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Olá! Seja bem vindo/a quem gostam de discutir sobre filmes e séries. Sejam banidos daqui todos aqueles que entram nos comentários para provocar, fazer graça e vomitar seus preconceitos.

Últimas opiniões enviadas

  • Ederson Armelim

    Você não sabe se isso é um documentário ou um thrilher escrito por alguém como Tom Clancy. 

    São impressionantes os rumos dessa história, pensando que o ponto de partida era de alguém que estava investigando casos de doping em provas de ciclistas amadores e acaba entrando em uma conspiração do governo russo para encobrir casos de doping de seus atletas olímpicos. 

    Documentário imperdível.

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  • Ederson Armelim

    Ontem vi Blade Runner 2049. Não vou falar quase nada sobre ele, já que logo no início do filme uma situação se coloca diante do espectador e é um ponto importante durante toda narrativa.

    Gostaria de falar qual é o meu apreço por este mundo tomando como base o filme original de 1982. Sempre me instigou o fato da evolução das inteligências artificiais. No mundo de Blade Runner os robôs, ou replicantes, são evoluídos até o ponto no qual se tornam um humano. São capazes de pensar, tomar decisões, ter sentimentos e dores como todos nós. Então, o que diferencia nós dos replicantes, já que somos também um amontoado de matérias e impulsos elétricos? Escravizar os replicantes e depois caçá-los não é um ato de crueldade tal como caçar um ser humano?

    Nesta distopia, uma Los Angeles high tech decadente e suja, a justificativa para a desumanização e violência contra os replicantes é o fato de não terem alma. Essa lógica já existiu e ainda existe entre grupos de pessoas no nosso mundo, não? Essas são algumas das questões dentro de uma história muito simples: um caçador de androides perseguindo 4 replicantes que se rebelaram da escravidão e voltaram para Terra. A força da produção está justamente na forma como aborda essas questões, nos causando empatia com os replicantes e nos fazendo filosofar sobre suas condições e nossa condição humana. E nem vou falar nos efeitos visuais e fotografia que continuam atuais.

    Falar do Blade Runner original (1982) é falar também acerca da principal teoria sobre o personagem principal. Deckard é ou não um replicante também? Durante todo filme há indícios deste fato. Ele demonstra menos sentimentos que os replicantes durante todo o filme. Quando finalmente o vemos sentir algo, é por estar na presença da morte. A morte é o grande medo dos androides, já que não há nada mais para eles depois desta vida. Há também seu apego pelas lembranças, como os replicantes o fazem, e algumas rimas visuais que dão força a teoria. Sendo assim, é interessante pensar na evolução do personagem como um humano se descobrindo igual (ou um) replicante.

    E, sem entregar nada, fiquei impressionado com essa continuação, Blade Runner 2049, ser uma evolução natural deste tema. Estamos diante de um novo personagem, que também vai traçar seu próprio caminho de descoberta neste mundo igualmente artificial e decadente. O filme me ganhou, encantou-me por não ser uma mera expansão ou um caça-níquel sobre o que aconteceu com Deckard. É um filme que se propõe a prolongar todas as questões que me atraem no primeiro filme e vai além, trazendo preocupações novas.

    Um filme que não precisava de uma continuação acabou de ganhar uma sequência poderosa e necessária de ser vista por pessoas que, assim como eu, encantam-se com essas questões e com esse mundo.

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  • Ederson Armelim

    Este filme estava caminhando para ser mais uma ficção genérica, porém divertida de se acompanhar, até chegar a sua conclusão...
    Sempre me irrito quando a direção e montagem é feita

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    única e exclusivamente para enganar o espectador.
    Sei que todo filme de terror tende a terminar com uma cena pessimista, condenando os personagens ou a humanidade, mas há maneiras muito mais eficientes de chegar nesta conclusão sem tratar o espectador como bobo de uma pegadinha do Malandro.

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  • Gustavo
    Gustavo

    Concordo plenamente com sua opinião sobre Boyhood, um filme de momentos, como você escreveu! Só fiquei chocado com a quantidade de dislikes que os comentários positivos como os nossos levam. :(

  • Gustavo
    Gustavo

    Acho que você não irá se arrepender. Virei fã de Ozu no segundo filme que vi dele. Ainda bem que temos uma distribuidora cuidadosa como a Versátil para lançar essas preciosidades!

    Cumps.

  • Laís Araujo
    Laís Araujo

    Obrigada! :)
    Estava vendo seus favoritos por aqui e tem muita coisa sensacional, e outras que morro de vontade de assistir, rs.
    Eu assisti online com um amiga, a imagem não era das melhores mas mesmo assim vale a pena. Perguntarei pra ela o site direitinho e te passo.