Visualmente muito lindo em todos os sentidos. Belo, poético e hipnótico. É como se fosse a história de uma sereia. E por si só não precisa ter sentido. Futilidade como arte parece presunçoso, mas é essa sensação que o filme me trouxe, infelizmente me decepcionou.
Trauma, submissão, fetiche e romantização da pedofilia. Uma desconstrução de um crime hediondo através do fetiche do Hank sobre Aaron. Já vi filmes horríveis, e gratuitos (que esse de forma ligeira se enquadra). Gostaria de ter pensado mais sobre o filme, mas a realidade é exposta de forma tão crua que a reflexão quase se torna redundante. Triste, interessante e perturbador. Hank tentando lutar contra seu próprio monstro e Aaron se afundando no obscuro da mente humana por dinheiro deixando de ser ele mesmo aos poucos.
Eu acho essa série muito engraçada mas ela possui muitas piadas racistas e com teor ambíguo. Exemplo do episódio 24 em que Sal está grávida de Eddie, e a bolsa estoura e ela diz pra ele que quando alguns bebês nascem prematuros eles podem vir negros. Kkkkkk 💀 (isso com apenas 4 meses de relacionamento)
É um misto de sentimentos essa série. Roteiro que instiga, porém repetitivo as vezes. Lutas legaizinhas. Não achei monótono. Porém o reacher possui um filtro bem visível nele, parece IA, na maioria das cenas sociáveis fica tão deslocado visualmente, as vezes até robótico. Acho que por isso colocam ele comendo toda hr pra disfarçar kkkk
Melhora bastante depois do segundo episódio. O 3 é muito bom! É um pouquinho batido por temas culturais e racistas que me fizeram lembrar um pouco do humor do Mo e do Ramy Youssef. Mas é divertido de acompanhar.
Parece um filme de ação qualquer, mas é um zoológico social de pedofilia, racismo, etarismo, beleza como arma e vulnerabilidade como moeda.
Connie passa a noite explorando o que os outros enxergam: o coitado, o deficiente, o inocente, o sedutor. Até a deficiência do Nikki vira uma brecha. E quando ele chama o cara da droga de fracassado que mama na mãe e vive de benefício, soa menos como crítica e mais como inveja das vantagens que ele enxerga no próprio irmão por ser PCD. KKKKK.
O mais venenoso é isso: ninguém ali é exatamente vítima ou vilão. Todo mundo transforma a desgraça alheia em oportunidade.
Um filme sobre gente miserável descobrindo que até a própria vulnerabilidade pode ser um bom negócio.
Odeio filme com estereótipo supercaricato: uma espécie de ser humano vira-lata que só pensa em necessidade básica — comida e sexo — e acha que isso já é suficiente para construir humor.
Mas o pior é a romantização do analfabetismo. Todo mundo fala errado, não sabe fazer nada direito e o filme transforma ignorância em charme e incompetência em piada. É uma caricatura tão preguiçosa que parece esquete da Globo esticada até virar longa-metragem.
A Anya Taylor-Joy tem tudo, menos as características que sua aparência física parece prometer. Olhando para ela, você esperaria uma mulher chique, delicada, charmosa, elegante, talvez até com aquele ar de soberba aristocrática. Mas ela não transmite absolutamente nada disso. Há algo de permanentemente inquieto nela, como se estivesse prestes a descobrir um cadáver no porão ou fugir de alguém. Sua beleza parece muito mais feita para o suspense do que para a sofisticação. E justamente por isso que sempre que a vejo em alguma produção onde a beleza que dita o tipo de personagem que ela é, ela me soa brega.
E talvez esse seja o problema: o filme parece apostar justamente em uma aura que ela não possui. Fica aquela sensação de estar vendo uma modelo de alta-costura tentando convencer você de que é uma personagem interessante. Fora ela, achei que o grande elenco combinou.
No fim, o filme entretém. E só. É aquele tipo de coisa que você assiste quando já esgotou as opções e pensa: “bom, pelo menos isso está passando”.
Não esperava nada desse filme, mas até que é bem divertido. O tempo passou voando. Nada de inovador no roteiro, porém achei interessante a maturidade sobre relações abertas e o que isso pode fazer refletir dentro de uma relação em ruínas.
Crystal Lake (1ª Temporada)
3.9 101 Assista AgoraBem envolvente, e as cenas gore são do caralho!! O suspense bem trabalhado que instiga saber mais sobre a história a cada minuto e episódio.
Parthenope: Os Amores de Nápoles
3.2 37Visualmente muito lindo em todos os sentidos.
Belo, poético e hipnótico.
É como se fosse a história de uma sereia. E por si só não precisa ter sentido.
Futilidade como arte parece presunçoso, mas é essa sensação que o filme me trouxe, infelizmente me decepcionou.
Carrie, A Estranha (1ª Temporada)
3.6 237 Assista AgoraFica legal a partir do 5 episódio.
Com trinta minutos a menos seria ideal.
Sem Cortes
3.1 16 Assista AgoraTrauma, submissão, fetiche e romantização da pedofilia.
Uma desconstrução de um crime hediondo através do fetiche do Hank sobre Aaron. Já vi filmes horríveis, e gratuitos (que esse de forma ligeira se enquadra). Gostaria de ter pensado mais sobre o filme, mas a realidade é exposta de forma tão crua que a reflexão quase se torna redundante. Triste, interessante e perturbador.
Hank tentando lutar contra seu próprio monstro e Aaron se afundando no obscuro da mente humana por dinheiro deixando de ser ele mesmo aos poucos.
Forest
4.0 1Nunca imaginei que alguém o iria cadastrar!
Fascinante, me remete a uma reflexão sobre crise existencial e psicológica.
A Família Addams 2: Pé na Estrada
2.9 72 Assista AgoraO primeiro é mil vezes melhor.
VisionQuest
3.9 11 Assista AgoraAchei legal por ser da Disney.
Até por que não gosto de suas produções.
Família Moderna (5ª Temporada)
4.5 202 Assista AgoraEu acho essa série muito engraçada mas ela possui muitas piadas racistas e com teor ambíguo.
Exemplo do episódio 24 em que Sal está grávida de Eddie, e a bolsa estoura e ela diz pra ele que quando alguns bebês nascem prematuros eles podem vir negros. Kkkkkk 💀 (isso com apenas 4 meses de relacionamento)
Cruella
4.0 1,4K Assista AgoraPior filme da Emma Stone!
Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte
3.0 141 Assista AgoraImagina se a A24 financia de novo a liberdade criativa delu??
Jogo Sujo
2.7 48 Assista Agora“Você é um idiota ou um psicopata?” Kkkkk
Diverte até, como vi em um comentário abaixo biscoitinho passatempo
Guerra Sem Regras
3.3 175 Assista AgoraCool
Corrida dos Bichos
2.5 123 Assista AgoraRuim e ousado kkkk
Reacher (1ª Temporada)
3.9 222 Assista AgoraÉ um misto de sentimentos essa série. Roteiro que instiga, porém repetitivo as vezes. Lutas legaizinhas. Não achei monótono. Porém o reacher possui um filtro bem visível nele, parece IA, na maioria das cenas sociáveis fica tão deslocado visualmente, as vezes até robótico. Acho que por isso colocam ele comendo toda hr pra disfarçar kkkk
A Isca (1ª Temporada)
3.2 8 Assista AgoraMelhora bastante depois do segundo episódio.
O 3 é muito bom!
É um pouquinho batido por temas culturais e racistas que me fizeram lembrar um pouco do humor do Mo e do Ramy Youssef. Mas é divertido de acompanhar.
Upload (4ª Temporada)
2.8 23 Assista AgoraEssa série Morreu na segunda temporada pra mim. Mas gosto tanto da ideia da série, que tem um canto especial no meu coração kkk.
Bom Comportamento
3.8 413 Assista AgoraParece um filme de ação qualquer, mas é um zoológico social de pedofilia, racismo, etarismo, beleza como arma e vulnerabilidade como moeda.
Connie passa a noite explorando o que os outros enxergam: o coitado, o deficiente, o inocente, o sedutor. Até a deficiência do Nikki vira uma brecha. E quando ele chama o cara da droga de fracassado que mama na mãe e vive de benefício, soa menos como crítica e mais como inveja das vantagens que ele enxerga no próprio irmão por ser PCD. KKKKK.
O mais venenoso é isso: ninguém ali é exatamente vítima ou vilão. Todo mundo transforma a desgraça alheia em oportunidade.
Um filme sobre gente miserável descobrindo que até a própria vulnerabilidade pode ser um bom negócio.
E o final é foda.
Paulinho Gogó em: Top Love - Só e bem acompanhado!
2.1 13Odeio filme com estereótipo supercaricato: uma espécie de ser humano vira-lata que só pensa em necessidade básica — comida e sexo — e acha que isso já é suficiente para construir humor.
Mas o pior é a romantização do analfabetismo. Todo mundo fala errado, não sabe fazer nada direito e o filme transforma ignorância em charme e incompetência em piada. É uma caricatura tão preguiçosa que parece esquete da Globo esticada até virar longa-metragem.
Ruim.
Seu Inferno Particular
2.3 17Esse foi o filme ovacionado em Cannes? 💀
Amsterdam
3.0 173 Assista AgoraA Anya Taylor-Joy tem tudo, menos as características que sua aparência física parece prometer. Olhando para ela, você esperaria uma mulher chique, delicada, charmosa, elegante, talvez até com aquele ar de soberba aristocrática. Mas ela não transmite absolutamente nada disso. Há algo de permanentemente inquieto nela, como se estivesse prestes a descobrir um cadáver no porão ou fugir de alguém. Sua beleza parece muito mais feita para o suspense do que para a sofisticação. E justamente por isso que sempre que a vejo em alguma produção onde a beleza que dita o tipo de personagem que ela é, ela me soa brega.
E talvez esse seja o problema: o filme parece apostar justamente em uma aura que ela não possui. Fica aquela sensação de estar vendo uma modelo de alta-costura tentando convencer você de que é uma personagem interessante. Fora ela, achei que o grande elenco combinou.
No fim, o filme entretém. E só. É aquele tipo de coisa que você assiste quando já esgotou as opções e pensa: “bom, pelo menos isso está passando”.
O Telefone Preto
3.5 1,2K Assista AgoraParece uma mistura de It e pânico com um toque de espiritismo pra cobrir a falta de criatividade.
O Convite
3.9 374 Assista AgoraNão esperava nada desse filme, mas até que é bem divertido. O tempo passou voando.
Nada de inovador no roteiro, porém achei interessante a maturidade sobre relações abertas e o que isso pode fazer refletir dentro de uma relação em ruínas.
A Pequena Grã-Bretanha (2ª Temporada)
4.5 2Alguém sabe onde eu possa achar?
Mundo Esperma
3.6 2 Assista AgoraMuito fofo! A trilha sonora meio glitch core combinou demais!