Uma ótima comédia anti-romântica! O texto é direto, afiado e cheio de humor ácido, com atuações excelentes. O elenco de apoio é muito bom e a participação de Allison Janney rende uma cena ótima. Mas o casal protagonista que ninguém imaginou é quem domina o filme desde o primeiro minuto: Olivia Colman e Benedict Cumberbatch estão fora de série e parecem muito à vontade fazendo esse tipo de humor.
Infelizmente vou precisar ser meio óbvio e afirmar que, certamente, o embrião de "A Substância" surgiu nesse curta. Dez anos antes do longa, ela já tinha a história e algumas ideias de como queria contá-la. Além disso, nesse curta já é possível identificar elementos narrativos utilizados pela diretora posteriormente no longa, como os efeitos sonoros nos momentos de tensão, com elevação do volume e arranjos distorcidos. Excelente!
Um grande besteirol americano estilo "American Pie", só que dessa vez com o protagonista em conflito com sua sexualidade. Diálogos rasos, personagens estereotipados e sem nenhum arco de desenvolvimento ao longo da trama. Demora sete episódios para finalmente entendermos qual é o conflito do personagem principal com um ex-colega de escola. Poderia ter sido mostrado antes para tentarmos ter alguma simpatia pelo protagonista, mas preferiram mostrá-lo ao longo de toda a série como alguém lutando mais para manter a pose de hetero do que para se entender como homem gay.
Com apenas três personagens, o filme dá a impressão de ser uma peça de teatro mal adaptada para o cinema. Os diálogos são mal escritos, o que torna algumas cenas artificiais e engessadas. O protagonista, Ro, é insuportável - seja pela atuação mediana, seja pelo texto fraco. O personagem não se desenvolve ao longo da trama. É impossível torcer por ele!
Em pleno 2025, o velho drama do homem padrão que sente desejo por outros homens, mas reprime isso para manter uma vida heteronormativa e infeliz, já não é mais a única narrativa possível — ainda que continue sendo uma realidade. O filme escolhe o caminho mais fácil e entrega um final covarde.
A série é um exemplo clássico de drama médico apoiado em clichês: pacientes com sintomas incomuns, hipóteses mirabolantes e diagnósticos raros que surgem após uma série de tentativas e erros. O diferencial aqui é que as doenças tratadas estão ligadas ao cérebro, já que o protagonista é um neurologista pouco ortodoxo.
Cada episódio segue uma estrutura já vista anteriormente em outras produções: um caso médico enigmático, a equipe desafiando protocolos e uma resolução final que mistura alívio com uma "lição de moral" sobre humanidade ou ética médica. Os dramas pessoais dos personagens servem como pano de fundo, mas muitas vezes são reduzidos a diálogos superficiais. O texto é fraco e as atuações são medianas. Não há grandes destaques. Zachary Quinto é só charmoso. Está longe de ser um bom ator. Seu par romântico, bem como outros personagens, acabam sendo mais convincentes.
O último episódio, porém, acerta ao investir no melodrama e emociona, mas isso não torna a série nada excepcional. É apenas um "mais do mesmo".
Anne Hathaway é uma atriz formidável, mas aqui tá no modo piloto automático. O filme vale pelos momentos cliché e engraçadinhos de toda comédia romântica, mas na média é bem ruim.
Bom filme, tanto no roteiro como no visual. Pedro Pascal está incrivelmente charmoso como Silva. Ethan Hawke mostra um Jake sisudo, cansado, mas nem por isso menos interessante. A entrevista após os créditos ajuda a compreender os detalhes do filme e o processo de criação do diretor espanhol. O que me deixou indignado foi a resposta do Almodóvar quando perguntado sobre como ele imaginava a continuação da história. Ele deveria ter feito um longa com todas aquelas ideias. Seria genial!
Atuações impecáveis tanto do casal protagonista interpretado por Olivia Colman e David Thewlis, como do elenco de apoio. Confesso que às vezes perdi o foco, afinal é uma história de crime real contada com doses de teatro e realismo fantástico, às vezes soando puro nonsense! A estética do quarto episódio é linda. Talvez se fosse reeditado como um filme ao invés de minissérie, ficasse mais coeso, mas ainda sim foi uma grata surpresa.
A história vai do nada a lugar nenhum. O filme peca pela ausência de trilha/efeitos sonoros em algumas cenas de clima mais tenso. A filmagem digital não caiu bem. Apesar da nitidez e beleza das cores, fica parecendo um especial feito para TV
Jake Sully é um sujeito que vive uma vida pacata com sua família e é respeitado em sua comunidade. Sua vida começa a sair dos eixos quando seus filhos pré-adolescentes começam a aprontar demais e um desafeto das antigas reaparece para acertar as contas.
Sim. É isso aí mesmo! A história contada é de problemas de uma família de classe média. Perdeu-se quase todos os fios condutores da narrativa presentes no primeiro filme.
Sei que não dava pra esperar nenhum roteiro elaborado do James Cameron. Ele sempre vai pelo básico e eu particularmente não considero desonesto um roteiro "feijão com arroz", desde que seja bem feito. Mas isso aí tá abaixo do básico. É ruim mesmo. Embora seja um espetáculo visual incrível, a história é boba demais pra te prender no cinema por três horas.
O roteiro não é de todo ruim. Parece feito pra teatro. Tem até uma passagem que me lembrou "Sonho de Uma Noite de Verão". Talvez tenha faltado uma boa revisão pra ficar melhor no cinema. Agora, tirando o barbudo, as atuações são horríveis. Aí fica difícil defender.
Sabe aquelas coisas que passam na Globo nas quartas-feiras que não tem futebol, que você não sabe de onde veio, que não é necessariamente horrível, mas também não é lá grande coisa? É uma boa definição pra SkyMed.
O roteiro é fraco, com muitos diálogos clichés, melosos e maniqueístas que já vimos em todas as séries e filmes possíveis. Parece que foi escrito por um algoritmo.
Personagens principais fracos, com alguns dramas reais, porém as atuações são de medianas a muito ruins. Nenhuma performance em especial faz você olhar pro ator/atriz e querer assistir alguma outra produção com eles.
Se tiver outra temporada, não faço muita questão de assistir.
Caiu e muito a qualidade! Tem episódio em que simplesmente nada acontece. O J ganha mais poder e protagonismo na trama, porém o ator está cada vez mais inexpressivo à la Cigano Igor (+35 entenderão a referência!) Pope tá cada vez mais maluco e o ator cada vez mais canastrão no papel Deran e Craig ficaram mais interessantes nessa temporada, mas não foi o suficiente pra salvar o bonde.
Manteve o ritmo do final da primeira temporada com um roteiro mais empolgante que prende a atenção, mas o último episódio é um show de atuações ruins tipo novela da Record. Felizmente a última cena salva e mantém o interesse pra temporada seguinte
Como convencer alguém a assistir uma série cujo personagem principal é um adolescente apático? Meio difícil, né? Os personagens secundários são infinitamente mais interessantes e é o que acaba nos prendendo. Só fica boa mesmo lá no 7° episódio e engrena pela segunda temporada que é bem mais interessante.
Bom filme. Os personagens principais são figuras bem interessantes que mostram bem suas angústias e sentimentos ao longo do filme. Embora o fio condutor seja o romance,
acredito que se trata de uma história sobre escolhas e suas consequências (e obviamente pensar em um mundo que obriga muitas pessoas a fazerem determinadas escolhas até mesmo por questões de sobrevivência).
As reações da mãe e da amiga do Mario nos momentos de "revelação" são ótimas! Por fim, é um ótimo exemplo de que filme LGBT não precisa ter uma tragédia no final pra contar uma boa história
Achei arrastado em alguns momentos, tanto que quase desisti no terceiro episódio, mas segui firme e tive boas surpresas, principalmente no desenvolvimento dos personagens secundários.
Toni Collette é a melhor morta-viva! Juliette Binoche simplesmente fantástica faz a gente torcer pra que ela esteja certa.
E Colin Firth consegue ser tão charmoso que a gente quase acredita na inocência do sujeito! E apesar de mostrar algumas falhas de caráter desde o começo, os dois últimos episódios desnudam um Michael Peterson totalmente narcisista e manipulador. É provável que tenha sido o assassino, mas antes disso é alguém que sugou todas as energias das pessoas ao seu redor e ainda as fazia crer que estava tudo bem.
Um trabalho de excelência onde roteiro, direção e atuações se encaixam perfeitamente. Os temas abordados, principalmente o luto, dão um tom pesado à série, mas nem por isso ela se torna cansativa de assistir. Tudo flui muito bem. Kate Winslet está soberba! Acho que desde Pecados Íntimos (2006) não a via tão intensa em uma personagem. O último capítulo me virou do avesso! Fazia tempos que não assistia algo tão excepcional.
Roteiro fraco, atuações sofríveis, cenas ruins com diálogos absolutamente rasos e clichés. Uns enquadramentos bem horríveis também. Fico me perguntando se o livro que inspirou o filme (The Story of Roman) também é ruim ou se a adaptação é que foi péssima, porque o enredo parecia promissor mas não chegou a lugar nenhum.
Quinze Dias
3.7 111 Assista AgoraAquela bobeirinha gostosa que faz bem pro coração 🩵
Os Roses: Até que a Morte os Separe
3.4 70 Assista AgoraUma ótima comédia anti-romântica! O texto é direto, afiado e cheio de humor ácido, com atuações excelentes. O elenco de apoio é muito bom e a participação de Allison Janney rende uma cena ótima. Mas o casal protagonista que ninguém imaginou é quem domina o filme desde o primeiro minuto: Olivia Colman e Benedict Cumberbatch estão fora de série e parecem muito à vontade fazendo esse tipo de humor.
Reality+
3.7 27Infelizmente vou precisar ser meio óbvio e afirmar que, certamente, o embrião de "A Substância" surgiu nesse curta.
Dez anos antes do longa, ela já tinha a história e algumas ideias de como queria contá-la. Além disso, nesse curta já é possível identificar elementos narrativos utilizados pela diretora posteriormente no longa, como os efeitos sonoros nos momentos de tensão, com elevação do volume e arranjos distorcidos. Excelente!
Muito Esforçado (1ª Temporada)
3.8 80 Assista AgoraUm grande besteirol americano estilo "American Pie", só que dessa vez com o protagonista em conflito com sua sexualidade. Diálogos rasos, personagens estereotipados e sem nenhum arco de desenvolvimento ao longo da trama.
Demora sete episódios para finalmente entendermos qual é o conflito do personagem principal com um ex-colega de escola. Poderia ter sido mostrado antes para tentarmos ter alguma simpatia pelo protagonista, mas preferiram mostrá-lo ao longo de toda a série como alguém lutando mais para manter a pose de hetero do que para se entender como homem gay.
Straight
2.5 21 Assista AgoraCom apenas três personagens, o filme dá a impressão de ser uma peça de teatro mal adaptada para o cinema. Os diálogos são mal escritos, o que torna algumas cenas artificiais e engessadas. O protagonista, Ro, é insuportável - seja pela atuação mediana, seja pelo texto fraco. O personagem não se desenvolve ao longo da trama. É impossível torcer por ele!
Em pleno 2025, o velho drama do homem padrão que sente desejo por outros homens, mas reprime isso para manter uma vida heteronormativa e infeliz, já não é mais a única narrativa possível — ainda que continue sendo uma realidade. O filme escolhe o caminho mais fácil e entrega um final covarde.
Mentes Extraordinárias (1ª Temporada)
3.5 8 Assista AgoraA série é um exemplo clássico de drama médico apoiado em clichês: pacientes com sintomas incomuns, hipóteses mirabolantes e diagnósticos raros que surgem após uma série de tentativas e erros. O diferencial aqui é que as doenças tratadas estão ligadas ao cérebro, já que o protagonista é um neurologista pouco ortodoxo.
Cada episódio segue uma estrutura já vista anteriormente em outras produções: um caso médico enigmático, a equipe desafiando protocolos e uma resolução final que mistura alívio com uma "lição de moral" sobre humanidade ou ética médica. Os dramas pessoais dos personagens servem como pano de fundo, mas muitas vezes são reduzidos a diálogos superficiais. O texto é fraco e as atuações são medianas. Não há grandes destaques. Zachary Quinto é só charmoso. Está longe de ser um bom ator. Seu par romântico, bem como outros personagens, acabam sendo mais convincentes.
O último episódio, porém, acerta ao investir no melodrama e emociona, mas isso não torna a série nada excepcional. É apenas um "mais do mesmo".
Apenas Amigos
3.3 67 Assista AgoraFilme leve, despretensioso. Bom pra passar o tempo
Uma Ideia de Você
3.2 404 Assista AgoraAnne Hathaway é uma atriz formidável, mas aqui tá no modo piloto automático. O filme vale pelos momentos cliché e engraçadinhos de toda comédia romântica, mas na média é bem ruim.
Beira-Mar
2.7 457Poderia facilmente ser um curta só com os últimos 20 minutos de projeção. E ainda assim seria muito ruim.
Estranha Forma de Vida
3.3 187 Assista AgoraBom filme, tanto no roteiro como no visual. Pedro Pascal está incrivelmente charmoso como Silva. Ethan Hawke mostra um Jake sisudo, cansado, mas nem por isso menos interessante.
A entrevista após os créditos ajuda a compreender os detalhes do filme e o processo de criação do diretor espanhol.
O que me deixou indignado foi a resposta do Almodóvar quando perguntado sobre como ele imaginava a continuação da história. Ele deveria ter feito um longa com todas aquelas ideias. Seria genial!
Landscapers
3.6 28Atuações impecáveis tanto do casal protagonista interpretado por Olivia Colman e David Thewlis, como do elenco de apoio.
Confesso que às vezes perdi o foco, afinal é uma história de crime real contada com doses de teatro e realismo fantástico, às vezes soando puro nonsense!
A estética do quarto episódio é linda.
Talvez se fosse reeditado como um filme ao invés de minissérie, ficasse mais coeso, mas ainda sim foi uma grata surpresa.
O Baile dos 41
3.8 49 Assista AgoraA história vai do nada a lugar nenhum. O filme peca pela ausência de trilha/efeitos sonoros em algumas cenas de clima mais tenso.
A filmagem digital não caiu bem. Apesar da nitidez e beleza das cores, fica parecendo um especial feito para TV
O Pianista
2.8 2 Assista AgoraÉ um mistério romântico que tem balé, um relacionamento abusivo e pitadas de sobrenatural. Junte tudo isso com diálogos rasos e atuações medíocres.
O resultado: pavoroso, é claro!
Avatar: O Caminho da Água
3.9 1,4K Assista AgoraJake Sully é um sujeito que vive uma vida pacata com sua família e é respeitado em sua comunidade. Sua vida começa a sair dos eixos quando seus filhos pré-adolescentes começam a aprontar demais e um desafeto das antigas reaparece para acertar as contas.
Sim. É isso aí mesmo! A história contada é de problemas de uma família de classe média. Perdeu-se quase todos os fios condutores da narrativa presentes no primeiro filme.
Sei que não dava pra esperar nenhum roteiro elaborado do James Cameron. Ele sempre vai pelo básico e eu particularmente não considero desonesto um roteiro "feijão com arroz", desde que seja bem feito. Mas isso aí tá abaixo do básico. É ruim mesmo. Embora seja um espetáculo visual incrível, a história é boba demais pra te prender no cinema por três horas.
Tio James, desejo melhoras para os próximos!
Leather
2.3 21 Assista AgoraO roteiro não é de todo ruim. Parece feito pra teatro. Tem até uma passagem que me lembrou "Sonho de Uma Noite de Verão". Talvez tenha faltado uma boa revisão pra ficar melhor no cinema.
Agora, tirando o barbudo, as atuações são horríveis. Aí fica difícil defender.
SkyMed (1ª Temporada)
3.4 4 Assista AgoraSabe aquelas coisas que passam na Globo nas quartas-feiras que não tem futebol, que você não sabe de onde veio, que não é necessariamente horrível, mas também não é lá grande coisa? É uma boa definição pra SkyMed.
O roteiro é fraco, com muitos diálogos clichés, melosos e maniqueístas que já vimos em todas as séries e filmes possíveis. Parece que foi escrito por um algoritmo.
Personagens principais fracos, com alguns dramas reais, porém as atuações são de medianas a muito ruins. Nenhuma performance em especial faz você olhar pro ator/atriz e querer assistir alguma outra produção com eles.
Se tiver outra temporada, não faço muita questão de assistir.
Animal Kingdom (3ª Temporada)
4.0 30 Assista AgoraCaiu e muito a qualidade! Tem episódio em que simplesmente nada acontece.
O J ganha mais poder e protagonismo na trama, porém o ator está cada vez mais inexpressivo à la Cigano Igor (+35 entenderão a referência!)
Pope tá cada vez mais maluco e o ator cada vez mais canastrão no papel
Deran e Craig ficaram mais interessantes nessa temporada, mas não foi o suficiente pra salvar o bonde.
A melhor parte foi a morte do Baz cujo ator era péssimo e a saída da Nicky que era uma inútil.
Animal Kingdom (2ª Temporada)
4.2 26 Assista AgoraManteve o ritmo do final da primeira temporada com um roteiro mais empolgante que prende a atenção, mas o último episódio é um show de atuações ruins tipo novela da Record. Felizmente a última cena salva e mantém o interesse pra temporada seguinte
Animal Kingdom (1ª Temporada)
4.1 46 Assista AgoraComo convencer alguém a assistir uma série cujo personagem principal é um adolescente apático? Meio difícil, né? Os personagens secundários são infinitamente mais interessantes e é o que acaba nos prendendo.
Só fica boa mesmo lá no 7° episódio e engrena pela segunda temporada que é bem mais interessante.
Mário e Leon: No Amor e no Jogo
3.8 89Bom filme. Os personagens principais são figuras bem interessantes que mostram bem suas angústias e sentimentos ao longo do filme.
Embora o fio condutor seja o romance,
acredito que se trata de uma história sobre escolhas e suas consequências (e obviamente pensar em um mundo que obriga muitas pessoas a fazerem determinadas escolhas até mesmo por questões de sobrevivência).
As reações da mãe e da amiga do Mario nos momentos de "revelação" são ótimas!
Por fim, é um ótimo exemplo de que filme LGBT não precisa ter uma tragédia no final pra contar uma boa história
Fire Island: Orgulho & Sedução
3.4 96 Assista AgoraO roteiro é basicamente um compilado de interações de gays no Twitter.
A Escada
3.7 110Achei arrastado em alguns momentos, tanto que quase desisti no terceiro episódio, mas segui firme e tive boas surpresas, principalmente no desenvolvimento dos personagens secundários.
Toni Collette é a melhor morta-viva! Juliette Binoche simplesmente fantástica faz a gente torcer pra que ela esteja certa.
E Colin Firth consegue ser tão charmoso que a gente quase acredita na inocência do sujeito! E apesar de mostrar algumas falhas de caráter desde o começo, os dois últimos episódios desnudam um Michael Peterson totalmente narcisista e manipulador. É provável que tenha sido o assassino, mas antes disso é alguém que sugou todas as energias das pessoas ao seu redor e ainda as fazia crer que estava tudo bem.
Mare of Easttown
4.4 700 Assista AgoraUm trabalho de excelência onde roteiro, direção e atuações se encaixam perfeitamente.
Os temas abordados, principalmente o luto, dão um tom pesado à série, mas nem por isso ela se torna cansativa de assistir. Tudo flui muito bem.
Kate Winslet está soberba! Acho que desde Pecados Íntimos (2006) não a via tão intensa em uma personagem.
O último capítulo me virou do avesso! Fazia tempos que não assistia algo tão excepcional.
Segredos de Guerra
3.5 65 Assista AgoraRoteiro fraco, atuações sofríveis, cenas ruins com diálogos absolutamente rasos e clichés. Uns enquadramentos bem horríveis também. Fico me perguntando se o livro que inspirou o filme (The Story of Roman) também é ruim ou se a adaptação é que foi péssima, porque o enredo parecia promissor mas não chegou a lugar nenhum.