Meu programa de humor favorito junto com as temporadas de Key and Peele. Amo quem consegue transformar as piores situações possíveis em crítica social usando o humor. Isso é talento puríssimo! Paulo Gustavo é um dos melhores comediantes que eu já vi. Eu amo a Nossa Sra dos Absurdos. A criatividade desse homem não tinha limite! Que falta ele faz! Ainda bem que a gente pode reassistir sempre que quisermos pra matar a saudade. Nota mil!
Assisto pra matar a saudade do Paulo Gustavo. Alguns personagens não fazem a menor diferença na trama, mas ele sempre me faz rir. Em Vai Que Cola ele também carregava as temporadas nas costas. Depois o pessoal ganhou carisma e rendeu também. Mas aqui só o Paulo mesmo. As séries de hoje em dia realmente não são tão boas como as de antigamente (Toma Lá Dá Cá).
Isso é muito nostálgico! Eu era babá e amiga de duas crianças que são minhas amigas até hoje. A gente assistia todos os dias. Sei todas as músicas e frases até hoje! Hahahahh
Provavelmente a minha favorita do anime. Depois de tanta enrolação finalmente o Kazuya começa a se comunicar de forma mais direta e enfrentar seu medo e vergonha (também conhecido aqui como covardia), o personagem está um pouco mais maduro e encara a realidade da situação. Depois de toda a confusão da viagem que forçou ele a contar (provavelmente não teria contado nunca) sobre os sentimentos para todo mundo, as coisas se encaminham para um relacionamento "começar". Quanto será que esse menino gastou com esse namoro online? Não parece muito compatível com o que ele ganhou de salário durante as 5 temporadas kkkkkkkk. Acho que o Kazuya foi forçado pelas situações da morte da vó da Chizuru, do lançamento do filme, de tomar as rédeas das situações com ela; a amadurecer. Pra quem assiste, o anime melhora muito com isso. Senti uma diferença enorme do oitavo episódio até o último dessa temporada. Foram muito bons, gostei demais do enredo. Os gráficos estão muito bonitos e os momentos estilo chibi são meus favoritos, foram muito engraçados. Chibis deixam o anime mais leve e usar nos momentos de desespero do personagem lidando com a paixão foi um acerto tão grande, ele rolando pelo chão e pela cama quase todo dia, foi divertido demais. As trocas de mensagens passando na tela foi outro acerto, a gente se sente inserido como se estivesse ali também, lendo tudo. Outra coisa que gosto desde as temporadas anteriores é essa coisa do sombreamento no rosto e remoção de background quando os personagens estão pensando. Enriquece demais os gráficos. Voltando aos últimos episódios, o personagem do Kazuya conseguiu conquistar completamente o espectador, ganhou empatia. Superior às anteriores, vale um 3,8 de 5. Mas não chega a um 4, por conta do início da temporada, que seguiu cheio de fillers. Para quem está maratonando as 5 temporadas de uma vez, acaba ficando muito cansativo e saturado. Senti que desenvolveram também o emocional da Chizuru, ela era mais fria e não se expressava tanto além dos momentos de aluguel, aqui a gente percebe que ela usa uma casca emocional e que na verdade é super frágil (apesar de ser forte ao tentar enfrentar a morte da vó sozinha), há uma abertura para deixar o outro entrar. Btw achei bem apelativo alguns eps. Esse estúdio é maravilhoso, espero que lancem mais coisas com esse gráfico.
Incomoda bastante a enrolação. Demora bastante para dar alguns passos de desenvolvimento do personagem principal com relação ao que haviam induzido a gente na temporada anterior. Me incomoda bastante o tanto que a temporada fica normalizando traições em coisas que claramente não é aceitável. Novamente o mundo de todo mundo gira em torno das decisões do Kazuya, que por sua vez, não toma decisão convicta alguma sobre nada, mesmo sabendo que tudo o que ele mais quer já está decidido internamente faz tempo. No final da temporada dá uma melhorada, mas falta muito pra ser empolgante. O Kazu constantemente nega o que sente, sabendo que se ele falasse a verdade, a coisa se resolveria tão rápido. Alguns animes enrolam (eu que sou fã de Naruto que o diga), mas esse aqui consegue ganhar. Pelo menos nos outros animes há muitos personagens e os fillers compensam por nãi vermos sempre a mesma coisa em loop. Aqui é um loop da mesma coisa do começo ao fim. Mas dá pra assistir. Os gráficos estão lindos demais.
Maravilhosa! Mesmo com as mudanças referentes à adaptação, fluiu bem e entregou muito. As paisagens são de encher os olhos, direção impecável! [Spoilers] Ótima performance de Sam Claflin, eu já gostava muito da atuação dele desde Me Before You, que exigiu muito, pois era um personagem sem os movimentos do corpo, em Love, Rosie e Jogos Vorazes também foi super bem. Aqui, a atuação é mais contida, o ritmo dos personagens é mais calmo do que na versão do Caviezel. Com o passar dos episódios a gente se acostuma com o desenvolvimento menos exagerado das expressões. Gosto muito da versão de 2002, assisto com minha mãe desde que foi lançada pelo menos uma vez por ano, então tenho um carinho muito grande pela obra e sempre dá um medo de estragarem com adaptações ruins (se é que é possível arruinar uma história tão linda). A versão de 2024 também me agradou bastante. É muito difícil interpretar personagens que já são consagrados em lançamentos anteriores, e por isso o mérito é total do Sam, o personagem carrega essa vingança que à primeira vista parece sutil, pois ele está sempre falando e gesticulando com muita classe, mesmo quando faz (manda fazer) coisas terríveis, mas no fundo está sim tomado por ira, principalmente aqui, onde a série foca quase nada na relação dele com a Mercedes (embora tudo o que faz é justamente por amá-la), fãs do casal se decepcionaram, minha mãe por exemplo ficou chateada quando no final ela pega na mão dele e os créditos aparecem. Pra mim, não prejudicou em nada a mensagem, ficou muito claro o que aconteceu em seguida. Outra coisa que decepcionou a mamãe foi que não houve o momento em que ela conta sobre o Albert, como no de 2002. Novamente, ficou muito óbvio que eles tiveram todo o tempo do mundo pra conversar. Eu entendo que possa ser algo cultural a questão da expressividade, mas em certos momentos me incomodou alguns atores não esboçarem expressões mais convincentes, como em algumas cenas do Harry Taurasi como Fernand, desde o início quando o personagem ainda era pobre até o momento em que ficou rico, a diferença entre ele e o Guy Pearce é gritante, o do Guy é muito mais irritante, chato, invejoso, há muito mais em cena, o vilão tem presença e destaque, o Harry aqui é engolido quando tá interagindo com o Blake ou o Sam. Blake Ritson esteve ótimo em cena como Danglars, foi uma surpresa boa, não lembro de tê-lo visto em outros trabalhos. Sempre digo, quando você sente vontade de pular na tela irritado com um personagem, é porque a atuação foi muito boa. Ana Girardot foi uma Mercedes convincente (e linda) mas a da Dagmara em 2002 me cativou mais, talvez por ter tido mais interações românticas com o Edmond. Mikkel Boe foi melhor Villefort do que o James Frain em 2002, até porque com 8 capítulos a série teve muito mais tempo pra focar nas histórias individuais dos três vilões. Gostaria de ter visto o Albert e a Mercedes com mais tempo de tela. O Riondino entregou um Jacopo muito querido, mas senti falta do Luis Guzmán que é muito carismático e engraçado, um dos meus personagens favoritos. Nicolas Maupas não entregou tanto quanto o Henry Cavill no papel de Albert, a diferença é completamente perceptível, transpareceu certa inexperiência em algumas cenas, mas não prejudicou a obra. Amo os momentos filosóficos entre o Edmond e o Abade que foi interpretado impecavelmente pelo Jeremy Irons, as cenas na prisão são o ponto forte da série, por ser exatamente onde é formada toda a camada social do Edmond, todo o processo dele migrando de ser alguém analfabeto para alguém extremamente culto sobre todo e qualquer assunto. A série tem um tom mais dramático e sério, apesar de um ou outro momento engraçado. O enredo é muito bom e a direção não falha em nada, alguns personagens são desnecessários no geral, mas o fato de estarem presentes agrada quem leu o livro. O Caviezel e o Sam Claflin pra mim estão no mesmo nível, pois cada personagem pediu uma entrega diferente e os dois deram tudo de si. Estou completamente apaixonada pelos lugares da França e da Itália que aparecem na série, a melhor parte é que não há nenhum episódio em que o espectador não tenha contato com construções lindíssimas em pontos turísticos. As cenas do porto em Malta são maravilhosas. A direção de figurino brilhou tanto, fui pesquisar e descobri que a figurinista é alemã, a Ursula Patzak. Fizeram 800 figurinos de época, deve ter dado um trabalho enorme, essas roupas do século XIX são cheias de camadas, fazer um look já dá trabalho, imagine 800. Os vestidos são cheios de detalhes e espartilhos, passam essa vibe europa meio gótica, combinando com a vibe artística dos casarões e palácios. E os sobretudos masculinos se destacam ainda mais do que as roupas femininas. O bege do Jacopo e o preto do Conde são muito bonitos. O Danglars usa umas composições impecáveis meio old goth e que eu, mesmo sendo mulher usaria 100% rsrs. Ambientação e cenografia também, as porcelanas usadas nas cenas são lindas e exatamente como as da época eram, dá pra perceber que há muito estudo de época envolvido. Vou pesquisar mais obras do Bille August e do Nicola Serra para assistir. Produção maravilhosa! Roteiro muito bom considerando a liberdade da adaptação de fugir do óbvio (normalmente me incomoda essas alterações, mas aqui não). A última cena fechou tudo com chave de ouro! Amo esse livro e até agora a maioria das adaptações fizeram um trabalho perfeito respeitando a obra!
Por enquanto é minha temporada favorita do anime. Gostei dos episódios, o personagem se abre um pouco mais e começa a questionar as próprias emoções. Foi muito menos apelativa que as anteriores, o que é bom. O fluxo de personagens aumentou, saiu das mesmice. Gostei dos últimos episódios. Meu problema com esse anime é a enrolação e a naturalidade com que as pessoas não falam. 80% dos problemas seriam resolvidos se eles falassem o que estão pensando. Mas entendo que se falassem o anime só duraria 1 episódio. O Kasu é babaca. Não importa a motivação de alguém, se esse alguém não consegue terminar com o outro msm gostando de outra pessoa, cendendo aos caprichos e chatagens, é babaca sim. No geral, não sei como essa mentira foi tão longe kkkkkk ô povo mentiroso. Eu acho muito engraçado quando aparece ele com qualquer menina em um encontro e o povo na rua "nossa, que gatinha" "que sorte dele", tipo... a gente sabe que no Japão a cultura do dia a dia é a pessoa ser super tradicional e respeitosa, zero chances de uma cena dessa acontecer. Claro que os animes de lá claramente são o contrário do que essa cultura prega. Tô pegando um ranço da Ruka. Que menina chata! Kasu é muito covarde, o cara deixa as pessoas decidirem o destino dele, é muito irritante. Muitos episódios fillers, mas a temporada superou as outras.
Não melhorou muito da primeira temporada pra essa, mas pelo menos o cara tem uma mínima motivação agora. Os gráficos são ótimos, mas o enredo ainda não é tão bom.
Completamente clichê? Sim! Mas é clichê do bom. É leve (depende do ponto de vista, já que tem bastante cena de nudez), tem personalidade, pois aborda assuntos bem pesados que a maioria das séries nessa pegada simplesmente ignora. [Spoilers] Não é pornografia gratuita, com o desenrolar da série os assuntos mais complexos ganham espaço e os personagens que pareciam completamente fúteis ganham camadas mais profundas. Abordar assuntos como abuso sexual, violência doméstica, confusão emocional, falta de comunicação adequada e pressão familiar foi um acerto enorme da série. Ao mesmo tempo, sinto que a falta de experiência de alguns atores acaba impactando na entrega. Algumas atuações são tão sem sintonia com a expressão pedida. Maneirismos são sempre bem-vindos na construção da identidade de um personagem, mas em exagero prejudicam a cena. Senti muito isso na atuação do Belmont Cameli, em certos momentos soou completamente artificial, aconteceu com a Ella Bright, mas numa proporção bem menor. Nada que prejudique a série. O casal Hannah e Garrett funciona, mas nas cenas dos beijos por exemplo, são completamente engolidos pelos atores Stephen Kalyn e Mika Abdalla quando o assunto é a química entregue por Allie e Dean. Me peguei em alguns momentos mais curiosa pra saber o que acontecia com eles do que com o próprio casal principal, embora também havia química entre eles. Joshua Heuston entregou o que a série pediu, fazer carão e cantar. Quando as músicas foram apresentadas pareceram bem fracas, mas esse é exatamente o ponto, a gente está tão acostumado com aquela coisa artificial do compositor amador na cena parecer perfeito, cheio de efeitos e mixagens em excesso, que até estranha quando vê essa entrega ser mais natural de propósito, então foi algo bom (tem mixagem, mas é mais limpa). O casal principal não segue o padrão de sempre, a mulher supermodelo muito magra cheia de procedimentos e o homem sem traço algum por conta do botox exagerado (como a aparência por exemplo do Charlie Evans, que é mais padronizada), o Belmont não, é uma beleza mais natural, apesar do ator ter um corpo atlético e 1,85 de altura. Apesar de não aparecer muito, o Steve Howey se saiu muito bem, senti aquele pavor de que algo estava errado desde o primeiro momento da atuação dele como o pai, mérito do ator. No geral, única coisa que mais me incomoda nesse tipo de série é a direção não confiar na capacidade do espectador de decifrar as coisas. Aquele tipo de cena onde aparece um refrigerante e alguém diz "olha, um refri", é completamente desnecessária. O espectador reconhece um refrigerante numa cena, não precisa ditar isso. A gente volta àquilo da produção ser feita pra quem está no celular assistir enquanto digita. Pra quem assiste prestando atenção, acaba se tornando incômodo. Antônio Cipriano entrega o que o personagem Logan pede, como não exagera nos maneirismos, gera uma empatia maior na gente do que o Belmont (a Julia Sarah Stone está a cara da Taylor Momsen como Jules). A história do Garrett por si só já gera empatia no espectador, então mesmo com os maneirismos o personagem é abraçado pelo público. As cenas de sexo aqui são mais bem feitas do que em Euphoria por exemplo, que as joga de forma completamente gratuita, sem justificativas. Aqui são momentos de intimidade ou descobertas dos personagens, tudo se encaixa. Gostei muito nas cenas finais, da tela dividida enquanto tocava Fade. A edição, coloração e contraste usados na série são bons, combina com essa vibe moderna escolar. A Ella Bright está belíssima. Trilha sonora maravilhosa!!! O uso do blur (embaçamento) em excesso na série incomoda um pouco em alguns momentos, em que, de longe, o rosto e cabelo da pessoa se misturam com o embaçamento do plano de fundo e viram uma coisa só, quem não mexe com edição, provavelmente nem vai notar. No geral é uma série muito boa, quando comparada com a levada de séries do mesmo tema e época, hoje em dia faz falta séries divertidas e despretensiosas com amores clichês, nos anos 90 havia uma cartela bem maior do nicho. Hoje há tentativas de reprodução dessas séries e filmes, mas a maioria é horrível. A série se sobressai por arriscar e acertar. Não li o livro, mas vi que muita gente achou a adaptação ótima!
É divertido, mas não memorável. Não vai ser o pior e nem o melhor anime da vida de alguém. As motivações são bem brochantes, com o tempo o enredo melhora. Muita coisa fútil e enrolação, na maior parte do tempo é machista e hipersexualiza a mulher, que tem tudo da própria vida girando em torno do Kazu sem justificativa alguma. Alguns comentários ridículos como se todas as mulheres tivessem que ter corpos padrões. Os gráficos estão lindos. É que existem animes bons no nível Attack on Titan, a régua anda alta.
Gostei muito, me lembrou Além do Tempo de 2013. Finalmente uma série mais clichêzinha pra ver em família. [Spoiler] Reencarnação, briga de família, nepotismo, tudo isso misturado com cultura asiática antiga, viagem no tempo, tem humor, ação, drama, luta e história tradicionais. Vi no top 10 e dei uma chance, pois gostei do pôster dela com as roupas da Era Joseon. Ótimas atuações de Heo Nam-jun e Lim Ji-yeon. É divertido, mas traz momentos de reflexão sobre a importância da vida e de valorizar o presente. A vida é um sopro, num dia a gente é jovem, no outro é idoso precisando de cuidados e sendo diagnosticado com Alzheimer ou algo do tipo. Ótima direção de figurinos e ambientação. Heo Nam-jun entrega muito bem a skin de playboy insuportável e vai cativando a gente aos poucos. Muita gente não gostou dos últimos capítulos, mas são meus favoritos, a parte mística e de viagem no tempo começa a fazer sentido e as peças se encaixam. A série não teve medo de se jogar e trouxe um enredo diferenciado deixando de ser mais do mesmo romancinho sem altos e baixos onde dá tudo certo para os dois sem esforço nenhum. Aqui, além dos dois serem super orgulhosos no começo, o que já dificulta as coisas, ainda tem que transcender o tempo, dando certo apenas se o passado estiver de mãos dadas com o futuro. Primeiro dorama que assisti na vida. Amei!
As últimas cenas da temporada ficaram ótimas, a direção de fotografia sempre arrasa desde a primeira temporada, [spoilers] mas no museu no início, tudo branco de mármore e só a June e a Serena com as roupas em vermelho e verde representando a revolução versus autoritarismo foi lindo de ver, e no final o Fred correndo entre as árvores e a June com as meninas correndo atrás pra matar ele, é de uma produção impecável. A cena de cima delas consumindo ele me lembrou aquela de The Walking Dead dos zombies em cima do cavalo. Muito representativo, consumir o sistema que te consumiu aos poucos. Gosto quando o Lawrence diz pra ela que parece que ela nunca vai se sentir 100% vingada. Eu sinto isso da June, nem se ela matasse Gilead inteira ela se sentiria bem, até porque a mente dessa mulher foi completamente queimada vivendo tudo o que viveu. Quem vai culpar ela? Alguns episódios foram muito arrastados, mas o final compensou demais a espera. O final da temporada se destacou das outras. A trilha sonora como sempre é impecável. Eles sempre tocam jazz e blues dos anos 50. Eu amo!
Uma das melhores temporadas até aqui! Essa série é muito pesada. É um soco no estômago. Eu valorizo muito a minha liberdade, reclamo porque a mulher ainda sofre muito, há muito a conquistar, mas ainda assim somos livres. Sempre lembro da regra de Gilead de que a mulher que for encontrada lendo perde a mão ou o dedo, eu gosto tanto de ler, minha vida sem leitura seria tão sem graça. Sem música e arte então... nem se fala. Valorizo muito o meu direito de ir e vir, ler, ver, falar, ouvir, ser. Gosto muito dessa série, ela é visceral!
Com essa temporada aprendi que ser mais velho é zero sinônimo de ser maduro, esse povo todo passando vergonha e mostrando que para mau-caratismo não há idade. Senti muita vergonha alheia em muitos momentos, a ponto de passar pra frente por não conseguir ver. [Spoilers] Esse Rivo é ridículo, muito medo de esbarrar com alguém assim na vida. A Lica mentindo o tempo todo e o VAR desmentindo ela imediatamente, o Leo agindo como qualquer pessoa que está com a outra há poucos dias agiria, e ela querendo um pornhub sadomasoquista pelo que ela falava, mas ficou muito claro que eram só desculpas pra dispensar ele pelo insuportável do alérgico à mulheres lá, imagina que terror se relacionar com uma mulher dessa que age como criança aos 51 anos. A Silvia só fala sobre o onlyfans (só foi pra divulgar e com "briguinha" armada), a outra só fala em transar o tempo todo, mas de uma forma forçada e chata de assistir. Eles passando o tempo todo tentando mostrar que gente mais velha também se relaciona sexualmente, como se ninguém soubesse. Como a Aidê achou que um cara que teve dois filhos ao mesmo tempo traindo a parceira seria fiel e ótimo de lidar? Praticamente todos os amigos dos homens falando q eles não eram pra casar e nunca quiseram. O outro lá é um encostado, sem emprego, sem moradia e ainda se sentindo no direito de pisar na dependente emocional que escolheu ele. Antigamente parecia ser mais sobre a experiência de achar alguém, mas hoje o experimento se perdeu. Isso me lembra muito o filósofo Bauman falando sobre a modernidade e os amores líquidos, onde nada foi feito pra durar e as pessoas normalizam trocar de pessoas como de se fosse de roupa, e maltratar o outro como se não houvesse um ser humano ali. O programa deveria se chamar "Cegos para o amor" e não casamento às cegas, fica muito claro que eles só estão ali pela fama. Mas mesmo se fosse só pelo entretenimento, o elenco foi escolhido terrivelmente, muita gente sem o básico de bom caráter pra conviver em sociedade. Tiveram que colocar dois episódios de artistas pagos pra assistir pra ver se salvavam a temp, nem assim salvaram. Valeu ver a Pio e o Chico Barney, mas o programa contratando mostra o desespero da tentativa de salvar o desastre que foi esse elenco. Tão horríveis que nem mereceram um reunion.
Nota 3,5. Gostei dos detalhes das histórias, de terem ido atrás dos próprios envolvidos para dar voz às suas versões. Muitos acertos com relação à montagem e estrutura, qualidade de áudio e imagens, composição das datas. PORÉM o que considero acerto aqui, é também sua maior falha. Alguns documentários ficaram editados demais, com cortes parecidos com os de uma série de TV. Claro, o apresentador é desse meio, mas, pecam no excesso. Exceto pelo doc dos Von Erich, onde houve real intenção de passar a verdadeira versão do que ocorreu, versão essa que a A24 simplesmente ignorou ao lançar o filme, o espaço aqui deu voz às filhas do Kerry e ao Kevin, a edição não foi pomposa e nem teve cara de reality show, a linha do tempo e os vídeos da época trouxeram uma melancolia (boa) de empatia e aquele aperto no coração, sem fazer do Fritz um vilão, pois, apesar de tudo, esse homem perdeu os 5 filhos da pior forma possível. Agora, referente aos outros, senti essa vibe animada na edição, mesmo em momentos onde o documentário retratava suicídio, cadeia, crimes, etc; os cortes eram estratégicos, a montagem das cenas soavam quase como um "assista essa série polêmica", quando na verdade o objetivo dos documentários era retratar o lado demoníaco (Hollywood "demons") dessas pessoas, o lado que prejudicou tanta gente. Colocam a vítima relatando estar sem nada e com depressão, aí corta com uma música animada para alguém que ajudava a criminosa, rindo, detalhando como davam golpes. Ora, querem mostrar como a existência daquele programa foi um desserviço ou querem atrair mais espectadores? Dei 3,5, pois apesar disso, as histórias são contadas em detalhes, sem ocultarem informações, e em alguns eps a narrativa funcionou bem, também foi bom rever alguns astros da nossa infância no ep de Power Rangers.
Episódio 1 - Sonnie's Edge: O episódio soube retratar muito bem machismo, sexismo, poder, com impacto a partir do ponto de vista feminino. Gosto dos diálogos da protagonista, fortes e diretos, é alguém que claramente (por ter sofrido abuso) não tem piedade e vive apenas como símbolo da luta pela causa. Filosoficamente é muito bom, pois traz a mensagem de que mesmo quando tentam anular a mulher depois de tudo o que ela sofreu, não foi o bastante para calar ela. Saindo da metáfora e indo para a animação, o roteiro é bom, apesar de simplista. Os gráficos dos mosntros estão ótimos. O gráfico da Karnívora é muito bonito, me passa uma vibe da saga Alien. A cena da luta é o grande destaque, o take mostrando no equipamento como a Karnívora se integra ao cérebro da Sonnie é muito explicativo. Os efeitos em neon agregam bastante à vibe e ambientação cyberpunk do episódio. A direção, animação e edição estão em harmonia. Nota 8,5.
Que temporada desastrosa! Com personagens que apareceram e desapareceram sem conquistar em absolutamente nada o público. Maria e Kevin ocupando o espaço de Mila e Rogério sem justificativa alguma na trama. Gente, que história chata! A direção com o jogo "o outro" mirou em Black Mirror e falhou miseravelmente, em Black Mirror os personagens morreram enquanto estavam online no jogo, aqui, infelizmente continuaram vivos para o nosso azar. Adicionaram personagens mal desenvolvidos, ao invés de focar nos que haviam deixado com pontas soltas na primeira temporada. Temporada extremamente difícil de digerir, no geral. [Spoiler] Agora falando sobre as coisas boas, Letícia Colin entregou muito como Raquel, representando boa parte da população religiosa, que encena viver em "perfeita harmonia", mas vive um inferno e todo tipo de hipocrisia. O Eduardo Sterblitch carregou a temporada nas costas, o vilão dele causou náusea e risadas, é um mix de sentimentos que funciona muito bem aqui. Mas é só! O roteiro é pobre e preguiçoso, mas a direção de fotografia é ótima! A direção de figurinos acerta muito colocando cores claras no casal e quando o clima muda, a cor da roupa muda pra tons mais fortes. A trilha sonora eu gosto muito desde a primeira temporada. O final é muito bom, no sentido entregas da Adriana Esteves e do Haddad, a gente esperou tanto pelo desfecho, mas eu me pergunto, um pai abandonaria um filho assim do nada? O Marcinho sempre foi tão teimoso e não quis nem levar a Lorraine junto? Ora, se eles tivessem falado com ela e com a mãe, certamente elas teriam ido junto. A Joana não aguentava mais viver ali. Inclusive a atuação da Kênia evoluiu muito (comparada à temp 1). Mas e esse romance que surgiu DO NADA entre ela e a investigadora? Parece que tentaram colocar personagens lgbtqiapn+ de última hora sem planejamento algum. Fui com toda a expectativa da primeira temporada, que eu havia amado. Saí decepcionada! Nota 3!
Um dos melhores animes que vi recentemente. Pena que é curtinho, queria mais episódios. Maravilhoso! Bom roteiro e boa direção de animação. A arte mais retrô é icônica. Gosto de que a trama vai sendo revelada de forma envolvente e a gente descobre junto com os personagens os acontecimentos. Poderia acompanhar o Conde D em várias temporadas, realmente é triste não terem feito mais episódios.
Eu acabei de assistir a série e tenho que admitir que chorei horrores. Acho que os personagens passam por tantas fases que é praticamente impossível alguém não se identificar com alguma.
[/spoiler] Me identifiquei com muita coisa, e por mais que pareça uma série boba sobre pegação, não é! Não mesmo! (Alerta de textão a seguir) É uma lição sobre responsabilidade e irresponsabilidade emocional. Todas as atitudes da Bia no começo mostram que a irresponsabilidade emocional dela com qualquer pessoa reflete o medo de amar, pra ser sincera eu super entendo, quando uma pessoa machuca a gente profundamente fica muito difícil abrir o coração novamente, então é mais fácil não ter que lidar com isso. No fim do dia, mesmo as pessoas mais "desapegas" querem ter alguém, a maioria nem admite isso. Tem gente que nem para pra pensar nisso, pra não surtar. Eu tenho um relacionamento saudável hoje em dia, mas nem sempre foi assim, já passou tanta gente maldosa pela minha vida que meu esposo precisou ter muita paciência com os meus medos e inseguranças por marcas de relações passadas. Eu cheguei a terminar com ele quando percebi que era amor de verdade. Eu pensava em loop no mal que as experiências passadas fizeram. Para melhor entendimento, seguem três exemplos: a pessoa já fingiu que ia se matar, já desligou o telefone do nada várias vezes dando tratamento de silêncio quando minha opinião era contrária à dela, terminou por Dm do insta, mas sempre terminava e voltava em 5 minutos, etc. Imagina se depois de uma pessoa assim, eu iria querer alguém de novo. Jamais! A Bia teve muitos conflitos morais, em alguns errou, em outros acertou. Um exemplo de erro é achar que tudo precisa ser quando é do jeito que ela queria, a pessoa precisa terminar com a outra na hora que ela quiser, mesmo a pessoa tendo se humilhado pra ela antes e ela dispensado. Outro exemplo é ela trair e achar que poderia usar o argumento "mas você queria sua ex mesmo ela te traindo", ignorando completamente que naturalmente as pessoas mudam. E quando alguém passa por nós, independente de ser uma pessoa boa ou ruim, muda algo na gente, agrega ou subtrai. Pessoas que subtraem, passam pela nossa vida bagunçando tudo, e ao sair deixam um caos emocional que, inclusive, refletem no nosso estado físico choroso, angustioso, a gente fica com cara de enterro. Mais um exemplo é o da Paula, que era totalmente frustrada, foi engolida pelos traumas da adolescência, teve contato com a sexualidade muito cedo, e acabou não desenvolvendo a área de afeto e emoção, mas, ainda assim sabia associar a ideia de que trabalho era trabalho, e que quando quis se relacionar seriamente, foi fiel, pq era certa de que trabalhava com o corpo e a sexualidade, mas que o emocional era outro território, e foi fiel no final da série. Quando alguém agrega na nossa vida, todo mundo percebe que a gente tá diferente, algo brilha, a pessoa trata a gente como jóia e atua como uma luz direcionada aumentando o brilho e o valor de quem somos. Um exemplo é o Victor do início, ele resolvia tudo o que podia para ela, tentou arrumar trabalho, acredita no sonho dos outros, mas é a voz do realismo, e claro, ninguém gosta de ouvir a realidade, cair de uma bolha e suportar a dor do tombo. Os sonhos da Bia e suas realizações confrontam a realidade da nossa sociedade. Acho honestamente que hoje em dia quase ninguém sonha mais, nossa realidade é triste, vc já sabe que mal vai conseguir pagar o aluguel e comer, pagar a faculdade, contas. Não sobra espaço pra sonhar com algo tipo uma carreira de sucesso na empresa ou virar modelo, atriz ou artista. Temos tantos músicos falidos nos barzinhos, atores entraram em greve por receberem um salário baixíssimo, só sobe de carreira quem aguentar tudo caladinho e engolir a maior quantidade de sapos na empresa até morrer engasgado, aeromoças só conseguem os melhores voos se transarem com o piloto, a secretária de 19 anos ganha a promoção que seria da colaboradora que está há 20 anos na empresa, ganhou quem se deixou ser assediada e abusada. Essa sociedade é podre e o que a Bia passa durante o filme é um reflexo do que os artistas passam, eles se vendem pra quem compra os direitos do filme, perdem a voz, perdem controle de como vai ser o projeto, você é só mais um artista insignificante em um mar de piranhas desesperadas por um pedaço de carne. E a Bia conseguiu tirar um apto, mas a maioria dos brasileiros nem tem nota boa no serasa pra isso, o banco nega até um empréstimo de 100 reais. O amor nem sempre é esse mar de rosas que as pessoas pregam. O amor machuca muito, com a rotina, solidão, etc. Quando o Victor fala que se sentiu sozinho mesmo estando morando junto com ela, a gente tem esse ponto de vista, o amor por si só não sustenta um relacionamento, é a companhia, afeto, tempo gastado juntos, abrir mão de uma ou outra coisa, tentar encaixar a pessoa no nosso dia, não faz sentido estar com alguém pra ser apenas uma foto de casal padrão no insta, a longo prazo se torna um fardo, pior ainda quando vc percebe que está carregando o peso sozinho. A Bia alegou que iria ser traída, mas vamos voltar um pouco no tempo, ela simplesmente deixou a relação morrer, não foi por falta do outro lutar, pois, tudo estava igual pra ele, ele esperava ela para fazerem coisas juntas, ele fazia o hambúrguer todo dia, ele acordava e ela dormia, ela acordava e ele dormia, o casal nem se falava mais. Não apoiar o parceiro (que sempre te apoiou) em um projeto tão importante é o ultimato de crise na relação, aí é só ladeira abaixo. Não comparecer na inauguração, não responder as mensagens, várias red flags. E é sempre uma escolha nossa, aqui a gente aguardou um pouco mais de tempo até encontrar vagas em Home office, hoje em dia a gente passa o dia todo junto, e não enjoa, pq a gente fez essa escolha e a partir daí priorizamos um ao outro, claro sem deixar nosso amor-próprio de lado, a gente faz coisas sozinhos, mas o nosso tempo é nosso e até celular a gente deixa de lado. Outra coisa que me deu um desconforto enorme é a passividade do Victor, ele sempre engasgado pra falar o que realmente achava e discordava, mas não saía. A Bia incentivou com relação à família dele, mas quando foi pra ele se posicionar com ela, ela sempre se incomodava, mesmo sabendo que ele a apoiava quando ela se posicionava. Voltando às decisões, é muito importante não agir de cabeça quente, a Bia traiu ele com o ator imediatamente, é difícil, mas esperar é sempre a melhor escolha, eles reataram no último minuto da série, mas na vida real isso é muito raro. Quando a pessoa se arrepende, o outro já seguiu em frente. Outro ponto é, se meter no meio de pessoas com vida amorosa complicada. Entrar em uma relação com alguém que tem ciclos não fechados é pedir pra passar raiva, sempre vai haver uma visita, vídeo, mensagem que aparece do nada pra balançar e ferrar a relação. Por último e não menos importante, o Victor usa uma frase no final que eu achei muito profunda "O tempo passa e a gente percebe que aquilo foi tão pequeno perto do que a gente sente pela pessoa, perto do amor, da saudade" foi mais ou menos isso. Me identifiquei muito, eu passei por uma situação que a maioria das pessoas vão achar boba, mas pra mim não foi. Foi só coisa de curtida em fotos de mulheres meio que peladas no insta. Me senti mal pq ele mesmo preferiu que a gente não fizesse esse tipo de coisa, que ele se sentia desconfortável se eu curtisse coisa desse tipo, etc. Ok, eu super achei de boa e nem curtia mais nada que aparecesse nessa vibe, evitei até de amigos meus q postam mt pq aqui é área praiana. O que me deixou chateada foi a intenção e não a ação. Ele pediu perdão e eu perdoei. Na época doeu mas hj em dia eu olho pra trás e vejo que aquilo significou nada perto do que ele representa pra mim, do amor que sinto e do quanto sou amada e cuidada. MAS na época sim. Então é importante saber dar tempo ao tempo, saber lidar com nossas escolhas, se tiver que ser, simplesmente vai ser, e se a pessoa tiver que perdoar, só o tempo vai dizer. Mas em alguns casos vale a pena sim. Eu não teria perdoado se fosse traição em si, mas ele nunca mais fez, faz 2 anos isso, o tempo me curou. Se ele não tivesse voltado pra ela no final, seria importante ela entender que a irresponsabilidade emocional escolhida por ela gerou tudo isso, então, colher o que plantou é apenas a lei natural das coisas. Para finalizar, direção brilhante, fotografia perfeita, edição de cores e efeitos maravilhosas, atuações impecáveis da Bruna (ela é linda de morrer e atua bem aqui, zerou a vida), Sérgio Malheiros se destacou muito, a química dos dois parecia estar no ar dentro da minha casa, que par incrível em cena. Dei 4 pq não curti muito a atuação da Sofia e do João, em alguns momentos faltou algo, não que tenha sido horrível, mas como a Bruna e o Sérgio estabeleceram um nível muito alto, contrastou muito com as outras atuações, achei a atuação da Fê ok. A Bruna entregou muito, ela me fez rir, ficar preocupada, chorar, ficar esperançosa, e só uma atriz excepcional consegue isso. Eu realmente torço pra que ela tenha uma carreira incrível e alcance o topo na vida. (Torço pra um Gabriel [Danilo Mesquita] nunca passar pela vida de alguém, gente tóxica disfarçada de bom samaritano é o pior tipo de pessoa que existe, na vida real esse tipo de pessoa causa muito estrago mental)
Eu adorei o primeiro episódio, amo os livros e mangás, achei que os outros capítulos seguiriam esse mesmo fluxo, mas senti a qualidade despencando no segundo, não tem nem como comparar. Pra ser sincera, eu prefiro a pegada de Histórias Macabras do Japão e o do Junji anterior, em questão de qualidade estava bem melhor. Depois li que trocaram de estúdio, aí tudo fez sentido, devem ter usado computação gráfica, o 3D ficou péssimo, a cena do casal correndo na areia ficou parecendo bug do GTA. Não fez jus à obra original que é mil vezes superior, compensa mais ler o Mangá mesmo.
220 Volts (2ª Temporada)
4.5 9Mesmo nível de qualidade da primeira! Impecável!
220 Volts (1ª Temporada)
4.4 31Meu programa de humor favorito junto com as temporadas de Key and Peele. Amo quem consegue transformar as piores situações possíveis em crítica social usando o humor. Isso é talento puríssimo! Paulo Gustavo é um dos melhores comediantes que eu já vi. Eu amo a Nossa Sra dos Absurdos. A criatividade desse homem não tinha limite! Que falta ele faz! Ainda bem que a gente pode reassistir sempre que quisermos pra matar a saudade. Nota mil!
A Vila (1ª Temporada)
2.8 7 Assista AgoraAssisto pra matar a saudade do Paulo Gustavo. Alguns personagens não fazem a menor diferença na trama, mas ele sempre me faz rir. Em Vai Que Cola ele também carregava as temporadas nas costas. Depois o pessoal ganhou carisma e rendeu também. Mas aqui só o Paulo mesmo. As séries de hoje em dia realmente não são tão boas como as de antigamente (Toma Lá Dá Cá).
Toma Lá, Dá Cá (1ª Temporada)
4.1 273Humor de qualidade. Essas séries de comédia dos anos 2000 são muito boas. Dou muita risada!
Scooby Doo, Cadê Você! (1ª Temporada)
4.1 90 Assista AgoraUm dos meus desenhos favoritos da vida.
Três Espiãs Demais! (1ª Temporada)
3.9 120 Assista AgoraEu amava muito quando era criança. Vi todas as temporadas. Gosto até hoje porque eu sempre gostei muito de Charlie's Angels, o clássico.
Historinhas de Dragões
4.0 28Isso é muito nostálgico! Eu era babá e amiga de duas crianças que são minhas amigas até hoje. A gente assistia todos os dias. Sei todas as músicas e frases até hoje! Hahahahh
Kanojo, Okarishimasu (5ª Temporada)
2.9 1 Assista AgoraProvavelmente a minha favorita do anime. Depois de tanta enrolação finalmente o Kazuya começa a se comunicar de forma mais direta e enfrentar seu medo e vergonha (também conhecido aqui como covardia), o personagem está um pouco mais maduro e encara a realidade da situação. Depois de toda a confusão da viagem que forçou ele a contar (provavelmente não teria contado nunca) sobre os sentimentos para todo mundo, as coisas se encaminham para um relacionamento "começar". Quanto será que esse menino gastou com esse namoro online? Não parece muito compatível com o que ele ganhou de salário durante as 5 temporadas kkkkkkkk. Acho que o Kazuya foi forçado pelas situações da morte da vó da Chizuru, do lançamento do filme, de tomar as rédeas das situações com ela; a amadurecer. Pra quem assiste, o anime melhora muito com isso. Senti uma diferença enorme do oitavo episódio até o último dessa temporada. Foram muito bons, gostei demais do enredo. Os gráficos estão muito bonitos e os momentos estilo chibi são meus favoritos, foram muito engraçados. Chibis deixam o anime mais leve e usar nos momentos de desespero do personagem lidando com a paixão foi um acerto tão grande, ele rolando pelo chão e pela cama quase todo dia, foi divertido demais. As trocas de mensagens passando na tela foi outro acerto, a gente se sente inserido como se estivesse ali também, lendo tudo. Outra coisa que gosto desde as temporadas anteriores é essa coisa do sombreamento no rosto e remoção de background quando os personagens estão pensando. Enriquece demais os gráficos. Voltando aos últimos episódios, o personagem do Kazuya conseguiu conquistar completamente o espectador, ganhou empatia. Superior às anteriores, vale um 3,8 de 5. Mas não chega a um 4, por conta do início da temporada, que seguiu cheio de fillers. Para quem está maratonando as 5 temporadas de uma vez, acaba ficando muito cansativo e saturado. Senti que desenvolveram também o emocional da Chizuru, ela era mais fria e não se expressava tanto além dos momentos de aluguel, aqui a gente percebe que ela usa uma casca emocional e que na verdade é super frágil (apesar de ser forte ao tentar enfrentar a morte da vó sozinha), há uma abertura para deixar o outro entrar. Btw achei bem apelativo alguns eps. Esse estúdio é maravilhoso, espero que lancem mais coisas com esse gráfico.
Kanojo, Okarishimasu (4ª Temporada)
3.0 2 Assista AgoraIncomoda bastante a enrolação. Demora bastante para dar alguns passos de desenvolvimento do personagem principal com relação ao que haviam induzido a gente na temporada anterior. Me incomoda bastante o tanto que a temporada fica normalizando traições em coisas que claramente não é aceitável. Novamente o mundo de todo mundo gira em torno das decisões do Kazuya, que por sua vez, não toma decisão convicta alguma sobre nada, mesmo sabendo que tudo o que ele mais quer já está decidido internamente faz tempo. No final da temporada dá uma melhorada, mas falta muito pra ser empolgante. O Kazu constantemente nega o que sente, sabendo que se ele falasse a verdade, a coisa se resolveria tão rápido. Alguns animes enrolam (eu que sou fã de Naruto que o diga), mas esse aqui consegue ganhar. Pelo menos nos outros animes há muitos personagens e os fillers compensam por nãi vermos sempre a mesma coisa em loop. Aqui é um loop da mesma coisa do começo ao fim. Mas dá pra assistir. Os gráficos estão lindos demais.
O Conde de Monte Cristo
3.7 15 Assista AgoraMaravilhosa! Mesmo com as mudanças referentes à adaptação, fluiu bem e entregou muito. As paisagens são de encher os olhos, direção impecável! [Spoilers] Ótima performance de Sam Claflin, eu já gostava muito da atuação dele desde Me Before You, que exigiu muito, pois era um personagem sem os movimentos do corpo, em Love, Rosie e Jogos Vorazes também foi super bem. Aqui, a atuação é mais contida, o ritmo dos personagens é mais calmo do que na versão do Caviezel. Com o passar dos episódios a gente se acostuma com o desenvolvimento menos exagerado das expressões. Gosto muito da versão de 2002, assisto com minha mãe desde que foi lançada pelo menos uma vez por ano, então tenho um carinho muito grande pela obra e sempre dá um medo de estragarem com adaptações ruins (se é que é possível arruinar uma história tão linda). A versão de 2024 também me agradou bastante. É muito difícil interpretar personagens que já são consagrados em lançamentos anteriores, e por isso o mérito é total do Sam, o personagem carrega essa vingança que à primeira vista parece sutil, pois ele está sempre falando e gesticulando com muita classe, mesmo quando faz (manda fazer) coisas terríveis, mas no fundo está sim tomado por ira, principalmente aqui, onde a série foca quase nada na relação dele com a Mercedes (embora tudo o que faz é justamente por amá-la), fãs do casal se decepcionaram, minha mãe por exemplo ficou chateada quando no final ela pega na mão dele e os créditos aparecem. Pra mim, não prejudicou em nada a mensagem, ficou muito claro o que aconteceu em seguida. Outra coisa que decepcionou a mamãe foi que não houve o momento em que ela conta sobre o Albert, como no de 2002. Novamente, ficou muito óbvio que eles tiveram todo o tempo do mundo pra conversar. Eu entendo que possa ser algo cultural a questão da expressividade, mas em certos momentos me incomodou alguns atores não esboçarem expressões mais convincentes, como em algumas cenas do Harry Taurasi como Fernand, desde o início quando o personagem ainda era pobre até o momento em que ficou rico, a diferença entre ele e o Guy Pearce é gritante, o do Guy é muito mais irritante, chato, invejoso, há muito mais em cena, o vilão tem presença e destaque, o Harry aqui é engolido quando tá interagindo com o Blake ou o Sam. Blake Ritson esteve ótimo em cena como Danglars, foi uma surpresa boa, não lembro de tê-lo visto em outros trabalhos. Sempre digo, quando você sente vontade de pular na tela irritado com um personagem, é porque a atuação foi muito boa. Ana Girardot foi uma Mercedes convincente (e linda) mas a da Dagmara em 2002 me cativou mais, talvez por ter tido mais interações românticas com o Edmond. Mikkel Boe foi melhor Villefort do que o James Frain em 2002, até porque com 8 capítulos a série teve muito mais tempo pra focar nas histórias individuais dos três vilões. Gostaria de ter visto o Albert e a Mercedes com mais tempo de tela. O Riondino entregou um Jacopo muito querido, mas senti falta do Luis Guzmán que é muito carismático e engraçado, um dos meus personagens favoritos. Nicolas Maupas não entregou tanto quanto o Henry Cavill no papel de Albert, a diferença é completamente perceptível, transpareceu certa inexperiência em algumas cenas, mas não prejudicou a obra. Amo os momentos filosóficos entre o Edmond e o Abade que foi interpretado impecavelmente pelo Jeremy Irons, as cenas na prisão são o ponto forte da série, por ser exatamente onde é formada toda a camada social do Edmond, todo o processo dele migrando de ser alguém analfabeto para alguém extremamente culto sobre todo e qualquer assunto. A série tem um tom mais dramático e sério, apesar de um ou outro momento engraçado. O enredo é muito bom e a direção não falha em nada, alguns personagens são desnecessários no geral, mas o fato de estarem presentes agrada quem leu o livro. O Caviezel e o Sam Claflin pra mim estão no mesmo nível, pois cada personagem pediu uma entrega diferente e os dois deram tudo de si. Estou completamente apaixonada pelos lugares da França e da Itália que aparecem na série, a melhor parte é que não há nenhum episódio em que o espectador não tenha contato com construções lindíssimas em pontos turísticos. As cenas do porto em Malta são maravilhosas. A direção de figurino brilhou tanto, fui pesquisar e descobri que a figurinista é alemã, a Ursula Patzak. Fizeram 800 figurinos de época, deve ter dado um trabalho enorme, essas roupas do século XIX são cheias de camadas, fazer um look já dá trabalho, imagine 800. Os vestidos são cheios de detalhes e espartilhos, passam essa vibe europa meio gótica, combinando com a vibe artística dos casarões e palácios. E os sobretudos masculinos se destacam ainda mais do que as roupas femininas. O bege do Jacopo e o preto do Conde são muito bonitos. O Danglars usa umas composições impecáveis meio old goth e que eu, mesmo sendo mulher usaria 100% rsrs. Ambientação e cenografia também, as porcelanas usadas nas cenas são lindas e exatamente como as da época eram, dá pra perceber que há muito estudo de época envolvido. Vou pesquisar mais obras do Bille August e do Nicola Serra para assistir. Produção maravilhosa! Roteiro muito bom considerando a liberdade da adaptação de fugir do óbvio (normalmente me incomoda essas alterações, mas aqui não). A última cena fechou tudo com chave de ouro! Amo esse livro e até agora a maioria das adaptações fizeram um trabalho perfeito respeitando a obra!
Kanojo, Okarishimasu (3ª Temporada)
3.1 7 Assista AgoraPor enquanto é minha temporada favorita do anime. Gostei dos episódios, o personagem se abre um pouco mais e começa a questionar as próprias emoções. Foi muito menos apelativa que as anteriores, o que é bom. O fluxo de personagens aumentou, saiu das mesmice. Gostei dos últimos episódios. Meu problema com esse anime é a enrolação e a naturalidade com que as pessoas não falam. 80% dos problemas seriam resolvidos se eles falassem o que estão pensando. Mas entendo que se falassem o anime só duraria 1 episódio. O Kasu é babaca. Não importa a motivação de alguém, se esse alguém não consegue terminar com o outro msm gostando de outra pessoa, cendendo aos caprichos e chatagens, é babaca sim. No geral, não sei como essa mentira foi tão longe kkkkkk ô povo mentiroso. Eu acho muito engraçado quando aparece ele com qualquer menina em um encontro e o povo na rua "nossa, que gatinha" "que sorte dele", tipo... a gente sabe que no Japão a cultura do dia a dia é a pessoa ser super tradicional e respeitosa, zero chances de uma cena dessa acontecer. Claro que os animes de lá claramente são o contrário do que essa cultura prega. Tô pegando um ranço da Ruka. Que menina chata! Kasu é muito covarde, o cara deixa as pessoas decidirem o destino dele, é muito irritante. Muitos episódios fillers, mas a temporada superou as outras.
Kanojo, Okarishimasu (2ª Temporada)
3.5 5 Assista AgoraNão melhorou muito da primeira temporada pra essa, mas pelo menos o cara tem uma mínima motivação agora. Os gráficos são ótimos, mas o enredo ainda não é tão bom.
Off Campus: Amores Improváveis (1ª Temporada)
4.0 89 Assista AgoraCompletamente clichê? Sim! Mas é clichê do bom. É leve (depende do ponto de vista, já que tem bastante cena de nudez), tem personalidade, pois aborda assuntos bem pesados que a maioria das séries nessa pegada simplesmente ignora. [Spoilers] Não é pornografia gratuita, com o desenrolar da série os assuntos mais complexos ganham espaço e os personagens que pareciam completamente fúteis ganham camadas mais profundas. Abordar assuntos como abuso sexual, violência doméstica, confusão emocional, falta de comunicação adequada e pressão familiar foi um acerto enorme da série. Ao mesmo tempo, sinto que a falta de experiência de alguns atores acaba impactando na entrega. Algumas atuações são tão sem sintonia com a expressão pedida. Maneirismos são sempre bem-vindos na construção da identidade de um personagem, mas em exagero prejudicam a cena. Senti muito isso na atuação do Belmont Cameli, em certos momentos soou completamente artificial, aconteceu com a Ella Bright, mas numa proporção bem menor. Nada que prejudique a série. O casal Hannah e Garrett funciona, mas nas cenas dos beijos por exemplo, são completamente engolidos pelos atores Stephen Kalyn e Mika Abdalla quando o assunto é a química entregue por Allie e Dean. Me peguei em alguns momentos mais curiosa pra saber o que acontecia com eles do que com o próprio casal principal, embora também havia química entre eles. Joshua Heuston entregou o que a série pediu, fazer carão e cantar. Quando as músicas foram apresentadas pareceram bem fracas, mas esse é exatamente o ponto, a gente está tão acostumado com aquela coisa artificial do compositor amador na cena parecer perfeito, cheio de efeitos e mixagens em excesso, que até estranha quando vê essa entrega ser mais natural de propósito, então foi algo bom (tem mixagem, mas é mais limpa). O casal principal não segue o padrão de sempre, a mulher supermodelo muito magra cheia de procedimentos e o homem sem traço algum por conta do botox exagerado (como a aparência por exemplo do Charlie Evans, que é mais padronizada), o Belmont não, é uma beleza mais natural, apesar do ator ter um corpo atlético e 1,85 de altura. Apesar de não aparecer muito, o Steve Howey se saiu muito bem, senti aquele pavor de que algo estava errado desde o primeiro momento da atuação dele como o pai, mérito do ator. No geral, única coisa que mais me incomoda nesse tipo de série é a direção não confiar na capacidade do espectador de decifrar as coisas. Aquele tipo de cena onde aparece um refrigerante e alguém diz "olha, um refri", é completamente desnecessária. O espectador reconhece um refrigerante numa cena, não precisa ditar isso. A gente volta àquilo da produção ser feita pra quem está no celular assistir enquanto digita. Pra quem assiste prestando atenção, acaba se tornando incômodo. Antônio Cipriano entrega o que o personagem Logan pede, como não exagera nos maneirismos, gera uma empatia maior na gente do que o Belmont (a Julia Sarah Stone está a cara da Taylor Momsen como Jules). A história do Garrett por si só já gera empatia no espectador, então mesmo com os maneirismos o personagem é abraçado pelo público. As cenas de sexo aqui são mais bem feitas do que em Euphoria por exemplo, que as joga de forma completamente gratuita, sem justificativas. Aqui são momentos de intimidade ou descobertas dos personagens, tudo se encaixa. Gostei muito nas cenas finais, da tela dividida enquanto tocava Fade. A edição, coloração e contraste usados na série são bons, combina com essa vibe moderna escolar. A Ella Bright está belíssima. Trilha sonora maravilhosa!!! O uso do blur (embaçamento) em excesso na série incomoda um pouco em alguns momentos, em que, de longe, o rosto e cabelo da pessoa se misturam com o embaçamento do plano de fundo e viram uma coisa só, quem não mexe com edição, provavelmente nem vai notar. No geral é uma série muito boa, quando comparada com a levada de séries do mesmo tema e época, hoje em dia faz falta séries divertidas e despretensiosas com amores clichês, nos anos 90 havia uma cartela bem maior do nicho. Hoje há tentativas de reprodução dessas séries e filmes, mas a maioria é horrível. A série se sobressai por arriscar e acertar. Não li o livro, mas vi que muita gente achou a adaptação ótima!
Kanojo, Okarishimasu (1ª Temporada)
3.6 11 Assista AgoraÉ divertido, mas não memorável. Não vai ser o pior e nem o melhor anime da vida de alguém. As motivações são bem brochantes, com o tempo o enredo melhora. Muita coisa fútil e enrolação, na maior parte do tempo é machista e hipersexualiza a mulher, que tem tudo da própria vida girando em torno do Kazu sem justificativa alguma. Alguns comentários ridículos como se todas as mulheres tivessem que ter corpos padrões. Os gráficos estão lindos. É que existem animes bons no nível Attack on Titan, a régua anda alta.
My Royal Nemesis
4.0 13 Assista AgoraGostei muito, me lembrou Além do Tempo de 2013. Finalmente uma série mais clichêzinha pra ver em família. [Spoiler] Reencarnação, briga de família, nepotismo, tudo isso misturado com cultura asiática antiga, viagem no tempo, tem humor, ação, drama, luta e história tradicionais. Vi no top 10 e dei uma chance, pois gostei do pôster dela com as roupas da Era Joseon. Ótimas atuações de Heo Nam-jun e Lim Ji-yeon. É divertido, mas traz momentos de reflexão sobre a importância da vida e de valorizar o presente. A vida é um sopro, num dia a gente é jovem, no outro é idoso precisando de cuidados e sendo diagnosticado com Alzheimer ou algo do tipo. Ótima direção de figurinos e ambientação. Heo Nam-jun entrega muito bem a skin de playboy insuportável e vai cativando a gente aos poucos. Muita gente não gostou dos últimos capítulos, mas são meus favoritos, a parte mística e de viagem no tempo começa a fazer sentido e as peças se encaixam. A série não teve medo de se jogar e trouxe um enredo diferenciado deixando de ser mais do mesmo romancinho sem altos e baixos onde dá tudo certo para os dois sem esforço nenhum. Aqui, além dos dois serem super orgulhosos no começo, o que já dificulta as coisas, ainda tem que transcender o tempo, dando certo apenas se o passado estiver de mãos dadas com o futuro. Primeiro dorama que assisti na vida. Amei!
O Conto da Aia (4ª Temporada)
4.3 447 Assista AgoraAs últimas cenas da temporada ficaram ótimas, a direção de fotografia sempre arrasa desde a primeira temporada, [spoilers] mas no museu no início, tudo branco de mármore e só a June e a Serena com as roupas em vermelho e verde representando a revolução versus autoritarismo foi lindo de ver, e no final o Fred correndo entre as árvores e a June com as meninas correndo atrás pra matar ele, é de uma produção impecável. A cena de cima delas consumindo ele me lembrou aquela de The Walking Dead dos zombies em cima do cavalo. Muito representativo, consumir o sistema que te consumiu aos poucos. Gosto quando o Lawrence diz pra ela que parece que ela nunca vai se sentir 100% vingada. Eu sinto isso da June, nem se ela matasse Gilead inteira ela se sentiria bem, até porque a mente dessa mulher foi completamente queimada vivendo tudo o que viveu. Quem vai culpar ela? Alguns episódios foram muito arrastados, mas o final compensou demais a espera. O final da temporada se destacou das outras. A trilha sonora como sempre é impecável. Eles sempre tocam jazz e blues dos anos 50. Eu amo!
O Conto da Aia (3ª Temporada)
4.3 612 Assista AgoraUma das melhores temporadas até aqui! Essa série é muito pesada. É um soco no estômago. Eu valorizo muito a minha liberdade, reclamo porque a mulher ainda sofre muito, há muito a conquistar, mas ainda assim somos livres. Sempre lembro da regra de Gilead de que a mulher que for encontrada lendo perde a mão ou o dedo, eu gosto tanto de ler, minha vida sem leitura seria tão sem graça. Sem música e arte então... nem se fala. Valorizo muito o meu direito de ir e vir, ler, ver, falar, ouvir, ser. Gosto muito dessa série, ela é visceral!
Casamento às Cegas: Brasil (5ª Temporada)
2.9 44 Assista AgoraCom essa temporada aprendi que ser mais velho é zero sinônimo de ser maduro, esse povo todo passando vergonha e mostrando que para mau-caratismo não há idade. Senti muita vergonha alheia em muitos momentos, a ponto de passar pra frente por não conseguir ver. [Spoilers] Esse Rivo é ridículo, muito medo de esbarrar com alguém assim na vida. A Lica mentindo o tempo todo e o VAR desmentindo ela imediatamente, o Leo agindo como qualquer pessoa que está com a outra há poucos dias agiria, e ela querendo um pornhub sadomasoquista pelo que ela falava, mas ficou muito claro que eram só desculpas pra dispensar ele pelo insuportável do alérgico à mulheres lá, imagina que terror se relacionar com uma mulher dessa que age como criança aos 51 anos. A Silvia só fala sobre o onlyfans (só foi pra divulgar e com "briguinha" armada), a outra só fala em transar o tempo todo, mas de uma forma forçada e chata de assistir. Eles passando o tempo todo tentando mostrar que gente mais velha também se relaciona sexualmente, como se ninguém soubesse. Como a Aidê achou que um cara que teve dois filhos ao mesmo tempo traindo a parceira seria fiel e ótimo de lidar? Praticamente todos os amigos dos homens falando q eles não eram pra casar e nunca quiseram. O outro lá é um encostado, sem emprego, sem moradia e ainda se sentindo no direito de pisar na dependente emocional que escolheu ele. Antigamente parecia ser mais sobre a experiência de achar alguém, mas hoje o experimento se perdeu. Isso me lembra muito o filósofo Bauman falando sobre a modernidade e os amores líquidos, onde nada foi feito pra durar e as pessoas normalizam trocar de pessoas como de se fosse de roupa, e maltratar o outro como se não houvesse um ser humano ali. O programa deveria se chamar "Cegos para o amor" e não casamento às cegas, fica muito claro que eles só estão ali pela fama. Mas mesmo se fosse só pelo entretenimento, o elenco foi escolhido terrivelmente, muita gente sem o básico de bom caráter pra conviver em sociedade. Tiveram que colocar dois episódios de artistas pagos pra assistir pra ver se salvavam a temp, nem assim salvaram. Valeu ver a Pio e o Chico Barney, mas o programa contratando mostra o desespero da tentativa de salvar o desastre que foi esse elenco. Tão horríveis que nem mereceram um reunion.
O Lado Sombrio de Hollywood (1ª Temporada)
3.2 3 Assista AgoraNota 3,5. Gostei dos detalhes das histórias, de terem ido atrás dos próprios envolvidos para dar voz às suas versões. Muitos acertos com relação à montagem e estrutura, qualidade de áudio e imagens, composição das datas. PORÉM o que considero acerto aqui, é também sua maior falha. Alguns documentários ficaram editados demais, com cortes parecidos com os de uma série de TV. Claro, o apresentador é desse meio, mas, pecam no excesso. Exceto pelo doc dos Von Erich, onde houve real intenção de passar a verdadeira versão do que ocorreu, versão essa que a A24 simplesmente ignorou ao lançar o filme, o espaço aqui deu voz às filhas do Kerry e ao Kevin, a edição não foi pomposa e nem teve cara de reality show, a linha do tempo e os vídeos da época trouxeram uma melancolia (boa) de empatia e aquele aperto no coração, sem fazer do Fritz um vilão, pois, apesar de tudo, esse homem perdeu os 5 filhos da pior forma possível. Agora, referente aos outros, senti essa vibe animada na edição, mesmo em momentos onde o documentário retratava suicídio, cadeia, crimes, etc; os cortes eram estratégicos, a montagem das cenas soavam quase como um "assista essa série polêmica", quando na verdade o objetivo dos documentários era retratar o lado demoníaco (Hollywood "demons") dessas pessoas, o lado que prejudicou tanta gente. Colocam a vítima relatando estar sem nada e com depressão, aí corta com uma música animada para alguém que ajudava a criminosa, rindo, detalhando como davam golpes. Ora, querem mostrar como a existência daquele programa foi um desserviço ou querem atrair mais espectadores? Dei 3,5, pois apesar disso, as histórias são contadas em detalhes, sem ocultarem informações, e em alguns eps a narrativa funcionou bem, também foi bom rever alguns astros da nossa infância no ep de Power Rangers.
Love, Death & Robots (Volume 1)
4.3 676 Assista AgoraEpisódio 1 - Sonnie's Edge: O episódio soube retratar muito bem machismo, sexismo, poder, com impacto a partir do ponto de vista feminino. Gosto dos diálogos da protagonista, fortes e diretos, é alguém que claramente (por ter sofrido abuso) não tem piedade e vive apenas como símbolo da luta pela causa. Filosoficamente é muito bom, pois traz a mensagem de que mesmo quando tentam anular a mulher depois de tudo o que ela sofreu, não foi o bastante para calar ela. Saindo da metáfora e indo para a animação, o roteiro é bom, apesar de simplista. Os gráficos dos mosntros estão ótimos. O gráfico da Karnívora é muito bonito, me passa uma vibe da saga Alien. A cena da luta é o grande destaque, o take mostrando no equipamento como a Karnívora se integra ao cérebro da Sonnie é muito explicativo. Os efeitos em neon agregam bastante à vibe e ambientação cyberpunk do episódio. A direção, animação e edição estão em harmonia. Nota 8,5.
Os Outros (2ª Temporada)
2.7 102 Assista AgoraQue temporada desastrosa! Com personagens que apareceram e desapareceram sem conquistar em absolutamente nada o público. Maria e Kevin ocupando o espaço de Mila e Rogério sem justificativa alguma na trama. Gente, que história chata! A direção com o jogo "o outro" mirou em Black Mirror e falhou miseravelmente, em Black Mirror os personagens morreram enquanto estavam online no jogo, aqui, infelizmente continuaram vivos para o nosso azar. Adicionaram personagens mal desenvolvidos, ao invés de focar nos que haviam deixado com pontas soltas na primeira temporada. Temporada extremamente difícil de digerir, no geral. [Spoiler] Agora falando sobre as coisas boas, Letícia Colin entregou muito como Raquel, representando boa parte da população religiosa, que encena viver em "perfeita harmonia", mas vive um inferno e todo tipo de hipocrisia. O Eduardo Sterblitch carregou a temporada nas costas, o vilão dele causou náusea e risadas, é um mix de sentimentos que funciona muito bem aqui. Mas é só! O roteiro é pobre e preguiçoso, mas a direção de fotografia é ótima! A direção de figurinos acerta muito colocando cores claras no casal e quando o clima muda, a cor da roupa muda pra tons mais fortes. A trilha sonora eu gosto muito desde a primeira temporada. O final é muito bom, no sentido entregas da Adriana Esteves e do Haddad, a gente esperou tanto pelo desfecho, mas eu me pergunto, um pai abandonaria um filho assim do nada? O Marcinho sempre foi tão teimoso e não quis nem levar a Lorraine junto? Ora, se eles tivessem falado com ela e com a mãe, certamente elas teriam ido junto. A Joana não aguentava mais viver ali. Inclusive a atuação da Kênia evoluiu muito (comparada à temp 1). Mas e esse romance que surgiu DO NADA entre ela e a investigadora? Parece que tentaram colocar personagens lgbtqiapn+ de última hora sem planejamento algum. Fui com toda a expectativa da primeira temporada, que eu havia amado. Saí decepcionada! Nota 3!
Pet Shop of Horrors
4.0 33Um dos melhores animes que vi recentemente. Pena que é curtinho, queria mais episódios. Maravilhoso! Bom roteiro e boa direção de animação. A arte mais retrô é icônica. Gosto de que a trama vai sendo revelada de forma envolvente e a gente descobre junto com os personagens os acontecimentos. Poderia acompanhar o Conde D em várias temporadas, realmente é triste não terem feito mais episódios.
Amor da Minha Vida (1ª Temporada)
3.8 86Eu acabei de assistir a série e tenho que admitir que chorei horrores. Acho que os personagens passam por tantas fases que é praticamente impossível alguém não se identificar com alguma.
[/spoiler] Me identifiquei com muita coisa, e por mais que pareça uma série boba sobre pegação, não é! Não mesmo! (Alerta de textão a seguir) É uma lição sobre responsabilidade e irresponsabilidade emocional. Todas as atitudes da Bia no começo mostram que a irresponsabilidade emocional dela com qualquer pessoa reflete o medo de amar, pra ser sincera eu super entendo, quando uma pessoa machuca a gente profundamente fica muito difícil abrir o coração novamente, então é mais fácil não ter que lidar com isso. No fim do dia, mesmo as pessoas mais "desapegas" querem ter alguém, a maioria nem admite isso. Tem gente que nem para pra pensar nisso, pra não surtar. Eu tenho um relacionamento saudável hoje em dia, mas nem sempre foi assim, já passou tanta gente maldosa pela minha vida que meu esposo precisou ter muita paciência com os meus medos e inseguranças por marcas de relações passadas. Eu cheguei a terminar com ele quando percebi que era amor de verdade. Eu pensava em loop no mal que as experiências passadas fizeram. Para melhor entendimento, seguem três exemplos: a pessoa já fingiu que ia se matar, já desligou o telefone do nada várias vezes dando tratamento de silêncio quando minha opinião era contrária à dela, terminou por Dm do insta, mas sempre terminava e voltava em 5 minutos, etc. Imagina se depois de uma pessoa assim, eu iria querer alguém de novo. Jamais! A Bia teve muitos conflitos morais, em alguns errou, em outros acertou. Um exemplo de erro é achar que tudo precisa ser quando é do jeito que ela queria, a pessoa precisa terminar com a outra na hora que ela quiser, mesmo a pessoa tendo se humilhado pra ela antes e ela dispensado. Outro exemplo é ela trair e achar que poderia usar o argumento "mas você queria sua ex mesmo ela te traindo", ignorando completamente que naturalmente as pessoas mudam. E quando alguém passa por nós, independente de ser uma pessoa boa ou ruim, muda algo na gente, agrega ou subtrai. Pessoas que subtraem, passam pela nossa vida bagunçando tudo, e ao sair deixam um caos emocional que, inclusive, refletem no nosso estado físico choroso, angustioso, a gente fica com cara de enterro. Mais um exemplo é o da Paula, que era totalmente frustrada, foi engolida pelos traumas da adolescência, teve contato com a sexualidade muito cedo, e acabou não desenvolvendo a área de afeto e emoção, mas, ainda assim sabia associar a ideia de que trabalho era trabalho, e que quando quis se relacionar seriamente, foi fiel, pq era certa de que trabalhava com o corpo e a sexualidade, mas que o emocional era outro território, e foi fiel no final da série. Quando alguém agrega na nossa vida, todo mundo percebe que a gente tá diferente, algo brilha, a pessoa trata a gente como jóia e atua como uma luz direcionada aumentando o brilho e o valor de quem somos. Um exemplo é o Victor do início, ele resolvia tudo o que podia para ela, tentou arrumar trabalho, acredita no sonho dos outros, mas é a voz do realismo, e claro, ninguém gosta de ouvir a realidade, cair de uma bolha e suportar a dor do tombo.
Os sonhos da Bia e suas realizações confrontam a realidade da nossa sociedade. Acho honestamente que hoje em dia quase ninguém sonha mais, nossa realidade é triste, vc já sabe que mal vai conseguir pagar o aluguel e comer, pagar a faculdade, contas. Não sobra espaço pra sonhar com algo tipo uma carreira de sucesso na empresa ou virar modelo, atriz ou artista. Temos tantos músicos falidos nos barzinhos, atores entraram em greve por receberem um salário baixíssimo, só sobe de carreira quem aguentar tudo caladinho e engolir a maior quantidade de sapos na empresa até morrer engasgado, aeromoças só conseguem os melhores voos se transarem com o piloto, a secretária de 19 anos ganha a promoção que seria da colaboradora que está há 20 anos na empresa, ganhou quem se deixou ser assediada e abusada. Essa sociedade é podre e o que a Bia passa durante o filme é um reflexo do que os artistas passam, eles se vendem pra quem compra os direitos do filme, perdem a voz, perdem controle de como vai ser o projeto, você é só mais um artista insignificante em um mar de piranhas desesperadas por um pedaço de carne. E a Bia conseguiu tirar um apto, mas a maioria dos brasileiros nem tem nota boa no serasa pra isso, o banco nega até um empréstimo de 100 reais.
O amor nem sempre é esse mar de rosas que as pessoas pregam. O amor machuca muito, com a rotina, solidão, etc. Quando o Victor fala que se sentiu sozinho mesmo estando morando junto com ela, a gente tem esse ponto de vista, o amor por si só não sustenta um relacionamento, é a companhia, afeto, tempo gastado juntos, abrir mão de uma ou outra coisa, tentar encaixar a pessoa no nosso dia, não faz sentido estar com alguém pra ser apenas uma foto de casal padrão no insta, a longo prazo se torna um fardo, pior ainda quando vc percebe que está carregando o peso sozinho. A Bia alegou que iria ser traída, mas vamos voltar um pouco no tempo, ela simplesmente deixou a relação morrer, não foi por falta do outro lutar, pois, tudo estava igual pra ele, ele esperava ela para fazerem coisas juntas, ele fazia o hambúrguer todo dia, ele acordava e ela dormia, ela acordava e ele dormia, o casal nem se falava mais. Não apoiar o parceiro (que sempre te apoiou) em um projeto tão importante é o ultimato de crise na relação, aí é só ladeira abaixo. Não comparecer na inauguração, não responder as mensagens, várias red flags. E é sempre uma escolha nossa, aqui a gente aguardou um pouco mais de tempo até encontrar vagas em Home office, hoje em dia a gente passa o dia todo junto, e não enjoa, pq a gente fez essa escolha e a partir daí priorizamos um ao outro, claro sem deixar nosso amor-próprio de lado, a gente faz coisas sozinhos, mas o nosso tempo é nosso e até celular a gente deixa de lado. Outra coisa que me deu um desconforto enorme é a passividade do Victor, ele sempre engasgado pra falar o que realmente achava e discordava, mas não saía. A Bia incentivou com relação à família dele, mas quando foi pra ele se posicionar com ela, ela sempre se incomodava, mesmo sabendo que ele a apoiava quando ela se posicionava. Voltando às decisões, é muito importante não agir de cabeça quente, a Bia traiu ele com o ator imediatamente, é difícil, mas esperar é sempre a melhor escolha, eles reataram no último minuto da série, mas na vida real isso é muito raro. Quando a pessoa se arrepende, o outro já seguiu em frente. Outro ponto é, se meter no meio de pessoas com vida amorosa complicada. Entrar em uma relação com alguém que tem ciclos não fechados é pedir pra passar raiva, sempre vai haver uma visita, vídeo, mensagem que aparece do nada pra balançar e ferrar a relação. Por último e não menos importante, o Victor usa uma frase no final que eu achei muito profunda "O tempo passa e a gente percebe que aquilo foi tão pequeno perto do que a gente sente pela pessoa, perto do amor, da saudade" foi mais ou menos isso. Me identifiquei muito, eu passei por uma situação que a maioria das pessoas vão achar boba, mas pra mim não foi. Foi só coisa de curtida em fotos de mulheres meio que peladas no insta. Me senti mal pq ele mesmo preferiu que a gente não fizesse esse tipo de coisa, que ele se sentia desconfortável se eu curtisse coisa desse tipo, etc. Ok, eu super achei de boa e nem curtia mais nada que aparecesse nessa vibe, evitei até de amigos meus q postam mt pq aqui é área praiana. O que me deixou chateada foi a intenção e não a ação. Ele pediu perdão e eu perdoei. Na época doeu mas hj em dia eu olho pra trás e vejo que aquilo significou nada perto do que ele representa pra mim, do amor que sinto e do quanto sou amada e cuidada. MAS na época sim. Então é importante saber dar tempo ao tempo, saber lidar com nossas escolhas, se tiver que ser, simplesmente vai ser, e se a pessoa tiver que perdoar, só o tempo vai dizer. Mas em alguns casos vale a pena sim. Eu não teria perdoado se fosse traição em si, mas ele nunca mais fez, faz 2 anos isso, o tempo me curou. Se ele não tivesse voltado pra ela no final, seria importante ela entender que a irresponsabilidade emocional escolhida por ela gerou tudo isso, então, colher o que plantou é apenas a lei natural das coisas.
Para finalizar, direção brilhante, fotografia perfeita, edição de cores e efeitos maravilhosas, atuações impecáveis da Bruna (ela é linda de morrer e atua bem aqui, zerou a vida), Sérgio Malheiros se destacou muito, a química dos dois parecia estar no ar dentro da minha casa, que par incrível em cena. Dei 4 pq não curti muito a atuação da Sofia e do João, em alguns momentos faltou algo, não que tenha sido horrível, mas como a Bruna e o Sérgio estabeleceram um nível muito alto, contrastou muito com as outras atuações, achei a atuação da Fê ok. A Bruna entregou muito, ela me fez rir, ficar preocupada, chorar, ficar esperançosa, e só uma atriz excepcional consegue isso. Eu realmente torço pra que ela tenha uma carreira incrível e alcance o topo na vida. (Torço pra um Gabriel [Danilo Mesquita] nunca passar pela vida de alguém, gente tóxica disfarçada de bom samaritano é o pior tipo de pessoa que existe, na vida real esse tipo de pessoa causa muito estrago mental)
[spoiler]
Uzumaki
3.1 80 Assista AgoraEu adorei o primeiro episódio, amo os livros e mangás, achei que os outros capítulos seguiriam esse mesmo fluxo, mas senti a qualidade despencando no segundo, não tem nem como comparar. Pra ser sincera, eu prefiro a pegada de Histórias Macabras do Japão e o do Junji anterior, em questão de qualidade estava bem melhor. Depois li que trocaram de estúdio, aí tudo fez sentido, devem ter usado computação gráfica, o 3D ficou péssimo, a cena do casal correndo na areia ficou parecendo bug do GTA. Não fez jus à obra original que é mil vezes superior, compensa mais ler o Mangá mesmo.