Resolvi assistir por causa do ator Jing Boran (que fez o delicioso Luke, em The Early Spring). Sunset Secrets Regrets é totalmente o oposto: é um thriller policial, que tem triângulo amoroso, psicopata, investigação e uma trama que, se você não prestar atenção, pode ser um pouco confusa.Fiquei impressionada com a atuação do Jing Boran. Você nem lembra que ele fez o hypado Luke. É um ator que usa muito bem suas expressões faciais e consegue entregar personagens completamente diferentes. De vez em quando, achei a trama meio chata e olha que eu gosto do tema. Mas, enfim, valeu a pena, principalmente para conhecer um pouco mais sobre esse ator que encantou muitos de nós.
Vi e gostei bastante da adaptação do livro para o filme A Hipótese do Amor. Vi algumas pessoas comentando que faltou algo. Claro, sempre vai faltar alguma coisa para cada pessoa, principalmente quando se trata de adaptar um livro que você gosta. Mas eu, que reli o livro, posso dizer que gostei bastante do resultado e, principalmente, da escolha dos atores. Vi gente falando sobre a atuação do Tom Bateman, dizendo que ele parecia meio travado. Eu tive outra percepção. Para mim, ele entendeu justamente essa característica do Adam, ele era travado mesmo. Com a Olive, ele vai aos poucos destravando. A cena em que percebi claramente essa mudança foi quando eles vão jantar em Boston. O Adam está mais relaxado, mais leve, apaixonado. E o olhar que ele dá para a Olive, para mim, diz muita coisa. Foi justamente aí que pensei, ele está fazendo uma boa interpretação do personagem. E vamos combinar, os dois eram uns gostosos, tinham química e funcionaram muito bem juntos. A cena que não teve a famosa frase "por favor" também não me incomodou. Acho que ela funciona muito mais no livro do que funcionaria na tela. Talvez colocá-la no filme deixasse a cena até um pouco estranha. Mas a parte que mais me pegou foi a Olive cheirando o travesseiro dele. Achei tão legal terem colocado isso!.O cheiro é uma das coisas que mais pode nos fazer lembrar e nos apegar a uma pessoa. É algo muito íntimo, que pode despertar atração e memória. No fim, eu gostei, me diverti e achei uma adaptação muito gostosa de assistir. Que venham mais comédias românticas assim. A Prime está de parabéns! ❤️
Que drama maravilhoso é The Early Spring. Vejo alguns posts dizendo que o Luke é tóxico e que a Flora é muito ingênua. Vamos lá, gente na minha visão, o Luke não é tóxico, ele é um lindo babaca. 😂 A Flora despertou nele sentimentos e emoções que ele nem sabia que existiam. Muito do que ele faz ou fala é reflexo disso. Ah, mas ele é assim com todo mundo. Sim, e isso fica claro pela relação que ele tem com os pais. A Flora conseguiu o que ninguém tinha conseguido atravessar a barreira dele, mesmo levando várias patadas. E a Flora? Ela já é uma mulher adulta. Foi para a cidade grande, conquistou um emprego incrível e ainda fisgou o cara mais bonito do momento. 😂 Ela já teve um relacionamento antes, mas cada relacionamento é diferente. Com o Luke, ela sentiu algo novo e convenhamos, nós também sentimos! Hahaha. Isso faz com que ela tenha atitudes imaturas em alguns momentos? Sim, mas faz parte. Ela conseguiu furar a bolha do bonitão. Teve cenas em que os dois erraram. O problema é que nenhum dos dois senta para conversar. Essa falta de diálogo mostra que ambos ainda têm muito a amadurecer. A China está de parabéns! Estou completamente rendida a esse casal. Agora quero ver a ruptura deles e, principalmente, a reconciliação. Eu amo kdramas, mas confesso que eles poderiam aprender um pouco com os dramas chineses quando o assunto é construção e maturidade dos personagens.
Não consigo entender as notas baixas que Magnatas do Crime recebeu. Particularmente, achei esta temporada muito boa. Guy Ritchie retorna mais uma vez ao universo de crime, violência e personagens excêntricos que tão bem domina, entregando uma temporada sanguinária, cheia de diálogos afiados, situações absurdas e aquele humor ácido que é uma das marcas do diretor. Um dos grandes momentos, para mim, acontece quando Eddie confessa ao padre. É uma cena que funciona não apenas pelo diálogo, mas pelo que ela representa para o personagem. Ao longo da temporada, acompanhamos Eddie se afastando cada vez mais daquele homem que conhecíamos no início. O poder começa a revelar quem ele realmente é. E talvez essa seja uma das questões mais interessantes da temporada, até onde alguém consegue chegar antes de perceber que se tornou exatamente aquilo que dizia combater? Também li bastante sobre um possível romance entre Eddie e Susie. Confesso que não sei se gostaria dessa escolha. A química entre os dois é inegável, mas ela funciona muito bem justamente dentro da dinâmica de negócios, poder e interesses que existe entre eles. Transformar isso em um romance poderia tirar um pouco da força dessa relação. Nem toda química precisa necessariamente terminar em um relacionamento amoroso. E falando em química, Theo James e Kaya Scodelario funcionam muito bem juntos. Os dois conseguem construir uma relação de parceria, desconfiança e disputa de poder que mantém a trama interessante. Para um romance, ainda tenho minhas dúvidas, para os negócios, porém, os dois são excelentes. E não podemos deixar de falar do papai Bobby Glass. Ray Winstone está simplesmente fantástico e completamente insano. O personagem consegue roubar a cena sempre que aparece, e Winstone parece se divertir profundamente interpretando esse sujeito cada vez mais imprevisível. No fim, Magnatas do Crime continua sendo uma produção que sabe exatamente o que quer ser, divertida, violenta, estilosa e exagerada. Talvez não seja uma série para quem procura realismo ou uma narrativa policial tradicional, mas, dentro do universo de Guy Ritchie, ela entrega justamente aquilo que promete. Agora fica a curiosidade para a próxima temporada. Quero ver até onde Eddie será capaz de chegar e, principalmente, quanto daquela humanidade que ainda restava nele vai sobreviver. Que venha a próxima temporada.
Quem nasce em Macondo é o quê? É gente, desbravadores, sonhadores, idealizadores, alquimistas, políticos, românticos, arruaceiros, místicos. Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez, é uma obra prima do realismo fantástico. O livro nos leva ao início de Macondo, à sua criação, às aventuras de José Arcádio Buendía e à sua procura incessante pelo novo, pela imagem de Deus, ao mesmo tempo em que justifica autoridades e questiona a vida. E há a linda e corajosa Úrsula, sua parceira de pés no chão, a matriarca que sustenta a família com força e amor. Os Buendía são uma família pela qual você se apaixona. Você torce por eles, se encanta e é levado a lugares que jamais imaginou. Gabriel García Márquez realizou a proeza de criar uma família tão intensa e complexa que, por vezes, nos perdemos entre os nomes, repetidos de geração em geração. O início deste livro é pura poesia: "Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo..." Estou relendo este livro já devo tê-lo lido umas seis vezes e, a cada leitura, fico ainda mais encantado pela família Buendía. E a Netflix fez a proeza de produzir uma série à altura da obra fotografia, elenco, direção e adaptação estão em um nível impressionante. É impossível não se apaixonar por Macondo e por suas histórias.
Resolvi rever este filme por causa do falecimento do talentoso Glen Hansard. E realmente existem certos filmes que precisam ser revistos de tempos em tempos, porque a nossa percepção muda ao longo da vida. Assisti a Once quando tinha mais ou menos 20 anos. Hoje, aos 44, foi como assistir a um filme completamente diferente. É incrível rever uma obra com músicas tão lindas. A história pode parecer simples à primeira vista, mas não é. É sobre dois desconhecidos que encontram uma conexão por meio da música. Cada um carrega suas dores, sua vida, seus sonhos, mas compartilham o mesmo amor pela arte. Falling Slowly, a já clássica canção que levou o Oscar, continua sendo uma música que escuto até hoje. Mas, ao rever o filme, redescobri outras joias da trilha sonora, como The Hill, If You Want Me e When Your Mind's Made Up. Uma trilha deliciosa e melancólica de ouvir já baixei tudo rsrsrrrsrsrs. Once é um filme com um roteiro que pode parecer simples, mas entrega muito mais do que aparenta. Glen Hansard e Markéta Irglová são duas vozes que se encontram para contar sobre eles, sobre nós e sobre a vida. No ano que vem, Once completará 20 anos, e posso dizer que valeu muito a pena revê-lo. Obrigado, Glen Hansard, por sua contribuição para a arte. Seu legado será eternizado.
Eu gosto do Nolan porque ele vai na contramão do que Hollywood tem feito hoje em dia, muito CGI, cenas exageradas e, muitas vezes, sem sentido ou emoção. Ele ama o cinema. Os deuses retratados por Nolan são mais crus, sem aquela estética excessivamente glamourosa que outras produções costumam trazer. Foi justamente isso que mais gostei na obra. O elenco é de milhões, e há cenas em que você percebe o trabalho gigantesco que deve ter sido para coordenar toda a equipe e os atores. Tive o prazer de assistir a mais uma obra desse diretor megalomaníaco, no melhor sentido da palavra, alguém que realmente ama a sétima arte. As cenas são belíssimas, e o elenco entrega atuações talentosas, mesmo nas participações menores. Pessoal, isso é uma obra de ficção. Se você não conhece a mitologia, vale a pena pesquisar. Existem livros, vídeos, Google e até o ChatGPT para explorar esse universo. Lembro da Isabel, aos 20 anos, lendo sobre os deuses e suas histórias. Ela adorava esse tema. Christopher Nolan é um grande contador de histórias. Ele pegou uma narrativa extremamente complexa, difícil de compreender em toda a sua profundidade, e fez uma adaptação didática, um verdadeiro resumão, sem perder a grandiosidade. Sinceramente, ele poderia até ter transformado isso em uma trilogia. Enfim, valeu cada minuto. E já estou ansiosa pelas próximas produções desse diretor, que não tem medo de pensar grande. Afinal, a arte existe para isso, para ser vista, sentida e permanecer com a gente mesmo depois que as luzes do cinema se apagam.
Fui assistir por causa do Belmont Cameli, que achei a cara do saudoso vocalista do INXS, Michael Hutchence. Se fizerem uma cinebiografia sobre ele, podem chamar o Belmont. Achei também que a atriz que fez a Auden é a cara da Manu Gavassi hahaha. Enfim, é um filme ok. Daqueles para assistir quando você está doente e só quer que o tempo passe.
Pelos comentários masculinos, o filme acertou em cheio. Confesso que me surpreendi muito. A atriz que interpreta a Nikki simplesmente entrega tudo. As expressões faciais, a linguagem corporal ela carrega cenas inteiras. E o trabalho de iluminação em cima da personagem foi uma sacada excelente, valorizando ainda mais a atuação. O roteiro também me pegou de surpresa. É bem original e faz jus à velha frase: "Cuidado com o que você deseja." O Bear desejou e fez a escolha mais egoísta possível, se ferrou e, de quebra, arrastou a Nikki e os amigos para o desastre. O Bear me irritou do começo ao fim. Egoísta, impulsivo e ingenuo, incapaz de pensar nas consequências dos próprios atos. Se ele despertou tanta raiva, mérito total do ator, que fez um bom trabalho. E aquele final? Merecidíssimo. Não consigo sentir um pingo de pena, só da Nikki e dos amigos. E, pelo amor de Deus, parem de jogar a culpa na Nikki. A CULPA FOI DO BEAR. Ela não pediu por nada daquilo, só pagou o preço da irresponsabilidade de um homem que achou que seus desejos eram mais importantes do que a vida de todo mundo ao redor. Pode espernear à vontade, o verdadeiro vilão da história é o Bear.
Eu, que sou dorameira há mais de 10 anos, estava meio desanimada com os últimos lançamentos. Alguns até deixei de lado, faltando poucos episódios para terminar. Mas A Coroa Perfeita me trouxe de volta, química ótima entre os protagonistas, trama beeem legal e bem amarrada. Os atores secundários também estão ótimos. Agora parti para Amor Sob Investigação, que está sendo outra grande surpresa.
Realmente, a Netflix precisa aprender com a Prime. A adaptação de Off Campus ficou muito melhor do que eu imaginava. Achei incrível como conseguiram manter a essência dos livros e dos personagens, mesmo adaptando tudo para a TV. Teve química, física, biologia, absolutamente tudo funcionando. Amei os atores, amei a adaptação. Claro que tiveram mudanças, mas também precisamos pensar que o primeiro livro foi escrito em 2015 e estamos em 2026 muita coisa mudou. A história da primeira temporada ficou mais madura, e isso funcionou muito bem. Inclusive, achei uma delícia o ator que faz o Garret e o Dean também. Já queremos logo a história dele com a Allie. Senti aquela vibe gostosa das séries antigas, com várias histórias sendo construídas de forma coerente e envolvente. Aí você começa a perceber ainda mais os erros de outras adaptações. Agora, que venha Logan e Grace.
Sou fã dos livros Bridgerton, e esta temporada foi bem melhor, nas duas partes. Isso é algo bem raro no universo de Bridgerton na Netflix. E vamos falar de Luke Thompson, que interpreta Benedict. Quando bati o olho nele na primeira temporada, fiquei enlouquecida achei o mais charmoso dos irmãos. A Netflix acertou em seguir o livro eu nem acreditei. Talvez por isso esteja sendo tão elogiada. E a atriz Yerin Ha, que interpreta Sophie? Belíssima e com uma química absurda com Luke. As cenas mais quentes foram, para mim, as mais interessantes rsrsrs. Também achei bem legal a temporada mostrar a ala dos criados, os amigos que Sophie fez. Foi um recorte diferente e muito bacana de acompanhar. Só há duas coisas que me incomodam nas temporadas: eu queria ver mais os protagonistas e acho esse intervalo de dois anos entre temporadas meio absurdo. As partes chatas? Francesca e John. Desde que o casal surgiu, achei tudo meio “água de salsicha”. E olha que, no livro (meu favorito), o amor deles tinha algo a mais. Nem vou comentar sobre a mudança de personagem, porque fica até cansativo. A atriz que faz Michaela é belíssima, mas, sinceramente, não senti química e mudaram bastante a história. Achei interessante também a mudança envolvendo Lady Whistledown. Depois da descoberta da identidade da Penelope, já não fazia mais sentido manter tudo como antes. Caros eleitores: a próxima temporada será da Eloise. Espero que a dona Netflix não mude o ator e vamos aguardar até 2028 pelos próximos capítulos.
Eu amei essa série. Eu, que sou da arte, fiquei simplesmente encantada. Acho o movimento Bauhaus tão f*da. Assistir a ela me deu vontade de ter uma máquina do tempo para viver um pouco desse período tão importante para a história da arte e do design. Super recomendo
Resolvi ler o livro antes de assistir a este filme. Vou ser bem sincera, preferi o filme RS. Gostei dos recortes que fizeram para o filme. Os atores tem química, confesso que a Netflix me surpreendeu positivamente, pq eles adoram não seguir muito pelos livrosrsrsrsrsrsrs. Uma comédia leve, a trilha sensacional, temos sim musica nossa tocando, achei sensacional.
Eu sendo uma mulher hétero, fiquei encantada e emocionada com essa série. Eu fico muito feliz quando acham atores, que são extremamente talentosos. Connor e Hudson, que química absurda, a troca de olhares, gestos, as cenas lindamente ensaiadas que nem pareciam ser ensaiadas hahahahahahahahah. Final, Shane falando com os pais e Ilya apoiando( lindo demais). Só uma coisa que me incomoda pra caramba, já querem falar sobre a sexualidade dos atores, na boa, isso é tão cafona, deselegante mesmo. Como sempre digo, atores são telas em branco, eles tem este direito de interpretar o que quiserem. Não sei se precisaria de uma 2 temporada, tenho receio de caga!tem, mas estarei pronta para assistir. E já garanti o livro( fevereiro de 2026). Ahh, não podemos esquecer do casal Kip e Scoot( maravilhoso) ♥️♥️♥️♥️
Que final mais fraco, esse Dorama tinha tudo para ser perfeito e o roteirista, resolveu cagar em alguns episódios. Final bemmmmmmmm mais ou menos, muito corrido. Casal principal teve quimica. Fiquei mais decepcionada do que feliz rsrsrs.
Derry é uma série, que não faz meu gênero. Porém, me deu vontade de assistir, pois já tinha vistos os filmes. Que final fod*, Bill Skarsgard, sensacional como Pennywise. Todos os episódios me prenderam, os 2 últimos, levaram selo de absolute cinema. HBO trazendo uma qualidade muito boa. Parabéns todos os envolvidos e que venha as outras temporadas( serão 2, uma se passa em 1935 e a outra em 1908).
Resolvi rever, pois o namorido não tinha assistido. Que obra de arte o Spielberg fez. Ralph Fiennes não ter ganho o Oscar é inacreditável. Ele e Liam Neeson foram excelentes em seus papéis. Não tem como não se emocionar. Absolute cinema.
Acabei de sair da sessão do filme O Agente Secreto. Que orgulho ver o cinema lotado e assistir a um filme que representa tão bem o nosso cinema nacional.
Segredos e Arrependimentos ao Pôr do Sol
3.5 1 Assista AgoraResolvi assistir por causa do ator Jing Boran (que fez o delicioso Luke, em The Early Spring). Sunset Secrets Regrets é totalmente o oposto: é um thriller policial, que tem triângulo amoroso, psicopata, investigação e uma trama que, se você não prestar atenção, pode ser um pouco confusa.Fiquei impressionada com a atuação do Jing Boran. Você nem lembra que ele fez o hypado Luke. É um ator que usa muito bem suas expressões faciais e consegue entregar personagens completamente diferentes.
De vez em quando, achei a trama meio chata e olha que eu gosto do tema. Mas, enfim, valeu a pena, principalmente para conhecer um pouco mais sobre esse ator que encantou muitos de nós.
A Hipótese do Amor
3.5 108 Assista AgoraVi e gostei bastante da adaptação do livro para o filme A Hipótese do Amor. Vi algumas pessoas comentando que faltou algo. Claro, sempre vai faltar alguma coisa para cada pessoa, principalmente quando se trata de adaptar um livro que você gosta. Mas eu, que reli o livro, posso dizer que gostei bastante do resultado e, principalmente, da escolha dos atores. Vi gente falando sobre a atuação do Tom Bateman, dizendo que ele parecia meio travado. Eu tive outra percepção. Para mim, ele entendeu justamente essa característica do Adam, ele era travado mesmo. Com a Olive, ele vai aos poucos destravando.
A cena em que percebi claramente essa mudança foi quando eles vão jantar em Boston. O Adam está mais relaxado, mais leve, apaixonado. E o olhar que ele dá para a Olive, para mim, diz muita coisa. Foi justamente aí que pensei, ele está fazendo uma boa interpretação do personagem. E vamos combinar, os dois eram uns gostosos, tinham química e funcionaram muito bem juntos. A cena que não teve a famosa frase "por favor" também não me incomodou. Acho que ela funciona muito mais no livro do que funcionaria na tela. Talvez colocá-la no filme deixasse a cena até um pouco estranha.
Mas a parte que mais me pegou foi a Olive cheirando o travesseiro dele. Achei tão legal terem colocado isso!.O cheiro é uma das coisas que mais pode nos fazer lembrar e nos apegar a uma pessoa. É algo muito íntimo, que pode despertar atração e memória. No fim, eu gostei, me diverti e achei uma adaptação muito gostosa de assistir. Que venham mais comédias românticas assim. A Prime está de parabéns! ❤️
The Early Spring
4.0 14 Assista AgoraQue drama maravilhoso é The Early Spring. Vejo alguns posts dizendo que o Luke é tóxico e que a Flora é muito ingênua. Vamos lá, gente na minha visão, o Luke não é tóxico, ele é um lindo babaca. 😂 A Flora despertou nele sentimentos e emoções que ele nem sabia que existiam. Muito do que ele faz ou fala é reflexo disso. Ah, mas ele é assim com todo mundo. Sim, e isso fica claro pela relação que ele tem com os pais. A Flora conseguiu o que ninguém tinha conseguido atravessar a barreira dele, mesmo levando várias patadas. E a Flora? Ela já é uma mulher adulta. Foi para a cidade grande, conquistou um emprego incrível e ainda fisgou o cara mais bonito do momento. 😂 Ela já teve um relacionamento antes, mas cada relacionamento é diferente. Com o Luke, ela sentiu algo novo e convenhamos, nós também sentimos! Hahaha. Isso faz com que ela tenha atitudes imaturas em alguns momentos? Sim, mas faz parte. Ela conseguiu furar a bolha do bonitão. Teve cenas em que os dois erraram. O problema é que nenhum dos dois senta para conversar. Essa falta de diálogo mostra que ambos ainda têm muito a amadurecer. A China está de parabéns! Estou completamente rendida a esse casal. Agora quero ver a ruptura deles e, principalmente, a reconciliação. Eu amo kdramas, mas confesso que eles poderiam aprender um pouco com os dramas chineses quando o assunto é construção e maturidade dos personagens.
Magnatas do Crime (2ª Temporada)
3.9 15 Assista AgoraNão consigo entender as notas baixas que Magnatas do Crime recebeu. Particularmente, achei esta temporada muito boa. Guy Ritchie retorna mais uma vez ao universo de crime, violência e personagens excêntricos que tão bem domina, entregando uma temporada sanguinária, cheia de diálogos afiados, situações absurdas e aquele humor ácido que é uma das marcas do diretor. Um dos grandes momentos, para mim, acontece quando Eddie confessa ao padre. É uma cena que funciona não apenas pelo diálogo, mas pelo que ela representa para o personagem. Ao longo da temporada, acompanhamos Eddie se afastando cada vez mais daquele homem que conhecíamos no início. O poder começa a revelar quem ele realmente é. E talvez essa seja uma das questões mais interessantes da temporada, até onde alguém consegue chegar antes de perceber que se tornou exatamente aquilo que dizia combater?
Também li bastante sobre um possível romance entre Eddie e Susie. Confesso que não sei se gostaria dessa escolha. A química entre os dois é inegável, mas ela funciona muito bem justamente dentro da dinâmica de negócios, poder e interesses que existe entre eles. Transformar isso em um romance poderia tirar um pouco da força dessa relação. Nem toda química precisa necessariamente terminar em um relacionamento amoroso.
E falando em química, Theo James e Kaya Scodelario funcionam muito bem juntos. Os dois conseguem construir uma relação de parceria, desconfiança e disputa de poder que mantém a trama interessante. Para um romance, ainda tenho minhas dúvidas, para os negócios, porém, os dois são excelentes.
E não podemos deixar de falar do papai Bobby Glass. Ray Winstone está simplesmente fantástico e completamente insano. O personagem consegue roubar a cena sempre que aparece, e Winstone parece se divertir profundamente interpretando esse sujeito cada vez mais imprevisível.
No fim, Magnatas do Crime continua sendo uma produção que sabe exatamente o que quer ser, divertida, violenta, estilosa e exagerada. Talvez não seja uma série para quem procura realismo ou uma narrativa policial tradicional, mas, dentro do universo de Guy Ritchie, ela entrega justamente aquilo que promete. Agora fica a curiosidade para a próxima temporada. Quero ver até onde Eddie será capaz de chegar e, principalmente, quanto daquela humanidade que ainda restava nele vai sobreviver. Que venha a próxima temporada.
Cem Anos de Solidão: Parte 1
4.5 133 Assista AgoraQuem nasce em Macondo é o quê? É gente, desbravadores, sonhadores, idealizadores, alquimistas, políticos, românticos, arruaceiros, místicos.
Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez, é uma obra prima do realismo fantástico. O livro nos leva ao início de Macondo, à sua criação, às aventuras de José Arcádio Buendía e à sua procura incessante pelo novo, pela imagem de Deus, ao mesmo tempo em que justifica autoridades e questiona a vida. E há a linda e corajosa Úrsula, sua parceira de pés no chão, a matriarca que sustenta a família com força e amor.
Os Buendía são uma família pela qual você se apaixona. Você torce por eles, se encanta e é levado a lugares que jamais imaginou. Gabriel García Márquez realizou a proeza de criar uma família tão intensa e complexa que, por vezes, nos perdemos entre os nomes, repetidos de geração em geração.
O início deste livro é pura poesia:
"Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo..."
Estou relendo este livro já devo tê-lo lido umas seis vezes e, a cada leitura, fico ainda mais encantado pela família Buendía. E a Netflix fez a proeza de produzir uma série à altura da obra fotografia, elenco, direção e adaptação estão em um nível impressionante. É impossível não se apaixonar por Macondo e por suas histórias.
Apenas Uma Vez
4.0 1,4KResolvi rever este filme por causa do falecimento do talentoso Glen Hansard. E realmente existem certos filmes que precisam ser revistos de tempos em tempos, porque a nossa percepção muda ao longo da vida.
Assisti a Once quando tinha mais ou menos 20 anos. Hoje, aos 44, foi como assistir a um filme completamente diferente. É incrível rever uma obra com músicas tão lindas. A história pode parecer simples à primeira vista, mas não é. É sobre dois desconhecidos que encontram uma conexão por meio da música. Cada um carrega suas dores, sua vida, seus sonhos, mas compartilham o mesmo amor pela arte.
Falling Slowly, a já clássica canção que levou o Oscar, continua sendo uma música que escuto até hoje. Mas, ao rever o filme, redescobri outras joias da trilha sonora, como The Hill, If You Want Me e When Your Mind's Made Up. Uma trilha deliciosa e melancólica de ouvir já baixei tudo rsrsrrrsrsrs.
Once é um filme com um roteiro que pode parecer simples, mas entrega muito mais do que aparenta. Glen Hansard e Markéta Irglová são duas vozes que se encontram para contar sobre eles, sobre nós e sobre a vida.
No ano que vem, Once completará 20 anos, e posso dizer que valeu muito a pena revê-lo. Obrigado, Glen Hansard, por sua contribuição para a arte. Seu legado será eternizado.
A Odisseia
4.2 596Eu gosto do Nolan porque ele vai na contramão do que Hollywood tem feito hoje em dia, muito CGI, cenas exageradas e, muitas vezes, sem sentido ou emoção. Ele ama o cinema. Os deuses retratados por Nolan são mais crus, sem aquela estética excessivamente glamourosa que outras produções costumam trazer. Foi justamente isso que mais gostei na obra.
O elenco é de milhões, e há cenas em que você percebe o trabalho gigantesco que deve ter sido para coordenar toda a equipe e os atores. Tive o prazer de assistir a mais uma obra desse diretor megalomaníaco, no melhor sentido da palavra, alguém que realmente ama a sétima arte. As cenas são belíssimas, e o elenco entrega atuações talentosas, mesmo nas participações menores. Pessoal, isso é uma obra de ficção. Se você não conhece a mitologia, vale a pena pesquisar. Existem livros, vídeos, Google e até o ChatGPT para explorar esse universo. Lembro da Isabel, aos 20 anos, lendo sobre os deuses e suas histórias. Ela adorava esse tema. Christopher Nolan é um grande contador de histórias. Ele pegou uma narrativa extremamente complexa, difícil de compreender em toda a sua profundidade, e fez uma adaptação didática, um verdadeiro resumão, sem perder a grandiosidade. Sinceramente, ele poderia até ter transformado isso em uma trilogia. Enfim, valeu cada minuto. E já estou ansiosa pelas próximas produções desse diretor, que não tem medo de pensar grande. Afinal, a arte existe para isso, para ser vista, sentida e permanecer com a gente mesmo depois que as luzes do cinema se apagam.
A Caminho do Verão
2.9 36Fui assistir por causa do Belmont Cameli, que achei a cara do saudoso vocalista do INXS, Michael Hutchence. Se fizerem uma cinebiografia sobre ele, podem chamar o Belmont. Achei também que a atriz que fez a Auden é a cara da Manu Gavassi hahaha. Enfim, é um filme ok. Daqueles para assistir quando você está doente e só quer que o tempo passe.
Obsessão
3.9 964 Assista AgoraPelos comentários masculinos, o filme acertou em cheio. Confesso que me surpreendi muito. A atriz que interpreta a Nikki simplesmente entrega tudo. As expressões faciais, a linguagem corporal ela carrega cenas inteiras. E o trabalho de iluminação em cima da personagem foi uma sacada excelente, valorizando ainda mais a atuação. O roteiro também me pegou de surpresa. É bem original e faz jus à velha frase: "Cuidado com o que você deseja." O Bear desejou e fez a escolha mais egoísta possível, se ferrou e, de quebra, arrastou a Nikki e os amigos para o desastre. O Bear me irritou do começo ao fim. Egoísta, impulsivo e ingenuo, incapaz de pensar nas consequências dos próprios atos. Se ele despertou tanta raiva, mérito total do ator, que fez um bom trabalho. E aquele final? Merecidíssimo. Não consigo sentir um pingo de pena, só da Nikki e dos amigos.
E, pelo amor de Deus, parem de jogar a culpa na Nikki. A CULPA FOI DO BEAR. Ela não pediu por nada daquilo, só pagou o preço da irresponsabilidade de um homem que achou que seus desejos eram mais importantes do que a vida de todo mundo ao redor. Pode espernear à vontade, o verdadeiro vilão da história é o Bear.
Mensagens para Isabelle
3.7 142 Assista AgoraEstava com saudades de comédias românticas. Netflix de vez em quando acerta rsrsrs.
Pela Metade
4.1 114 Assista AgoraRichard Gadd, meu consagrado, vamos fazer algo leve da próxima vez??? 😂😂😂😂
A Coroa Perfeita
4.1 11 Assista AgoraEu, que sou dorameira há mais de 10 anos, estava meio desanimada com os últimos lançamentos. Alguns até deixei de lado, faltando poucos episódios para terminar.
Mas A Coroa Perfeita me trouxe de volta, química ótima entre os protagonistas, trama beeem legal e bem amarrada. Os atores secundários também estão ótimos.
Agora parti para Amor Sob Investigação, que está sendo outra grande surpresa.
Off Campus: Amores Improváveis (1ª Temporada)
4.0 89 Assista AgoraRealmente, a Netflix precisa aprender com a Prime. A adaptação de Off Campus ficou muito melhor do que eu imaginava. Achei incrível como conseguiram manter a essência dos livros e dos personagens, mesmo adaptando tudo para a TV. Teve química, física, biologia, absolutamente tudo funcionando.
Amei os atores, amei a adaptação. Claro que tiveram mudanças, mas também precisamos pensar que o primeiro livro foi escrito em 2015 e estamos em 2026 muita coisa mudou. A história da primeira temporada ficou mais madura, e isso funcionou muito bem.
Inclusive, achei uma delícia o ator que faz o Garret e o Dean também. Já queremos logo a história dele com a Allie.
Senti aquela vibe gostosa das séries antigas, com várias histórias sendo construídas de forma coerente e envolvente. Aí você começa a perceber ainda mais os erros de outras adaptações.
Agora, que venha Logan e Grace.
Bridgerton (4ª Temporada)
3.9 65 Assista AgoraSou fã dos livros Bridgerton, e esta temporada foi bem melhor, nas duas partes. Isso é algo bem raro no universo de Bridgerton na Netflix.
E vamos falar de Luke Thompson, que interpreta Benedict. Quando bati o olho nele na primeira temporada, fiquei enlouquecida achei o mais charmoso dos irmãos. A Netflix acertou em seguir o livro eu nem acreditei. Talvez por isso esteja sendo tão elogiada.
E a atriz Yerin Ha, que interpreta Sophie? Belíssima e com uma química absurda com Luke.
As cenas mais quentes foram, para mim, as mais interessantes rsrsrs.
Também achei bem legal a temporada mostrar a ala dos criados, os amigos que Sophie fez. Foi um recorte diferente e muito bacana de acompanhar.
Só há duas coisas que me incomodam nas temporadas: eu queria ver mais os protagonistas e acho esse intervalo de dois anos entre temporadas meio absurdo.
As partes chatas? Francesca e John. Desde que o casal surgiu, achei tudo meio “água de salsicha”. E olha que, no livro (meu favorito), o amor deles tinha algo a mais. Nem vou comentar sobre a mudança de personagem, porque fica até cansativo. A atriz que faz Michaela é belíssima, mas, sinceramente, não senti química e mudaram bastante a história.
Achei interessante também a mudança envolvendo Lady Whistledown.
Depois da descoberta da identidade da Penelope, já não fazia mais sentido manter tudo como antes.
Caros eleitores: a próxima temporada será da Eloise. Espero que a dona Netflix não mude o ator e vamos aguardar até 2028 pelos próximos capítulos.
Bauhaus: A New Era (1ª Temporada)
4.4 7Eu amei essa série. Eu, que sou da arte, fiquei simplesmente encantada. Acho o movimento Bauhaus tão f*da. Assistir a ela me deu vontade de ter uma máquina do tempo para viver um pouco desse período tão importante para a história da arte e do design. Super recomendo
America's Next Top Model: Choque de Realidade
3.4 34 Assista AgoraEu adorava este programa. Fiquei chocada, que ódio da Tyra e a bonita nenhum momento, se sente culpada e quer fazer o ciclo 25. Pqp.
De Férias com Você
3.3 107 Assista AgoraResolvi ler o livro antes de assistir a este filme. Vou ser bem sincera, preferi o filme RS. Gostei dos recortes que fizeram para o filme. Os atores tem química, confesso que a Netflix me surpreendeu positivamente, pq eles adoram não seguir muito pelos livrosrsrsrsrsrsrs. Uma comédia leve, a trilha sensacional, temos sim musica nossa tocando, achei sensacional.
Duas mulheres, Duas vidas
2.5 1 Assista AgoraNão sei como fui até o final desta novela, eu tive ranço do começo ao fim das protagonistas. Final teve várias pontas soltas.
Rivalidade Ardente (1ª Temporada)
4.3 143 Assista AgoraEu sendo uma mulher hétero, fiquei encantada e emocionada com essa série. Eu fico muito feliz quando acham atores, que são extremamente talentosos. Connor e Hudson, que química absurda, a troca de olhares, gestos, as cenas lindamente ensaiadas que nem pareciam ser ensaiadas hahahahahahahahah. Final, Shane falando com os pais e Ilya apoiando( lindo demais). Só uma coisa que me incomoda pra caramba, já querem falar sobre a sexualidade dos atores, na boa, isso é tão cafona, deselegante mesmo. Como sempre digo, atores são telas em branco, eles tem este direito de interpretar o que quiserem. Não sei se precisaria de uma 2 temporada, tenho receio de caga!tem, mas estarei pronta para assistir. E já garanti o livro( fevereiro de 2026). Ahh, não podemos esquecer do casal Kip e Scoot( maravilhoso) ♥️♥️♥️♥️
Beijo Explosivo
3.7 31 Assista AgoraQue final mais fraco, esse Dorama tinha tudo para ser perfeito e o roteirista, resolveu cagar em alguns episódios. Final bemmmmmmmm mais ou menos, muito corrido. Casal principal teve quimica. Fiquei mais decepcionada do que feliz rsrsrs.
It: Bem-Vindos a Derry (1ª Temporada)
4.1 376 Assista AgoraDerry é uma série, que não faz meu gênero. Porém, me deu vontade de assistir, pois já tinha vistos os filmes. Que final fod*, Bill Skarsgard, sensacional como Pennywise. Todos os episódios me prenderam, os 2 últimos, levaram selo de absolute cinema. HBO trazendo uma qualidade muito boa. Parabéns todos os envolvidos e que venha as outras temporadas( serão 2, uma se passa em 1935 e a outra em 1908).
A Lista de Schindler
4.6 2,4K Assista AgoraResolvi rever, pois o namorido não tinha assistido. Que obra de arte o Spielberg fez. Ralph Fiennes não ter ganho o Oscar é inacreditável. Ele e Liam Neeson foram excelentes em seus papéis. Não tem como não se emocionar. Absolute cinema.
Frankenstein
3.7 619 Assista AgoraFico impressionada e encanta, o mundo que Del Toro nos proporciona. Ele sabe e entende a lingua dos monstros. Belissímo filme.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraAcabei de sair da sessão do filme O Agente Secreto. Que orgulho ver o cinema lotado e assistir a um filme que representa tão bem o nosso cinema nacional.