É um misto de sentimentos essa série. Roteiro que instiga, porém repetitivo as vezes. Lutas legaizinhas. Não achei monótono. Porém o reacher possui um filtro bem visível nele, parece IA, na maioria das cenas sociáveis fica tão deslocado visualmente, as vezes até robótico. Acho que por isso colocam ele comendo toda hr pra disfarçar kkkk
Melhora bastante depois do segundo episódio. O 3 é muito bom! É um pouquinho batido por temas culturais e racistas que me fizeram lembrar um pouco do humor do Mo e do Ramy Youssef. Mas é divertido de acompanhar.
Parece um filme de ação qualquer, mas é um zoológico social de pedofilia, racismo, etarismo, beleza como arma e vulnerabilidade como moeda.
Connie passa a noite explorando o que os outros enxergam: o coitado, o deficiente, o inocente, o sedutor. Até a deficiência do Nikki vira uma brecha. E quando ele chama o cara da droga de fracassado que mama na mãe e vive de benefício, soa menos como crítica e mais como inveja das vantagens que ele enxerga no próprio irmão por ser PCD. KKKKK.
O mais venenoso é isso: ninguém ali é exatamente vítima ou vilão. Todo mundo transforma a desgraça alheia em oportunidade.
Um filme sobre gente miserável descobrindo que até a própria vulnerabilidade pode ser um bom negócio.
Odeio filme com estereótipo supercaricato: uma espécie de ser humano vira-lata que só pensa em necessidade básica — comida e sexo — e acha que isso já é suficiente para construir humor.
Mas o pior é a romantização do analfabetismo. Todo mundo fala errado, não sabe fazer nada direito e o filme transforma ignorância em charme e incompetência em piada. É uma caricatura tão preguiçosa que parece esquete da Globo esticada até virar longa-metragem.
A Anya Taylor-Joy tem tudo, menos as características que sua aparência física parece prometer. Olhando para ela, você esperaria uma mulher chique, delicada, charmosa, elegante, talvez até com aquele ar de soberba aristocrática. Mas ela não transmite absolutamente nada disso. Há algo de permanentemente inquieto nela, como se estivesse prestes a descobrir um cadáver no porão ou fugir de alguém. Sua beleza parece muito mais feita para o suspense do que para a sofisticação. E justamente por isso que sempre que a vejo em alguma produção onde a beleza que dita o tipo de personagem que ela é, ela me soa brega.
E talvez esse seja o problema: o filme parece apostar justamente em uma aura que ela não possui. Fica aquela sensação de estar vendo uma modelo de alta-costura tentando convencer você de que é uma personagem interessante. Fora ela, achei que o grande elenco combinou.
No fim, o filme entretém. E só. É aquele tipo de coisa que você assiste quando já esgotou as opções e pensa: “bom, pelo menos isso está passando”.
Não esperava nada desse filme, mas até que é bem divertido. O tempo passou voando. Nada de inovador no roteiro, porém achei interessante a maturidade sobre relações abertas e o que isso pode fazer refletir dentro de uma relação em ruínas.
Pessoal se incomoda com a vibe de “rico querendo ver pobre se humilhar”, mas aplaude Marty Supreme e O Morro dos Ventos Uivantes (com Elordi), que também transformam humilhação em espetáculo.
Talvez o problema não seja gostar de ver pobre se humilhar, mas admitir que gosta. Quando é reality, é perversão; quando é cinema, é arte. E quem entrou voluntariamente no reality vira o quê nessa história: invisível? O reality é bacana, o foco no psicológico e provas que testam a moral é interessante.
Mais do mesmo. Só que, dessa vez, o “mais do mesmo” funciona um pouco melhor. Ainda acho o Tom Holland o pior Homem-Aranha do cinema, então dizer que esse é o melhor filme dele não é exatamente um grande elogio.
A química entre ele e a Zendaya continua estranha. Não é falta de romance, é falta de presença. Eles estão na tela, falam, interagem, mas passa uma sensação de vazio, como se a cena nunca esquentasse. Lembrou o Pedro Pascal em Quarteto Fantástico (2026): um tipo de atuação que parece diminuir a temperatura das cenas em vez de elevá-la.
As sequências de ação, por outro lado, são bem dirigidas e sustentam o filme quando o roteiro perde força. E a Sadie Sink foi uma surpresa positiva. Ela foge da imagem que outras atrizes construíram para a Jean Grey, mas encontra uma personalidade própria sem parecer deslocada.
No fim, é um filme que entretém pelas lutas, mesmo sendo rasas rs, não pelo drama. Não muda muita coisa na fórmula da Marvel, mas pelo menos executa essa fórmula melhor do que os filmes anteriores do Homem-Aranha do Holland.
Roteiro meio repetitivo as vezes inclusive quando se trata dela e da guria mais jovem. Algumas motivações feministas em vez de bondade e justiça que me incomodaram. E a trilha sonora no clímax da luta final, foi totalmente fora do eixo! Sem mencionar arcos de personagens como a Kara e o Lobo, mal construídos e diminuídos na trama mesmo sendo muito fortes, quase invencíveis. Deixando isso de lado, a Milly Alcock interpreta a Kara muito bem, e o filme tem carisma. Já vale de muita coisa nesse gênero batido. Não é de todo ruim, mas também não impressiona. No tédio é uma boa pedida. rs
Tem uma pegada meio comédia mtv. Algumas sketchs boas outras nem tanto, mas todas são ridículas, algumas chegando até a ser nonsense. Da pra passar o tempo até.
Existe uma lista aqui no filmow chamada Séries de comédia pra quem está na bad e quer continuar nela, e esse filme espelha completamente esse título! O humor é bem desconfortável, seco e “triste”. Muito legal de acompanhar. Eu só não favorito porque senti uma certa romantização da desistência e a partir disso a protagonista deixa a vida me levar vida leva eu, achando que está desabrochando pra algo novo. Mas só está acumulando experiências de outras pessoas perdidas como ela e as que aparecem, que podem dar um valor pra vida dela, a descarta.
Reacher (1ª Temporada)
3.9 221 Assista AgoraÉ um misto de sentimentos essa série. Roteiro que instiga, porém repetitivo as vezes. Lutas legaizinhas. Não achei monótono. Porém o reacher possui um filtro bem visível nele, parece IA, na maioria das cenas sociáveis fica tão deslocado visualmente, as vezes até robótico. Acho que por isso colocam ele comendo toda hr pra disfarçar kkkk
A Isca (1ª Temporada)
3.2 7 Assista AgoraMelhora bastante depois do segundo episódio.
O 3 é muito bom!
É um pouquinho batido por temas culturais e racistas que me fizeram lembrar um pouco do humor do Mo e do Ramy Youssef. Mas é divertido de acompanhar.
Upload (4ª Temporada)
2.8 23 Assista AgoraEssa série Morreu na segunda temporada pra mim. Mas gosto tanto da ideia da série, que tem um canto especial no meu coração kkk.
Bom Comportamento
3.8 411 Assista AgoraParece um filme de ação qualquer, mas é um zoológico social de pedofilia, racismo, etarismo, beleza como arma e vulnerabilidade como moeda.
Connie passa a noite explorando o que os outros enxergam: o coitado, o deficiente, o inocente, o sedutor. Até a deficiência do Nikki vira uma brecha. E quando ele chama o cara da droga de fracassado que mama na mãe e vive de benefício, soa menos como crítica e mais como inveja das vantagens que ele enxerga no próprio irmão por ser PCD. KKKKK.
O mais venenoso é isso: ninguém ali é exatamente vítima ou vilão. Todo mundo transforma a desgraça alheia em oportunidade.
Um filme sobre gente miserável descobrindo que até a própria vulnerabilidade pode ser um bom negócio.
E o final é foda.
Paulinho Gogó em: Top Love - Só e bem acompanhado!
2.1 13Odeio filme com estereótipo supercaricato: uma espécie de ser humano vira-lata que só pensa em necessidade básica — comida e sexo — e acha que isso já é suficiente para construir humor.
Mas o pior é a romantização do analfabetismo. Todo mundo fala errado, não sabe fazer nada direito e o filme transforma ignorância em charme e incompetência em piada. É uma caricatura tão preguiçosa que parece esquete da Globo esticada até virar longa-metragem.
Ruim.
Seu Inferno Particular
2.3 15Esse foi o filme ovacionado em Cannes? 💀
Amsterdam
3.0 173 Assista AgoraA Anya Taylor-Joy tem tudo, menos as características que sua aparência física parece prometer. Olhando para ela, você esperaria uma mulher chique, delicada, charmosa, elegante, talvez até com aquele ar de soberba aristocrática. Mas ela não transmite absolutamente nada disso. Há algo de permanentemente inquieto nela, como se estivesse prestes a descobrir um cadáver no porão ou fugir de alguém. Sua beleza parece muito mais feita para o suspense do que para a sofisticação. E justamente por isso que sempre que a vejo em alguma produção onde a beleza que dita o tipo de personagem que ela é, ela me soa brega.
E talvez esse seja o problema: o filme parece apostar justamente em uma aura que ela não possui. Fica aquela sensação de estar vendo uma modelo de alta-costura tentando convencer você de que é uma personagem interessante. Fora ela, achei que o grande elenco combinou.
No fim, o filme entretém. E só. É aquele tipo de coisa que você assiste quando já esgotou as opções e pensa: “bom, pelo menos isso está passando”.
O Telefone Preto
3.5 1,2K Assista AgoraParece uma mistura de It e pânico com um toque de espiritismo pra cobrir a falta de criatividade.
O Convite
3.9 326 Assista AgoraNão esperava nada desse filme, mas até que é bem divertido. O tempo passou voando.
Nada de inovador no roteiro, porém achei interessante a maturidade sobre relações abertas e o que isso pode fazer refletir dentro de uma relação em ruínas.
A Pequena Grã-Bretanha (2ª Temporada)
4.5 2Alguém sabe onde eu possa achar?
Mundo Esperma
3.5 2 Assista AgoraMuito fofo! A trilha sonora meio glitch core combinou demais!
You Can See Everything
1Nathan fielder + Lance Oppenheim!!!
O cinema literalmente NÃO está morto!
Hope: O Primeiro Impacto
3.1 6O trailer desse filme tá INSANO!!!
Beast Games (1ª Temporada)
3.3 29 Assista AgoraPessoal se incomoda com a vibe de “rico querendo ver pobre se humilhar”, mas aplaude Marty Supreme e O Morro dos Ventos Uivantes (com Elordi), que também transformam humilhação em espetáculo.
Talvez o problema não seja gostar de ver pobre se humilhar, mas admitir que gosta. Quando é reality, é perversão; quando é cinema, é arte. E quem entrou voluntariamente no reality vira o quê nessa história: invisível?
O reality é bacana, o foco no psicológico e provas que testam a moral é interessante.
Jimoto Saiko! (1ª Temporada)
1Não vejo a hr de assistir! 😬
O Cavaleiro dos Sete Reinos (1ª Temporada)
4.2 196 Assista AgoraUm tom Leve e tem que um quê de comédia que agradou.
Larry e a Busca da Infelicidade
3.3 3 Assista AgoraBom kkkkkkk
O Obama no começo do primeiro episódio dizendo características pejorativas já diz muito sobre o decorrer da série.
To Catch a Predator
4.0 1Primetime pela A24 vem aí.
Veep (5ª Temporada)
4.5 48A segunda temporada e essa quinta são as mais engraçadas até agora.
Veep (4ª Temporada)
4.4 40Episódio 9 é caótico e muito engraçado. Bando de urubu!
Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 391Mais do mesmo. Só que, dessa vez, o “mais do mesmo” funciona um pouco melhor. Ainda acho o Tom Holland o pior Homem-Aranha do cinema, então dizer que esse é o melhor filme dele não é exatamente um grande elogio.
A química entre ele e a Zendaya continua estranha. Não é falta de romance, é falta de presença. Eles estão na tela, falam, interagem, mas passa uma sensação de vazio, como se a cena nunca esquentasse. Lembrou o Pedro Pascal em Quarteto Fantástico (2026): um tipo de atuação que parece diminuir a temperatura das cenas em vez de elevá-la.
As sequências de ação, por outro lado, são bem dirigidas e sustentam o filme quando o roteiro perde força. E a Sadie Sink foi uma surpresa positiva. Ela foge da imagem que outras atrizes construíram para a Jean Grey, mas encontra uma personalidade própria sem parecer deslocada.
No fim, é um filme que entretém pelas lutas, mesmo sendo rasas rs, não pelo drama. Não muda muita coisa na fórmula da Marvel, mas pelo menos executa essa fórmula melhor do que os filmes anteriores do Homem-Aranha do Holland.
Supergirl
2.8 260 Assista AgoraRoteiro meio repetitivo as vezes inclusive quando se trata dela e da guria mais jovem. Algumas motivações feministas em vez de bondade e justiça que me incomodaram. E a trilha sonora no clímax da luta final, foi totalmente fora do eixo! Sem mencionar arcos de personagens como a Kara e o Lobo, mal construídos e diminuídos na trama mesmo sendo muito fortes, quase invencíveis.
Deixando isso de lado, a Milly Alcock interpreta a Kara muito bem, e o filme tem carisma. Já vale de muita coisa nesse gênero batido. Não é de todo ruim, mas também não impressiona. No tédio é uma boa pedida. rs
E.T. - Edu e Tatá (1ª Temporada)
3.9 4 Assista AgoraTem uma pegada meio comédia mtv.
Algumas sketchs boas outras nem tanto, mas todas são ridículas, algumas chegando até a ser nonsense.
Da pra passar o tempo até.
Aquela Sensação de que o Tempo de Fazer Algo Passou
2.9 20 Assista AgoraExiste uma lista aqui no filmow chamada Séries de comédia pra quem está na bad e quer continuar nela, e esse filme espelha completamente esse título!
O humor é bem desconfortável, seco e “triste”. Muito legal de acompanhar. Eu só não favorito porque senti uma certa romantização da desistência e a partir disso a protagonista deixa a vida me levar vida leva eu, achando que está desabrochando pra algo novo. Mas só está acumulando experiências de outras pessoas perdidas como ela e as que aparecem, que podem dar um valor pra vida dela, a descarta.