Não consegui me conectar direito com a história de vida do Brent, o filme faz um picotado de tudo que ele já fez e por onde esteve, tem momentos interessantes e depoimentos emocionados, mas é tudo muito breve, passando a sensação de que tiveram que transformar um longa metragem em curta, sem deixar nenhuma história de lado. Indiscutível que a obra dele é muito importante para o cinema documental, não merecia ser contata assim de forma tão atropelada.
É um filme bem contemplativo, de ritmo lento e magnetismo visual. A narração completa muito bem os personagens e ocasionalmente, lembra um desses documentários sobre a vida animal do Discovery. Até que em determinado momento se tornar uma grande reflexão sobre nossas prioridades na vida, nossas relações interpessoais, a força da simplicidade , luto e solidão. Belíssimo filme, na estética e na narrativa.
É o tipo de filme que eu não veria se não fosse pelos nomes envolvidos e pela temporada de premiações, porque, além da saturação em cinebiografias, achei a história pouco interessante (no papel). Aí que entra a magia do cinema, um diretor com um domínio espetacular sobre a história, ótimas atuações, trilha sonora e edição bem integradas, imprimindo uma dinâmica frenética a narrativa. E assim Marty Supreme se torna aquele longa imperdível, mesmo numa safra acima da média.
A franquia continua em alta e melhor, se nos filmes anteriores o detetive Blanc era a figura mais interessante com sobras, neste terceiro filme, ele divide a atenção e o protagonismo com o ótimo personagem vivido por Josh O'Connor. A dupla dá muito certo, se equilibrando em seus contrapontos e acendendo as melhores discussões do longa. Apesar de se alongar demais em sua resolução, Rian Johnson entrega mais um caso interessante, com um bom elenco de apoio.
O filme vai desvendando o mistério do desaparecimento das crianças aos poucos, utilizando a perspectiva de cada personagem por vez, criando uma narrativa que joga com a cronologia dos fatos, o que prende muito bem a atenção no início, mas depois fica um pouco repetitivo. A atuação da Amy Madigan e sua personagem em si, engolem o filme na segunda parte, entregando as cenas que ficarão na memória do público por um bom tempo. Também sou do time que não curtiu tanto o final.
Ryan Coogler já é uma referência em cinema com protagonismo negro e narrativas raciais, Pecadores é seu filme mais ousado. Já tivemos muitos filmes que usam do horror como alegoria de resistência e resiliência racial, mas aqui talvez tenhamos um dos mais explícitos do gênero. Com o melhor elenco de apoio da temporada, bons personagens, atuações de destaque, mesmo com tempo de tela reduzido. Miles Caton está encantador e deveria ser considerado para temporada de prêmios.
Nostalgia nenhuma segura um roteiro ruim e que não sabe o que fazer com tantos personagens. Salva algumas boas cenas de ação. Das muitas discussões levantadas, o tráfico de dinossauros poderia render situações interessantes. A pior ideia de longe foi a de colocar gafanhotos com um discurso ambiental raso e repetitivo.
O ponto alto do filme continua sendo a criatividade com que os personagens interagem entre si e a cidade, os novos cenários e as novas espécies inseridas na história também são bem satisfatórios. O primeiro foi mais interessante por ser novidade e o roteiro deste segundo longa tem alguns pontos de barriga tornando o filme um pouco cansativo em determinadas passagens, mas continua sendo uma boa experiência para toda família.
Anualmente, Hollywood lança dezenas de comédias românticas no piloto automático, é um gênero que, apesar de não estar mais em alta, sempre encontra seu público fiel. Esporadicamente temos alguns exemplares que se destacam, Assassino por acaso é um desses. E temos dois grandes responsáveis por isso, Richard Linklater e Glen Powell, o primeiro dirige e roteiriza muito bem, envolve o público em seus personagens construindo cenas simples e muito funcionais, além dos diálogos sempre bem interessantes. Já Glen Powell, que também assina o roteiro, está em uma atuação dentre as melhores do gênero, carismático e versátil em todas as nuances necessárias para dar conta de um personagem multifacetado.
É impossível passar indiferente a Close, suas sutilezas ao retratar o início da adolescência por qual todos passamos, um período de incertezas e inseguranças, onde nossas amizades são intensas ao mesmo tempo que frágeis o suficiente para sucumbir às pressões externas. O diretor Lukas Dhont escolhe levar as emoções até o público através do visual, do olhar e dos gestos, pouca coisa é falada mas está tudo lá. Os jovens atores são tão expressivos que não resta dúvida dos sentimentos e angústias de seus personagens.
Que Tim Burton tem um estilo único e marcante, já é do conhecimento de todos. Aqui está mais uma prova que o diretor ainda consegue prender nossa atenção com seu imaginário tão peculiar. Beetlejuice é um ótimo personagem, neste segundo filme ele tem mais espaço de tela e mais orçamento e tecnologia para efeitos especiais, o que para mim, torna este filme mais agradável de assistir que o primeiro. Mas não está impecável, o filme não consegue lidar com a gama de personagens coadjuvantes interessantes (principalmente a Delores de Monica Bellucci) e também não emplaca quando tenta emular um pequeno drama familiar entre mãe e filha, as personagens parecem funcionar melhor separadas.
Mike Mills merece mais visibilidade e isso já tem um tempo. Seus roteiros são certeiros em alinhar nossas tristezas e alegrias diárias com uma perspectiva de futuro, tanto incerto quanto instigante. Aqui a direção está ainda mais sensível, guiando o elenco por entre todas as complexidades do subtexto de maneira a parecer tudo muito simples. O elenco aliás está formidável, com destaque ao jovem Woody Norman.
Depois da chuva de críticas, esperei chegar no streaming para assistir. E a Sony segue afogando bons personagens em roteiros muito ruins. Os efeitos nada especiais conseguem piorar as cenas de ação que já não seriam boas. Uma bomba.
Um filme que tinha o potencial de ser na linha do Deadpool, mas acaba desperdiçando um ótimo personagem em uma trama rasa e desinteressante, vilões genéricos, cenas cansativas de ação e um arco romântico dispensável. Mas ainda sim acredito que seja um personagem que pode ser bem utilizado no próximo Homem Aranha. Aguardemos dezembro.
Gostei bastante do início do filme, as personagens principais são ótimas e as atrizes entregam boas atuações. Edgar Wright já provou ser um diretor bem criativo e mais uma vez entrega cenas interessantes e muito bem filmadas. Mas tive alguns problemas com o final, me pareceu um pouco atropelado, repetitivo e acaba caindo em lugares comuns do gênero. No geral foi uma experiência positiva. Deve ficar de fora do Oscar.
Fui com uma expectativa mais alta e acabei saindo com uma sensação dividida entre um filme esquecível e um feel good movie que atende as necessidades de uma tarde preguiçosa. Decepciona sem dúvida quanto a falta de tempo de tela do personagem título, porém diverte com um bom elenco de apoio e com a atmosfera típica dos filmes do diretor. O maior problema está ao final do filme, apressado demais e pouco inspirador. A melhor descoberta foi ver Alec Baldwin que, apesar de jovem, já está muito solto em cena.
Aquele filme que te faz pensar: porque demorei tanto tempo para assistir? Fiquei entretido do início ao fim, um dos melhores filme de terror de todos os tempos. E funciona tanto como entretenimento quanto por uma análise aprofundada da mente humana. O cenário e as atuações se destacam mas tudo sobre o comando de um diretor inspirado, Kubrick sabe criar tensão em seus espectadores, nos manipula em cada minuto de filme.
A personagem merecia uma final mais épica, mas fiquei satisfeito com o resultado, é um bom arroz com feijão da Marvel. Destaque acabou ficando com a personagem da Florence que chama os momento mais inspirados do filme para si, roubando esporadicamente o protagonismo do filme. As cenas de ação são ok, algumas forçadas de barra diminuem a experiência, mas o equilíbrio entre humor e drama vem na dose certa entregando bons momentos.
Cheio de boas intenções mas sofrível em sua execução, me parece até que faltou orçamento para um refinamento nos quesitos técnicos. De positivo fica a boa tentativa do roteiro em atualizar a história pela ótica de uma protagonista mais dona de si. Camila Cabello pode não brilhar mas é carismática o suficiente e me parece ter potencial para render bem mais.
A primeira comédia a ganhar o Oscar de melhor filme em 1935 e também o primeiro filme a ter as 5 principais estatuetas, não tem como negar a importância de Aconteceu naquela noite. Claro que algumas passagens não envelheceram muito bem, mas alguns filmes da década passada já sofrem com isso. Sua principal força sem dúvida está na dupla excelente de protagonistas que mesmo depois de tanto tempo, ainda cativam o público como em poucos exemplares do gênero.
Deixa aquela vontade de não querer que o papo acabe, de querer assistir mais sobre a vida dos dois e como eles se relacionam. O ritmo é muito bom e a história que parecia muito simples, ganha novas dimensões.
Entendo perfeitamente que o público alvo é o infantil mas achei que o filme carece de empolgação até mesmo para a criançada. Há momentos em que pesa na melancolia e na falta de ritmo. Mas falando dos trabalhos de vozes e nos efeitos especiais, melhora ainda mais as técnicas adotadas no Rei Leão, os animais ficaram perfeitos.
A preguiça eu tinha mesmo antes de dar o play. Vim assistir só agora por conta do Oscar mesmo. A experiência foi até melhor do que eu imaginava, têm cenas muito boas de ação e o protagonista é simpático. O problema fica por conta de um roteiro que tenta ser inventivo ou inovador mas precisa ficar se explicando a cada 20 minutos de filme para entregar o mínimo de coerência e acaba sendo mais irritante do que realmente complexo.
É o tipo de filme que vem para quebrar preconceitos com documentários. As partes roteirizadas são ótimas e completam muito bem as filmagens feitas pelo tal agente duplo. Uma pérola do cinema latino que atinge todos os públicos, impossível não sair sensibilizado com a situação dos idosos.
Armado com uma Câmera: Vida e Morte de Brent Renaud
3.4 30 Assista AgoraNão consegui me conectar direito com a história de vida do Brent, o filme faz um picotado de tudo que ele já fez e por onde esteve, tem momentos interessantes e depoimentos emocionados, mas é tudo muito breve, passando a sensação de que tiveram que transformar um longa metragem em curta, sem deixar nenhuma história de lado. Indiscutível que a obra dele é muito importante para o cinema documental, não merecia ser contata assim de forma tão atropelada.
Sonhos de Trem
3.7 350 Assista AgoraÉ um filme bem contemplativo, de ritmo lento e magnetismo visual. A narração completa muito bem os personagens e ocasionalmente, lembra um desses documentários sobre a vida animal do Discovery. Até que em determinado momento se tornar uma grande reflexão sobre nossas prioridades na vida, nossas relações interpessoais, a força da simplicidade , luto e solidão. Belíssimo filme, na estética e na narrativa.
Marty Supreme
3.7 351 Assista AgoraÉ o tipo de filme que eu não veria se não fosse pelos nomes envolvidos e pela temporada de premiações, porque, além da saturação em cinebiografias, achei a história pouco interessante (no papel). Aí que entra a magia do cinema, um diretor com um domínio espetacular sobre a história, ótimas atuações, trilha sonora e edição bem integradas, imprimindo uma dinâmica frenética a narrativa. E assim Marty Supreme se torna aquele longa imperdível, mesmo numa safra acima da média.
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
3.6 244 Assista AgoraA franquia continua em alta e melhor, se nos filmes anteriores o detetive Blanc era a figura mais interessante com sobras, neste terceiro filme, ele divide a atenção e o protagonismo com o ótimo personagem vivido por Josh O'Connor. A dupla dá muito certo, se equilibrando em seus contrapontos e acendendo as melhores discussões do longa. Apesar de se alongar demais em sua resolução, Rian Johnson entrega mais um caso interessante, com um bom elenco de apoio.
A Hora do Mal
3.7 1,0KO filme vai desvendando o mistério do desaparecimento das crianças aos poucos, utilizando a perspectiva de cada personagem por vez, criando uma narrativa que joga com a cronologia dos fatos, o que prende muito bem a atenção no início, mas depois fica um pouco repetitivo. A atuação da Amy Madigan e sua personagem em si, engolem o filme na segunda parte, entregando as cenas que ficarão na memória do público por um bom tempo. Também sou do time que não curtiu tanto o final.
Pecadores
4.0 1,2KRyan Coogler já é uma referência em cinema com protagonismo negro e narrativas raciais, Pecadores é seu filme mais ousado. Já tivemos muitos filmes que usam do horror como alegoria de resistência e resiliência racial, mas aqui talvez tenhamos um dos mais explícitos do gênero. Com o melhor elenco de apoio da temporada, bons personagens, atuações de destaque, mesmo com tempo de tela reduzido. Miles Caton está encantador e deveria ser considerado para temporada de prêmios.
Jurassic World: Domínio
2.8 604 Assista AgoraNostalgia nenhuma segura um roteiro ruim e que não sabe o que fazer com tantos personagens. Salva algumas boas cenas de ação. Das muitas discussões levantadas, o tráfico de dinossauros poderia render situações interessantes. A pior ideia de longe foi a de colocar gafanhotos com um discurso ambiental raso e repetitivo.
Zootopia 2
3.7 170 Assista AgoraO ponto alto do filme continua sendo a criatividade com que os personagens interagem entre si e a cidade, os novos cenários e as novas espécies inseridas na história também são bem satisfatórios. O primeiro foi mais interessante por ser novidade e o roteiro deste segundo longa tem alguns pontos de barriga tornando o filme um pouco cansativo em determinadas passagens, mas continua sendo uma boa experiência para toda família.
Assassino por Acaso
3.4 228Anualmente, Hollywood lança dezenas de comédias românticas no piloto automático, é um gênero que, apesar de não estar mais em alta, sempre encontra seu público fiel. Esporadicamente temos alguns exemplares que se destacam, Assassino por acaso é um desses. E temos dois grandes responsáveis por isso, Richard Linklater e Glen Powell, o primeiro dirige e roteiriza muito bem, envolve o público em seus personagens construindo cenas simples e muito funcionais, além dos diálogos sempre bem interessantes. Já Glen Powell, que também assina o roteiro, está em uma atuação dentre as melhores do gênero, carismático e versátil em todas as nuances necessárias para dar conta de um personagem multifacetado.
Close
4.2 661 Assista AgoraÉ impossível passar indiferente a Close, suas sutilezas ao retratar o início da adolescência por qual todos passamos, um período de incertezas e inseguranças, onde nossas amizades são intensas ao mesmo tempo que frágeis o suficiente para sucumbir às pressões externas. O diretor Lukas Dhont escolhe levar as emoções até o público através do visual, do olhar e dos gestos, pouca coisa é falada mas está tudo lá. Os jovens atores são tão expressivos que não resta dúvida dos sentimentos e angústias de seus personagens.
Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice
3.4 591 Assista AgoraQue Tim Burton tem um estilo único e marcante, já é do conhecimento de todos. Aqui está mais uma prova que o diretor ainda consegue prender nossa atenção com seu imaginário tão peculiar. Beetlejuice é um ótimo personagem, neste segundo filme ele tem mais espaço de tela e mais orçamento e tecnologia para efeitos especiais, o que para mim, torna este filme mais agradável de assistir que o primeiro. Mas não está impecável, o filme não consegue lidar com a gama de personagens coadjuvantes interessantes (principalmente a Delores de Monica Bellucci) e também não emplaca quando tenta emular um pequeno drama familiar entre mãe e filha, as personagens parecem funcionar melhor separadas.
Sempre em Frente
3.9 164Mike Mills merece mais visibilidade e isso já tem um tempo. Seus roteiros são certeiros em alinhar nossas tristezas e alegrias diárias com uma perspectiva de futuro, tanto incerto quanto instigante. Aqui a direção está ainda mais sensível, guiando o elenco por entre todas as complexidades do subtexto de maneira a parecer tudo muito simples. O elenco aliás está formidável, com destaque ao jovem Woody Norman.
Morbius
2.3 541Depois da chuva de críticas, esperei chegar no streaming para assistir. E a Sony segue afogando bons personagens em roteiros muito ruins. Os efeitos nada especiais conseguem piorar as cenas de ação que já não seriam boas. Uma bomba.
Venom: Tempo de Carnificina
2.7 661 Assista AgoraUm filme que tinha o potencial de ser na linha do Deadpool, mas acaba desperdiçando um ótimo personagem em uma trama rasa e desinteressante, vilões genéricos, cenas cansativas de ação e um arco romântico dispensável. Mas ainda sim acredito que seja um personagem que pode ser bem utilizado no próximo Homem Aranha. Aguardemos dezembro.
Noite Passada em Soho
3.5 800 Assista AgoraGostei bastante do início do filme, as personagens principais são ótimas e as atrizes entregam boas atuações. Edgar Wright já provou ser um diretor bem criativo e mais uma vez entrega cenas interessantes e muito bem filmadas. Mas tive alguns problemas com o final, me pareceu um pouco atropelado, repetitivo e acaba caindo em lugares comuns do gênero. No geral foi uma experiência positiva. Deve ficar de fora do Oscar.
Os Fantasmas Se Divertem
3.9 1,8K Assista AgoraFui com uma expectativa mais alta e acabei saindo com uma sensação dividida entre um filme esquecível e um feel good movie que atende as necessidades de uma tarde preguiçosa. Decepciona sem dúvida quanto a falta de tempo de tela do personagem título, porém diverte com um bom elenco de apoio e com a atmosfera típica dos filmes do diretor. O maior problema está ao final do filme, apressado demais e pouco inspirador. A melhor descoberta foi ver Alec Baldwin que, apesar de jovem, já está muito solto em cena.
O Iluminado
4.3 4,0K Assista AgoraAquele filme que te faz pensar: porque demorei tanto tempo para assistir? Fiquei entretido do início ao fim, um dos melhores filme de terror de todos os tempos. E funciona tanto como entretenimento quanto por uma análise aprofundada da mente humana. O cenário e as atuações se destacam mas tudo sobre o comando de um diretor inspirado, Kubrick sabe criar tensão em seus espectadores, nos manipula em cada minuto de filme.
Viúva Negra
3.5 1,0K Assista AgoraA personagem merecia uma final mais épica, mas fiquei satisfeito com o resultado, é um bom arroz com feijão da Marvel. Destaque acabou ficando com a personagem da Florence que chama os momento mais inspirados do filme para si, roubando esporadicamente o protagonismo do filme. As cenas de ação são ok, algumas forçadas de barra diminuem a experiência, mas o equilíbrio entre humor e drama vem na dose certa entregando bons momentos.
Cinderela
2.6 306 Assista AgoraCheio de boas intenções mas sofrível em sua execução, me parece até que faltou orçamento para um refinamento nos quesitos técnicos. De positivo fica a boa tentativa do roteiro em atualizar a história pela ótica de uma protagonista mais dona de si. Camila Cabello pode não brilhar mas é carismática o suficiente e me parece ter potencial para render bem mais.
Aconteceu Naquela Noite
4.2 342 Assista AgoraA primeira comédia a ganhar o Oscar de melhor filme em 1935 e também o primeiro filme a ter as 5 principais estatuetas, não tem como negar a importância de Aconteceu naquela noite. Claro que algumas passagens não envelheceram muito bem, mas alguns filmes da década passada já sofrem com isso. Sua principal força sem dúvida está na dupla excelente de protagonistas que mesmo depois de tanto tempo, ainda cativam o público como em poucos exemplares do gênero.
A Concerto Is a Conversation
3.6 29Deixa aquela vontade de não querer que o papo acabe, de querer assistir mais sobre a vida dos dois e como eles se relacionam. O ritmo é muito bom e a história que parecia muito simples, ganha novas dimensões.
O Grande Ivan
3.3 94Entendo perfeitamente que o público alvo é o infantil mas achei que o filme carece de empolgação até mesmo para a criançada. Há momentos em que pesa na melancolia e na falta de ritmo.
Mas falando dos trabalhos de vozes e nos efeitos especiais, melhora ainda mais as técnicas adotadas no Rei Leão, os animais ficaram perfeitos.
Tenet
3.4 1,3K Assista AgoraA preguiça eu tinha mesmo antes de dar o play. Vim assistir só agora por conta do Oscar mesmo. A experiência foi até melhor do que eu imaginava, têm cenas muito boas de ação e o protagonista é simpático. O problema fica por conta de um roteiro que tenta ser inventivo ou inovador mas precisa ficar se explicando a cada 20 minutos de filme para entregar o mínimo de coerência e acaba sendo mais irritante do que realmente complexo.
Agente Duplo
4.2 101É o tipo de filme que vem para quebrar preconceitos com documentários. As partes roteirizadas são ótimas e completam muito bem as filmagens feitas pelo tal agente duplo. Uma pérola do cinema latino que atinge todos os públicos, impossível não sair sensibilizado com a situação dos idosos.