A ideia de explorar uma guerra de 100 anos através de 3 gerações de protagonistas é genial. Em gundam age temos o primeiro protagonista que é marcado pelo trauma e desejo de vingança que vai beirando a obsessão ao longo das décadas. Seu filho e seu neto cada um segue um caminho diferente rumo a essa guerra no finnal das contas. A mensagem "anti guerra" é boa, mas a execução é terrível. Tudo é corrido quando não deveria (principalmente na parte do Kio, terceiro protagonista) Ironicamente o começo com o Flit é MUITO devagar, a saga do Asemu (segundo protagonista) é muito boa, a do Kio para frente é beeeem ruim
Primeiro de tudo, gostei muito das duas versões (coreana e japonesa). Dito isso Misa é uma personagem incrível. Ela sempre demonstra ter em seu psicológico e emocional as cicatrizes de alguém que cresceu com sérios problemas de auto-estima. Então todos os passos da "vingança" dela são mais críveis pois ela sempre se dedica muito, mas sempre transparece em suas expressões aquele pequeno medo e principalmente a insegurança. Ela tem insegurança para superar, então quando supera o impacto é muito maior.
Suzuki por sua vez fica mais como observador e a ajudando de longe apenas, não sendo um super-heroi ou principe salvador. E eu gostei disso, engrandece o "empoderamento" dela.
Adorei o romance dos dois, a forma sutil como eles vão se notando, se olhando e se apaixonando. Essa sutileza dá muita força para eles.
Minha principal reclamação é que o roteiro consegue ser tão bom nas sutilezas do romance, mas ao mesmo tempo é tão descarado e perdido com relação ao desenvolvimento da trama em si. Os vilões aqui tem uma "tara" por enforcar os mocinhos, não existe nenhuma outra forma de tentar mata-los. Simultaneamente as vezes eles "brotam" em lugares inóspitos para um salvar o outro. Então as vezes dava para ver que o roteiro estava focado e dava para ver quando estava perdido.
No mais, foi muito bom assistir a série. Uma leitura diferente de uma mesma história.
Da mesma roteirista de My Mister e Meu Diário Para a Liberdade, A Gente Tenta é um kdrama que trabalha a fragilidade por trás de duas coisas horríveis: o fracasso e a inveja.
Hwang Dong-Man é, como todos os protagonistas masculinos da roteirista, um homem problemático e com muitas camadas. Por fora ele é barulhento, infantil e invejoso. Para ser sincero o primeiro episódio eu quase abandonei a obra pela chatice dele. Mas foi a última cena do primeiro episódio que me ganhou. Não vou entrar em detalhes, mas aquele é o momento em que vemos a máscara dele caindo e podemos ver alguém com muita fragilidade e vulnerabilidade.
A forma como esse ator (Ko Gyo Hwan) consegue mostrar essa dualidade entre um cara que você fica em dúvida se dá um soco na cara de tão chato que ele é... ou se abraça por quão vazio e miserável ele pode ser é genial.
A obra trabalha ele superando essa sensação de vazio ao lado da mocinha que igualmente se sente assim. Os dois juntos são a coisa mais preciosa, duas pessoas vazias e machucadas se curando.
Se vou colocar defeito em algo seria o final. Não o conteúdo dele, pois até gostei. Mas o Kdrama anda num ritmo tão agradável até o episódio 10 e nos dois últimos simplesmente MUITA coisa acontece em muito pouco tempo. E não é por falta de orçamento, pois eles tem cenas muito bem produzidas nessa obra. Portanto, foi ótimo, mas não perfeito.
Muito legal ver o Taichi jogando como classe A. Ele passou 2 temporadas sofrendo para ir de Classe B para Classe A, e agora que virou parte da elite de jogadores não sofreu, pois mostrou todo o potencial guardado e venceu muitos adversários considerados superiores. Ótima temporada. Infelizmente difícil que vá acontecer uma continuação, mas faz parte.
Muito legal ver o Taichi jogando como classe A. Ele passou 2 temporadas sofrendo para ir de Classe B para Classe A, e agora que virou parte da elite de jogadores não sofreu, pois mostrou todo o potencial guardado e venceu muitos adversários considerados superiores. Ótima temporada. Infelizmente difícil que vá acontecer uma continuação, mas faz parte.
Só para contextualizar minha opinião. Existem duas eras de kdrama em que não há exatamente uma marcação perfeita, mas são elas: os kdramas live-shoot e os pré produzidos. Os pré produzidos são roteirizados todos os episódios, gravados e exibidos espaçados. Enquanto os live-shoots eram escritos, filmados e editados episódio por episódio DURANTE a gravação. Eu costumo não gsotar tanto dos live-shoots por serem muito instáveis no roteiro para aumentar o engajamento do público, mas esse daqui talvez se tornou o meu favorito dessa leva.
Ele tem todos os clichés que gosto do gênero, até os mais chatinhos, mas estava claro que a roteirista desde o início tinha uma noção do caminho que tomaria, então por mais "instável" que fosse o ritmo as vezes (capítulo 15 ao final foi muito instável), tudo se manteve coerente.
Gostei muito da história sobre como a mídia pode salvar ou destruir vidas, uma vez que o público geral vai ver como verdade tudo o que é divulgado e por isso mostrou o quão delicado é este meio. Adorei a química do casal, que se constroem devagar. No entanto, a história em si é o que rouba a cena. E duas das personagens mais seniors foram as que roubaram cena como personagens e na atuação. A reporter Park que talvez seja uma das personagens mais complexas já escrita por essa roteirista (que escreveu Start Up e While you were sleeping) e a CEO da empresa que é literalmente uma "mãe tonga" por boa parte da história, mas que mostra depois ser muito mais que isso.
O final foi ironicamente corrido (mesmo existindo 20 episódios) mas foi fechadinho e com poucas pontas soltas. No mais, gostei bastante.
Eu não costumo gostar tanto das lutas do Ippo depois que ele está com o cinturão. Seguem o mesmo padrão, ele fica todo humilde apanhando de caras claramente mais fracos que ele, depois resolve bater e ganhar. Mas a luta contra o Sawamura foi animal de boa.... Jesus, ele começou com sangue nos olhos já e apanhou pelo Sawamura ser a mistura grotesca de talento com violência.
A luta do Eagle contra o Takamura eu achei que seria incrível, mas foi a mais fraca da temporada.... sem comentários. A Animação caiu, a luta foi corrida (ouvi dizer que no mangá é melhor).
Agora... o Arco do KAMOGAWA, Jesus que coisa mais emocionante e poderosa, foi bom demais. Todo aquele clima retrô de guerra, opressão e ele treinando usando um conhecimento de boxe que ainda não tinha certeza. E mais bonito que tudo é o vínculo dele com o Nekota e a Yuki, muito bom mesmo.
Continuo gostando da franquia Hajime no Ippo pela abordagem relativamente realista ao boxe (mesmo que extremamente caricata) e a como o esporte pode ser cruel. No entanto, agora que o Ippo está em uma posição mais avançada profissionalmente eu me encontro frustrado com a postura dele. O cara é um dos melhores e já tem um título que prova isso, mas sempre surge um orelha seca para o desafiar e ele se deixa apanhar um monte para dizer "Nossa.... esse meu adversário é forte, preciso me esforçar" e vira a luta no final, se deixando apanhar de "trouxa" praticamente para depois vencer. Na época em que ele era "underdog" e estava treinando duro para subir essa narrativa me descia, mas agora que ele já está num nível profissional avançado fica apenas irritante mesmo.
Dito isso... as lutas do Takamura foram INCRÍVEIS, ai sim dá para ver um cara que chegou no ápice da própria técnica e força finalmente encontrando um adversário a altura (ou até mais forte ainda) e dando tudo de si para superar, mas sem apanhar a toa. Simplesmente incrível.
Estou fora do mundo dos animes já faz mais de meia década, mas esse daqui foi perfeito para assistir enquanto fazia esteira agora, kkkk Tem tudo o que a gente precisa em um anime de esportes. Personagens que queremos torcer, que não queremos torcer, habilidades reais sendo colocadas em movimentos animados super exagerados beirando super poderes.. kkkk
Só uma coisa: Gosto muito do Ippo, mas tem tantos adversários dele que dariam melhores protagonistas nessa história (Volg, Sendou, Miyata, etc). Mas enfim. Ótimo anime
Da série: "Como um k-drama, XO Kitty é uma ótima temporada de Malhação" kkkkk Bem, todos sabemos que de Kdrama essa série não tem nada. Não estou usando isso como elogio, mas também não estou usando como crítica. O fato é, XO Kitty sempre foi uma série Teen norte americana com atores coreanos enfiados no meio. Funciona? Sim e não por inúmeros motivos Entretanto, todavia, no entanto... não vou negar que todas as temporadas me fizeram maratonar tudo de uma só vez.... então, sim, ela é divertida.
Gosto de como o Min Ho vai de "projeto de second lead romântico" da primeira temporada, para um "second lead oficial" na segunda temporada, para "protagonista de comédia romântica" na terceira.
Faz mais de meia década que trabalho no ramo veterinário e oscilei em uma fase da minha vida entre os setores de produção animal e clínica (animais selvagens e atípicos). Então muito do que acontece nessa série é real por mais caricato que seja a forma retratada, por isso achei hilário e muito legal. No entanto, achei que a série focaria no lado "gosto de tratar os animais" do Anton e fazer ele atender bem os animais na pet store, mas por vezes considerei negligente a forma como ele não atendia alguns, principalmente o suricato Alberto. Pois a mensagem que a série tenta passar é que ele é um homem rabugento, mas que ama os animais.
Obra que foca muito bem na solidão e sofrimento de vidas em teoria normais e "boas". E como as vezes o nosso sofrimento silencioso é sufocante, mas ao mesmo tempo ninguém liga para nosso sofrimento quando tentamos falar disso. É raro ver um kdrama que aborda o alcoolismo, geralmente eles mostram de forma romantizada e "cômica"
Talvez uma das únicas séries que manteve tanta constância na qualidade. Não precisaram fazer nada gigantesco para agitar a história, só manter o foco nesse casal incrível construindo a vida juntos. Adorei tudo
Tenho algumas ressalvas de como concluíram a história, mas de uma maneira geral foi minha temporada favorita (só ficando para trás do spin-off Rainha Charlotte). O casal principal tem uma química imensurável. Não achei que veria um lado mais vulnerável de Benedict que é o irmão que eu menos achava interessante. Mas muito do crédito vai para a Sophie, a forma como ela aprecia cada pequena coisa da vida o encantou assim como encanta a nós que assistimos. E tanto quando ela está como Lady in Silver quanto como ela mesma, os dois brilham muito juntos. Adorei as cenas em que os dois só se olhavam e davam aquele sorrisinho de canto de rosto, muito apaixonante.
Os enredos paralelos foram bem colocados. Adorei o enredo da Francesca, foi triste e bem abordado. Nunca achei que abordariam o tema sobre gravidez dramaticalmente tão bem como aqui.
Agora o FINAL. A série deixou sementes e pistas ao longo da temporada inteira que acabaria do jeito que acabou. Mas parte de mim torcia que eles fossem pelo caminho mais difícil e sofrido, sem fazer ser um final trágico.
Sim. A Sophie desde a primeira parte ficou implícito que tinha recebido algo de herança do pai e no fundo no fundo é nobre, por isso eles poderiam ficar juntos. Mas para mim teria sido tão mais poderoso se Bennedict tivesse aberto mão da nobreza para viver como pintor no campo junto com a Sophie, afastados da família e da nobreza, mas em paz um com o outro e construindo a própria família.
Coerente o final da primeira parte, mas não gostei dele. Mas o resto foi perfeito, casal perfeito, eles tem química quando querem, são fofos quando querem, perfeição
As atitudes inconsistentes dos protagonistas de quererem se separar e voltar logo em seguida, as tramas que literalmente surgem do nada podem causar desconforto ao longo dos 12 episódios. Mas a química dos atores ainda assim consegue salvar esse kdrama e dar um resultado final satisfatório
A franquia it para mim tem em seu coração os traumas da juventude sendo superados pela amizade. Essa série consegue fazer isso muito bem mesmo. Nem todo mundo sobrevive, mas isso só aumentou a emoção
A série continua abraçando e exagerando todos os cliches de novelas latinas mas misturando com os clichés de séries norte americanas. Rogelio continua sendo o melhor personagem
A série expõe muito bem a hierarquia e ciclos de violência em uma prisão Na verdade chega quase a ser um "esquadrão suicida" dos maiores casos de crimes que acompanhei na minha infância assistindo jornal nacional
Acho que estou num momento meio desanimado da vida como um todo. Mas igual, essa série costumava tirar uma risada ou outra minha. Dessa vez eles fazem piadas mórbidas que beiram o mal gosto. Não gostei muito dessa não.
Martian Successor Nadesico
3.9 3por 15 episódios é pura paródia de comédia romântica e mecha
Depois disso fica sério e focado em guerra.... mas o final é simplesmente.... esquisito
Mobile Suit Gundam AGE
3.7 1A ideia de explorar uma guerra de 100 anos através de 3 gerações de protagonistas é genial.
Em gundam age temos o primeiro protagonista que é marcado pelo trauma e desejo de vingança que vai beirando a obsessão ao longo das décadas. Seu filho e seu neto cada um segue um caminho diferente rumo a essa guerra no finnal das contas.
A mensagem "anti guerra" é boa, mas a execução é terrível. Tudo é corrido quando não deveria (principalmente na parte do Kio, terceiro protagonista)
Ironicamente o começo com o Flit é MUITO devagar, a saga do Asemu (segundo protagonista) é muito boa, a do Kio para frente é beeeem ruim
Watashi no Otto to Kekkon Shite
3.7 10 Assista AgoraPrimeiro de tudo, gostei muito das duas versões (coreana e japonesa).
Dito isso
Misa é uma personagem incrível. Ela sempre demonstra ter em seu psicológico e emocional as cicatrizes de alguém que cresceu com sérios problemas de auto-estima. Então todos os passos da "vingança" dela são mais críveis pois ela sempre se dedica muito, mas sempre transparece em suas expressões aquele pequeno medo e principalmente a insegurança. Ela tem insegurança para superar, então quando supera o impacto é muito maior.
Suzuki por sua vez fica mais como observador e a ajudando de longe apenas, não sendo um super-heroi ou principe salvador. E eu gostei disso, engrandece o "empoderamento" dela.
Adorei o romance dos dois, a forma sutil como eles vão se notando, se olhando e se apaixonando. Essa sutileza dá muita força para eles.
Minha principal reclamação é que o roteiro consegue ser tão bom nas sutilezas do romance, mas ao mesmo tempo é tão descarado e perdido com relação ao desenvolvimento da trama em si. Os vilões aqui tem uma "tara" por enforcar os mocinhos, não existe nenhuma outra forma de tentar mata-los. Simultaneamente as vezes eles "brotam" em lugares inóspitos para um salvar o outro. Então as vezes dava para ver que o roteiro estava focado e dava para ver quando estava perdido.
No mais, foi muito bom assistir a série. Uma leitura diferente de uma mesma história.
Chernobyl
4.7 1,4K Assista AgoraAs vezes olhamos de longe para as tragédias e não nos damos conta do quão grande elas são.
As vezes escolhemos fingir que não vemos
Kaiko Sareta Ankoku Heishi (30-dai) no Slow na Second Life
3.2 1 Assista AgoraA história é muito engajante
É divertido
Mas o low budget e clima apressado pode afastar alguns
Mesmo assim
Bem bom
A Gente Tenta
4.2 9 Assista AgoraDa mesma roteirista de My Mister e Meu Diário Para a Liberdade, A Gente Tenta é um kdrama que trabalha a fragilidade por trás de duas coisas horríveis: o fracasso e a inveja.
Hwang Dong-Man é, como todos os protagonistas masculinos da roteirista, um homem problemático e com muitas camadas. Por fora ele é barulhento, infantil e invejoso. Para ser sincero o primeiro episódio eu quase abandonei a obra pela chatice dele. Mas foi a última cena do primeiro episódio que me ganhou. Não vou entrar em detalhes, mas aquele é o momento em que vemos a máscara dele caindo e podemos ver alguém com muita fragilidade e vulnerabilidade.
A forma como esse ator (Ko Gyo Hwan) consegue mostrar essa dualidade entre um cara que você fica em dúvida se dá um soco na cara de tão chato que ele é... ou se abraça por quão vazio e miserável ele pode ser é genial.
A obra trabalha ele superando essa sensação de vazio ao lado da mocinha que igualmente se sente assim. Os dois juntos são a coisa mais preciosa, duas pessoas vazias e machucadas se curando.
Se vou colocar defeito em algo seria o final. Não o conteúdo dele, pois até gostei. Mas o Kdrama anda num ritmo tão agradável até o episódio 10 e nos dois últimos simplesmente MUITA coisa acontece em muito pouco tempo. E não é por falta de orçamento, pois eles tem cenas muito bem produzidas nessa obra. Portanto, foi ótimo, mas não perfeito.
Chihayafuru (3ª Temporada)
4.4 7Muito legal ver o Taichi jogando como classe A. Ele passou 2 temporadas sofrendo para ir de Classe B para Classe A, e agora que virou parte da elite de jogadores não sofreu, pois mostrou todo o potencial guardado e venceu muitos adversários considerados superiores.
Ótima temporada. Infelizmente difícil que vá acontecer uma continuação, mas faz parte.
Chihayafuru (3ª Temporada)
4.4 7Muito legal ver o Taichi jogando como classe A. Ele passou 2 temporadas sofrendo para ir de Classe B para Classe A, e agora que virou parte da elite de jogadores não sofreu, pois mostrou todo o potencial guardado e venceu muitos adversários considerados superiores.
Ótima temporada. Infelizmente difícil que vá acontecer uma continuação, mas faz parte.
Pinocchio
4.3 50 Assista AgoraSó para contextualizar minha opinião. Existem duas eras de kdrama em que não há exatamente uma marcação perfeita, mas são elas: os kdramas live-shoot e os pré produzidos. Os pré produzidos são roteirizados todos os episódios, gravados e exibidos espaçados. Enquanto os live-shoots eram escritos, filmados e editados episódio por episódio DURANTE a gravação.
Eu costumo não gsotar tanto dos live-shoots por serem muito instáveis no roteiro para aumentar o engajamento do público, mas esse daqui talvez se tornou o meu favorito dessa leva.
Ele tem todos os clichés que gosto do gênero, até os mais chatinhos, mas estava claro que a roteirista desde o início tinha uma noção do caminho que tomaria, então por mais "instável" que fosse o ritmo as vezes (capítulo 15 ao final foi muito instável), tudo se manteve coerente.
Gostei muito da história sobre como a mídia pode salvar ou destruir vidas, uma vez que o público geral vai ver como verdade tudo o que é divulgado e por isso mostrou o quão delicado é este meio. Adorei a química do casal, que se constroem devagar. No entanto, a história em si é o que rouba a cena. E duas das personagens mais seniors foram as que roubaram cena como personagens e na atuação. A reporter Park que talvez seja uma das personagens mais complexas já escrita por essa roteirista (que escreveu Start Up e While you were sleeping) e a CEO da empresa que é literalmente uma "mãe tonga" por boa parte da história, mas que mostra depois ser muito mais que isso.
O final foi ironicamente corrido (mesmo existindo 20 episódios) mas foi fechadinho e com poucas pontas soltas. No mais, gostei bastante.
Hajime no Ippo (3ª Temporada)
4.3 8Eu não costumo gostar tanto das lutas do Ippo depois que ele está com o cinturão. Seguem o mesmo padrão, ele fica todo humilde apanhando de caras claramente mais fracos que ele, depois resolve bater e ganhar. Mas a luta contra o Sawamura foi animal de boa.... Jesus, ele começou com sangue nos olhos já e apanhou pelo Sawamura ser a mistura grotesca de talento com violência.
A luta do Eagle contra o Takamura eu achei que seria incrível, mas foi a mais fraca da temporada.... sem comentários. A Animação caiu, a luta foi corrida (ouvi dizer que no mangá é melhor).
Agora... o Arco do KAMOGAWA, Jesus que coisa mais emocionante e poderosa, foi bom demais. Todo aquele clima retrô de guerra, opressão e ele treinando usando um conhecimento de boxe que ainda não tinha certeza. E mais bonito que tudo é o vínculo dele com o Nekota e a Yuki, muito bom mesmo.
Hajime no Ippo (2ª Temporada)
4.4 12Continuo gostando da franquia Hajime no Ippo pela abordagem relativamente realista ao boxe (mesmo que extremamente caricata) e a como o esporte pode ser cruel.
No entanto, agora que o Ippo está em uma posição mais avançada profissionalmente eu me encontro frustrado com a postura dele. O cara é um dos melhores e já tem um título que prova isso, mas sempre surge um orelha seca para o desafiar e ele se deixa apanhar um monte para dizer "Nossa.... esse meu adversário é forte, preciso me esforçar" e vira a luta no final, se deixando apanhar de "trouxa" praticamente para depois vencer. Na época em que ele era "underdog" e estava treinando duro para subir essa narrativa me descia, mas agora que ele já está num nível profissional avançado fica apenas irritante mesmo.
Dito isso... as lutas do Takamura foram INCRÍVEIS, ai sim dá para ver um cara que chegou no ápice da própria técnica e força finalmente encontrando um adversário a altura (ou até mais forte ainda) e dando tudo de si para superar, mas sem apanhar a toa. Simplesmente incrível.
Hajime no Ippo (1ª Temporada)
4.2 36 Assista AgoraEstou fora do mundo dos animes já faz mais de meia década, mas esse daqui foi perfeito para assistir enquanto fazia esteira agora, kkkk
Tem tudo o que a gente precisa em um anime de esportes. Personagens que queremos torcer, que não queremos torcer, habilidades reais sendo colocadas em movimentos animados super exagerados beirando super poderes.. kkkk
Só uma coisa: Gosto muito do Ippo, mas tem tantos adversários dele que dariam melhores protagonistas nessa história (Volg, Sendou, Miyata, etc). Mas enfim. Ótimo anime
Com Carinho, Kitty (3ª Temporada)
3.4 17 Assista AgoraDa série: "Como um k-drama, XO Kitty é uma ótima temporada de Malhação" kkkkk
Bem, todos sabemos que de Kdrama essa série não tem nada. Não estou usando isso como elogio, mas também não estou usando como crítica.
O fato é, XO Kitty sempre foi uma série Teen norte americana com atores coreanos enfiados no meio. Funciona? Sim e não por inúmeros motivos
Entretanto, todavia, no entanto... não vou negar que todas as temporadas me fizeram maratonar tudo de uma só vez.... então, sim, ela é divertida.
Gosto de como o Min Ho vai de "projeto de second lead romântico" da primeira temporada, para um "second lead oficial" na segunda temporada, para "protagonista de comédia romântica" na terceira.
Temporada divertida, no mais. 3,5/5
Animal
3.6 19 Assista AgoraFaz mais de meia década que trabalho no ramo veterinário e oscilei em uma fase da minha vida entre os setores de produção animal e clínica (animais selvagens e atípicos). Então muito do que acontece nessa série é real por mais caricato que seja a forma retratada, por isso achei hilário e muito legal.
No entanto, achei que a série focaria no lado "gosto de tratar os animais" do Anton e fazer ele atender bem os animais na pet store, mas por vezes considerei negligente a forma como ele não atendia alguns, principalmente o suricato Alberto. Pois a mensagem que a série tenta passar é que ele é um homem rabugento, mas que ama os animais.
Mesmo assim, me divertiu, muito boa, gostei.
My Liberation Notes
4.2 27 Assista AgoraObra que foca muito bem na solidão e sofrimento de vidas em teoria normais e "boas". E como as vezes o nosso sofrimento silencioso é sufocante, mas ao mesmo tempo ninguém liga para nosso sofrimento quando tentamos falar disso.
É raro ver um kdrama que aborda o alcoolismo, geralmente eles mostram de forma romantizada e "cômica"
Nem tudo foi resolvido no final. Claro, entendi que o foco era o progresso no sentimento de pertencimento deles. Mas ficou meio vago
Mike & Molly (6ª Temporada)
3.9 8Talvez uma das únicas séries que manteve tanta constância na qualidade. Não precisaram fazer nada gigantesco para agitar a história, só manter o foco nesse casal incrível construindo a vida juntos. Adorei tudo
Bridgerton (4ª Temporada)
3.9 65 Assista AgoraTenho algumas ressalvas de como concluíram a história, mas de uma maneira geral foi minha temporada favorita (só ficando para trás do spin-off Rainha Charlotte).
O casal principal tem uma química imensurável. Não achei que veria um lado mais vulnerável de Benedict que é o irmão que eu menos achava interessante. Mas muito do crédito vai para a Sophie, a forma como ela aprecia cada pequena coisa da vida o encantou assim como encanta a nós que assistimos. E tanto quando ela está como Lady in Silver quanto como ela mesma, os dois brilham muito juntos.
Adorei as cenas em que os dois só se olhavam e davam aquele sorrisinho de canto de rosto, muito apaixonante.
Os enredos paralelos foram bem colocados. Adorei o enredo da Francesca, foi triste e bem abordado. Nunca achei que abordariam o tema sobre gravidez dramaticalmente tão bem como aqui.
Agora o FINAL. A série deixou sementes e pistas ao longo da temporada inteira que acabaria do jeito que acabou. Mas parte de mim torcia que eles fossem pelo caminho mais difícil e sofrido, sem fazer ser um final trágico.
Sim. A Sophie desde a primeira parte ficou implícito que tinha recebido algo de herança do pai e no fundo no fundo é nobre, por isso eles poderiam ficar juntos. Mas para mim teria sido tão mais poderoso se Bennedict tivesse aberto mão da nobreza para viver como pintor no campo junto com a Sophie, afastados da família e da nobreza, mas em paz um com o outro e construindo a própria família.
Mike & Molly (1ª Temporada)
3.8 85Casal extremamente fofo e de uma maneira geral com uma relação bem saudável
Gostei muito
Vou continuar vendo
Bridgerton (4ª Temporada)
3.9 65 Assista AgoraCoerente o final da primeira parte, mas não gostei dele. Mas o resto foi perfeito, casal perfeito, eles tem química quando querem, são fofos quando querem, perfeição
O Amor Pode Ser Traduzido?
3.7 19 Assista AgoraAs atitudes inconsistentes dos protagonistas de quererem se separar e voltar logo em seguida, as tramas que literalmente surgem do nada podem causar desconforto ao longo dos 12 episódios. Mas a química dos atores ainda assim consegue salvar esse kdrama e dar um resultado final satisfatório
It: Bem-Vindos a Derry (1ª Temporada)
4.1 373 Assista AgoraA franquia it para mim tem em seu coração os traumas da juventude sendo superados pela amizade. Essa série consegue fazer isso muito bem mesmo.
Nem todo mundo sobrevive, mas isso só aumentou a emoção
Jane the Virgin (2ª Temporada)
4.3 115A série continua abraçando e exagerando todos os cliches de novelas latinas mas misturando com os clichés de séries norte americanas.
Rogelio continua sendo o melhor personagem
Tremembé (1ª Temporada)
3.3 232 Assista AgoraA série expõe muito bem a hierarquia e ciclos de violência em uma prisão
Na verdade chega quase a ser um "esquadrão suicida" dos maiores casos de crimes que acompanhei na minha infância assistindo jornal nacional
Only Murders in the Building (5ª Temporada)
3.6 27 Assista AgoraAcho que estou num momento meio desanimado da vida como um todo. Mas igual, essa série costumava tirar uma risada ou outra minha. Dessa vez eles fazem piadas mórbidas que beiram o mal gosto.
Não gostei muito dessa não.