de uma dona de casa que, do dia pra noite, se vê sozinha gerindo uma família enorme. Sem direito ao luto. Até o direito básico de simplesmente SENTIR lhe foi tolido, já que ela simultaneamente sofreu e gestou esperança na mesma proporção, em completo silêncio, para poupar os filhos da angústia. Em momento algum ela pôde desmoronar pois a tragédia se estenderia aos seus bens mais preciosos. Já imaginaram a dificuldade que deve ter sido fazer tarefas cotidianas comuns como levar as crianças para a escola enquanto a mente enfrenta o desaparecimento de um ente querido, sem poder falar sobre isso e ainda sorrir????
Inclusive, chegar em casa após 12 dias numa cela e ir direto pro banho e cama foi uma das cenas mais difíceis de digerir. Em algum momento no DOI-CODI ela temeu pela própria vida, imaginou nunca mais poder ver sua família e que esta possivelmente nunca mais teria notícias dela em vida. E ainda assim, mesmo com o misto de alívio e saudade ao chegar em casa, preferiu não acordá-los para não gerar mais preocupações. Só engoliu a seco, com o corpo ardendo de tanta esfoliação, buscando um pingo de conforto no dolorido abraço na única filha que acordou. E vejam só, ainda arrumou forças posteriormente pra estudar e ser "mãe" de causas desamparadas, como o direito indígena.
Parece até um escárnio saber que uma mulher guerreira como essa, que passou décadas lutando por memória, foi vencida pela falta dela. Ademais, muito boa a escalação do Selton Mello pro papel, nao só pela atuação mas também porque sua mãe foi vítima dessa doença em 2023, assim como a protagonista. Sem falar da grande mãe desse país, Fernanda Montenegro, que faz uma aparição fantástica.
Viva Eunice Paiva, viva às mães e viva ao cinema nacional. 10/10
incontáveis vezes dei play nos teasers desse filme de tão ansiosos que estava. tinha altíssima expectativa.
foi de longe a maior decepção da minha vida. simplesmente HORROROSO! quase três horas de histórias sem muita ação e azedas de tanta poluição sonora com as teclas de piano na sonoplastia. a OST foi feita por uma criança que bate a cabeça no instrumento enquanto o pai grava num Samsung J2; no enredo o Yorgos Lanthimos encarnou um esquerdomacho que, em vez de ser o clichê fotógrafo de pedir pra mulher posar nua pra "capturar a essência", viu que tinha mais recurso e decidiu ser cineasta. só nudez sem sentido; o elenco então... que desperdício de talentos. a pobre da Qualley tá ali pra usar 2 peças de roupa no máximo e a Hong Chau foi paga pra lamber barriga. a Hunter falaram pra ela imitar como seria um assalto à mão armada se ela estivesse numa parada de ônibus em Duque de Caxias-RJ. ela levantou as mãos e foi isso. e o Joe Alwyn tá ali por vingança de alguma fã da Taylor Swift.
não adianta ficar jogando pro subjetivo e dizer que tal história pode representar tal coisa, que são
etapas de mudança e aceitação ou representação das três fases de Eros do Platão. isso é muleta pra filme ruim. a última história em específico com esse tema saturado de gurus e seitas, acho que se gravassem a história Pablo Marçal e demais bananões subindo a montanha e sendo resgatados pelos bombeiros seria mais efetivo. ao menos não teria alguém ensaboando a xereca após um estupro
alguns podem dizer que, se a arte causou incômodo ou desconforto, cumpriu seu papel. pois bem. se quer desconforto então filma 5 minutos de um trabalhador CLT 6x1 dentro de uma loja de roupas no shopping na véspera de natal, não precisa de 2h45min desse filme. foi muito tempo perdido. mastigo vidro mas não assisto a isso novamente. desconfiem de quem avalia bem
tem comentário aqui reclamando que não contaram sobre o pai do Willy Wonka. pô, enalteceram as figuras maternas de uma forma que casou tão bem com o enredo e os caras querem que contem sobre um DENTISTA CHATÃO QUE ABANDONOU UMA CRIANÇA. tem maluco pra tudo mesmo, mas querer curar daddy issues em um filme infantil de realismo fantástico é demais pra mim
Saltburn
3.5 931nota baixa porque cinéfilo carente se decepcionou com as próprias expectativas depravadas na época do lançamento
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista Agoraa impressão que tive é que não estava no script ver a Fernanda Torres vencer antes de um homem e forçaram esse filme
Marty Supreme
3.7 314 Assista Agoranunca pensei que diria isso mas é Oscar de melhor ator pro Thimotheé Chalamet. filmaço, filmaço
A Empregada
3.4 524 Assista Agorase não fosse os chatonildos que sempre comentam que no livro é diferente ou melhor, a nota seria outra. muito boa adaptação
Babygirl
2.7 491 Assista Agorachega de bombom Amor Carioca quando a chefia lembra. queremos colocar a Nicole Kidman pra tomar leite na tigela. só de calcinha. finalmente filmes de estagiários vencendo
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraO enfoque do filme é a valorização do papel da MÃE. Não me refiro ao papel da Fernanda Torres e sim sobre o que é ser mãe. Sem máscaras na realidade e sem conto de fadas. Apenas a dura missão de uma dona de casa que, do dia pra noite, se vê sozinha gerindo uma família enorme. Sem direito ao luto. Até o direito básico de simplesmente SENTIR lhe foi tolido, já que ela simultaneamente sofreu e gestou esperança na mesma proporção, em completo silêncio, para poupar os filhos da angústia. Em momento algum ela pôde desmoronar pois a tragédia se estenderia aos seus bens mais preciosos. Já imaginaram a dificuldade que deve ter sido fazer tarefas cotidianas comuns como levar as crianças para a escola enquanto a mente enfrenta o desaparecimento de um ente querido, sem poder falar sobre isso e ainda sorrir????
Inclusive, chegar em casa após 12 dias numa cela e ir direto pro banho e cama foi uma das cenas mais difíceis de digerir. Em algum momento no DOI-CODI ela temeu pela própria vida, imaginou nunca mais poder ver sua família e que esta possivelmente nunca mais teria notícias dela em vida. E ainda assim, mesmo com o misto de alívio e saudade ao chegar em casa, preferiu não acordá-los para não gerar mais preocupações. Só engoliu a seco, com o corpo ardendo de tanta esfoliação, buscando um pingo de conforto no dolorido abraço na única filha que acordou. E vejam só, ainda arrumou forças posteriormente pra estudar e ser "mãe" de causas desamparadas, como o direito indígena.
Parece até um escárnio saber que uma mulher guerreira como essa, que passou décadas lutando por memória, foi vencida pela falta dela. Ademais, muito boa a escalação do Selton Mello pro papel, nao só pela atuação mas também porque sua mãe foi vítima dessa doença em 2023, assim como a protagonista. Sem falar da grande mãe desse país, Fernanda Montenegro, que faz uma aparição fantástica.
Viva Eunice Paiva, viva às mães e viva ao cinema nacional. 10/10
Tipos de Gentileza
3.2 245incontáveis vezes dei play nos teasers desse filme de tão ansiosos que estava. tinha altíssima expectativa.
foi de longe a maior decepção da minha vida. simplesmente HORROROSO! quase três horas de histórias sem muita ação e azedas de tanta poluição sonora com as teclas de piano na sonoplastia. a OST foi feita por uma criança que bate a cabeça no instrumento enquanto o pai grava num Samsung J2; no enredo o Yorgos Lanthimos encarnou um esquerdomacho que, em vez de ser o clichê fotógrafo de pedir pra mulher posar nua pra "capturar a essência", viu que tinha mais recurso e decidiu ser cineasta. só nudez sem sentido; o elenco então... que desperdício de talentos. a pobre da Qualley tá ali pra usar 2 peças de roupa no máximo e a Hong Chau foi paga pra lamber barriga. a Hunter falaram pra ela imitar como seria um assalto à mão armada se ela estivesse numa parada de ônibus em Duque de Caxias-RJ. ela levantou as mãos e foi isso. e o Joe Alwyn tá ali por vingança de alguma fã da Taylor Swift.
não adianta ficar jogando pro subjetivo e dizer que tal história pode representar tal coisa, que são
etapas de mudança e aceitação ou representação das três fases de Eros do Platão. isso é muleta pra filme ruim. a última história em específico com esse tema saturado de gurus e seitas, acho que se gravassem a história Pablo Marçal e demais bananões subindo a montanha e sendo resgatados pelos bombeiros seria mais efetivo. ao menos não teria alguém ensaboando a xereca após um estupro
alguns podem dizer que, se a arte causou incômodo ou desconforto, cumpriu seu papel. pois bem. se quer desconforto então filma 5 minutos de um trabalhador CLT 6x1 dentro de uma loja de roupas no shopping na véspera de natal, não precisa de 2h45min desse filme. foi muito tempo perdido. mastigo vidro mas não assisto a isso novamente. desconfiem de quem avalia bem
Todos Menos Você
3.1 510 Assista Agoraanálise: qualquer atitude que não seja dar risadas como se o cérebro fosse lisinho igual peito de frango está completamente errada
Pobres Criaturas
4.1 1,3K Assista Agorapobres criaturas são as que não amaram esse filme
Wonka
3.4 456 Assista Agoratem comentário aqui reclamando que não contaram sobre o pai do Willy Wonka. pô, enalteceram as figuras maternas de uma forma que casou tão bem com o enredo e os caras querem que contem sobre um DENTISTA CHATÃO QUE ABANDONOU UMA CRIANÇA. tem maluco pra tudo mesmo, mas querer curar daddy issues em um filme infantil de realismo fantástico é demais pra mim
Barbie
3.8 1,7K Assista Agorao Ken nasce bom, mas o patriarcado e os cavalos o corrompem
Oppenheimer
4.0 1,2Ko cara é o rei da bomba atômica e da talaricagem. meu senhor
Órfã 2: A Origem
2.7 799 Assista Agoraé tão ruim que eu preferi pegar o celular pra ver os melhores momentos de Novorizontino 2x0 Gremio no meio do cinema
O Substituto
4.3 1,7Kele é tão bom que eu nunca tive coragem para assistir novamente